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Procuram-se especialistas em evitar fraudes A recente onda de escândalos de corrupção levou as empresas brasileiras a investir em uma área ainda pouco conhecida no mercado: o compliance. O profissional que atua nesse setor é responsável por receber denúncias, combater fraudes, realizar investigações internas e garantir que a companhia cumpra leis, acordos e regulamentos da sua área de atuação. Ele tem o papel importante de auxiliar a empresa a se proteger de eventuais problemas de corrupção. “Nos últimos anos, a área de compliance assumiu protagonismo nas empresas. É uma profissão com salários altos já que as pessoas com experiência ainda são escassas no mercado”, diz o advogado Thiago Jabor Pinheiro, 35. “Como não existem cursos de graduação específicos de compliance, o estudante que se interesse pela área pode direcionar seu curso para questões de auditoria, prevenção de fraude, direito administrativo e governança corporativa”, diz Pinheiro. Apesar de sobrarem vagas nesse mercado, conseguir um emprego não é fácil. “É fundamental que a pessoa seja atenta aos detalhes, entenda como funciona uma organização e tenha fluência em inglês porque as melhores práticas vêm de fora do país, sobretudo dos EUA e da Inglaterra”, diz o advogado. Para Caroline Cadorin, diretora de uma consultoria, os candidatos precisam ter jogo de cintura para lidar com as mais diversas situações. “Estamos falando de profissionais com forte conduta ética, honestidade e que buscam a promoção da transparência. Hoje as empresas estão cientes de seus papéis ativos no combate à corrupção, especialmente aquelas envolvidas em projetos de órgãos públicos. As companhias que mantêm departamentos de compliance são vistas como mais transparentes”, diz Cadorin. (Larissa Teixeira. Folha de S.Paulo, 28.09.2017. Adaptado)

O trecho destacado em – “Estamos falando de profissionais com forte conduta ética …” (último parágrafo) – está reescrito em conformidade com a norma-padrão na alternativa:

A ... cuja conduta deve ser fortemente ética...
B ... a quem a conduta deve ser fortemente ética...
C ... onde a conduta deve ser fortemente ética...
D ... cujo o comportamento deve ser fortemente ético...
E ... com quem o comportamento deve ser fortemente ético...
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Procuram-se especialistas em evitar fraudes A recente onda de escândalos de corrupção levou as empresas brasileiras a investir em uma área ainda pouco conhecida no mercado: o compliance. O profissional que atua nesse setor é responsável por receber denúncias, combater fraudes, realizar investigações internas e garantir que a companhia cumpra leis, acordos e regulamentos da sua área de atuação. Ele tem o papel importante de auxiliar a empresa a se proteger de eventuais problemas de corrupção. “Nos últimos anos, a área de compliance assumiu protagonismo nas empresas. É uma profissão com salários altos já que as pessoas com experiência ainda são escassas no mercado”, diz o advogado Thiago Jabor Pinheiro, 35. “Como não existem cursos de graduação específicos de compliance, o estudante que se interesse pela área pode direcionar seu curso para questões de auditoria, prevenção de fraude, direito administrativo e governança corporativa”, diz Pinheiro. Apesar de sobrarem vagas nesse mercado, conseguir um emprego não é fácil. “É fundamental que a pessoa seja atenta aos detalhes, entenda como funciona uma organização e tenha fluência em inglês porque as melhores práticas vêm de fora do país, sobretudo dos EUA e da Inglaterra”, diz o advogado. Para Caroline Cadorin, diretora de uma consultoria, os candidatos precisam ter jogo de cintura para lidar com as mais diversas situações. “Estamos falando de profissionais com forte conduta ética, honestidade e que buscam a promoção da transparência. Hoje as empresas estão cientes de seus papéis ativos no combate à corrupção, especialmente aquelas envolvidas em projetos de órgãos públicos. As companhias que mantêm departamentos de compliance são vistas como mais transparentes”, diz Cadorin. (Larissa Teixeira. Folha de S.Paulo, 28.09.2017. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a acentuação e a grafia das palavras estão de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

A Pela fronteira, tem entrado no país muitos refugiados, e é imprecindível acolhê-los adequadamente.
B Faltou ombridade aos dirigentes da empresa, pois eles omitiram dos sócios o récorde de vendas.
C À excessão dos quibes, os salgados servidos na cerimônia de inauguração estavam saborosos.
D A atendente da companhia aérea fez uma rúbrica na passagem para retificar o horário do voo.
E Atualmente, é mister acabar com privilégios concedidos a clãs inescrupulosos.

O irmão de Mário é administrador judiciário, mas o primo dele não. Sendo assim, é correto deduzir que

A Henrique é administrador judiciário e, portanto, não é primo de Mário.
B Se Ronaldo não é primo de Mário, então ele não é administrador judiciário.
C Se Gilmar não é administrador judiciário, então ele é primo de Mário.
D Se Sérgio é administrador judiciário, então ele é irmão de Mário.
E Mário não é irmão de Cláudio e, portanto, Cláudio não é administrador judiciário.
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Assassinos culturais Sou um assassino cultural, e você também é. Sei que é romântico chorar quando uma livraria fecha as portas. Mas convém não abusar do romantismo – e da hipocrisia. Fomos nós que matamos aquela livraria e o crime não nos pesa muito na consciência. Falo por mim. Os livros físicos que entram lá em casa são cada vez mais ofertas – de amigos ou editoras. Aos 20, quando viajava por territórios estranhos, entrava nas livrarias locais como um faminto na capoeira. Comprava tanto e carregava tanto que desconfio que o meu problema de ciática é, na sua essência, um problema livresco. Hoje? Gosto da flânerie*. Mas depois, fotografo as capas com o meu celular antes de regressar para o psicanalista o famoso dr. Kindle. Culpado? Um pouco. E em minha defesa só posso afirmar que pago pelos meus vícios. E quem fala em livrarias, fala em todo o resto. Eu também ajudei a matar a Tower Records e a Virgin Megastore. Havia lá dentro uma bizarria chamada CD – você se lembra? Hoje, com alguns aplicativos, tenho uma espécie de discoteca de Alexandria onde, a meu bel-prazer, escuto meus clássicos e descubro novos. Se juntarmos ao pacote o iTunes e a Netflix, você percebe por que eu também tenho o sangue dos cinemas e dos blockbusters nas mãos. Eis a realidade: vivemos a desmaterialização da cultura. Mas não é apenas a cultura que se desmaterializa e tem deixado as nossas salas e estantes mais vazias. É a nossa relação com ela. Não somos mais proprietários de “coisas”; somos apenas consumidores e, palavra importante, assinantes. O livro “Subscribed”, de Tien Tzuo, analisa a situação. É uma reflexão sobre a “economia de assinaturas” que conquista a economia global. Conta o autor que mais de metade das empresas da famosa lista da “Fortune” já não existiam em 2017. O que tinham em comum? O objetivo meritório de vender “coisas” – muitas coisas, para muita gente, como sempre aconteceu desde os primórdios do capitalismo. Já as empresas que sobreviveram e as novas que entraram na lista souberam se adaptar à economia digital, vendendo serviços (ou, de forma mais precisa, acessos). Claro que na mudança algo se perde. O desaparecimento das livrarias não acredito que seja total no futuro (e ainda bem). Além disso, ler no papel não é o mesmo que ler na tela. Mas o interesse do livro de Tzuo não está apenas nos números; está no retrato de uma nova geração para quem a experiência cultural é mais importante do que a mera posse de objetos. Há quem veja aqui um retrocesso, mas também é possível ver um avanço – ou, para sermos bem filosóficos, o triunfo do espírito sobre a matéria. E não será essa, no fim das contas, a vocação mais autêntica da cultura? (João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo, 28.08.2018. Adaptado) * Flânerie: ato de passear, de caminhar sem compromisso.

Considere os trechos do texto. Mas convém não abusar do romantismo ... (1° parágrafo) ... vendendo serviços (ou, de forma mais precisa, acessos). (10° parágrafo) ... não está apenas nos números; está no retrato de uma nova geração... (12º parágrafo) ... o triunfo do espírito sobre a matéria. (último parágrafo) Sem alteração do sentido do texto, as expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por:

A do padecimento; chula; na síntese; a conquista.
B da compaixão; delicada; na condenação; a vitória.
C do narcisismo; exata; na exaltação; o malogro.
D da emotividade; indevida; na crítica; a imposição.
E do sentimentalismo; acurada; na descrição; o êxito.

Fundamento para a implantação da Gestão pela Qualidade Total, o Programa 5S tem por objetivo a preparação do ambiente. Um dos “S” desse programa, Shitsuke, representa a manutenção das melhorias alcançadas com as práticas dos demais “S” e a garantia de que vai ser incorporado em todas as fases, dando sustentação à Qualidade Total. É traduzido por Senso de

A Organização.
B Utilização.
C Limpeza.
D Saúde.
E Autodisciplina.

De acordo com a Lei Complementar Estadual n° 1.111/2010, poderá participar da Promoção o servidor que tenha cumprido, no último grau do nível em que se encontrar, o interstício mínimo de

A 05 (cinco) anos de efetivo exercício.
B 06 (seis) meses de efetivo exercício.
C 02 (dois) anos de efetivo exercício.
D 04 (quatro) anos de efetivo exercício.
E 01 (um) ano de efetivo exercício.
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Procuram-se especialistas em evitar fraudes A recente onda de escândalos de corrupção levou as empresas brasileiras a investir em uma área ainda pouco conhecida no mercado: o compliance. O profissional que atua nesse setor é responsável por receber denúncias, combater fraudes, realizar investigações internas e garantir que a companhia cumpra leis, acordos e regulamentos da sua área de atuação. Ele tem o papel importante de auxiliar a empresa a se proteger de eventuais problemas de corrupção. “Nos últimos anos, a área de compliance assumiu protagonismo nas empresas. É uma profissão com salários altos já que as pessoas com experiência ainda são escassas no mercado”, diz o advogado Thiago Jabor Pinheiro, 35. “Como não existem cursos de graduação específicos de compliance, o estudante que se interesse pela área pode direcionar seu curso para questões de auditoria, prevenção de fraude, direito administrativo e governança corporativa”, diz Pinheiro. Apesar de sobrarem vagas nesse mercado, conseguir um emprego não é fácil. “É fundamental que a pessoa seja atenta aos detalhes, entenda como funciona uma organização e tenha fluência em inglês porque as melhores práticas vêm de fora do país, sobretudo dos EUA e da Inglaterra”, diz o advogado. Para Caroline Cadorin, diretora de uma consultoria, os candidatos precisam ter jogo de cintura para lidar com as mais diversas situações. “Estamos falando de profissionais com forte conduta ética, honestidade e que buscam a promoção da transparência. Hoje as empresas estão cientes de seus papéis ativos no combate à corrupção, especialmente aquelas envolvidas em projetos de órgãos públicos. As companhias que mantêm departamentos de compliance são vistas como mais transparentes”, diz Cadorin. (Larissa Teixeira. Folha de S.Paulo, 28.09.2017. Adaptado)

Considere os trechos do texto. • “... o estudante que se interesse pela área pode direcionar seu curso para questões de auditoria...” (4° parágrafo) • “É fundamental que a pessoa seja atenta aos detalhes...” (5°parágrafo) Atendendo à norma-padrão de regência, as expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por:

A queira se comprometer de trabalhar nessa área; se ocupe minuciosamente aos detalhes
B se sinta cativado por trabalhar nessa área; se aplique meticulosamente aos detalhes
C pretenda se conduzir a essa área; se empenhe de analisar os detalhes
D veja aptidão com essa área; passe em revista nos detalhes
E deseja progredir a essa área; dê preponderância aos detalhes

O envolvimento e adesão de pessoas estratégicas da organização, e das pessoas que serão objeto da implantação de modelo de gestão por competências, faz parte da fase de

A sensibilização.
B diagnóstico de competências.
C definição de perfis.
D capacitação.
E definição de indicadores das competências.

Hermes é servidor público do Poder Judiciário com mobilidade comprometida e, em seu local de trabalho, foi implementado o sistema home office. Nessa situação hipotética, a Resolução n° 230/2016 do CNJ estabelece que Hermes

A deverá ser escolhido para exercer o home office, mesmo que não manifeste interesse no sistema.
B somente deverá ser escolhido para exercer o home office se a Administração comprovar elevado custo para promover a sua acessibilidade no local de trabalho.
C competirá pela vaga em igualdade de condições com os demais servidores da repartição que estejam interessados na utilização do sistema.
D poderá exercer o home office com prioridade sobre os demais servidores, mas terá que suportar os custos inerentes à sua adaptação ao sistema.
E terá prioridade para exercer o home office, desde que manifeste interesse na utilização desse sistema

De um plano de amortização em que foi considerado o Sistema de Amortização Constante (SAC), obtém-se que o valor da amortização incluído em cada prestação é igual a R$ 2.000,00. Este plano corresponde à liquidação de uma dívida em 30 prestações mensais e consecutivas, à taxa de 2% ao mês, vencendo a primeira prestação 1 mês após a data da contração da dívida. O valor da 10ª prestação é igual a

A R$ 2.880,00
B R$ 2.760,00
C R$ 2.800,00
D R$ 2.920,00
E R$ 2.840,00