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Paciente do sexo feminino, 65 anos, ex-tabagista, em acompanhamento oncológico por carcinoma ductal infiltrante de mama, apresenta adenocarcinoma em biópsia de nódulo pulmonar único e periférico. É solicitado um painel imuno-histoquímico para definir o sítio primário.

O achado imuno-histoquímico que favorece ser um tumor primário de pulmão é o seguinte:

A positividade nuclear para estrogênio
B positividade citoplasmática para CK-7
C positividade citoplasmática para GCDP-15
D positividade em membrana para CERB-b2
E positividade nuclear para TTF-1

Uma peça cirúrgica possui dimensão de 10,0 cm X 8,0 cm X 8,0 cm, e foi acondicionada em frasco com formol, onde aguardou fechada até o exame macroscópico, 10 dias após a cirurgia. Na clivagem, o centro apresentava-se amolecido e avermelhado, e as reações imuno-histoquímicas resultaram todas negativas para os anticorpos utilizados, em todas as lâminas analisadas.

Os processos que ocorreram, respectivamente, na periferia e no centro da peça foram

A hipofixação (autólise) em ambos
B hiperfixação em ambos
C hipofixação e hiperfixação
D hiperfixação e hipofixação
E hiperfixação e necrose

Qual o critério diagnóstico que autoriza a caracterização de um carcinoma de hipófise?

A Índice mitótico superior a 10 células em 10 campos de grande aumento
B Índice proliferativo superior a 10%
C Presença de invasão de sela túrcica
D Presença de metástase
E Presença de pleomorfismo acentuado e necrose

Quimioterapia adjuvante, oferecida pós-cirurgia definitiva de mama, possui papel fundamental no manejo de um grupo de pacientes diagnosticadas com câncer de mama (CM). Especialmente para mulheres que possuem os subtipos denominados triplo-negativos (TN) e com expressão de HER2 (HER2+), esquemas modernos de quimioterapia, baseados em uso de antraciclina e taxanos, acarretaram substancial redução no risco de recidiva da doença e morte relacionada ao CM.

GALIATO, D.M.; MANO, M. Importância do tempo para iní-
cio da quimioterapia adjuvante em câncer de mama. Revista
Brasileira de Mastologia . Rio de Janeiro, v.25, n.4, p. 115-7,
out./dez. 2015.

O critério para realização de exame de hibridização in situ para pesquisa de amplificação do gene HER2, para indicação do uso do trastuzumabe na quimioterapia do câncer de mama HER2 positivo inicial e localmente avançado, de acordo com o Ministério da Saúde, é

A somente exame imuno-histoquímico com resultado HER2= 1+
B somente exame imuno-histoquímico com resultado HER2= 2+
C somente exame imuno-histoquímico com resultado HER2= 3+
D exame imuno-histoquímico com resultado HER2= 1+ e 2+
E exame imuno-histoquímico com resultado HER2= 2+ e 3+

Paciente masculino, 45 anos, iniciou quadro de paraparesia progressiva que evoluiu com paralisia em 5 semanas. Tomografia computadorizada de coluna vertebral evidenciou lesão intramedular de 2 cm de diâmetro com áreas necróticas. Foi realizada biópsia da lesão, que exibia hipercelularidade com pleomorfismo intenso, infiltrando tecido nervoso medular. O perfil imuno-histoquímico da lesão foi: GFAP negativo, citocertinas pool negativo, HMB45 negativo. Tirosinase e S100 positivos.

Qual a provável histogênese da lesão?

A Adenocarcinoma metastático
B Carcinoma escamoso metastático
C Sarcoma metastático
D Glioma de alto grau
E Melanoma

Paciente feminina, 50 anos, transplantada renal há 3 anos, iniciou quadro de deficit focal motor que evoluiu com piora em 3 semanas. Ressonância nucelar magnética craniana mostrou três lesões intraparenquimatosas cerebrais, variando entre 1,5 cm e 2,5 cm, todas com captação de contraste em anel. Biópsia de uma das lesões evidenciou tecido necrótico somente, sendo necessário novo procedimento.

Quais diagnósticos diferenciais são os mais frequentes em casos dessa natureza?

A Linfoma e neurotoxoplasmose
B Glioblastoma e neurotoxoplasmose
C Linfoma e glioblastoma
D Melanoma e glioblastoma
E Tuberculose e melanoma

A necessidade de se classificar os casos de câncer em estádios baseia-se na constatação de que as taxas de sobrevida são diferentes quando a doença está restrita ao órgão de origem ou quando ela se estende a outros órgãos. Estadiar um caso de neoplasia maligna significa avaliar o seu grau de disseminação. Para tal, há regras internacionalmente estabelecidas, as quais estão em constante aperfeiçoamento.
Disponível em: .
Acesso em: 23 mar. 2016.

Qual a categoria “T” de um carcinoma de mama invasivo que mede 24,0 mm?

A T1a
B T1b
C T1c
D T2
E T3

São doenças associadas ao vírus do herpes humano 8 — HHV8:

A sarcoma de Kaposi, doença de Castleman multicêntrica e linfoma de Hodgkin.
B sarcoma de Kaposi, doença de Castleman multicêntrica e linfoma do manto.
C sarcoma de Kaposi, linfoma primário de efusão e linfoma do manto.
D linfoma primário de efusão, doença de Castleman multicêntrica e doença de Castleman multicêntrica associada a linfoma plasmablástico.
E doença de Castleman multicêntrica, doença de Castleman multicêntrica associada a linfoma plasmablástico e doença de Kimura.

Homem de 55 anos, fumante desde os 15 anos (40 cigarros/dia) apresenta tosse e hemoptise. Foi realizada broncoscopia que revelou massa friável central, próxima ao hilo, medindo cerca de 2,5 cm, e a biópsia mostrou proliferação de pequenas células com escasso citoplasma, núcleos hipercromáticos e densos, ora ovalados, ora alongados com acentuado amoldamento. Verifica-se a presença de áreas de necrose.

A hipótese diagnóstica mais provável é:

A infiltrado linfocítico
B tumor carcinoide
C tumor carcinoide atípico
D carcinoma de pequenas células
E carcinoma de células escamosas pouco diferenciado