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Zeus ajuizou reclamação trabalhista em face de seu empregador que tramita pelo rito sumaríssimo, convidando verbalmente as suas testemunhas. Ocorre que, na audiência designada, as testemunhas não compareceram e não houve nenhuma comprovação sobre o convite feito às mesmas. No caso,

A as testemunhas deverão ser intimadas em razão do princípio da busca da verdade real, impondo-se o adiamento da audiência.
B a audiência prosseguirá porque somente será deferida intimação de testemunha que, comprovadamente convidada, deixar de comparecer.
C a audiência será adiada para outra data e as testemunhas deverão comparecer espontaneamente, sob pena de pagamento de multa, além da preclusão da prova.
D no rito sumaríssimo não cabe condução coercitiva de testemunhas ou adiamento de audiência por tal motivo, mas para garantir a paridade de tratamento, deverá o juiz encerrar a instrução processual sem ouvir testemunhas da reclamada.
E as testemunhas deverão ser conduzidas coercitivamente uma vez que não se pode tolerar o descumprimento do dever cívico de colaboração com a Justiça.

A Consolidação das Leis do Trabalho apresenta um capítulo próprio com disposições específicas sobre o tema execução, segundo as quais:

A As contribuições sociais devidas em decorrência de sentença condenatória não serão executadas ex officio devendo ser instaurado procedimento próprio pelo órgão previdenciário e remessa de carta de execução para a Justiça Federal.
B Garantida a execução terá o executado o prazo de 10 dias para apresentar embargos, cabendo ao exe quente mais 10 dias para impugnação.
C A matéria de defesa em embargos à execução ficará restrita às alegações de quitação da dívida exequenda, cabendo apenas prova documental e não há previsão de prova oral em audiência.
D Os termos de ajuste de conduta firmados perante o Ministério Público do Trabalho e os termos de conciliação firmados perante as Comissões de Conciliação Prévia são considerados títulos executivos extrajudiciais que são executados na Justiça do Trabalho.
E A execução pelo não pagamento de uma prestação não compreenderá as que lhe sucederem, nos casos de execução de prestações sucessivas por tempo determinado.

Apolo, auditor empregado da empresa de auditoria externa Fenix S/A, foi dispensado por justa causa diante da alegação de desídia no desempenho das suas funções. O trabalhador pretende ajuizar reclamatória trabalhista questionando o motivo da rescisão e postulando o pagamento de verbas rescisórias e horas extraordinárias não remuneradas. No caso, trata-se de empregador que promove realização de atividades fora do lugar do contrato de trabalho. De acordo com as regras de competência territorial Apolo deverá ingressar com a ação:

A Somente no local da prestação de serviços.
B No foro de celebração do contrato ou no da prestação dos respectivos serviços.
C Não havendo regras na Consolidação das Leis do Trabalho sobre a matéria, poderá escolher qualquer comarca do Estado em que tem seu domicílio.
D No foro de eleição previsto no contrato de trabalho firmado entre as partes.
E Na sede da empresa ou na capital do Estado em que ocorreu a contratação.

A empresa Olimpo S/A foi condenada em dissídio individual trabalhista em primeira instância, recorreu e seu recurso não foi provido, ficando mantida a sentença. Resolveu recorrer novamente alegando que a decisão do Regional deu ao mesmo dispositivo de lei federal interpretação diversa da que lhe houver dado outro Tribunal Regional em seu Pleno. No caso, caberá recurso

A de apelação, no prazo de 15 dias.
B de revista, no prazo de 8 dias.
C ordinário, no prazo de 8 dias.
D de agravo de petição, no prazo de 5 dias.
E de embargos ao TST, no prazo de 10 dias.

O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes de Brasília e demais cidades-satélite do Distrito Federal resolve interpor dissídio coletivo de greve, sendo que a competência para conhecê-lo será

A da Vara do Trabalho situada na área do dissídio coletivo.
B da Seção de Dissídios Coletivos do Tribunal Superior do Trabalho.
C do Ministério Público do Trabalho, junto à Procuradoria Geral do Trabalho.
D da Comissão de Conciliação Prévia intersindical da categoria no Distrito Federal.
E do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, Distrito Federal, com sede em Brasília.

A Consolidação das Leis do Trabalho prevê algumas regras que diferenciam os tipos procedimentais das ações que tramitam na Justiça do Trabalho, notadamente quanto ao número de testemunhas que cada parte pode indicar para oitiva em audiência. Assim, para os ritos sumaríssimo, ordinário e inquérito judicial para apuração de falta grave, o número d e testemunhas será, respectivamente,

A três - quatro - cinco.
B duas - três - três.
C três - cinco - seis.
D duas - cinco - cinco.
E duas - três - seis.

Zeus é estivador inscrito e atuando como trabalhador avulso no Porto do Rio de Janeiro. Há alguns meses ele não tem concordado com os repasses que estão sendo efetuados pelos trabalhos realizados, entendendo ser credor de diferenças. Consultou um Advogado para ajuizar ação em face do Órgão Gestor de Mão de Obra e o operador portuário, demanda esta que deverá ser proposta perante a

A Justiça Comum Estadual, porque o trabalhador avulso é considerado autônomo sem vínculo de emprego com o órgão de mão de obra.
B Justiça do Trabalho, ainda que o pedido seja somente de diferenças de repasses.
C Justiça do Trabalho, desde que formule pedido principal de reconhecimento de vínculo de emprego e, acessoriamente de diferenças de repasses.
D Justiça Federal, porque a matéria portuária é de segurança do Estado Federativo e, portanto, de ordem nacional.
E Justiça Comum Estadual ou Justiça do Trabalho, visto que se tratando de matéria de relação de trabalho em sentido amplo, cabe ao trabalhador a opção.

Um grupo moto-gerador a diesel, com gerador elétrico tipo síncrono, trifásico, com autoexcitação estática, foi dimensionado para atender a uma aplicação como gerador de emergência para um sistema elétrico. A saída do gerador trifásico é ligada à rede elétrica de 60,0 [Hz] através de um disjuntor trifásico. Nesse sistema,

A o regulador de tensão é responsável por ajustar a tensão terminal do sistema na entrada de operação do grupo motogerador. Na ocasião da partida do grupo, uma bateria de pré-excitação é responsável por realizar o processo de autoexcitação da excitatriz estática.
B o regulador de velocidade é responsável por ajustar a velocidade do grupo gerador durante sua operação, mantendo a velocidade do motor diesel na condição de marcha lenta e mínimo consumo de combustível, de modo a garantir autonomia máxima, em detrimento da frequência da geração elétrica às cargas.
C o disjuntor de conexão do grupo à rede elétrica deve permanecer sempre fechado, mantendo o grupo moto-gerador ligado à energia elétrica da concessionária de forma contínua. No advento de falta de fornecimento, esse disjuntor é aberto para desligar o gerador elétrico da rede.
D um dispositivo eletrônico inteligente é responsável por realizar a conversão da tensão contínua de saída do gerador à tensão alternada da rede trifásica.
E quando ocorre uma falta de fornecimento de energia por parte da concessionária, o grupo moto-gerador que estava parado realiza sua partida, para então gerar a energia para o sistema. Isso é realizado de forma instantânea, sem interrupção no fornecimento.

Em uma instalação elétrica, a potência ativa consumida é de 100 kW e o fator de potência é de 0,8, o qual será corrigido para 0,9. Sobre essa instalação,

A a nova potência aparente será igual à de antes da correção.
B a nova potência ativa será de 90 kW.
C a nova potência reativa será igual à de antes da correção.
D as potências aparentes antes e depois da correção são, respectivamente 125 kVA e 111,1 kVA.
E as potências aparentes antes e depois da correção são, respectivamente 80 kVA e 90 kVA.

Um relé eletromecânico de sobrecorrente instantânea, com ajuste de tempo definido (ANSI 50), possui duas bobinas de corrente, com entradas para corrente secundária de 1,0 [A] ou 5,0 [A], ajuste do multiplicador de corrente de pickup, ajuste do tempo definido, uma saída a relé de pickup, normalmente aberta, e uma saída a relé de trip, normalmente aberta. A respeito desse equipamento,

A todas as bobinas de corrente devem ser ligadas para prover uma grandeza de polarização e uma grandeza de atuação para o equipamento.
B a saída de pickup normalmente aberta se torna um contato elétrico fechado se a corrente em uma das bobinas do relé for superior à corrente ajustada no multiplicador de corrente de pickup. Assim que a corrente diminui, a saída de pickup volta a abrir.
C o ajuste de tempo definido permite modificar o limiar de atuação de corrente do relé, permitindo seu ajuste para diferentes correntes de atuação, conforme a aplicação.
D a saída de trip normalmente aberta se torna um contato elétrico fechado assim que o relé identificar uma situação de sobrecorrente, permanecendo fechada até que um usuário faça o reset ou desarme sua função de lockout (ANSI 86).
E o ajuste do multiplicador de corrente de pickup permite a seleção de uma ou mais curvas de tempo versus corrente, conforme a necessidade de coordenação da atuação do relé, com características inversa, extremamente inversa e muito inversa.