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Entre as teorias clássicas que buscam explicar o fenômeno da motivação, aplicadas no âmbito das instituições públicas е privadas, a Teoria X e a Teoria Y, desenvolvidas por McGregor,

A sustentam, respectivamente: que o homem médio não gosta do trabalho e o evita, precisando ser dirigido e controlado (concepção negativa); que o dispêndio de esforço no trabalho é algo natural para a maioria das pessoas (concepção positiva).
B apontam, respectivamente: o caráter de autodeterminação dos indivíduos na assunção de responsabilidades, dispensando controle externo; a importância da fiscalização constante dos colaboradores, dado que a motivação para o trabalho não é algo natural.
C classificam as pessoas em dois tipos básicos no que concerne à motivação: as do tipo "X", dotadas de motivação inata; e as do tipo "Y", totalmente refratárias aos estímulos motivacionais.
D denotam uma evolução do pensamento do referido psicólogo, que entendia, com base na Teoria X, que os indivíduos são movidos apenas por recompensas financeiras, e passou a sustentar, com a Teoria Y, a importância da autorrealização de fatores como reconhecimento e pertencimento.
E são bastante semelhantes no que concerne aos fatores motivacionais, diferindo apenas quanto ao processo que induz à motivação, sendo que a Teoria "X" predica a motivação pela recompensa (reforço positivo), enquanto a Teoria Y medo de punição (reforço negativo).
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária - 2026

Entre as diversas teorias relativas à motivação no ambiente organizacional, aquelas apresentadas por McGregor, denominadas Teoria X e Teoria Y,

A apresentam pressupostos opostos, sendo que a Teoria X apresenta os indivíduos como desmotivados e preguiçosos, enquanto a Teoria Y predica que seriam naturalmente inclinados para o trabalho e para assunção de responsabilidades.
B propõem abordagens complementares no processo motivacional, considerando não apenas aspectos financeiros mas também as necessidades subjetivas de cada indivíduo e os fatores individuais ligados à motivação.
C baseiam-se, respectivamente, em reforço positivo e em reforço negativo, esse último não necessariamente representado por punições ou sanções, podendo consistir apenas em desincentivos sociais e financeiros a determinadas condutas.
D distinguem os fatores motivacionais em duas categorias, sendo os indutores aqueles ligados a incentivos e recompensas, enquanto os maiores inibidores seriam o excesso de controle e de rigor dos líderes ou gestores.
E representam a evolução dos trabalhos acadêmicos e empíricos do autor, que inicialmente considerava que apenas aspectos de subsistência seriam capazes de gerar motivação, passando, mais à frente, a considerar também fatores como estima e reconhecimento.

O fenômeno da motivação no ambiente de trabalho é objeto de estudo por vários autores e entre as teorias difundidas sobre o tema, tem-se que a Teoria X, desenvolvida por McGregor, sustenta

A que existem 3 tipos de personalidade em um ambiente de trabalho, cabendo ao gestor identificar e apoiar aqueles que são indutores da motivação do grupo (Tipo X).
B a prevalência dos fatores sociais em relação a recompensas estritamente financeiras como sustentação da motivação do indivíduo médio, que busca aprovação do grupo.
C que o trabalho é algo natural para os indivíduos que vivem em sociedade, e um sistema adequado de reforço e recompensas é suficiente para manter a motivação.
D uma concepção negativa da natureza humana, dado que o homem médio evita o trabalho e necessita ser controlado e dirigido.
E a importância do reforço negativo em relação aos denominados elementos sabotadores da motivação, como críticas e punições.

Uma empresa de médio porte está enfrentando problemas de motivação entre seus colaboradores. O gerente acredita que os funcionários evitam o trabalho sempre que possível, precisam de supervisão constante e não possuem ambição. Considerando o modelo de McGregor, essa abordagem gerencial está mais alinhada à

A Teoria X, que considera que os colaboradores possuem aversão ao trabalho, necessitam ser controlados e ameaçados e que o papel do gerente é coagi-los e supervisioná-los rigidamente.
B Teoria Y, que acredita que os colaboradores são naturalmente preguiçosos e só trabalham sob ameaça, sendo função do gerente impor regras rígidas e punições.
C Teoria Y, que entende que os colaboradores possuem potencial, são criativos e podem autogerenciar suas atividades sem necessidade de supervisão constante.
D Teoria X, que assume que os colaboradores têm grande autonomia e motivação intrínseca, sendo papel do gerente apenas orientar e desenvolver habilidades.
E Teoria Y, que considera que todos os colaboradores têm aversão natural ao trabalho e precisam de constante coerção para cumprir metas.

O fenômeno da motivação no ambiente organizacional constitui objeto de estudo por diversos autores, com diferentes abordagens. Nesse sentido, a denominada “Teoria X", apresentada por McGregor, assume como premissa que

A a motivação Individual é inversamente proporcional ao grau de pressão e controle exercido sobre o indivíduo no ambiente de trabalho.
B somente indivíduos em posições mais elevadas na organização são suscetíveis a estímulos motivacionais, tanto na forma de reforço positivo, como negativo.
C existe uma hierarquia de necessidades que precisam ser atendidas para gerar motivação, sendo a mais básica aquela relativa ao sentido de pertencimento ao grupo.
D todo ser humano possui habilidades inatas que precisam ser cultivadas no ambiente de trabalho, sendo a motivação algo natural.
E o homem médio não gosta do trabalho e o evita, buscando apenas segurança, razão pela qual precisa ser dirigido e controlado.

A Teoria X, de MacGregor, é aplicada por gestores que pressupõem que

A o papel do gestor é identificar o estilo de liderança mais adequado ao grau de maturidade dos subordinados, aplicando os incentivos e punições correspondentes.
B as pessoas são inclinadas a assumir responsabilidades e consideram o trabalho uma forma de valorização e crescimento pessoal.
C o dispêndio de esforço físico e intelectual no trabalho é natural e desejável, dispensando sua indução por punições ou recompensas.
D a motivação do ser humano para o trabalho não é inata e somente pode ser induzida quando se trata de trabalho eminentemente intelectual.
E o ser humano tem aversão ao trabalho e precisa ser controlado e dirigido para se esforçar a produzir de forma eficiente.