No que se refere aos aspectos linguísticos e aos mecanismos de
construção da argumentação do texto CB1A1AAA, julgue os
próximos itens.
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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
37 questões encontradas
No primeiro parágrafo do texto CB1A1AAA, o referente da forma
Texto associado
O elemento “disso” (l.10) retoma “foco no resultado com
responsabilidade fiscal” (l. 9 e 10).
Na linha 16 do texto CG3A1AAA, a forma pronominal “los”,
em “respeitá-los” e “vivenciá-los”, remete a
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 9 a 15, considere a entrevista abaixo com o historiador e professor Leandro Karnal.
1. Até que ponto o fracasso é culpa do indivíduo?
Leandro Karnal – Hoje existe um discurso dominante de que tudo o que acontece nas nossas vidas depende das nossas escolhas. Teorias de diversas naturezas, da religião à psicanálise, contrariam essa tese. Não somos tão racionais, nossas escolhas não nascem de uma liberdade plena e o acidente tem um papel maior do que imaginamos. Tenho usado em minhas palestras duas noções desenvolvidas por Nicolau Maquiavel: a “virtù”, o conjunto de habilidades e competências que nascem comigo e que posso desenvolver, e a “fortuna”, que significa o acaso, o inesperado. Ninguém é tão divino ( só “virtù”) e nem tão suscetível às circunstâncias (pura “fortuna”). Faz diferença a escolha do indivíduo. Mas nem sempre esse indivíduo lida com uma lógica absoluta, ele faz sua escolha dentro do possível.
2. De que forma o autoconhecimento pode ajudar uma pessoa que está vivendo uma fase ruim na carreira?
Leandro Karnal – Se você olhar para si mesmo com honestidade, se encarar o retrato terrível da Medusa, que é o seu lado difícil, tem a primeira chance de superá-lo. É o que diz a máxima “conhece a ti mesmo”, que funda a filosofia de Sócrates. É preciso investigar a si mesmo para perceber que você também tem falhas. Desse modo, fica mais fácil diminuir o efeito das fraquezas. Por outro lado, conhecer a si mesmo também é conhecer o que há de bom em mim mesmo e aquilo que me traz bem-estar. É comum ver pessoas que dizem que a carreira é tudo para elas, mas sofrem de gastrite no domingo à noite. Não sabem o que realmente querem. Há pessoas que adoram atividades repetitivas. Outras são viciadas em desafios. Eu preciso saber do meu perfil. Não posso contrariar permanentemente a minha natureza.
3. A morte do sociólogo Zygmunt Bauman reacendeu o debate sobre a deterioração das relações humanas na era da internet. Redes sociais geram uma falsa ideia sobre o sucesso alheio?
Leandro Karnal – Toda tecnologia é neutra, tudo depende do que fazemos com ela. Vivemos na sociedade do espetáculo, em que toda a atenção é voltada para a imagem. Precisamos entender que tudo que se publica nas redes sociais é de autoria de um roteirista. É alguém construindo uma imagem.
(Disponível em: exame.abril.com.br . Com adaptações)
1. Até que ponto o fracasso é culpa do indivíduo?
Leandro Karnal – Hoje existe um discurso dominante de que tudo o que acontece nas nossas vidas depende das nossas escolhas. Teorias de diversas naturezas, da religião à psicanálise, contrariam essa tese. Não somos tão racionais, nossas escolhas não nascem de uma liberdade plena e o acidente tem um papel maior do que imaginamos. Tenho usado em minhas palestras duas noções desenvolvidas por Nicolau Maquiavel: a “virtù”, o conjunto de habilidades e competências que nascem comigo e que posso desenvolver, e a “fortuna”, que significa o acaso, o inesperado. Ninguém é tão divino ( só “virtù”) e nem tão suscetível às circunstâncias (pura “fortuna”). Faz diferença a escolha do indivíduo. Mas nem sempre esse indivíduo lida com uma lógica absoluta, ele faz sua escolha dentro do possível.
2. De que forma o autoconhecimento pode ajudar uma pessoa que está vivendo uma fase ruim na carreira?
Leandro Karnal – Se você olhar para si mesmo com honestidade, se encarar o retrato terrível da Medusa, que é o seu lado difícil, tem a primeira chance de superá-lo. É o que diz a máxima “conhece a ti mesmo”, que funda a filosofia de Sócrates. É preciso investigar a si mesmo para perceber que você também tem falhas. Desse modo, fica mais fácil diminuir o efeito das fraquezas. Por outro lado, conhecer a si mesmo também é conhecer o que há de bom em mim mesmo e aquilo que me traz bem-estar. É comum ver pessoas que dizem que a carreira é tudo para elas, mas sofrem de gastrite no domingo à noite. Não sabem o que realmente querem. Há pessoas que adoram atividades repetitivas. Outras são viciadas em desafios. Eu preciso saber do meu perfil. Não posso contrariar permanentemente a minha natureza.
3. A morte do sociólogo Zygmunt Bauman reacendeu o debate sobre a deterioração das relações humanas na era da internet. Redes sociais geram uma falsa ideia sobre o sucesso alheio?
Leandro Karnal – Toda tecnologia é neutra, tudo depende do que fazemos com ela. Vivemos na sociedade do espetáculo, em que toda a atenção é voltada para a imagem. Precisamos entender que tudo que se publica nas redes sociais é de autoria de um roteirista. É alguém construindo uma imagem.
(Disponível em: exame.abril.com.br . Com adaptações)
... tudo que se publica nas redes sociais é de autoria de um roteirista. (final da entrevista)
O pronome sublinhado acima também se encontra sublinhado na frase:
Texto associado
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 7 a 9.
Muitos duvidam da existência do amor. Muitos afirmam ser ele uma invenção da literatura. Outros, que se trata de uma projeção neurótica imaginária. Uma patologia da família das manias. Há quem suspeite de que seja uma doença da alma. Estão errados.
Quem conhece o amor sabe que ele habita entre nós. E sua presença nos faz sentir vivos. Por isso, o ressentimento é cego ao amor.
A falta de amor na vida produz um certo ceticismo em relação ao mundo. Ou pior: o sentimento de inexistência.
Um dos pecados maiores da inteligência é chegar à conclusão de que o amor é uma ficção. Muitas vezes, pessoas supostamente inteligentes consideram o amor algo ingênuo e pueril.
A desconfiança se acha a mais completa das virtudes morais ou cognitivas. A armadilha de quem desconfia sempre é que ele mesmo se sente inexistente para o mundo porque este é sempre visto com desprezo.
Outra suposta arma contra o amor é a hipocrisia. A hipótese de a hipocrisia ser a substância da moral pública parece que inviabiliza o amor por conta de sua cegueira para com esta hipocrisia mesma. É verdade: o amor não vê a hipocrisia. Søren Kierkegaard (1813-1855) diz que há um "abismo escancarado" entre eles.
O amor é concreto como o dia a dia. Engana-se quem considera o amor abstrato e fantasioso. Kierkegaard nos lembra que o amor só se conhece pelos frutos. Isso implica que não há propriamente uma percepção do amor que não seja prática. O gosto do amor é a confiança nas coisas que ele dá a quem o experimenta.
(Adaptado de: PONDÉ, Luiz Felipe Disponível em: www.folha.uol.com.br )
Muitos duvidam da existência do amor. Muitos afirmam ser ele uma invenção da literatura. Outros, que se trata de uma projeção neurótica imaginária. Uma patologia da família das manias. Há quem suspeite de que seja uma doença da alma. Estão errados.
Quem conhece o amor sabe que ele habita entre nós. E sua presença nos faz sentir vivos. Por isso, o ressentimento é cego ao amor.
A falta de amor na vida produz um certo ceticismo em relação ao mundo. Ou pior: o sentimento de inexistência.
Um dos pecados maiores da inteligência é chegar à conclusão de que o amor é uma ficção. Muitas vezes, pessoas supostamente inteligentes consideram o amor algo ingênuo e pueril.
A desconfiança se acha a mais completa das virtudes morais ou cognitivas. A armadilha de quem desconfia sempre é que ele mesmo se sente inexistente para o mundo porque este é sempre visto com desprezo.
Outra suposta arma contra o amor é a hipocrisia. A hipótese de a hipocrisia ser a substância da moral pública parece que inviabiliza o amor por conta de sua cegueira para com esta hipocrisia mesma. É verdade: o amor não vê a hipocrisia. Søren Kierkegaard (1813-1855) diz que há um "abismo escancarado" entre eles.
O amor é concreto como o dia a dia. Engana-se quem considera o amor abstrato e fantasioso. Kierkegaard nos lembra que o amor só se conhece pelos frutos. Isso implica que não há propriamente uma percepção do amor que não seja prática. O gosto do amor é a confiança nas coisas que ele dá a quem o experimenta.
(Adaptado de: PONDÉ, Luiz Felipe Disponível em: www.folha.uol.com.br )
A substituição do elemento sublinhado pelo pronome correspondente, com os necessários ajustes no segmento, foi realizada de acordo com a norma padrão em:
... que teriam o paisagismo do artista plástico... (3º parágrafo)
... para lhe propiciar um ambiente natural e sadio (3º parágrafo)
Os termos sublinhados acima referem-se, respectivamente, a:
Releia o terceiro e o quarto parágrafos
do texto. A respeito do uso do pronome
“seu” e suas variações, assinale a
alternativa correta.
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10, leia a tirinha.
(Disponível em www.lapisraro.com.br)
(Disponível em www.lapisraro.com.br)
Analise o emprego do pronome "este" no primeiro quadrinho e assinale a alternativa correta sobre ele.
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10, leia a tirinha.
(Disponível em www.lapisraro.com.br)
(Disponível em www.lapisraro.com.br)
Analise a contração "dele" (de + ele) presente no terceiro quadrinho e assinale a alternativa que contenha o termo a que se refere o pronome "ele".
Texto associado
Para
responder às questões de 1 a 5 ,
leia o texto abaixo.
A crise
política no Brasil
interfere nas decisões das empresas e
organizações?
Todas as mudanças que ocorrem, nos
ambientes internos ou externos de uma
empresa, podem influenciar suas decisões e
seu futuro. Podemos apontar como fatores
internos a estrutura organizacional, o setor
pessoal do RH, o setor financeiro, o setor
de produção. Já no ambiente externo, podem-
se apontar os concorrentes, os fornecedores,
os consumidores, o mercado dos produtos e
serviços, as instituições financeiras, entre
outros.
O ambiente
externo, podemos chamá-lo de Ambiente de
Tarefa. Esse é o espaço no qual a empresa
atua e está inserida. Dessa maneira, dentro
do Ambiente de Tarefa encontramos: clientes,
fornecedores, órgãos reguladores,
parceiros estratégicos ,
distribuidores e concessionários e os
sindicatos de empregados.
Além disso, destacam-se as forças
tecnológicas, os fatores econômicos, legais
e socioculturais. O ambiente geral da
organização é constituído de forças externas
sobre as quais a organização não tem poder
de decisão. A empresa não tem poder de
decidir ou de escolher como os agentes e as
situações externas irão influenciar suas
atividades ou interagir com elas.
No caso brasileiro,
principalmente desde as grandes
manifestações pelo Passe Livre em 2013,
percebe-se uma mudança no quadro econômico
brasileiro. Em comparação com janeiro de
2015, a baixa do IBC-Br na série observada
foi de 8,12%. O IBC é o Índice de Atividade
Econômica do Banco Central. Esse declínio
causou um saldo negativo na geração de
empregos, tanto em 2015 quanto em
2016. Segundo o
Cadastro Geral de Empregados e
Desempregados, até novembro de 2015, já
tinham sido fechados 945.363 postos de
trabalho com carteira assinada. Em meio a
essa situação, encontra-se um clima em que é
incerto investir e as empresas acabam não
arriscando neste momento.
Encontramos, assim, como externos a
essas empresas, os fatores políticos e
econômicos, influenciando a contratação, a
demissão, as vendas, os produtos e os
serviços. Também se
percebe a retração nas atividades
dos investidores internacionais, que se
preocupam com o mercado incerto
brasileiro.
A política brasileira está em um
momento de crise e instabilidade. A força
desse fator externo é tão grande que impacta
a vida das pessoas, tanto em relação a seus
empregos quanto a suas vidas.
Dessa maneira, podemos afirmar haver
indícios que comprovam que a crise política
interfere na decisão das empresas e das
organizações. A dimensão de seu impacto está
na compra de matérias-primas, na produção de
produtos e serviços, nas contratações, nas
demissões e na oferta de produtos e
serviços.
(
www.portaleducacao.com.br )
responder às questões de 1 a 5 ,
leia o texto abaixo.
A crise
política no Brasil
interfere nas decisões das empresas e
organizações?
Todas as mudanças que ocorrem, nos
ambientes internos ou externos de uma
empresa, podem influenciar suas decisões e
seu futuro. Podemos apontar como fatores
internos a estrutura organizacional, o setor
pessoal do RH, o setor financeiro, o setor
de produção. Já no ambiente externo, podem-
se apontar os concorrentes, os fornecedores,
os consumidores, o mercado dos produtos e
serviços, as instituições financeiras, entre
outros.
O ambiente
externo, podemos chamá-lo de Ambiente de
Tarefa. Esse é o espaço no qual a empresa
atua e está inserida. Dessa maneira, dentro
do Ambiente de Tarefa encontramos: clientes,
fornecedores, órgãos reguladores,
parceiros estratégicos ,
distribuidores e concessionários e os
sindicatos de empregados.
Além disso, destacam-se as forças
tecnológicas, os fatores econômicos, legais
e socioculturais. O ambiente geral da
organização é constituído de forças externas
sobre as quais a organização não tem poder
de decisão. A empresa não tem poder de
decidir ou de escolher como os agentes e as
situações externas irão influenciar suas
atividades ou interagir com elas.
No caso brasileiro,
principalmente desde as grandes
manifestações pelo Passe Livre em 2013,
percebe-se uma mudança no quadro econômico
brasileiro. Em comparação com janeiro de
2015, a baixa do IBC-Br na série observada
foi de 8,12%. O IBC é o Índice de Atividade
Econômica do Banco Central. Esse declínio
causou um saldo negativo na geração de
empregos, tanto em 2015 quanto em
2016. Segundo o
Cadastro Geral de Empregados e
Desempregados, até novembro de 2015, já
tinham sido fechados 945.363 postos de
trabalho com carteira assinada. Em meio a
essa situação, encontra-se um clima em que é
incerto investir e as empresas acabam não
arriscando neste momento.
Encontramos, assim, como externos a
essas empresas, os fatores políticos e
econômicos, influenciando a contratação, a
demissão, as vendas, os produtos e os
serviços. Também se
percebe a retração nas atividades
dos investidores internacionais, que se
preocupam com o mercado incerto
brasileiro.
A política brasileira está em um
momento de crise e instabilidade. A força
desse fator externo é tão grande que impacta
a vida das pessoas, tanto em relação a seus
empregos quanto a suas vidas.
Dessa maneira, podemos afirmar haver
indícios que comprovam que a crise política
interfere na decisão das empresas e das
organizações. A dimensão de seu impacto está
na compra de matérias-primas, na produção de
produtos e serviços, nas contratações, nas
demissões e na oferta de produtos e
serviços.
(
www.portaleducacao.com.br )