TEXTO 2
Disponível em: . Acesso em: 19 jan. 2020
Banco público de questões
Questões para Concursos
Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.
Questões por banca
29 bancas disponíveis.
Clique para visualizar todas.
Questões por banca
29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.
Acesse diretamente as bancas disponíveis na QuestLab. As quantidades abaixo consideram as questões ativas do banco.
CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
17 questões encontradas
Texto associado
A cidade caminhava devagar
Henrique Fendrich
Então você que é o Henrique? Ah, mas é uma
criança ainda. Meu filho fala muito de você, ele
lê o que você escreve. Mas sente-se! Você gosta
de ouvir sobre essas coisas de antigamente, não
é? Caso raro, menino. A gente já não tem mais
com quem falar, a não ser com os outros velhos.
Só que os velhos vão morrendo, e com eles
vão morrendo as histórias que eles tinham para
contar. Olha, do meu tempo já são poucos por
aqui. Da minha família mesmo, eu sou o último,
não tenho mais irmão, cunhado, nada. Só na
semana passada eu fui a dois enterros. Um foi o
do velho Bubi. Esse você não deve ter conhecido.
Era alfaiate, foi casado com uma prima minha. E
a gente vai a esses enterros e fica pensando que
dali a pouco pode ser a nossa vez. Mas faz parte,
não é? É assim que a vida funciona e a gente só
pode aceitar.
Agora, muita coisa mudou também. A cidade já
é outra, nem se compara com a da minha época.
As coisas caminhavam mais devagar naquele
tempo. Hoje é essa correria toda, ninguém mais
consegue sossegar. Mudou muita coisa, muitos
costumes que a gente tinha foram ficando para
trás. Olha, é preciso que se diga também que
havia mais respeito. Eu vejo pelos meus próprios
netos, quanta diferença no jeito que eles tratam
os pais deles! Se deixar, são eles que governam a
casa. Consegue ver aquele quadro ali na parede?
Papai e mamãe… Eu ainda tinha que pedir bênção
a eles. A gente fazia as refeições juntos todos os
dias, e sempre no mesmo horário. Hoje é cada um
para um lado, uma coisa estranha, sabe? Parece
que as coisas mudam e a gente não se adapta.
E vai a gente tentar falar algo… Ninguém ouve,
olham para você como se tivessem muita pena da
sua velhice.
Aqui para cima tem um colégio. Cinco horas
da tarde, eles saem em bando. A gente até evita
estar na rua nesse horário. Por que você pensa
que eles se preocupam com a gente? Só falta eles
nos derrubarem, de tão rápido que eles andam.
As calçadas são estreitas e, se a gente encontrar
uma turma caminhando na nossa direção, quem
você acha que precisa descer, eles ou nós, os velhos? É a gente… Nem parece que um dia eles
também vão ficar velhos como a gente.
A verdade é que as pessoas estão se
afastando, não estão se importando mais umas
com as outras. Nem os vizinhos a gente conhece
mais. Faz mais de um mês que chegou vizinho
novo na casa que era do Seu Erico e até agora a
gente não sabe quem é que foi morar lá. A Isolda
veio com umas histórias de a gente ir lá fazer
amizade, mas eu falei para ela que essa gente
vive em outro mundo, outros valores, e é capaz
até de pensarem mal da gente se a gente for lá.
Mas você deve achar que eu só sei reclamar,
não é? Tem coisa boa também, claro que tem.
Hoje as pessoas já não sofrem como na nossa
época. Ali faltava tudo, a gente não tinha nem
igreja para ir no domingo, imagine só. O padre
aparecia uma vez a cada dois meses e olhe lá. E
viajar para o centro? Só de carroça, e não tinha
asfalto, não tinha nada. Se chovia, a estrada
virava um lamaçal e a gente tinha que voltar. Isso
mudou, hoje está melhor. Hoje tem todas essas
tecnologias aí, é mais fácil tratar doença também.
Olha, se eu vivesse no tempo do meu pai, acho
que não teria chegado tão longe assim, porque ali
não tinha os remédios que eles precisavam, né?
Só que também tem essa questão da segurança,
que hoje a gente não tem quase nenhuma. A
gente tem até medo que alguém entre aqui em
casa. São dois velhos, o que a gente vai poder
fazer contra o ladrão?
Mas vamos sentar e tomar um café, a Isolda
já preparou. Tem cuque, lá da festa da igreja.
Se você viesse ontem, teria encontrado meu
filho, ele quem trouxe. Depois quero te mostrar
o álbum de fotos do papai. Está meio gasto, as
fotos estão amarelas… Mas é normal, né? São
coisas de outro tempo. Do tempo em que a cidade
caminhava mais devagar.
Adaptado de: < http: a-cidade-caminhava-devagar="" henrique-fendrich="" cronicas="" www.aescotilha.com.br="" >. Acesso em: 28 jun. 2019.
Henrique Fendrich
Então você que é o Henrique? Ah, mas é uma
criança ainda. Meu filho fala muito de você, ele
lê o que você escreve. Mas sente-se! Você gosta
de ouvir sobre essas coisas de antigamente, não
é? Caso raro, menino. A gente já não tem mais
com quem falar, a não ser com os outros velhos.
Só que os velhos vão morrendo, e com eles
vão morrendo as histórias que eles tinham para
contar. Olha, do meu tempo já são poucos por
aqui. Da minha família mesmo, eu sou o último,
não tenho mais irmão, cunhado, nada. Só na
semana passada eu fui a dois enterros. Um foi o
do velho Bubi. Esse você não deve ter conhecido.
Era alfaiate, foi casado com uma prima minha. E
a gente vai a esses enterros e fica pensando que
dali a pouco pode ser a nossa vez. Mas faz parte,
não é? É assim que a vida funciona e a gente só
pode aceitar.
Agora, muita coisa mudou também. A cidade já
é outra, nem se compara com a da minha época.
As coisas caminhavam mais devagar naquele
tempo. Hoje é essa correria toda, ninguém mais
consegue sossegar. Mudou muita coisa, muitos
costumes que a gente tinha foram ficando para
trás. Olha, é preciso que se diga também que
havia mais respeito. Eu vejo pelos meus próprios
netos, quanta diferença no jeito que eles tratam
os pais deles! Se deixar, são eles que governam a
casa. Consegue ver aquele quadro ali na parede?
Papai e mamãe… Eu ainda tinha que pedir bênção
a eles. A gente fazia as refeições juntos todos os
dias, e sempre no mesmo horário. Hoje é cada um
para um lado, uma coisa estranha, sabe? Parece
que as coisas mudam e a gente não se adapta.
E vai a gente tentar falar algo… Ninguém ouve,
olham para você como se tivessem muita pena da
sua velhice.
Aqui para cima tem um colégio. Cinco horas
da tarde, eles saem em bando. A gente até evita
estar na rua nesse horário. Por que você pensa
que eles se preocupam com a gente? Só falta eles
nos derrubarem, de tão rápido que eles andam.
As calçadas são estreitas e, se a gente encontrar
uma turma caminhando na nossa direção, quem
você acha que precisa descer, eles ou nós, os velhos? É a gente… Nem parece que um dia eles
também vão ficar velhos como a gente.
A verdade é que as pessoas estão se
afastando, não estão se importando mais umas
com as outras. Nem os vizinhos a gente conhece
mais. Faz mais de um mês que chegou vizinho
novo na casa que era do Seu Erico e até agora a
gente não sabe quem é que foi morar lá. A Isolda
veio com umas histórias de a gente ir lá fazer
amizade, mas eu falei para ela que essa gente
vive em outro mundo, outros valores, e é capaz
até de pensarem mal da gente se a gente for lá.
Mas você deve achar que eu só sei reclamar,
não é? Tem coisa boa também, claro que tem.
Hoje as pessoas já não sofrem como na nossa
época. Ali faltava tudo, a gente não tinha nem
igreja para ir no domingo, imagine só. O padre
aparecia uma vez a cada dois meses e olhe lá. E
viajar para o centro? Só de carroça, e não tinha
asfalto, não tinha nada. Se chovia, a estrada
virava um lamaçal e a gente tinha que voltar. Isso
mudou, hoje está melhor. Hoje tem todas essas
tecnologias aí, é mais fácil tratar doença também.
Olha, se eu vivesse no tempo do meu pai, acho
que não teria chegado tão longe assim, porque ali
não tinha os remédios que eles precisavam, né?
Só que também tem essa questão da segurança,
que hoje a gente não tem quase nenhuma. A
gente tem até medo que alguém entre aqui em
casa. São dois velhos, o que a gente vai poder
fazer contra o ladrão?
Mas vamos sentar e tomar um café, a Isolda
já preparou. Tem cuque, lá da festa da igreja.
Se você viesse ontem, teria encontrado meu
filho, ele quem trouxe. Depois quero te mostrar
o álbum de fotos do papai. Está meio gasto, as
fotos estão amarelas… Mas é normal, né? São
coisas de outro tempo. Do tempo em que a cidade
caminhava mais devagar.
Adaptado de: < http: a-cidade-caminhava-devagar="" henrique-fendrich="" cronicas="" www.aescotilha.com.br="" >. Acesso em: 28 jun. 2019.
Considere o texto lido e assinale a
alternativa que apresenta o gênero
textual em que ele se classifica.
Texto associado
TEXTO 3
Faz um bom tempo já que se firmou entre os
pesquisadores da área da educação linguística a
convicção de que a função primordial da escola, no
que diz respeito à pedagogia de língua materna,
é promover letramento de seus aprendizes. E
para essa promoção do letramento, as atividades
fundamentais são a leitura e a escrita, com foco na
diversidade dos gêneros textuais que circulam na
sociedade. Além da leitura e da escrita, também
tem espaço em sala de aula para a reflexão sobre
a língua e a linguagem. Essa reflexão deve ser
feita primordialmente através das chamadas
atividades epilinguísticas [...], de modo a permitir
o percurso uso-reflexão-uso.
Fonte: Adaptado de: BAGNO, M. Gramática pedagógica do português
brasileiro. São Paulo: Parábola, 2011.
Faz um bom tempo já que se firmou entre os
pesquisadores da área da educação linguística a
convicção de que a função primordial da escola, no
que diz respeito à pedagogia de língua materna,
é promover letramento de seus aprendizes. E
para essa promoção do letramento, as atividades
fundamentais são a leitura e a escrita, com foco na
diversidade dos gêneros textuais que circulam na
sociedade. Além da leitura e da escrita, também
tem espaço em sala de aula para a reflexão sobre
a língua e a linguagem. Essa reflexão deve ser
feita primordialmente através das chamadas
atividades epilinguísticas [...], de modo a permitir
o percurso uso-reflexão-uso.
Fonte: Adaptado de: BAGNO, M. Gramática pedagógica do português
brasileiro. São Paulo: Parábola, 2011.
Assim como abordado no Texto 3, todas
as afirmações a seguir estão relacionadas
à aprendizagem de leitura pautada na
perspectiva dos gêneros textuais e no
percurso uso-reflexão-uso, EXCETO
Texto associado
Resiliência na escola traz desafios (mas também muitas possibilidades)
Ana Carolina C D'Agostini
07 de Fevereiro de 2019
Segundo definição da Sociedade Norte-Americana de Psicologia, a resiliência é definida como a capacidade psicológica de se adaptar às circunstâncias estressantes e se recuperar de eventos adversos. Na Física, resiliência é compreendida como a propriedade de um corpo de recuperar a sua forma original, após sofrer algum choque ou deformação. A palavra deriva do latim resilio , que significa saltar para trás, reduzir-se e afastar-se.
Os primeiros estudos sobre resiliência foram conduzidos há mais de 40 anos e enfatizaram a influência da genética nesse traço de personalidade, alegando que o indivíduo nasceria com ou sem essa característica. Embora o papel da genética deva ser considerado, pesquisas mais recentes indicam que a resiliência – em crianças e adultos – pode ser aprendida, e a escola é um espaço privilegiado para isso. Atualmente, defende-se que a resiliência resulta de uma conjunção de fatores genéticos, pessoais e ambientais. Norman Garmezy, norte-americano pioneiro na pesquisa sobre resiliência e desenvolvimento cerebral, defendeu que a resiliência em crianças que vivem em contexto de vulnerabilidade e adversidade ocorre de maneira mais próspera quando elas podem contar com um adulto com quem mantenham uma relação de proximidade e confiança. Além disso, em um estudo sobre o desenvolvimento da resiliência desde a infância até a adolescência conduzido por mais de dez anos em uma comunidade urbana, pesquisadores concluíram que os fatores que mais influenciam o quanto um indivíduo se torna resiliente são, principalmente, a existência de relacionamentos positivos, o desafio intelectual e o bom desempenho acadêmico. Esses resultados reforçam a importância de se concentrar nos processos que promovem e facilitam a resiliência e iluminam o papel dos educadores como potenciais adultos de referência nesse processo.
Viktor Frankl, autor do livro Em busca de sentido , narra a sua experiência como sobrevivente de um campo de concentração. Para ele, o principal elemento que permite a um ser humano buscar significado é eleger um propósito e criar metas concretas para si mesmo que vão além do sofrimento momentâneo. Ao construir uma ponte para o futuro, o indivíduo pode encontrar a direção para um cenário que lhe pareça possível e aliviar a sensação de que o presente é tão avassalador que não pode ser administrado. Ainda que ser criativo diante das adversidades possa ser muito desafiador, é importante construir o hábito de ser inventivo, fazer uso dos recursos disponíveis de formas inexploradas e visualizar possibilidades que muitas vezes não estão claras no início.
Há uma ideia geral de que é responsabilidade de cada um administrar as próprias emoções. Considerando que a escola é um espaço propício para o aprendizado, troca entre pares e desenvolvimento pessoal, seria interessante que diretores, coordenadores pedagógicos e outros gestores incentivassem os professores a desenvolver a resiliência como uma das habilidades socioemocionais. Isso pode ser feito priorizando essa habilidade como parte do treinamento de professores e explorando seu desenvolvimento em reuniões pedagógicas. Se os professores precisam se adaptar às mudanças trazidas pelo advento da tecnologia e se manter emocionalmente equilibrados para lidar com os desafios da profissão, a base desse processo deve se fundamentar nos aspectos emocionais e de bem-estar dentro do ambiente profissional.
Disponível em: .Acesso em: 25 fev. 2019.
Ana Carolina C D'Agostini
07 de Fevereiro de 2019
Segundo definição da Sociedade Norte-Americana de Psicologia, a resiliência é definida como a capacidade psicológica de se adaptar às circunstâncias estressantes e se recuperar de eventos adversos. Na Física, resiliência é compreendida como a propriedade de um corpo de recuperar a sua forma original, após sofrer algum choque ou deformação. A palavra deriva do latim resilio , que significa saltar para trás, reduzir-se e afastar-se.
Os primeiros estudos sobre resiliência foram conduzidos há mais de 40 anos e enfatizaram a influência da genética nesse traço de personalidade, alegando que o indivíduo nasceria com ou sem essa característica. Embora o papel da genética deva ser considerado, pesquisas mais recentes indicam que a resiliência – em crianças e adultos – pode ser aprendida, e a escola é um espaço privilegiado para isso. Atualmente, defende-se que a resiliência resulta de uma conjunção de fatores genéticos, pessoais e ambientais. Norman Garmezy, norte-americano pioneiro na pesquisa sobre resiliência e desenvolvimento cerebral, defendeu que a resiliência em crianças que vivem em contexto de vulnerabilidade e adversidade ocorre de maneira mais próspera quando elas podem contar com um adulto com quem mantenham uma relação de proximidade e confiança. Além disso, em um estudo sobre o desenvolvimento da resiliência desde a infância até a adolescência conduzido por mais de dez anos em uma comunidade urbana, pesquisadores concluíram que os fatores que mais influenciam o quanto um indivíduo se torna resiliente são, principalmente, a existência de relacionamentos positivos, o desafio intelectual e o bom desempenho acadêmico. Esses resultados reforçam a importância de se concentrar nos processos que promovem e facilitam a resiliência e iluminam o papel dos educadores como potenciais adultos de referência nesse processo.
Viktor Frankl, autor do livro Em busca de sentido , narra a sua experiência como sobrevivente de um campo de concentração. Para ele, o principal elemento que permite a um ser humano buscar significado é eleger um propósito e criar metas concretas para si mesmo que vão além do sofrimento momentâneo. Ao construir uma ponte para o futuro, o indivíduo pode encontrar a direção para um cenário que lhe pareça possível e aliviar a sensação de que o presente é tão avassalador que não pode ser administrado. Ainda que ser criativo diante das adversidades possa ser muito desafiador, é importante construir o hábito de ser inventivo, fazer uso dos recursos disponíveis de formas inexploradas e visualizar possibilidades que muitas vezes não estão claras no início.
Há uma ideia geral de que é responsabilidade de cada um administrar as próprias emoções. Considerando que a escola é um espaço propício para o aprendizado, troca entre pares e desenvolvimento pessoal, seria interessante que diretores, coordenadores pedagógicos e outros gestores incentivassem os professores a desenvolver a resiliência como uma das habilidades socioemocionais. Isso pode ser feito priorizando essa habilidade como parte do treinamento de professores e explorando seu desenvolvimento em reuniões pedagógicas. Se os professores precisam se adaptar às mudanças trazidas pelo advento da tecnologia e se manter emocionalmente equilibrados para lidar com os desafios da profissão, a base desse processo deve se fundamentar nos aspectos emocionais e de bem-estar dentro do ambiente profissional.
Disponível em: .Acesso em: 25 fev. 2019.
Analise os seguintes excertos, classificando-os em expositivos (E) ou argumentativos (A), considerando as marcas linguísticas e funções comunicativas desses tipos textuais, e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta conforme a análise e a classificação.
( ) “Na Física, resiliência é compreendida como a propriedade de um corpo de recuperar a sua forma original, após sofrer algum choque ou deformação.”
( ) “Esses resultados reforçam a importância de se concentrar nos processos que promovem e facilitam a resiliência e iluminam o papel dos educadores como potenciais adultos de referência nesse processo.”
( ) “Os primeiros estudos sobre resiliência foram conduzidos há mais de 40 anos e enfatizaram a influência da genética nesse traço de personalidade, alegando que o indivíduo nasceria com ou sem essa característica.”
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 3, leia o texto abaixo.
ANS fixa em 13,57% teto para reajuste de planos de saúde até abril de 2017
O percentual é valido para planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei 9.656/98 e atinge cerca de 8,3 milhões de beneficiários
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou em até 13,57% o índice de reajuste a ser aplicado a planos de saúde médico-hospitalares individuais/familiares no período compreendido entre maio de 2016 e abril de 2017.
O percentual é valido para planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei 9.656/98 e atinge cerca de 8,3 milhões de beneficiários – 17% do total de 48,5 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil.
A metodologia usada para calcular o índice, de acordo com a ANS, é a mesma desde 2001 e leva em consideração a média dos percentuais de reajuste aplicados pelas operadoras aos contratos de planos coletivos com mais de 30 beneficiários.
A agência orienta os beneficiários de planos individuais que fiquem atentos aos boletos de pagamento e observem: se o percentual de reajuste aplicado é igual ou inferior ao definido pela ANS e se a cobrança com o índice de reajuste está sendo feita a partir do mês de aniversário do contrato, que é o mês em que o contrato foi firmado.
“É importante destacar que somente as operadoras autorizadas pela ANS podem aplicar reajustes, conforme determina a Resolução Normativa nº 171/2008”, destacou o órgão. Em caso de dúvida, os consumidores podem entrar em contato com a agência por meio do Disque ANS (0800 701 9656) ou pela Central de Atendimento ao Consumidor.
(http://www.administradores.com.br/)
ANS fixa em 13,57% teto para reajuste de planos de saúde até abril de 2017
O percentual é valido para planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei 9.656/98 e atinge cerca de 8,3 milhões de beneficiários
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou em até 13,57% o índice de reajuste a ser aplicado a planos de saúde médico-hospitalares individuais/familiares no período compreendido entre maio de 2016 e abril de 2017.
O percentual é valido para planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei 9.656/98 e atinge cerca de 8,3 milhões de beneficiários – 17% do total de 48,5 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil.
A metodologia usada para calcular o índice, de acordo com a ANS, é a mesma desde 2001 e leva em consideração a média dos percentuais de reajuste aplicados pelas operadoras aos contratos de planos coletivos com mais de 30 beneficiários.
A agência orienta os beneficiários de planos individuais que fiquem atentos aos boletos de pagamento e observem: se o percentual de reajuste aplicado é igual ou inferior ao definido pela ANS e se a cobrança com o índice de reajuste está sendo feita a partir do mês de aniversário do contrato, que é o mês em que o contrato foi firmado.
“É importante destacar que somente as operadoras autorizadas pela ANS podem aplicar reajustes, conforme determina a Resolução Normativa nº 171/2008”, destacou o órgão. Em caso de dúvida, os consumidores podem entrar em contato com a agência por meio do Disque ANS (0800 701 9656) ou pela Central de Atendimento ao Consumidor.
(http://www.administradores.com.br/)
Analise as afirmações sobre o texto.
I. O texto é, primordialmente, expositivo.
II. No texto, prevalece a linguagem pessoal, com uso repetido da primeira pessoa do singular.
III. Os números apresentados no texto ajudam na apresentação de informações precisas e objetivas.
IV. Trata-se de narrador onisciente, já que ele não aparece explicitamente no texto.
V. O texto é exclusivamente descritivo.
Está correto o que se afirma em:
Texto associado
Texto para as questões de 11 a 15
* Propaganda Ford Magavel Folia – Carnaval 2016. Fonte: http://unicapropaganda.com/site/ford- magavel-folia-carnaval- 2016/. Acesso em: 25/março/2016.
* Propaganda Ford Magavel Folia – Carnaval 2016. Fonte: http://unicapropaganda.com/site/ford- magavel-folia-carnaval- 2016/. Acesso em: 25/março/2016.
O texto é classificado como gênero
propaganda, a qual tem o objetivo de vender
um produto. Para alcançar esse objetivo, o
autor utiliza uma linguagem com foco em um
dos elementos da comunicação. Assinale a
alternativa que apresenta esse elemento.
Texto associado
“Estamos Enlouquecendo Nossas Crianças!
Estímulos Demais... Concentração de Menos”
31 Maio 2015 em Bem-Estar, filhos
Vivemos tempos frenéticos. A cada década que passa o modo de vida de 10 anos atrás parece ficar mais distante: 10 anos viraram 30, e logo teremos a sensação de ter se passado 50 anos a cada 5. E o mundo infantil foi atingido em cheio por essas mudanças: já não se educa (ou brinca, alimenta, veste, entretêm, cuida, consola, protege, ampara e satisfaz) crianças como antigamente!
O iPad, por exemplo, já é companheiro imprescindível nas refeições de milhares de crianças. Em muitas casas a(s) TV(s) fica(m) ligada(s) o tempo todo na programação infantil – naqueles canais cujo volume aumenta consideravelmente durante os comerciais – mesmo quando elas estão comendo com o iPad à mesa.
Muitas e muitas crianças têm atividades extracurriculares pelo menos três vezes por semana, algumas somam mais de 50 horas semanais de atividades, entre escola, cursos, esportes e reforços escolares.
Existe em quase todas as casas uma profusão de brinquedos, aparelhos, recursos e pessoas disponíveis o tempo todo para garantir que a criança “aprenda coisas” e não “morra de tédio”. As pré-escolas têm o mesmo método de ensino dos cursos pré-vestibulares.
Tudo está sendo feito para que, no final, possamos ocupar, aproveitar, espremer, sugar, potencializar, otimizar e, finalmente, capitalizar todo o tempo disponível para impor às nossas crianças uma preparação praticamente militar, visando seu “sucesso”. O ar nas casas onde essa preocupação é latente chega a ser denso, tamanha a pressão que as crianças sofrem por desenvolver uma boa competitividade. Porém, o excesso de estímulos sonoros, visuais, físicos e informativos impedem que a criança organize seus pensamentos e atitudes, de verdade: fica tudo muito confuso e nebuloso, e as próprias informações se misturam fazendo com que a criança mal saiba descrever o que acabou de ouvir, ver ou fazer.
Além disso, aptidões que devem ser estimuladas estão sendo deixadas de lado: Crianças não sabem conversar. Não olham nos olhos de seus interlocutores. Não conseguem focar em uma brincadeira ou atividade de cada vez (na verdade a maioria sequer sabe brincar sem a orientação de um adulto!). Não conseguem ler um livro, por menor que seja. Não aceitam regras. Não sabem o que é autoridade. Pior e principalmente: não sabem esperar.
Todas essas qualidades são fundamentais na construção de um ser humano íntegro, independente e pleno, e devem ser aprendidas em casa, em suas rotinas.
Precisamos pausar. Parar e olhar em volta. Colocar a mão na consciência, tirá-la um pouco da carteira, do telefone e do volante: estamos enlouquecendo nossas crianças, e as estamos impedindo de entender e saber lidar com seus tempos, seus desejos, suas qualidades e talentos. Estamos roubando o tempo precioso que nossos filhos tanto precisam para processar a quantidade enorme de informações e estímulos que nós e o mundo estamos lhes dando.
Calma, gente. Muita calma. Não corramos para cima da criança com um iPad na mão a cada vez que ela reclama ou achamos que ela está sofrendo de “tédio”. Não obriguemos a babá a ter um repertório mágico, que nem mesmo palhaços profissionais têm, para manter a criança entretida o tempo todo. O “tédio” nada mais é que a oportunidade de estarmos em contato conosco, de estimular o pensamento, a fantasia e a concentração.
Sugiro que leiamos todos, pais ou não, “O Ócio Criativo” de Domenico di Masi, para que entendamos a importância do uso consciente do nosso tempo.
E já que resvalamos o assunto para a leitura: nossas crianças não lêem mais. Muitos livros infantis estão disponíveis para tablets e iPads, cuja resposta é imediata ao menor estímulo e descaracteriza a principal função do livro: parar para ler, para fazer a mente respirar, aprender a juntar uma palavra com outra, paulatinamente formando frases e sentenças, e, finalmente, concluir um raciocínio ou uma estória.
Cerquem suas crianças de livros e leiam com elas, por amor. Deixem que se esparramem em almofadas e façam sua imaginação voar!
(Fonte: http://www.saudecuriosa.com.br/estamos- enlouquecendo-nossas- criancas-estimulos-demais-concentracao-de- menos/)
Estímulos Demais... Concentração de Menos”
31 Maio 2015 em Bem-Estar, filhos
Vivemos tempos frenéticos. A cada década que passa o modo de vida de 10 anos atrás parece ficar mais distante: 10 anos viraram 30, e logo teremos a sensação de ter se passado 50 anos a cada 5. E o mundo infantil foi atingido em cheio por essas mudanças: já não se educa (ou brinca, alimenta, veste, entretêm, cuida, consola, protege, ampara e satisfaz) crianças como antigamente!
O iPad, por exemplo, já é companheiro imprescindível nas refeições de milhares de crianças. Em muitas casas a(s) TV(s) fica(m) ligada(s) o tempo todo na programação infantil – naqueles canais cujo volume aumenta consideravelmente durante os comerciais – mesmo quando elas estão comendo com o iPad à mesa.
Muitas e muitas crianças têm atividades extracurriculares pelo menos três vezes por semana, algumas somam mais de 50 horas semanais de atividades, entre escola, cursos, esportes e reforços escolares.
Existe em quase todas as casas uma profusão de brinquedos, aparelhos, recursos e pessoas disponíveis o tempo todo para garantir que a criança “aprenda coisas” e não “morra de tédio”. As pré-escolas têm o mesmo método de ensino dos cursos pré-vestibulares.
Tudo está sendo feito para que, no final, possamos ocupar, aproveitar, espremer, sugar, potencializar, otimizar e, finalmente, capitalizar todo o tempo disponível para impor às nossas crianças uma preparação praticamente militar, visando seu “sucesso”. O ar nas casas onde essa preocupação é latente chega a ser denso, tamanha a pressão que as crianças sofrem por desenvolver uma boa competitividade. Porém, o excesso de estímulos sonoros, visuais, físicos e informativos impedem que a criança organize seus pensamentos e atitudes, de verdade: fica tudo muito confuso e nebuloso, e as próprias informações se misturam fazendo com que a criança mal saiba descrever o que acabou de ouvir, ver ou fazer.
Além disso, aptidões que devem ser estimuladas estão sendo deixadas de lado: Crianças não sabem conversar. Não olham nos olhos de seus interlocutores. Não conseguem focar em uma brincadeira ou atividade de cada vez (na verdade a maioria sequer sabe brincar sem a orientação de um adulto!). Não conseguem ler um livro, por menor que seja. Não aceitam regras. Não sabem o que é autoridade. Pior e principalmente: não sabem esperar.
Todas essas qualidades são fundamentais na construção de um ser humano íntegro, independente e pleno, e devem ser aprendidas em casa, em suas rotinas.
Precisamos pausar. Parar e olhar em volta. Colocar a mão na consciência, tirá-la um pouco da carteira, do telefone e do volante: estamos enlouquecendo nossas crianças, e as estamos impedindo de entender e saber lidar com seus tempos, seus desejos, suas qualidades e talentos. Estamos roubando o tempo precioso que nossos filhos tanto precisam para processar a quantidade enorme de informações e estímulos que nós e o mundo estamos lhes dando.
Calma, gente. Muita calma. Não corramos para cima da criança com um iPad na mão a cada vez que ela reclama ou achamos que ela está sofrendo de “tédio”. Não obriguemos a babá a ter um repertório mágico, que nem mesmo palhaços profissionais têm, para manter a criança entretida o tempo todo. O “tédio” nada mais é que a oportunidade de estarmos em contato conosco, de estimular o pensamento, a fantasia e a concentração.
Sugiro que leiamos todos, pais ou não, “O Ócio Criativo” de Domenico di Masi, para que entendamos a importância do uso consciente do nosso tempo.
E já que resvalamos o assunto para a leitura: nossas crianças não lêem mais. Muitos livros infantis estão disponíveis para tablets e iPads, cuja resposta é imediata ao menor estímulo e descaracteriza a principal função do livro: parar para ler, para fazer a mente respirar, aprender a juntar uma palavra com outra, paulatinamente formando frases e sentenças, e, finalmente, concluir um raciocínio ou uma estória.
Cerquem suas crianças de livros e leiam com elas, por amor. Deixem que se esparramem em almofadas e façam sua imaginação voar!
(Fonte: http://www.saudecuriosa.com.br/estamos- enlouquecendo-nossas- criancas-estimulos-demais-concentracao-de- menos/)