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Observar as palavras abaixo. • Pai. • Casinha. • Sábado. • Vidro. Ao realizar a separação silábica dessas palavras, quantas delas são classificadas como trissílabas, ou seja, que possuem 3 sílabas?

A Uma palavra.
B Duas palavras.
C Três palavras.
D Todas as palavras.

Quanto à classificação das palavras, de acordo com o número de sílabas, assinale a alternativa incorreta.

A Monossílaba: quando tem uma única sílaba. Exemplo: má.
B Dissílaba: quando tem duas sílabas. Exemplo: bússola.
C Trissílaba: quando tem três sílabas. Exemplo: aluno.
D Polissílaba: quando tem quatro ou mais sílabas. Exemplo: responsabilidade.

Quanto à classificação das palavras de acordo com a posição da sílaba tônica, assinale a alternativa incorreta.

A Monossílabos átonos: são pronunciados com pouca intensidade. Exemplo: a.
B Monossílabos tônicos: são pronunciados com bastante intensidade. Exemplo: noz.
C Oxítonas: a tônica é a última sílaba da palavra. Exemplo: maçã.
D Paroxìtona: a tônica é a penúltima sílaba da palavra. Exemplo: pérolas.

Quanto à classificação das palavras de acordo com a posição da sílaba tônica, assinale a alternativa incorreta.

A Monossílabos átonos: são pronunciados com pouca intensidade. Exemplo: a.
B Monossílabos tônicos: são pronunciados com bastante intensidade. Exemplo: noz.
C Oxítonas: a tônica é a última sílaba da palavra. Exemplo: maçã.
D Paroxìtona: a tônica é a penúltima sílaba da palavra. Exemplo: pérolas.

Quanto à classificação das palavras, de acordo com o número de sílabas, assinale a alternativa incorreta.

A Monossílaba: quando tem uma única sílaba. Exemplo: má.
B Dissílaba: quando tem duas sílabas. Exemplo: bússola.
C Trissílaba: quando tem três sílabas. Exemplo: aluno.
D Polissílaba: quando tem quatro ou mais sílabas. Exemplo: responsabilidade.

A partir do texto abaixo é possível verificar recursos expressivos no plano fônico: REGIME (Millôr Fernandes) Parlamentar, Pra lamentar, Pra ralentar Pra elementar Pra amamentar Pra arrebentar Ou pra militar? (Veja 27/05/81) O texto compõe-se de uma estrofe de sete versos, os dois primeiros tetrassílabos (4 sílabas métricas) e o último pentassílabo (5 sílabas métricas). Com efeito, qual leitura está incorreta .

A O quarto verso, tendo em vista as possíveis leituras: prae / le / men / tar ocorre uma sinalefa. Pre / le / men / tar ocorre uma ectlipse. Isto é responsável pela coesão, pois, se por um lado – no eixo vertical – ele se sintoniza com os versos cuja primeira vogal é sempre a, ele também se sintoniza – no eixo horizontal – com a singularidade concernente à natureza formal do vocábulo elementar
B Trata-se de um texto de ‘humor’ e os fonemas (vogais e consoantes) atuam na sua estruturação respondendo nesse jogo ao efeito desejado, acumulando-se nos versos os segmentos fônicos mais relevantes para projetar auditivamente a ideia a exprimir
C A indagação constitui-se em mais um elemento de coesão do texto e, por conseguinte, de unidade significativa. Essa indagação acionada pela vogal alta no título (Regime) é retomada com uma mudança de entonação (curva ascendente) – característica da frase interrogativa – apenas no último verso (Ou pra militar ?)
D Regime e militar são termos que se investem de ambiguidade e dinamismo, compondo, assim, o eixo restrição/ampliação
E Do primeiro verso para o segundo há a utilização dos mesmos fonemas, embora agrupados diferentemente em vocábulos distintos (com a troca de posição de dois fonemas na primeira sílaba)
Texto associado
Leia o texto a seguir: Rubem Alves ... é uma das maiores fontes de alegria. Claro, há uns livros chatos. Não os leiam. Borges dizia que, se há tantos livros deliciosos de serem lidos, por que gastar tempo lendo um livro que não dá prazer? Na leitura fazemos turismo sem sair de casa gastando menos dinheiro e sem correr os riscos das viagens. O Shogun me levou para uma viagem ao Japão do século XVI, em meio aos ferozes samurais e às sutilezas do amor nipônico e das cerimônias de chá. Cem anos de solidão, que reli faz alguns meses, me produziu espantos e ataques de riso. Achei que o Gabriel García Márquez deveria estar sob o efeito de algum alucinógeno quando o escreveu. A poesia do Alberto Caeiro me ensina a ver, me faz criança e fico parecido com árvores e regatos. Também o Mário Quintana. E o Manoel de Barros. E o Solte os cachorros, da Adélia. No momento estou em meio à leitura do livro Na berma de nenhuma estrada, de Mia Couto (Editorial Ndjira), escritor moçambicano. Berma: nunca havia lido ou ouvido essa palavra. O dicionário me disse que “berma” é um “caminho estreito à beira de fossos”. Contos curtíssimos de três páginas. Mia Couto se parece com o Manoel de Barros, vai descobrindo jeitos diferentes de dizer. E o leitor vai vivendo experiências que não viveu e se espantando o tempo todo. Adaptado de: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola / Rubem Alves. – São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008.

O mesmo número de sílabas é apresentado na dupla de palavras:

A alucinógeno / deliciosos
B curtíssimos / experiências
C deliciosos / moçambicano
D moçambicano / alucinógeno

Quanto ao número de sílabas, marque a alternativa que contenha apenas palavras monossílabas.

A Pai / casa / abdômen / televisão.
B Serpentina / ânimo / classe / mãe.
C Mão / feio / comida / relacionamento.
D Dói / céu / bem / lua.
E Pão / lá / pé / meu.