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No texto apresentado, observa-se a predominância de verbos no futuro, como em “irá promover”, “será realizado” e “haverá”. Considerando o efeito de sentido produzido por essa escolha verbal, é correto afirmar que

A o emprego de verbos no futuro reforça o caráter informativo e prospectivo do texto, anunciando ações previstas para momento posterior.
B o uso predominante de verbos no futuro indica hipótese, sugerindo incerteza quanto à realização do evento anunciado.
C a predominância de verbos no futuro contribui para a construção de um texto narrativo, relatando acontecimentos posteriores ao momento da enunciação.
D o uso do futuro verbal aproxima o texto da linguagem injuntiva, orientando o leitor sobre ações que deverão ser realizadas.
E a utilização do futuro verbal confere subjetividade ao texto, destacando expectativas pessoais do autor sobre o evento divulgado.
Texto associado
Leia o texto a seguir:
Departamento de Libras promove palestra ‘Trazendo a universidade para a vida e vida à universidade’
O Departamento de Libras da UFSC irá promover a palestra “Trazendo a universidade para a vida e vida à universidade” com o educador Fernando Leão (vice-presidente do Instituto Caminho do Meio). O evento será realizado na sala 305 do Espaço Físico Integrado (EFI), 3º andar, no dia 8 de outubro, das 8h30 às 11h30. Haverá interpretação para Libras.
https://noticias.ufsc.br/tags/departamento-de-libras/
No texto apresentado, observa-se a predominância de verbos no futuro, como em “irá promover”, “será realizado” e “haverá”. Considerando o efeito de sentido produzido por essa escolha verbal, é correto afirmar que

Considerando o efeito de sentido produzido por essa escolha verbal, é correto afirmar que

A o emprego de verbos no futuro reforça o caráter informativo e prospectivo do texto, anunciando ações previstas para momento posterior.
B o uso predominante de verbos no futuro indica hipótese, sugerindo incerteza quanto à realização do evento anunciado.
C a predominância de verbos no futuro contribui para a construção de um texto narrativo, relatando acontecimentos posteriores ao momento da enunciação.
D o uso do futuro verbal aproxima o texto da linguagem injuntiva, orientando o leitor sobre ações que deverão ser realizadas.
E a utilização do futuro verbal confere subjetividade ao texto, destacando expectativas pessoais do autor sobre o evento divulgado.
Texto associado
Leia com atenção o seguinte texto, retirado do Livro dos Erros, organizado por Mário Goulart: “O empresário Danilo Bastos comprou cenários e guarda-roupa para uma peça sobre Lucrécia Bórgia. Contratou Nestor de Holanda para escrever o texto e deixou claro:
- O primeiro ato termina com Alexandre VI coroando Lucrécia rainha da Itália.
Nestor se admirou:
- Lucrécia nunca foi rainha da Itália.
Danilo não quis saber:
- Ah, se nunca foi, vai ser. Gastei mais de um milhão nos cenários e no guarda-roupa. Não posso perder esse dinheiro.”

No segmento do texto: “- O primeiro ato termina com Alexandre VI coroando Lucrécia rainha da Itália.” A forma verbal de gerúndio “coroando” está empregada de forma correta. Dentre as frases retiradas do romance O Cortiço, de Aluísio Azevedo, assinale a única incorreta no uso do gerúndio.

A — Você quer encarregar-se disto? – propôs ele ao companheiro, parando ambos à espera do bonde; se quiser pode tratar, que lhe darei uma gratificação menos má...
B ...era vista com frequência a dar de mamar a um pequerrucho de poucos meses, empinando muito a barriga para a frente, pelo hábito de andar sempre grávida.
C ...que muitas vezes lhe arrancara, a ele, sinceras lágrimas de comoção, declamando no teatro em honra da moral triunfante e estigmatizando o adultério com a retórica mais veemente e indignada.
D O rapaz não respondeu à carta, e, daí a meses, desaparecendo Pombinha da casa da mãe, essa quase morre de desgosto.
E A cadeia continuava e continuaria interminavelmente; o cortiço estava preparando uma nova prostituta naquela pobre menina desamparada, que se fazia mulher ao lado de uma infeliz mãe ébria.

As opções a seguir apresentam frases que utilizam o verbo haver em lugar de outro, que tenha significado mais específico.
Assinale a opção em que a substituição de haver por outro verbo é feita de forma adequada.

A Dizem que haverá eleições antes do previsto. / ocorrerão.
B Naquela reunião houve apreciações bem diferentes. / trouxeram.
C A meteorologia afirma que haverá sol no final de semana. / acontecerá.
D Lá longe, atrás da montanha, há uma igreja. / surge.
E As estatísticas mostram que, a cada dia, há mais gente nos estádios de futebol. / assiste.
Texto associado
Por não estarem distraídos
(Clarice Lispector)

Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria e peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque – a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras – e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que estava ali, no entanto. No entanto, ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbitos, exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.

Observe a frase "Ela não via que ele não vira" e julgue as sentenças.

I. O segundo verbo, no passado, marca uma anterioridade em relação ao primeiro, também no passado.
II. Há uma concomitância temporal entre os dois verbos, já que ambos estão no passado.
III. Trata-se do verbo ver conjugado no pretérito imperfeito e pretérito mais-que-perfeito, respectivamente.
IV. O passado contínuo, inscrito pelo primeiro verbo, intensifica a oposição do trecho, em contraste ao segundo verbo, no futuro.

Está correto o que se afirma em

A I e III, apenas.
B III e IV, apenas.
C II e III, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E I, II e III, apenas.
Texto associado
Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria e peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que estava ali, no entanto. No entanto, ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbitos, exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.

Observe a frase "Ela não via que ele não vira" e julgue as sentenças.
I. O segundo verbo, no passado, marca uma anterioridade em relação ao primeiro, também no passado.
II. Há uma concomitância temporal entre os dois verbos, já que ambos estão no passado.
III. Trata-se do verbo ver conjugado no pretérito imperfeito e pretérito mais-que-perfeito, respectivamente.
IV. O passado contínuo, inscrito pelo primeiro verbo, intensifica a oposição do trecho, em contraste ao segundo verbo, no futuro.
Está correto o que se afirma em

A I e III, apenas.
B III e IV, apenas.
C II e III, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E I, II e III, apenas.

No trecho "Eu quero crer no amor numa boa / Que isso valha pra qualquer pessoa / Que realizar a força que tem uma paixão", o verbo "valha" está no presente do subjuntivo. Supondo que todo o período estivesse no passado, mantendo o sentido hipotético ou desejativo da oração, a forma CORRETA do verbo seria:

A valhasse, indicando presente do subjuntivo.
B valesse, indicando passado do subjuntivo.
C valia, indicando passado do indicativo.
D valhou, indicando passado do indicativo.
E valharia, indicando futuro do pretérito.
Texto associado
Categoria difere do colega ou do conhecido, que curiosamente é como chamamos quem não conhecemos muito bem
Gregório Duvivier
Você já deve ter ouvido a expressão, em geral na negativa. "Conheço o fulano, mas não é meu amigo pessoal." Gosto dessa categoria tão brasileira. Não consigo imaginar a expressão em outras línguas. A busca por "personal friend" no Google revela um serviço de aluguel de amigos. Curiosamente "amigo pessoal" em inglês é amigo profissional.
No Brasil, a categoria confunde porque pressupõe que existam outros tipos de amigo. Parece que dá para contrair amizade sem passar pela pessoa física. "O fulano é meu amigo espiritual. Beltrano? Meu amigo jurídico."
O conceito, no entanto, faz sentido. Nem todo amigo tem uma relação individual com você. Alguns amigos da vida toda nunca ficaram no mano a mano. Todo o mundo tem amigos pessoais e tem amigos coletivos. O fenômeno acontece quando relação não é direta, intransferível, mas mediada por uma turma.
Atenção: o amigo coletivo difere do colega ou do "conhecido”, que curiosamente é como chamamos aquele que não conhecemos muito bem. Difere mais ainda do semiconhecido, aquele que conhecemos menos ainda. Existe uma hierarquia: o semiconhecido está abaixo do conhecido, que vem logo abaixo do colega, que vem antes do amigo coletivo, que precede o amigo pessoal.
Do conhecido você sabe o nome, do amigo coletivo você sabe o signo, do amigo pessoal você conhece o funcionamento do intestino. Você sabe o bairro onde o conhecido mora, do amigo coletivo você sabe a rua — do amigo pessoal você sabe o prédio, o apartamento e a senha do wifi — quando não sabe, adivinha.
Puristas da amizade dirão que amigos não pessoais não podem ser chamados de amigos. Discordo. O amigo grupal tem, sim, seu valor. Diverte, preenche, entretém. E o mais importante: é dele que pode nascer, um belo dia, quando menos se espera, o amigo pessoal.
Basta chover um pouco mais. E vocês ficarem ilhados no escritório. Ou basta um porre, uma viagem, um acidente, um pneu furado. O que separa um amigo coletivo de um amigo pessoal, muitas vezes, é um perrengue. Mas pode ser uma carona de preferência daquelas demoradas, na hora do rush. Se cair um temporal, melhor ainda. Entre um silêncio e outro, você vai abrir uma chaga, e ele vai compartilhar uma memória, você vai rebater com uma esperança, ele vai contar um segredo. Pronto. Ali, na avenida Brasil alagada, sob o abrigo de um palio weekend, o amigo pessoal acaba de nascer.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2022/04/0-amigo-pessoal-e-o-seu-contrario-o-amigo-coletivo.shtml. Acesso em: 17 jun. 2026.

Assinale a alternativa que analisa corretamente o verbo auxiliar destacado.

A Em "Entre um silêncio e outro, você vai abrir uma chaga [...]", "vai” é um verbo auxiliar modal que indica certeza.
B Em "[...] sob o abrigo de um palio weekend, o amigo pessoal acaba de nascer.”, “acaba” é um verbo auxiliar aspectual que indica o desenvolvimento gradual da ação de "nascer".
C Em "Você já deve ter ouvido a expressão, em geral na negativa.”, “deve” é um verbo auxiliar modal que indica obrigação.
D Em “Não consigo imaginar a expressão em outras línguas.", "consigo” é um verbo auxiliar modal que indica consecução.
E Em "[...] é dele que pode nascer, um belo dia, quando menos se espera, o amigo pessoal.", "pode” é um verbo auxiliar modal que indica permissão.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 9 a 14, baseie-se no texto abaixo.

Um inseto sentimental

A primeira frase da crônica é quase sempre a mais difícil, mas quando as palavras aparecem no papel, a mão que segura a caneta fica mais leve e envereda para um lugar desconhecido...
No entanto, basta surgir um inseto para mudar toda a história: o movimento da mão é interrompido pelo intruso, que voa em círculos e zoa com insistência. Uma picada no pescoço ou no braço pode acabar com a alegria de escrever uma crônica, mesmo sabendo que vou reescrevê-la mais tarde. Deixo a caneta na mesa, pego ao acaso uma revista e tento afugentar o intruso. Não há mais silêncio, já me desconcentrou, apagou a ideia luminosa da crônica que nasceria.
Apago a lâmpada: talvez ele se acalme na penumbra. O voo lento pode ser uma trégua e, pensando bem, o inseto não é tão ameaçador assim. De repente, um voo rápido em espiral, e a três palmos ele se equilibra no ar, helicóptero perfeito. Uns segundos depois, navega na horizontal e se refugia numa caixa de papelão.
Acendo a lâmpada, me aproximo da caixa e vejo meu ex-inimigo no сcentro de uma fotografia antiga. Repousa no rosto de uma mulher ainda jovem, que sorri para a lente do fotógrafo. Pego com cuidado a foto, saio do quarto e o inseto some na tarde morna. Minha mãe me abraça numa manhã de 1960: nós dois aninhados no banco da praça da Matriz, aonde ela levara seu menino para ver o aviário e conversar com os pássaros. Devo essa lembrança ao inseto estranho e sentimental, que me roubou a ideia de uma crônica, mas me deu outra. Agora, quando já escurece, é pegar a caneta e escrever a primeira frase, quase sempre a mais dificil.

(Adaptado de HATOUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 11-12)

Todas as formas verbais estão corretamente flexionadas na frase:

A A menos que sobrevenha um sério imprevisto, toda manha escrevo uma crônica.
B Deteram-se eles numa rigorosa análise do texto e suprimiram os equívocos.
C Se o inseto não tivesse intervido eu não poderia ter escrito esta crônica.
D O editor não quererá acolher esta crônica se eu não revir os deslizes todos.
E Um simples inseto não constitue, como se viu, um obstáculo que não se transponha.
Texto associado
Texto CG1A1

O advento das novas tecnologias da comunicação, da rede mundial de computadores, das ferramentas eletrônicas e da inteligência artificial marcou de forma indubitável uma nova era da humanidade, determinando uma transição social e estabelecendo um novo paradigma mundial. O desenvolvimento célere dessas tecnologias pode até conferir a sensação de que a sociedade dispõe delas há mais tempo, quando, na verdade, é curto o período em que tais ferramentas estão à disposição dos cidadãos e determinam uma transição social.

Em realidade, as gerações contemporâneas estão a presenciar este advento, sendo testemunhas deste marco de virada social. Atualmente, vislumbra-se o contínuo e célere desenvolvimento tecnológico a impactar, revolucionar e possibilitar o progresso humano e as relações sociais de maneira nunca vista. As ferramentas tecnológicas são consequência do próprio progresso social, sendo inevitável que todas as áreas próprias do desenvolvimento e do conhecimento humanos experimentem uma verdadeira revolução em seu funcionamento, com a atualização de seus modelos e sistemas operativos.

O setor público jamais poderia ficar alheio ao advento dos recursos tecnológicos e à verdadeira transição social que estes promovem, pelo que o uso das novas ferramentas passa a estar, igualmente, a serviço da própria prática e da otimização das instituições do Estado e dos operadores do direito. No âmbito dos estudos de governança pública, à luz da atual necessidade de implementação das novas tecnologias, com a atualização dos procedimentos e serviços, fala-se da maturidade digital dos governos como um fator importante para a garantia de continuidade de políticas bem-sucedidas.

Com efeito, a capacidade de implementação de reformas de longo prazo, em detrimento de medidas apenas emergenciais, é um verdadeiro indicador de maturidade digital da administração pública. Isso significa que a atualização e a informatização dos procedimentos públicos e jurídicos fazem parte, necessariamente, de um modelo contemporâneo de adequada governança, com a implementação de medidas duradouras e de uma reforma a longo prazo, por meio do estabelecimento fundacional de um verdadeiro marco de administração digital.

Voltar os olhos para a evolução do uso das novas tecnologias pela administração pública pode favorecer a consolidação de um modelo de governança que seja coerente e resiliente e que permita uma melhor compreensão do desenvolvimento desse processo e do estabelecimento de objetivos de longo prazo.

Internet: (com adaptações).

Em relação ao emprego de tempos e modos verbais no texto CG1A1, assinale a opção correta.

A Em "sendo inevitável que todas as áreas próprias do desenvolvimento e do conhecimento humanos experimentem uma verdadeira revolução em seu funcionamento" (segundo parágrafo), a forma verbal “experimentem" está no modo imperativo.
B Em "O desenvolvimento célere dessas tecnologias pode até conferir a sensação” (primeiro parágrafo), a forma verbal "conferir" expressa futuro.
C Em "O setor público jamais poderia ficar alheio" (terceiro parágrafo), a forma verbal "poderia" expressa pretérito imperfeito.
D Em "a sociedade dispõe delas há mais tempo" (primeiro parágrafo), a forma verbal “há” expressa presente.
Órgão: MUN. DE PORTO ALEGRE Cargo: ANALISTA DA PROCURADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO – ÁREA JURÍDICA Prova: ANALISTA DA PROCURADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO – ÁREA JURÍDICA - PORTO ALEGRE