QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
104 questões encontradas

Considere que uma entrevista com 1.000 jovens tenha revelado que:

● 400 pretendem concluir um curso superior;
● 800 pretendem se casar;
● 200 não pretendem concluir curso superior nem se casar.

Considerando-se que nenhum dos jovens entrevistados deixou de responder à entrevista, é correto afirmar que

A todos os jovens entrevistados que pretendem concluir um curso superior também pretendem se casar.
B todos os jovens entrevistados que pretendem se casar também pretendem concluir um curso superior.
C a maioria dos jovens entrevistados não pretende concluir curso superior nem se casar.
D entre os jovens entrevistados que pretendem se casar, a maioria também pretende concluir um curso superior.
E entre os jovens entrevistados que pretendem concluir um curso superior, a maioria não pretende se casar.

Considere as funções quadráticas f(x) = a 1 x 2 + b 1 x + c 1 e g(x) = a 2 x 2 + b 2 x + c 2 , em que a 1 , b 1 , c 1 , a 2 , b 2 e c 2 são constantes, a 1 > 0 e a 2 < 0. Acerca dessas funções, julgue os itens seguintes, considerando o plano cartesiano usual xOy.

I O gráfico da função f é uma parábola com concavidade voltada para cima; o gráfico da função g é uma parábola com concavidade voltada para baixo.
II Os gráficos das funções f e g podem: não possuir pontos em comum; possuir um único ponto em comum; possuir dois pontos distintos em comum.
III Já que a 1 > 0, o gráfico da função f pode não interceptar o eixo Ox, mas necessariamente intercepta o eixo Oy. Por outro lado, já que a 2 < 0, o gráfico da função g pode não interceptar o eixo Oy, mas necessariamente intercepta o eixo Ox.

Assinale a opção correta.

A Apenas o item I está certo.
B Apenas os itens I e II estão certos.
C Apenas os itens I e III estão certos.
D Apenas os itens II e III estão certos.
E Todos os itens estão certos.

Tempo vira em São Paulo. Uma frente fria avança pelo sul do Brasil e chega ao estado de São Paulo hoje. Depois de vários dias com céu azul praticamente o dia todo, a nebulosidade vai aumentar já no período da manhã na faixa leste do estado. Com a chegada desta frente fria, o dia já amanhece com muitas nuvens na faixa leste, pegando o litoral, a Grande SP e algumas cidades ao sul do estado. No sul do estado, pode chover a qualquer momento, na capital e região metropolitana a chuva é prevista entre a tarde e a noite. Nessas áreas também podem ocorrer algumas rajadas de vento no decorrer do dia.

Internet: (com adaptações).

O trecho da reportagem apresentado faz referência à chuva frontal. Assinale a opção que apresenta as massas de ar que atuam no território brasileiro e que, ao se encontrarem, dão origem à chuva frontal.

A Massa Equatorial Atlântica (mEa) e Massa Polar Atlântica (mPa)
B Massa Polar Atlântica (mPa) e Massa Tropical Atlântica (mTa)
C Massa Tropical Atlântica (mTa) e Massa Tropical Continental (mTc)
D Massa Equatorial Continental (mEc) e Massa Polar Atlântica (mPa)
E Massa Tropical Continental (mTc) e Massa Equatorial Continental (mEc)

Um organismo vivo tem a capacidade de reproduzir-se dividindo-se em dois outros organismos semelhantes a ele. A cada segundo, cada novo organismo gerado amadurece e se reproduz, gerando dois outros organismos. Em certo experimento, em um instante inicial, um desses organismos foi isolado e passou-se a contabilizar a população p n dos organismos gerados a partir daquele que foi isolado, decorridos exatamente n segundos desde o instante inicial.

Nessa situação, supondo-se que no decorrer dos 10 primeiros segundos do experimento nenhum dos organismos pereceu, tem-se que

A p 10 < 400.
B 400 ≤ p 10 < 600.
C 600 ≤ p 10 < 800.
D 800 ≤ p 10 < 1.000.
E 1.000 ≤ p 10 .
Texto associado
Texto 1A2-II

Quando a covid-19 começou a se espalhar pelo Brasil em março de 2020 e exigiu a adoção de medidas mais restritivas, especialistas em saúde mental passaram a usar o termo “quarta onda” para se referir à avalanche de novos casos de depressão, ansiedade e outros transtornos psiquiátricos que viriam pela frente.
Mas, contrariando todas as expectativas, os primeiros 12 meses pandêmicos não resultaram em mais diagnósticos dessas doenças: estudos publicados em março de 2021 indicam que os números de indivíduos acometidos tiveram até uma ligeira subida no início da crise, mas depois eles se mantiveram estáveis dali em diante.
Outros achados recentes também apontam que políticas mais extremas como o lockdown , adotadas em vários países e tão necessárias para achatar as curvas de contágio e evitar o colapso dos sistemas de saúde, não resultaram numa piora do bem-estar nem no aumento dos casos de suicídio.
O que as pesquisas mais recentes nos apontam é que, ao menos em 2020, aquela “quarta onda” de transtornos mentais que era prevista pelos especialistas não aconteceu na prática graças à resiliência do ser humano e a despeito de uma piora na qualidade de vida e de um esperado aumento de sentimentos como tristeza, frustração, raiva e nervosismo.
Em todo caso, é preciso destacar que alguns grupos foram mais atingidos que outros, como é o caso dos profissionais da saúde e das mulheres, que precisaram lidar com a sobrecarga de trabalho.

Internet: (com adaptações).

A expressão “a despeito de” (quarto parágrafo) poderia ser substituída no texto 1A2-II, mantendo-se seu sentido e sua correção gramatical, por

A apesar.
B embora.
C devido a.
D contanto.
E apesar de.

Os domínios morfoclimáticos são compreendidos como o conjunto de elementos naturais (clima, relevo, vegetação) que se inter-relacionam e formam uma paisagem geográfica. O Brasil apresenta uma diversidade de paisagens naturais.

Assinale a opção correta, a respeito dos domínios morfoclimáticos do Brasil.

A A Amazônia é um domínio morfoclimático restrito ao território brasileiro.
B O domínio morfoclimático da caatinga apresenta variações de clima semiárido e árido.
C O cerrado é um domínio morfoclimático que ocorre na porção central do país, em áreas onde se observam duas estações climáticas bem definidas, uma chuvosa e outra seca.
D As pradarias que ocorrem na região Sul do Brasil apresentam como característica vegetacional a ocorrência de araucárias, pinheiros e eucaliptos, árvores típicas de clima temperado e subtropical com baixas temperaturas.
E O domínio dos mares de morros ocorre nas regiões Sul e Sudeste do Brasil tendo como vegetação típica a ocorrência de gramíneas e matas de araucárias.

O Sistema de Coordenadas Geográficas é utilizado para a localização de pontos fixos nos mapas. Cada lugar ou ponto da superfície terrestre corresponde a uma coordenada geográfica. Considerando esse sistema e a figura apresentada, assinale a opção correta.

A Os pontos C e D se encontram nas mesmas coordenadas geográficas, porém em hemisférios diferentes.
B O ponto C no mapa corresponde ao território brasileiro, estando localizado no hemisfério ocidental.
C O ponto B, localizado na Ásia Central, está mais próximo do meridiano de Greenwich que o ponto C.
D O ponto C se encontra no hemisfério setentrional enquanto o ponto A se encontra no hemisfério meridional.
E As coordenadas geográficas são definidas apenas pelos meridianos, por isso todos os pontos localizados no mapa se localizam sobre meridianos.
Texto associado
Texto 1A1-I

Estou escrevendo um livro sobre a guerra...
Eu, que nunca gostei de ler livros de guerra, ainda que, durante minha infância e juventude, essa fosse a leitura preferida de todo mundo. De todo mundo da minha idade. E isso não surpreende — éramos filhos da Vitória. Filhos dos vencedores.
Em nossa família, meu avô, pai da minha mãe, morreu no front ; minha avó, mãe do meu pai, morreu de tifo; de seus três filhos, dois serviram no Exército e desapareceram nos primeiros meses da guerra, só um voltou. Meu pai.
Não sabíamos como era o mundo sem guerra, o mundo da guerra era o único que conhecíamos, e as pessoas da guerra eram as únicas que conhecíamos. Até agora não conheço outro mundo, outras pessoas. Por acaso existiram em algum momento?
A vila de minha infância depois da guerra era feminina. Das mulheres. Não me lembro de vozes masculinas. Tanto que isso ficou comigo: quem conta a guerra são as mulheres. Choram. Cantam enquanto choram.
Na biblioteca da escola, metade dos livros era sobre a guerra. Tanto na biblioteca rural quanto na do distrito, onde meu pai sempre ia pegar livros. Agora, tenho uma resposta, um porquê. Como ia ser por acaso? Estávamos o tempo todo em guerra ou nos preparando para ela. E rememorando como combatíamos. Nunca tínhamos vivido de outra forma, talvez nem saibamos como fazer isso. Não imaginamos outro modo de viver, teremos que passar um tempo aprendendo.
Por muito tempo fui uma pessoa dos livros: a realidade me assustava e atraía. Desse desconhecimento da vida surgiu uma coragem. Agora penso: se eu fosse uma pessoa mais ligada à realidade, teria sido capaz de me lançar nesse abismo? De onde veio tudo isso: do desconhecimento? Ou foi uma intuição do caminho? Pois a intuição do caminho existe...
Passei muito tempo procurando... Com que palavras seria possível transmitir o que escuto? Procurava um gênero que respondesse à forma como vejo o mundo, como se estruturam meus olhos, meus ouvidos.
Uma vez, veio parar em minhas mãos o livro Eu venho de uma vila em chamas. Tinha uma forma incomum: um romance constituído a partir de vozes da própria vida, do que eu escutara na infância, do que agora se escuta na rua, em casa, no café. É isso! O círculo se fechou. Achei o que estava procurando. O que estava pressentindo.

Svetlana Aleksiévitch. A guerra não tem rosto de mulher. Companhia das Letras, 2016, p. 9-11 (com adaptações).

O texto 1A1-I é predominantemente

A narrativo.
B descritivo.
C dissertativo.
D argumentativo.
E expositivo.
Texto associado
Texto 1A1-I

Estou escrevendo um livro sobre a guerra...
Eu, que nunca gostei de ler livros de guerra, ainda que, durante minha infância e juventude, essa fosse a leitura preferida de todo mundo. De todo mundo da minha idade. E isso não surpreende — éramos filhos da Vitória. Filhos dos vencedores.
Em nossa família, meu avô, pai da minha mãe, morreu no front ; minha avó, mãe do meu pai, morreu de tifo; de seus três filhos, dois serviram no Exército e desapareceram nos primeiros meses da guerra, só um voltou. Meu pai.
Não sabíamos como era o mundo sem guerra, o mundo da guerra era o único que conhecíamos, e as pessoas da guerra eram as únicas que conhecíamos. Até agora não conheço outro mundo, outras pessoas. Por acaso existiram em algum momento?
A vila de minha infância depois da guerra era feminina. Das mulheres. Não me lembro de vozes masculinas. Tanto que isso ficou comigo: quem conta a guerra são as mulheres. Choram. Cantam enquanto choram.
Na biblioteca da escola, metade dos livros era sobre a guerra. Tanto na biblioteca rural quanto na do distrito, onde meu pai sempre ia pegar livros. Agora, tenho uma resposta, um porquê. Como ia ser por acaso? Estávamos o tempo todo em guerra ou nos preparando para ela. E rememorando como combatíamos. Nunca tínhamos vivido de outra forma, talvez nem saibamos como fazer isso. Não imaginamos outro modo de viver, teremos que passar um tempo aprendendo.
Por muito tempo fui uma pessoa dos livros: a realidade me assustava e atraía. Desse desconhecimento da vida surgiu uma coragem. Agora penso: se eu fosse uma pessoa mais ligada à realidade, teria sido capaz de me lançar nesse abismo? De onde veio tudo isso: do desconhecimento? Ou foi uma intuição do caminho? Pois a intuição do caminho existe...
Passei muito tempo procurando... Com que palavras seria possível transmitir o que escuto? Procurava um gênero que respondesse à forma como vejo o mundo, como se estruturam meus olhos, meus ouvidos.
Uma vez, veio parar em minhas mãos o livro Eu venho de uma vila em chamas. Tinha uma forma incomum: um romance constituído a partir de vozes da própria vida, do que eu escutara na infância, do que agora se escuta na rua, em casa, no café. É isso! O círculo se fechou. Achei o que estava procurando. O que estava pressentindo.

Svetlana Aleksiévitch. A guerra não tem rosto de mulher. Companhia das Letras, 2016, p. 9-11 (com adaptações).

Com relação à colocação pronominal, a correção gramatical do texto 1A1-I seria mantida caso, no trecho

I “Não me lembro de vozes”, o pronome “me” fosse deslocado para logo após “lembro”: lembro-me.
II “Estávamos o tempo todo em guerra ou nos preparando para ela”, o pronome “nos” fosse deslocado para logo após “preparando”: preparando-nos.
III “a realidade me assustava”, o pronome “me” fosse deslocado para logo após “assustava”: assustava-me .

Assinale a opção correta.

A Apenas o item I está certo.
B Apenas o item III está certo.
C Apenas os itens I e II estão certos.
D Apenas os itens II e III estão certos.
E Todos os itens estão certos.

Ao receber uma demanda por equipamentos para coleta de dados, a fábrica Alfa verificou que possuía 40.000 unidades desse equipamento em estoque e que era capaz de produzir 10.000 novas unidades por mês. Assim, a quantidade q desses equipamentos que essa fábrica pode fornecer, em milhares de unidades, decorridos x meses desde a data de recebimento da demanda, pode ser modelada pela função q(x) = 10x + 40. Por outro lado, a necessidade n desses equipamentos, em milhares de unidades, decorridos x meses desde o início das capacitações das equipes de campo, pode ser modelada pela função n(x) = 5x 2 .

Com base nessas informações, considerando-se que o início das capacitações das equipes de campo e o recebimento da demanda pela fábrica Alfa ocorreram no mesmo dia D, conclui-se, de acordo com os modelos propostos, que a necessidade por esses equipamentos irá igualar a quantidade desses equipamentos que pode ser fornecida pela fábrica Alfa quando decorridos

A 2 meses desde o dia D.
B 3 meses desde o dia D.
C 4 meses desde o dia D.
D 5 meses desde o dia D.
E 6 meses desde o dia D.