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Arquivos físicos e digitais produzem gastos. Tornar a gestão deles eficiente é necessário para que não gerem despesas/custos elevados para as organizações. Sobre os gastos proporcionados pelos arquivos físicos, analise as afirmativas abaixo.

I. HDs externos, servidores e DVDs.

II. Conservação e manutenção de papéis e de espaço para alocação deles.

III. Gerenciamento de suportes físicos, como estantes, armários, cofres etc. Assinale a alternativa correta

A Apenas a afirmativa I está correta
B Apenas as afirmativas II e III estão corretas
C As afirmativas I, II e III estão corretas
D Apenas a afirmativa III está correta

Os arquivos virtuais precisam de investimentos em um sistema eficiente, em servidores/mídias para armazenamento e em profissionais qualificados para geri-los. Sobre esse tipo de arquivo, assinale a alternativa incorreta.

A Investimentos em digitalização tendem a gerar retornos maiores em médio e longo prazo
B A produção de novos arquivos nesse formato tem um custo bem menor do que nos meios físicos
C Torna-se imprescindível dispor de mais espaços físicos, elevar despesas com energia elétrica e pessoal
D Em um servidor eficiente é possível armazenar milhões de documentos

Correlacione as colunas: 1. A vírgula está separando, incorretamente, termos essenciais da oração. 2. A vírgula marca a anteposição da oração subordinada em relação à principal. 3. A vírgula separa, corretamente, os termos de uma enumeração. 4. A ausência da vírgula, depois de um termo intercalado, acarreta incorreção.

( ) Os sentimentos aprisionados, costumam causar ansiedade, sobretudo, nos jovens.

( ) Todos os nossos sentimentos, não revelados causarão sintomas, doenças?

( ) Quando silenciamos nossos, para onde vão nossos sentimentos?

( ) Naquele dia, a diretora convocou professores, pais, funcionários e alunos para a reunião. A correta correlação entre as colunas é, respectivamente:

A 4 - 1 - 2 -3
B 3 - 4 - 2 - 1
C 1 - 4 - 2 - 3
D 1 - 4 - 3 - 2
E 2 - 4 - 1 - 3
Texto associado
Eu, Mwanito, o afinador de silêncios (Excerto) A família, a escola, os outros, todos elegem em nós uma centelha promissora, um território em que poderemos brilhar. Uns nasceram para cantar, outros para dançar, outros nasceram simplesmente para serem outros. Eu nasci para estar calado. Minha única vocação é o silêncio. Foi meu pai que me explicou: tenho inclinação para não falar, um talento para apurar silêncios. Escrevo bem, silêncios, no plural. Sim, porque não há um único silêncio. E todo o silêncio é música em estado de gravidez. Quando me viam, parado e recatado, no meu invisível recanto, eu não estava pasmado. Estava desempenhado, de alma e corpo ocupados: tecia os delicados fios com que se fabrica a quietude. Eu era um afinador de silêncios. — Venha, meu filho, venha ajudar-me a ficar calado. Ao fim do dia, o velho se recostava na cadeira da varanda. E era assim todas as noites: me sentava a seus pés, olhando as estrelas no alto do escuro. Meu pai fechava os olhos, a cabeça meneando para cá e para lá, como se um compasso guiasse aquele sossego. Depois, ele inspirava fundo e dizia: — Este é o silêncio mais bonito que escutei até hoje. Lhe agradeço, Mwanito. Ficar devidamente calado requer anos de prática. Em mim, era um dom natural, herança de algum antepassado. Talvez fosse legado de minha mãe, Dona Dordalma, quem podia ter a certeza? De tão calada, ela deixara de existir e nem se notara que já não vivia entre nós, os vigentes viventes. — Você sabe, filho: há a calmaria dos cemitérios. Mas o sossego desta varanda é diferente . Meu pai. A voz dele era tão discreta que parecia apenas uma outra variedade de silêncio. Tossicava e a tosse rouca dele, essa, era uma oculta fala, sem palavras nem gramática. Mia Couto, excerto do capítulo "Eu, Mwanito, o afinador de silêncios" | Livro Um - Humanidade, no livro "Antes de Nascer o Mundo", (romance). São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2009,

Observe a frase destacada: “E todo o silêncio é música em estado de gravidez.” Uma outra referência à música do silêncio está presente em:

A “..todos elegem em nós uma centelha promissora...”
B "... a cabeça meneando para cá e para lá, como se um compasso guiasse aquele sossego.”
C Estava desempenhado, da alma a corpo ocupados:"
D “Quando me viam, parado a recatado, no meu invisível recanto, eu não estava pasmado."
E "... tenho inclinação para não falar, um talento para apurar silêncios.”
Texto associado
Texto I Uma a cada três pessoas no mundo não tem acesso a água potável Um a cada três habitantes do planeta não têm serviços de água potável gerenciados de forma segura, segundo relatório elaborado pela Organização Mundial da Saúde e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e divulgado este mês. No total, 2,2 bilhões de pessoas em todo mundo estão nessa situação, e 4,2 bilhões de indivíduos não têm acesso a esgotamento sanitário seguro. Com base nos dados obtidos, o relatório enfatiza a necessidade de garantir que a água fornecida para as pessoas seja própria ao uso humano. De acordo com o levantamento, houve progressos em relação ao acesso universal a água e saneamento, mas persistem lacunas na qualidade dos serviços. “O mero acesso não é suficiente. Se a água não for limpa, não será segura para beber. Se está distante e se o acesso ao banheiro é inseguro ou limitado, então não estamos entregando esses serviços às crianças do mundo”, ressaltou Kelly Ann Naylor, diretora associada de Água, Saneamento e Higiene do UNICEF. “As crianças e suas famílias nas comunidades pobres e rurais correm maior risco de serem deixadas para trás. Os governos devem investir em suas comunidades se quisermos superar essas divisões econômicas e geográficas e oferecer esse direito humano essencial.” Avanço insuficiente O relatório indica que, desde 2000, 1,8 bilhão de pessoas passaram a ter acesso a serviços básicos de água potável — mas essa inclusão foi e continua sendo marcada por desigualdades na acessibilidade, disponibilidade e qualidade dos serviços. Segundo a publicação, 785 milhões de indivíduos no mundo ainda não possuem acesso a esses serviços, com 144 milhões de indivíduos ingerindo água sem tratamento. Quando consideradas as pessoas que têm acesso a serviços de água potável, mas não podem confiar nesses serviços, pois eles não são geridos de forma segura, o número de cidadãos desatendidos alcança os 2,2 bilhões. O documento mostra ainda que, nos últimos quase 20 anos, 2,1 bilhões de pessoas passaram a ter acesso aos serviços de saneamento básico — que incluem abastecimento de água e esgotamento sanitário. De acordo com a pesquisa, 70% dos que ainda não têm saneamento básico vivem em áreas rurais e um terço deles mora em países em desenvolvimento. “Se os países não conseguirem intensificar os esforços em saneamento básico, água potável e higiene, continuaremos a viver com doenças que deveriam ter sido há muito tempo deixadas nos livros de história, como diarreia, cólera, febre tifoide, hepatite A e doenças tropicais negligenciadas, incluindo tracoma e esquistossomose”, ressaltou Maria Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública, Determinantes Ambientais e Sociais da Saúde da OMS. Todos os anos, 297 mil crianças com menos de cinco anos morrem por diarreia associada à água, saneamento básico e higiene inadequados. “Os países devem dobrar seus esforços em saneamento ou não alcançaremos o acesso universal até 2030”, completa Maria. Ainda de acordo com o relatório, desde 2000, a proporção da população que defeca ao ar livre foi reduzida pela metade – de 21% para 9%. No entanto, 673 milhões de pessoas ainda não têm banheiros seguros e precisam evacuar a céu aberto. Em 39 países, o número de pessoas que praticam a defecação ao ar livre chegou a aumentar — a maioria dessas nações está na África Subsaariana, onde muitos países tiveram intenso crescimento populacional nas duas últimas décadas. https://cebds.org/aquasfera/um-a-cada-tres-pessoas-no-mundo-naotem-acesso-a-aguapotavel/? gclid=EAIaIQobChMInqKUyoDg5QIVwgaRCh1KoQCZEAAYASAAE gJlyvD_BwE Acessado em 10/12/2019, às 12 horas e 31 minutos.

A opção que justifica corretamente a regência é:

A “precisam evacuar a céu aberto” A expressão adverbial feminina com ideia de causa exige preposição.
B “não tem acesso a água potável”. Acesso rege preposição, mas água está em sentido genérico, nãotem artigo obrigatório.
C “a água fornecida para as pessoas”. O adjetivo “fornecida” exige um objeto indireto que é um termopreposicionado.
D “o relatório enfatiza a necessidade de garantir”. O verbo necessitar exige um objeto indireto que é umtermo preposicionado.
E “enfatiza a necessidade de garantir”. O verbo é transitivo direto, portanto, só há preposição.
Texto associado
Texto I Uma a cada três pessoas no mundo não tem acesso a água potável Um a cada três habitantes do planeta não têm serviços de água potável gerenciados de forma segura, segundo relatório elaborado pela Organização Mundial da Saúde e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e divulgado este mês. No total, 2,2 bilhões de pessoas em todo mundo estão nessa situação, e 4,2 bilhões de indivíduos não têm acesso a esgotamento sanitário seguro. Com base nos dados obtidos, o relatório enfatiza a necessidade de garantir que a água fornecida para as pessoas seja própria ao uso humano. De acordo com o levantamento, houve progressos em relação ao acesso universal a água e saneamento, mas persistem lacunas na qualidade dos serviços. “O mero acesso não é suficiente. Se a água não for limpa, não será segura para beber. Se está distante e se o acesso ao banheiro é inseguro ou limitado, então não estamos entregando esses serviços às crianças do mundo”, ressaltou Kelly Ann Naylor, diretora associada de Água, Saneamento e Higiene do UNICEF. “As crianças e suas famílias nas comunidades pobres e rurais correm maior risco de serem deixadas para trás. Os governos devem investir em suas comunidades se quisermos superar essas divisões econômicas e geográficas e oferecer esse direito humano essencial.” Avanço insuficiente O relatório indica que, desde 2000, 1,8 bilhão de pessoas passaram a ter acesso a serviços básicos de água potável — mas essa inclusão foi e continua sendo marcada por desigualdades na acessibilidade, disponibilidade e qualidade dos serviços. Segundo a publicação, 785 milhões de indivíduos no mundo ainda não possuem acesso a esses serviços, com 144 milhões de indivíduos ingerindo água sem tratamento. Quando consideradas as pessoas que têm acesso a serviços de água potável, mas não podem confiar nesses serviços, pois eles não são geridos de forma segura, o número de cidadãos desatendidos alcança os 2,2 bilhões. O documento mostra ainda que, nos últimos quase 20 anos, 2,1 bilhões de pessoas passaram a ter acesso aos serviços de saneamento básico — que incluem abastecimento de água e esgotamento sanitário. De acordo com a pesquisa, 70% dos que ainda não têm saneamento básico vivem em áreas rurais e um terço deles mora em países em desenvolvimento. “Se os países não conseguirem intensificar os esforços em saneamento básico, água potável e higiene, continuaremos a viver com doenças que deveriam ter sido há muito tempo deixadas nos livros de história, como diarreia, cólera, febre tifoide, hepatite A e doenças tropicais negligenciadas, incluindo tracoma e esquistossomose”, ressaltou Maria Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública, Determinantes Ambientais e Sociais da Saúde da OMS. Todos os anos, 297 mil crianças com menos de cinco anos morrem por diarreia associada à água, saneamento básico e higiene inadequados. “Os países devem dobrar seus esforços em saneamento ou não alcançaremos o acesso universal até 2030”, completa Maria. Ainda de acordo com o relatório, desde 2000, a proporção da população que defeca ao ar livre foi reduzida pela metade – de 21% para 9%. No entanto, 673 milhões de pessoas ainda não têm banheiros seguros e precisam evacuar a céu aberto. Em 39 países, o número de pessoas que praticam a defecação ao ar livre chegou a aumentar — a maioria dessas nações está na África Subsaariana, onde muitos países tiveram intenso crescimento populacional nas duas últimas décadas. https://cebds.org/aquasfera/um-a-cada-tres-pessoas-no-mundo-naotem-acesso-a-aguapotavel/? gclid=EAIaIQobChMInqKUyoDg5QIVwgaRCh1KoQCZEAAYASAAE gJlyvD_BwE Acessado em 10/12/2019, às 12 horas e 31 minutos.

“Os países devem dobrar seus esforços em saneamento ou não alcançaremos o acesso universal até 2030”, completa Maria.” Pode-se inferir desse trecho que:

A a conjunção alternativa foi usada como forma de ameaça/alerta.
B O prazo até 2030 é para mostrar que se tem ainda muito tempo.
C a conjunção alternativa foi usada como forma de opção/alternativa.
D o prazo até 2030 é para mostrar o término de todas as esperanças.
E a locução verbal é usada como uma modalizadora que suaviza a necessidade de medidas urgentes.

Em uma estrutura tradicional na administração de materiais, a área responsável que acompanha e controla o nível de estoque e o investimento financeiro envolvido, é conhecida como:

A planejamento e controle da produção.
B compras.
C armazenagem.
D gestão de estoques.
E distribuição.