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Um prédio comercial tem 8 andares, com 5 salas comerciais em cada andar. Considere que 3 pessoas cheguem a esse prédio, sendo igualmente provável que o destino de cada uma delas seja qualquer uma das salas do prédio. A probabilidade de essas 3 pessoas irem ao mesmo andar mas se dirigirem a 3 salas diferentes desse andar é

A 3/400
B 3/40
C 9/160
D 9/40
E 3/640

Hoje, a média aritmética das idades de um grupo de 20 amigos é igual a 29 anos. Todos esses amigos já concluíram o ensino superior (ES), de maneira que o mais novo desses amigos concluiu o ES com 25 anos, o mais velho o concluiu há 2 anos e todos os demais amigos concluíram o ES quando tinham 26 anos. Seja t 1 , t 2 , t 3 , …, t 20 os respectivos tempos, em anos, que cada amigo tem desde que concluiu o ES. A média aritmética desses 20 tempos ti (1 ≤ i ≤ 20) é 2,8 anos; logo, hoje, a idade do mais velho desses amigos é

A 32 anos.
B 33 anos.
C 34 anos.
D 35 anos.
E 36 anos.

Um total de 232 caixas de remédios foi enviado para 3 postos de saúde, denominados X, Y e Z. O posto X recebeu um número de caixas igual à terça parte do número de caixas recebidas pelos postos Y e Z juntos. Se o posto Z recebeu 30 caixas a mais do que o posto X, o número de caixas recebidas pelo posto Y foi

A 80.
B 82.
C 84.
D 86.
E 88.

A política foi uma inovação grega fundamental. Governo é outra coisa: toda sociedade, qualquer que seja sua complexidade, requer dispositivos para fixar normas e fazê-las obedecidas, para desempenhar funções comunitárias, militares, civis e solucionar disputas. Os gregos, porém, adotaram uma decisão radical e dupla. Localizaram a fonte da autoridade na pólis, na própria comunidade, e decidiram-se pela política da discussão aberta, eventualmente pela votação por meio da contagem do número de cabeças. (Moses

I. Finley (org.). O legado da Grécia: uma nova avaliação , 1998. Adaptado.) De acordo com o excerto, a concepção dos gregos antigos sobre a política

A caracterizava-se pela escolha de representantes para a tomada de decisões baseadas no debate e no acordo.
B pressupunha a participação ativa dos cidadãos em busca de consensos para regulamentar as atividades públicas.
C fundamentava-se em eleições regulares para as assembleias legislativas das cidades-Estado.
D presumia a formação de uma burocracia estatal controlada pelos cidadãos-soldado em tempos de guerras.
E assentava-se em um governo constitucional formado por meio da eleição indireta de candidatos de diferentes grupos sociais da pólis.

Uma das realizações do governo de Napoleão Bonaparte (1799-1815) foi a criação do Código Civil de 1804, que garantia, em suas disposições, ideais do Iluminismo e da Revolução Francesa, tais como

A a igualdade social e a livre associação dos trabalhadores.
B a liberdade individual e a defesa da propriedade privada.
C a paridade entre homens e mulheres e o direito à rebelião.
D o estabelecimento da democracia direta e do direito à vida.
E o fim da escravidão nas colônias francesas e o direito à greve.

Por sinal, passada a euforia dos primeiros momentos da Lei Áurea, de 1888, foram ficando claras as falácias e incompletudes da medida. [...] Na realidade, nos primeiros anos da República pairava um verdadeiro “medo” de novas escravizações, ou da vigência de políticas raciais no país. Sobre os libertos recaía, portanto, um fardo pesado, condicionado pelos modelos deterministas de interpretação social e pela própria história. (Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2015.) Sobre o período pós-abolição da escravatura no Brasil, o exposto no excerto justifica-se

A pela insegurança jurídica antes da aprovação da Constituição de 1891 e pela crença no desenvolvimento social de acordo com a geografia local.
B pela adoção de leis segregacionistas no território nacional e pela permanência da maioria dos libertos no trabalho rural.
C pela necessidade de os libertos indenizarem seus antigos senhores e pela escassez de postos de trabalho devido à crise de superprodução do café.
D pela falta de uma política de inclusão social para os libertos e pela difusão de teorias sobre a hierarquia das raças.
E pela implementação de reformas urbanas pautadas na exclusão das populações pobres e pela chegada de novos africanos ao país.

Especialmente nos anos 1930 e 1940, a “desordem” internacional ofereceu um grau realmente amplo de manobra para o Estado brasileiro no plano internacional. Apesar do crescente peso da influência norte-americana na América Latina, a Alemanha e a Inglaterra tinham posições suficientemente fortes no mundo para permitir ao governo brasileiro explorar as diferenças entre as três potências em proveito próprio. Isso ocorreu tanto no plano do comércio exterior como no das obrigações financeiras internacionais. (Brasilio Sallum Jr. “A condição periférica: o Brasil nos quadros do capitalismo mundial (1945-2000)”. In: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000): a grande transação, 2013.) A respeito da economia do Brasil nos anos 1930 e 1940, o excerto aborda

A a subordinação do país aos interesses do imperialismo estadunidense.
B a vantagem da posição de neutralidade do país na Segunda Guerra Mundial.
C a autonomia relativa do país no cenário do capitalismo mundial.
D a política liberal do país frente ao intervencionismo do Estado nazista.
E a possibilidade de renegociação da dívida externa do país com a Inglaterra.