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A molécula de hemoglobina possui um íon de ferro em sua constituição, que consegue fazer várias ligações, incluindo a possibilidade de se ligar com até 4 moléculas de O2 (g). Considerando que o sangue humano possui, aproximadamente, 5,0 x 10 6 hemácias/mm³ sangue e que, cada hemácia contém, cerca de 270 milhões de hemoglobina, assinale a quantidade (g) de Fe e O 2 presentes, respectivamente, em 2 L de sangue. (Dados: Fe: 56 g/mol; O: 16 g/mol.)

A 0,86 e 0,57
B 0,97 e 0,72
C 1,27 e 0,8
D 2,5 e 0,57
E 2,96 e 1,2

No processo de fabricação do ácido sulfúrico, 180 Kg de catalisador à base de V 2 O 5 são utilizados para converter SO 2 aSO 3 . Considere que a velocidade da reação está limitada a uma faixa de temperaturas entre 380° C e 620° C e, no conversor com quatro leitos, ocorre a conversão: • SO 2(g) + ½ O 2(g) ↔ SO 3 (g) ∆H = –23,4 Kcal; e, • Log K p = 5186,5 / T + 0,611 log T – 6,7497; T: temperatura em K. Sobre o funcionamento do conversor, assinale a afirmativa INCORRETA.

A A conversão diminui com o aumento da temperatura.
B A menor elevação de temperatura será percebida no último leito do catalizador.
C A conversão aumenta à medida que o excesso de SO3 é retirado do conversor.
D Uma forma de aumentar a conversão é operar o conversor com uma pressão de O 2 menor que a de SO 2 .
E Como a conversão é exotérmica, o gás deve ser resfriado quando sair do estágio anterior e entrar no estágio posterior.

Na indústria farmacêutica, podem ser empregados vários tipos de água, conforme as exigências dos processos, além das especificações farmacopeicas. NÃO condiz com as especificações farmacopeicas para os tipos de águas:

A Para injetáveis: utilizada para a fabricação de vacinas.
B Purificada: serve como excipiente para formulações farmacêuticas parenterais.
C Ultrapurificada: aplicada em algumas técnicas analíticas como ICP/IOS e ICP/MS.
D Purificada: empregada em métodos analíticos instrumentais e análises que exijam água apirogênica.
E Potável : aplicada diretamente em instalações farmacêuticas, principalmente em procedimentos gerais de limpeza.

Dependendo do fluido de processo que deve ser bombeado, é necessária a escolha da bomba fabricada com um determinado material como bombas sanitárias, confeccionadas em aço inox e aplicadas na transferência de produtos alimentícios (bebidas e iogurtes) ou farmacêuticos (PW e WFI). Considerando as características e as limitações do aço inox empregado em bombas, assinale a afirmativa INCORRETA.

A São exemplos de aços inoxidáveis: AISI 304; 316; e, 410.
B Um aço é considerado inox quando contém pelo menos 12% Cr.
C São usados para bombear soluções contendo cloreto; hipoclorito; e, soda cáustica.
D Os aços inoxidáveis resistem a temperaturas mais elevadas do que os aços carbono.
E Os aços 304 e 316, devido à facilidade de usinagem e conformação, são empregados na confecção de carcaças, válvulas e selos.
Texto associado
Texto para responder a questão. Às vezes me parece que uma epidemia pestilenta tenha atingido a humanidade inteira em sua faculdade mais característica, ou seja, no uso da palavra, consistindo essa peste da linguagem numa perda de força cognoscitiva e de imediaticidade, como um automatismo que tendesse a nivelar a expressão em fórmulas mais genéricas, anônimas, abstratas, a diluir os significados, a embotar os pontos expressivos, a extinguir toda centelha que crepite no encontro das palavras com novas circunstâncias. Não me interessa aqui indagar se as origens dessa epidemia devam ser pesquisadas na política, na ideologia, na uniformidade burocrática, na homogeneização dos mass- -media ou na difusão acadêmica de uma cultura média. O que me interessa são as possibilidades de salvação. A literatura (e talvez somente a literatura) pode criar os anticorpos que coíbam a expansão desse flagelo linguístico. Gostaria de acrescentar não ser apenas a linguagem que me parece atingida por essa pestilência. As imagens, por exemplo, também o foram. Vivemos sob uma chuva ininterrupta de imagens; os media todo-poderosos não fazem outra coisa senão transformar o mundo em imagens, multiplicando-o numa fantasmagoria de jogos de espelhos – imagens que em grande parte são destituídas da necessidade interna que deveria caracterizar toda imagem, como forma e como significado, como força de impor-se à atenção, como riqueza de significados possíveis. Grande parte dessa nuvem de imagens se dissolve imediatamente como os sonhos que não deixam traços na memória; o que não se dissolve é uma sensação de estranheza e mal-estar. Mas talvez a inconsistência não esteja somente na linguagem e nas imagens: está no próprio mundo. O vírus ataca a vida das pessoas e a história das nações torna todas as histórias informes, fortuitas, confusas, sem princípio nem fim. Meu mal-estar advém da perda de forma que constato na vida, à qual procuro opor a única defesa que consigo imaginar: uma ideia da literatura. (CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.)

O texto inicia-se com o emprego da expressão “Às vezes”; quanto ao uso do acento grave indicador de crase pode-se afirmar que:

A Seu emprego gera efeito de sentido equivalente a “as ocasiões”.
B Justifica-se por se tratar de uma locução adverbial de tempo feminina.
C Seu emprego é facultativo de acordo com o sentido produzido no trecho referido.
D Caso seja retirado, ocorrerá alteração gramatical; mas o sentido permanece o mesmo.
E A regência apresentada, exigindo o uso da preposição, resulta na obrigatoriedade de seu uso.
Texto associado
Texto para responder a questão. Às vezes me parece que uma epidemia pestilenta tenha atingido a humanidade inteira em sua faculdade mais característica, ou seja, no uso da palavra, consistindo essa peste da linguagem numa perda de força cognoscitiva e de imediaticidade, como um automatismo que tendesse a nivelar a expressão em fórmulas mais genéricas, anônimas, abstratas, a diluir os significados, a embotar os pontos expressivos, a extinguir toda centelha que crepite no encontro das palavras com novas circunstâncias. Não me interessa aqui indagar se as origens dessa epidemia devam ser pesquisadas na política, na ideologia, na uniformidade burocrática, na homogeneização dos mass- -media ou na difusão acadêmica de uma cultura média. O que me interessa são as possibilidades de salvação. A literatura (e talvez somente a literatura) pode criar os anticorpos que coíbam a expansão desse flagelo linguístico. Gostaria de acrescentar não ser apenas a linguagem que me parece atingida por essa pestilência. As imagens, por exemplo, também o foram. Vivemos sob uma chuva ininterrupta de imagens; os media todo-poderosos não fazem outra coisa senão transformar o mundo em imagens, multiplicando-o numa fantasmagoria de jogos de espelhos – imagens que em grande parte são destituídas da necessidade interna que deveria caracterizar toda imagem, como forma e como significado, como força de impor-se à atenção, como riqueza de significados possíveis. Grande parte dessa nuvem de imagens se dissolve imediatamente como os sonhos que não deixam traços na memória; o que não se dissolve é uma sensação de estranheza e mal-estar. Mas talvez a inconsistência não esteja somente na linguagem e nas imagens: está no próprio mundo. O vírus ataca a vida das pessoas e a história das nações torna todas as histórias informes, fortuitas, confusas, sem princípio nem fim. Meu mal-estar advém da perda de forma que constato na vida, à qual procuro opor a única defesa que consigo imaginar: uma ideia da literatura. (CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.)

Observe o poema “Pronominais” de Oswald de Andrade: Dê-me um cigarro Diz a gramática Do professor e do aluno E do mulato sabido Mas o bom negro e o bom branco Da Nação Brasileira Dizem todos os dias Deixa disso camarada Me dá um cigarro. No poema, há uma reflexão quanto ao emprego do pronome em situações linguísticas distintas. Considerando tal emprego, no trecho “ Às vezes me parece [...]” (1º§), do texto inicial, é possível observar:

A A aplicação da segunda situação linguística apresentada pelo poeta.
B A aplicação da primeira situação linguística apresentada pelo poeta.
C A mesma intenção do enunciador em relação à reflexão proposta por Oswald de Andrade.
D A criação de um novo uso para o pronome “me”, contribuindo para a construção de uma linguagem atual.
E O uso de variação quanto à regra gramatical que está em desacordo com a linguagem predominante no texto.
Texto associado
Texto para responder a questão. Às vezes me parece que uma epidemia pestilenta tenha atingido a humanidade inteira em sua faculdade mais característica, ou seja, no uso da palavra, consistindo essa peste da linguagem numa perda de força cognoscitiva e de imediaticidade, como um automatismo que tendesse a nivelar a expressão em fórmulas mais genéricas, anônimas, abstratas, a diluir os significados, a embotar os pontos expressivos, a extinguir toda centelha que crepite no encontro das palavras com novas circunstâncias. Não me interessa aqui indagar se as origens dessa epidemia devam ser pesquisadas na política, na ideologia, na uniformidade burocrática, na homogeneização dos mass- -media ou na difusão acadêmica de uma cultura média. O que me interessa são as possibilidades de salvação. A literatura (e talvez somente a literatura) pode criar os anticorpos que coíbam a expansão desse flagelo linguístico. Gostaria de acrescentar não ser apenas a linguagem que me parece atingida por essa pestilência. As imagens, por exemplo, também o foram. Vivemos sob uma chuva ininterrupta de imagens; os media todo-poderosos não fazem outra coisa senão transformar o mundo em imagens, multiplicando-o numa fantasmagoria de jogos de espelhos – imagens que em grande parte são destituídas da necessidade interna que deveria caracterizar toda imagem, como forma e como significado, como força de impor-se à atenção, como riqueza de significados possíveis. Grande parte dessa nuvem de imagens se dissolve imediatamente como os sonhos que não deixam traços na memória; o que não se dissolve é uma sensação de estranheza e mal-estar. Mas talvez a inconsistência não esteja somente na linguagem e nas imagens: está no próprio mundo. O vírus ataca a vida das pessoas e a história das nações torna todas as histórias informes, fortuitas, confusas, sem princípio nem fim. Meu mal-estar advém da perda de forma que constato na vida, à qual procuro opor a única defesa que consigo imaginar: uma ideia da literatura. (CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.)

Dentre os excertos relacionados, pode-se afirmar que é possível a alteração do trecho destacado resultando em transposição para a voz passiva apenas em:

A “Vivemos sob uma chuva ininterrupta [...]”
B “As imagens, por exemplo, também o foram.”
C “[...] que me parece atingida por essa pestilência.”
D “[...] os media todo-poderosos não fazem outra coisa [...]”
E “[...] em grande parte são destituídas da necessidade interna [...]”
Texto associado
Texto para responder a questão. Às vezes me parece que uma epidemia pestilenta tenha atingido a humanidade inteira em sua faculdade mais característica, ou seja, no uso da palavra, consistindo essa peste da linguagem numa perda de força cognoscitiva e de imediaticidade, como um automatismo que tendesse a nivelar a expressão em fórmulas mais genéricas, anônimas, abstratas, a diluir os significados, a embotar os pontos expressivos, a extinguir toda centelha que crepite no encontro das palavras com novas circunstâncias. Não me interessa aqui indagar se as origens dessa epidemia devam ser pesquisadas na política, na ideologia, na uniformidade burocrática, na homogeneização dos mass- -media ou na difusão acadêmica de uma cultura média. O que me interessa são as possibilidades de salvação. A literatura (e talvez somente a literatura) pode criar os anticorpos que coíbam a expansão desse flagelo linguístico. Gostaria de acrescentar não ser apenas a linguagem que me parece atingida por essa pestilência. As imagens, por exemplo, também o foram. Vivemos sob uma chuva ininterrupta de imagens; os media todo-poderosos não fazem outra coisa senão transformar o mundo em imagens, multiplicando-o numa fantasmagoria de jogos de espelhos – imagens que em grande parte são destituídas da necessidade interna que deveria caracterizar toda imagem, como forma e como significado, como força de impor-se à atenção, como riqueza de significados possíveis. Grande parte dessa nuvem de imagens se dissolve imediatamente como os sonhos que não deixam traços na memória; o que não se dissolve é uma sensação de estranheza e mal-estar. Mas talvez a inconsistência não esteja somente na linguagem e nas imagens: está no próprio mundo. O vírus ataca a vida das pessoas e a história das nações torna todas as histórias informes, fortuitas, confusas, sem princípio nem fim. Meu mal-estar advém da perda de forma que constato na vida, à qual procuro opor a única defesa que consigo imaginar: uma ideia da literatura. (CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.)

Considerando o complemento verbal expresso em “[...] q ue coíbam a expansão desse flagelo linguístico .”, assinale a alternativa cujo complemento apresenta a mesma classificação sintática do identificado no trecho anterior.

A “pode criar os anticorpos”.
B “crepite no encontro das palavras”.
C “são as possibilidades de salvação”.
D “a linguagem que me parece atingida”.
E “Vivemos sob uma chuva ininterrupta de imagens”.
Texto associado
Texto para responder a questão. Às vezes me parece que uma epidemia pestilenta tenha atingido a humanidade inteira em sua faculdade mais característica, ou seja, no uso da palavra, consistindo essa peste da linguagem numa perda de força cognoscitiva e de imediaticidade, como um automatismo que tendesse a nivelar a expressão em fórmulas mais genéricas, anônimas, abstratas, a diluir os significados, a embotar os pontos expressivos, a extinguir toda centelha que crepite no encontro das palavras com novas circunstâncias. Não me interessa aqui indagar se as origens dessa epidemia devam ser pesquisadas na política, na ideologia, na uniformidade burocrática, na homogeneização dos mass- -media ou na difusão acadêmica de uma cultura média. O que me interessa são as possibilidades de salvação. A literatura (e talvez somente a literatura) pode criar os anticorpos que coíbam a expansão desse flagelo linguístico. Gostaria de acrescentar não ser apenas a linguagem que me parece atingida por essa pestilência. As imagens, por exemplo, também o foram. Vivemos sob uma chuva ininterrupta de imagens; os media todo-poderosos não fazem outra coisa senão transformar o mundo em imagens, multiplicando-o numa fantasmagoria de jogos de espelhos – imagens que em grande parte são destituídas da necessidade interna que deveria caracterizar toda imagem, como forma e como significado, como força de impor-se à atenção, como riqueza de significados possíveis. Grande parte dessa nuvem de imagens se dissolve imediatamente como os sonhos que não deixam traços na memória; o que não se dissolve é uma sensação de estranheza e mal-estar. Mas talvez a inconsistência não esteja somente na linguagem e nas imagens: está no próprio mundo. O vírus ataca a vida das pessoas e a história das nações torna todas as histórias informes, fortuitas, confusas, sem princípio nem fim. Meu mal-estar advém da perda de forma que constato na vida, à qual procuro opor a única defesa que consigo imaginar: uma ideia da literatura. (CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.)

Alguns elementos são empregados no texto com o objetivo de estabelecer conexões entre as ideias que são introduzidas, assim como realizar a sua manutenção. A partir de tal consideração, assinale a afirmativa correta.

A A expressão “ essa peste da linguagem ” é empregada com o objetivo de introduzir no texto a referência à problemática apresentada.
B Em “ como um automatismo que tendesse a nivelar ”, o termo “que” contribui para a manutenção de elemento já apresentado no texto.
C O emprego do termo “que” em “ toda centelha que crepite no encontro das palavras ” estabelece efeito de comparação entre “centelha” e “encontro de palavras”.
D O trecho “ Mas talvez a inconsistência ” tem como principal finalidade estabelecer com o parágrafo anterior um acréscimo da informação em sua continuidade textual.
E O emprego do pronome em “ As imagens, por exemplo, também o foram. ” pode ser identificado como exemplo do expresso no enunciado da questão em sua totalidade.

No estoque de um hemocentro, há apenas bolsas de sangue com os tipos A e B . Sabe-se que 65% das bolsas de sangue são do tipo A . Além disso, 80% das bolsas nesse estoque possuem fator Rh negativo. Considerando as bolsas com fator Rh negativo, 30% delas são do tipo B . Qual a porcentagem de bolsas nesse estoque são do tipo A com fator Rh positivo?

A 9%
B 15%
C 24%
D 44%
E 56%