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No primeiro semestre de 2021, o câmbio do dólar fechou acima de R$5,90, no maior patamar dos últimos anos, devido à pandemia e ao cenário de recessão. Suponha que o administrador de produtos bancários cambiais de um grande banco deve entregar um relatório, analisando as forças macroambientais que impactam o produto.

Diante desse contexto, o administrador deve considerar a valorização do dólar na dimensão do ambiente

A econômico
B político
C tecnológico
D cultural
E demográfico

De acordo com os dados do Banco Central do Brasil, entre dezembro de 2019 e outubro de 2020, a taxa de câmbio aumentou, em média, de R$4,11/US$ para R$5,63/US$, representando uma depreciação de 37% da moeda brasileira, em termos nominais, e de 35%, em termos reais.
Considerando os fatores que determinam as alterações na taxa de câmbio ao longo do tempo, a depreciação observada no período assinalado refletiu a(o)

A entrada líquida expressiva de dólares no Brasil.
B venda de reservas internacionais por parte do Banco Central do Brasil.
C fuga de capitais, diante da incerteza com respeito aos impactos da crise pandêmica.
D aumento do diferencial entre as taxas de juros internas e externas.
E aumento das posições compradas da moeda brasileira nos mercados futuros de câmbio.

A relação entre a mudança de percentual na taxa de câmbio à vista, ao longo do tempo, e o diferencial entre taxas de juros comparáveis em diferentes mercados de capitais nacionais é conhecida como o efeito Fisher internacional.

O Fisher-open , como é frequentemente chamado, indica que as taxas de câmbio à vista devem mudar em uma quantidade

A diferente, mas em direção oposta à diferença nas taxas de juros entre dois países.
B diferente, mas na mesma direção da diferença nas taxas de juros entre dois países.
C desconhecida, mas na mesma direção da diferença nas taxas de juros entre dois países.
D igual, mas em direção oposta à diferença nas taxas de juros entre dois países.
E igual, mas na mesma direção da diferença nas taxas de juros entre dois países.

Desde 1999, o Brasil adota um regime de câmbio flutuante (ou flexível).

Considerando-se a prática brasileira desde então, nesse regime cambial, a

A taxa de câmbio é fixada pelo Banco Central do Brasil.
B taxa de câmbio é determinada pela oferta e demanda de moeda estrangeira.
C taxa de câmbio não sofre interferência do Banco Central do Brasil.
D taxa de câmbio não influencia a rentabilidade dos exportadores.
E fixação da taxa básica de juros (Selic) torna-se dependente da política cambial.

Com a pandemia, observou-se intensa volatilidade das taxas de câmbio cotadas nos mercados de câmbio à vista no Brasil. Segundo dados do Banco Central do Brasil, a taxa de câmbio média negociada nos mercados à vista foi de R$5,46/US$ em agosto de 2020, comparativamente à taxa média de R$5,28/US$, observada em julho desse mesmo ano.

Sendo assim, constata-se que, entre julho e agosto de 2020, o Real brasileiro mostrou, em relação ao Dólar norte- americano,

A apreciação média de cerca de 3,41%, em termos nominais
B apreciação média de cerca de 3,41%, em termos reais
C depreciação média de cerca de 3,41%, em termos nominais
D depreciação média de cerca de 3,41%, em termos reais
E a mesma paridade nominal do poder de compra