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Texto associado
A importância do papel do farmacêutico na Atenção Básica A Assistência Farmacêutica envolve um conjunto de atividades/ações que são: a seleção, programação, aquisição, distribuição, dispensação, garantia de qualidade dos produtos e serviços, bem como a sua avaliação e acompanhamento de sua utilização, com o objetivo de obter resultados fidedignos e a melhoria na qualidade de vida da população. Para organização e planejamento da assistência farmacêutica, é necessário que se disponha de recursos humanos qualificados na área da farmácia, aptos para lidar com diversos aspectos dos medicamentos. [...] No Brasil, a Assistência Farmacêutica é considerada como um conjunto de procedimentos necessários à promoção, prevenção e recuperação da saúde, individual e coletiva, centrado no medicamento, englobando as atividades de pesquisa, produção, distribuição, armazenamento, prescrição e dispensação, esta última entendida como o ato essencialmente de orientação quanto ao uso adequado dos medicamentos e sendo privativa do profissional farmacêutico. A Assistência Farmacêutica compõe um dos sistemas de apoio à atenção à saúde, com o sistema de apoio diagnóstico e terapêutico e os sistemas de informação em saúde, com o objetivo na garantia do acesso e do uso racional de medicamentos. Uma ferramenta importante que compõe a Assistência Farmacêutica é a gestão técnica da assistência farmacêutica. Ela se caracteriza como um conjunto de atividades farmacêuticas interdependentes e focadas na qualidade, no acesso e no uso racional de medicamentos, ou seja, na produção, seleção, programação, aquisição, distribuição, armazenamento e dispensação dos medicamentos. Dessa forma, a Assistência Farmacêutica constitui um componente da política de medicamentos, essencial no sistema de saúde, sendo prioritária e imperativa a sua definição, organização e estruturação nos diversos níveis de atenção à saúde, com ênfase no setor público, no marco da “transformação do novo modelo assistencial de vigilância à saúde”. O farmacêutico tem função importante na Assistência Farmacêutica, na medida em que é o único profissional da equipe de saúde que tem sua formação técnico-científica fundamentada na articulação de conhecimentos das áreas biológicas e exatas. Em relação à atividade do farmacêutico neste teatro de operações, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu que esse é o profissional com melhor capacitação para conduzir as ações destinadas à melhoria do acesso e promoção do uso racional dos medicamentos, sendo ele indispensável para organizar os serviços de apoio necessários para o desenvolvimento pleno da assistência farmacêutica. (dos Santos V. B., da Rosa P. S., Leite F.M.C. A importância do papel do farmacêutico na Atenção Básica. RBPS [Internet]. Em: outubro de 2017. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/rbps/article/view/17715. Adaptado.)

A ocorrência do acento grave indicando o fenômeno da crase em “ n ecessários à promoção ” (3º§) pode ser justificada, pois:

A A regência verbal indica a exigência da preposição mediante o termo regido.
B A expressão “ à promoção ” se apresenta como uma locução adverbial feminina.
C O termo regente trata de vocábulo que caracteriza e especifica o vocábulo “conjunto”.
D Há presença de preposição obrigatória acrescida do artigo feminino diante do termo regido.
Texto associado
O câncer cada vez mais próximo da cura Ao realizar uma pesquisa breve no portal de periódicos da Capes, uma das principais referências nacionais no que se refere aos acervos das produções acadêmicas, é possível notar que há 203 resultados para o termo cura do câncer somente nos últimos dois anos. Isso nos ajuda a pressupor uma ideia óbvia: há um desejo incontido dos pesquisadores por tratamentos que tornem o câncer bem menos letal. Os tratamentos convencionais, principalmente a radioterapia e a quimioterapia, dão uma contribuição importante, mas esbarram fortemente em efeitos colaterais que comprometem a qualidade de vida do paciente durante o combate ao tumor. Minimizar esse sofrimento e potencializar as chances de cura são, portanto, duas estratégias sobre as quais a ciência se debruça todos os dias. Uma das respostas mais importantes nesse sentido, se não a mais, vem sendo o CAR-T Cell. A técnica é uma revolução na imunoterapia e no combate a alguns tipos de câncer, especialmente a leucemia linfoblástica aguda (LLA), o linfoma não-Hodgkin (LNH) e o mieloma múltiplo. O tratamento consiste na extração de algumas células T, que atuam no sistema imunológico, do próprio paciente. Essas células são então programadas para combater as células cancerígenas, e na sequência são reinseridas no corpo do paciente. Há uma multiplicação de casos de pacientes que simplesmente se livraram do câncer. Um deles ganhou recentemente uma atenção ampla nos sites de notícias nacionais. Um brasileiro de 61 anos, diagnosticado com linfoma não-Hodgkin, já havia passado por 45 sessões de quimioterapia sem sucesso, e estava prestes a ser conduzido a cuidados paliativos. Depois de se submeter à imunoterapia com CAR-T Cell, o câncer simplesmente desapareceu. O grande salto da ciência hoje em relação ao tratamento é sua expansão para outros tipos de câncer. O procedimento é visto como a grande esperança contra os tumores sólidos, como de próstata, de mama e de cérebro. Se a cura do câncer figura entre os temas recorrentes da Capes, não podemos nos furtar de dizer que alguma parte desse acervo é composta também por produções científicas que tratam dos avanços do CAR-T Cell para novas fronteiras. Hoje, esses estudos se debruçam principalmente sobre a genética do câncer. Grosseiramente, é como se a ciência estivesse produzindo um manual de instruções sobre cada câncer para, através dessa imunoterapia, reprogramar as células T para atacar pontualmente o problema identificado no seu organismo de origem. É possível classificar, portanto, como uma tendência as chances de já nos próximos anos esse tratamento ser expandido para novos tipos de tumores que hoje ainda não estão no radar da ciência. O CAR-T Cell é um procedimento que pode levar à cura do câncer. E isso leva a comunidade científica a alimentar a esperança de que a profusão de relatos favoráveis à cura logo serão o tema principal das produções acadêmicas neste campo. Quem viver verá. (Guilherme Muzzi. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Acesso em: fevereiro de 2025.)

Analise os trechos a seguir:

I. “ Isso nos ajuda a pressupor uma ideia óbvia: há um desejo incontido dos pesquisadores por tratamentos que tornem o câncer bem menos letal.” (1º§)

II. “[...] mas esbarram fortemente em efeitos colaterais que comprometem a qualidade de vida do paciente durante o combate ao tumor .” (2º§)

III. “[...] que atuam no sistema imunológico, do próprio paciente .” (3º§) Em relação aos termos “que” destacados nos trechos anteriores, pode-se afirmar que:

A Apresentam a mesma função sintática, além de contribuir com a construção da coesão textual.
B Poderiam ser substituídos pelo pronome relativo “ cujo ” (e variações), mantendo-se a coesão textual original.
C São fundamentais para entendimento da ação verbal, sendo responsáveis pela introdução dos complementos verbais.
D No trecho I destacado, o “ que ” poderia ser omitido desde que a expressão “ que tornem ” fosse substituída por “ tornando ”, mantendo-se o sentido original.
Texto associado
Texto I A conduta ética do servidor público não é apenas uma questão de comportar-se de acordo com o que é permitido. O essencial da conduta é a orientação interna que ele (servidor) dá a suas ações: a motivação, o esmero, o gosto com que realiza seu ofício para cumprir seus deveres ou para fazer mais do que a função lhe prescreve. Há certos aspectos do serviço público que não se medem pelo simples cumprimento exterior das normas, mas pela qualidade com que as regras são observadas. Quantas vezes nossas leis são cumpridas “na letra”, mas não no seu “espírito”? A conduta, portanto, leva em conta a escolha consciente do agente. (Ética e Serviço Público. Módulo 3 - A Conduta no Serviço Público. Escola Nacional de Administração Pública – ENAP. Adaptado.) Texto II A Justiça Estadual é responsável por julgar matérias que não sejam da competência dos demais segmentos do Judiciário – Federal, do Trabalho, Eleitoral e Militar, o que significa que sua competência é residual, apesar de englobar o maior volume de processos judiciais. Cada uma das unidades da Federação tem a atribuição de organizar a sua justiça. Do ponto de vista administrativo, a Justiça Estadual é estruturada em duas instâncias ou graus de jurisdição: Primeiro grau: composto pelos juízes de Direito estaduais. Segundo grau: representado pelos Tribunais de Justiça. Nestes, os magistrados são desembargadores, que têm entre as principais atribuições o julgamento de demandas de competência originária e de recursos interpostos contra decisões proferidas no primeiro grau. (Disponível em: https://www.cnj.jus.br/. Acesso em: maio de 2024. Adaptado.)

Sobre a organização do Estado e de sua gestão e os agentes públicos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) A Administração Pública, para além do emprego convencional do termo para designar fundamentalmente o aparelho estatal e suas relações, diz também com a função gerencial, mais orientada para a noção de administrar a coisa pública (processo), ao passo que a organização, a despeito da inarredável interdependência, mais se aproxima do senso de instrumento (estrutura).

( ) Delinear os traços predominantemente mecanicistas da Administração Pública e suas implicações para a gestão das políticas públicas contribui para a compreensão dos fenômenos organizacionais transversais à gestão de pessoas no setor público.

( ) A organização pública é a expressão predominantemente instrumental da Administração Pública, explicitando o modo de compreender e organizar pessoas e suas relações formais e informais, observada uma multiplicidade de objetivos em movimentos de acomodação, cultura, tecnologias, processos e recursos das demais ordens. A sequência está correta em

A V, V, V.
B V, F, V.
C F, V, F.
D F, F, V.
Texto associado
Haga la lectura del texto para contestar la cuestione. Comida chatarra: por qué los alimentos “malos” saben tan bien Todos sabemos que nos hace mal y que la debemos evitar. Pero ¿qué hace que la comida chatarra sea tan irresistiblemente Buena? Eso le consultó un oyente a los “detectives científicos” de la BBC, el biólogo Adam Rutherford y la matemática Hannah Fry, presentadores del programa de radio “Los casos curiosos de Rutherford y Fry”, que se dedica a investigar misterios de la vida diaria enviados por el público. “¿Por qué la comida mala sabe tan bien?”, preguntó Alan Fouracre desde Nueva Zelanda, aclarando que se refería a cosas como “salchichas, papas fritas y chocolate”. Huele rico “Lo que impulsa nuestro antojo es nuestro olfato”, explicó el experto. El olor a cierto tipo de comida hace que nuestro sistema digestivo se encienda y reclame ser alimentado. Y una vez que la comida está en nuestra boca, también es nuestra nariz la que nos permite sentir toda la sutileza de su sabor. “Son miles de sabores, es algo muy sofisticado”, detalló Miodownik. El papel que juega el olfato explica por qué muchas de estas comidas – por ejemplo una hamburguesa o el tocino fritonos resultan irresistibles cuando están calientes, pero ya no nos interesan frías. ¿Y las gaseosas? Pero si el calor es un factor importante para explicar la atracción de la comida chatarra, ¿qué pasa con las gaseosas, consideradas unas de las principales culpables del aumento de la obesidad en el mundo? O con el chocolate y las golosinas, que nos cuesta tanto comer en moderación. Una de las expertas en alimentos más reconocida del mundo, la profesora Linda Bartoshuk de la Universidad de Florida, le explicó al programa por qué los alimentos llenos de azúcar nos atraen tanto. “El combustible para el cerebro es la glucosa, que es dulce, y a lo largo de la evolución nuestros cerebros se han desarrollado de tal forma de hacernos amar lo dulce, porque lo necesitamos”, señaló. Esto explica por qué salimos en busca de alimentos dulces y por qué los disfrutamos tanto. Bartoshuk señala que esta conexión “viene de nacimiento” e incluso antes: se ha comprobado que hasta los fetos disfrutan de lo dulce. El aspecto psicológico “Cuando clasificas una comida como mala creas una sensación de culpa de comerlo que lleva a pensar que eso debe ser particularmente placentero y puede hacerlo más difícil de resistir”, opinó Anthony Warner, quien escribe sobre comida bajo el pseudónimo The Angry Chef (el chef enojado). “Es como poner esa comida sobre un pedestal y convertirla en comida prohibida. Hará que la desees más”, señaló. Según Warner, la gente más culposa suele ser la que tiene menos control sobre lo que come y a la que más le cuesta mejorar sus hábitos alimenticios. “Al llamarla mala la haces más difícil de resistir”, aseguró. Entonces, ¿cuál es la solución para comer más sano, según los detectives científicos de la BBC? “Come con moderación y disfrútalo. Necesitamos grasas, azúcares y alimentos salados”. “Tan solo no comas demasiado”. (Disponible en: < https://www.bbc.com/mundo/noticias-46613759>. Acceso el: 25/08/2024. Adaptado.)

Considere el término subrayado en “Cuando clasificas una comida como mala creas una sensación de culpa de comerlo que lleva a pensar que eso debe ser particularmente placentero [...] ” (18º§) Son palabras que podrían sustituirlo, sin cambio de sentido, EXCEPTO:

A Molesto.
B Apacible.
C Atractivo.
D Agradable.
Texto associado
Haga la lectura del texto para contestar la cuestione. Comida chatarra: por qué los alimentos “malos” saben tan bien Todos sabemos que nos hace mal y que la debemos evitar. Pero ¿qué hace que la comida chatarra sea tan irresistiblemente Buena? Eso le consultó un oyente a los “detectives científicos” de la BBC, el biólogo Adam Rutherford y la matemática Hannah Fry, presentadores del programa de radio “Los casos curiosos de Rutherford y Fry”, que se dedica a investigar misterios de la vida diaria enviados por el público. “¿Por qué la comida mala sabe tan bien?”, preguntó Alan Fouracre desde Nueva Zelanda, aclarando que se refería a cosas como “salchichas, papas fritas y chocolate”. Huele rico “Lo que impulsa nuestro antojo es nuestro olfato”, explicó el experto. El olor a cierto tipo de comida hace que nuestro sistema digestivo se encienda y reclame ser alimentado. Y una vez que la comida está en nuestra boca, también es nuestra nariz la que nos permite sentir toda la sutileza de su sabor. “Son miles de sabores, es algo muy sofisticado”, detalló Miodownik. El papel que juega el olfato explica por qué muchas de estas comidas – por ejemplo una hamburguesa o el tocino fritonos resultan irresistibles cuando están calientes, pero ya no nos interesan frías. ¿Y las gaseosas? Pero si el calor es un factor importante para explicar la atracción de la comida chatarra, ¿qué pasa con las gaseosas, consideradas unas de las principales culpables del aumento de la obesidad en el mundo? O con el chocolate y las golosinas, que nos cuesta tanto comer en moderación. Una de las expertas en alimentos más reconocida del mundo, la profesora Linda Bartoshuk de la Universidad de Florida, le explicó al programa por qué los alimentos llenos de azúcar nos atraen tanto. “El combustible para el cerebro es la glucosa, que es dulce, y a lo largo de la evolución nuestros cerebros se han desarrollado de tal forma de hacernos amar lo dulce, porque lo necesitamos”, señaló. Esto explica por qué salimos en busca de alimentos dulces y por qué los disfrutamos tanto. Bartoshuk señala que esta conexión “viene de nacimiento” e incluso antes: se ha comprobado que hasta los fetos disfrutan de lo dulce. El aspecto psicológico “Cuando clasificas una comida como mala creas una sensación de culpa de comerlo que lleva a pensar que eso debe ser particularmente placentero y puede hacerlo más difícil de resistir”, opinó Anthony Warner, quien escribe sobre comida bajo el pseudónimo The Angry Chef (el chef enojado). “Es como poner esa comida sobre un pedestal y convertirla en comida prohibida. Hará que la desees más”, señaló. Según Warner, la gente más culposa suele ser la que tiene menos control sobre lo que come y a la que más le cuesta mejorar sus hábitos alimenticios. “Al llamarla mala la haces más difícil de resistir”, aseguró. Entonces, ¿cuál es la solución para comer más sano, según los detectives científicos de la BBC? “Come con moderación y disfrútalo. Necesitamos grasas, azúcares y alimentos salados”. “Tan solo no comas demasiado”. (Disponible en: < https://www.bbc.com/mundo/noticias-46613759>. Acceso el: 25/08/2024. Adaptado.)

Considere el término subrayado en “O con el chocolate y las golosinas, que nos cuesta tanto comer en moderación .” (12º§) Es correcto decir que él podría ser sustituido, sin cambio de sentido, por los términos abajo, EXCEPTO:

A Cordura.
B Sensatez.
C Mercancía.
D Templanza.
Texto associado
El texto contextualiza la pregunta. Léelo atentamente. La integración regional en Latinoamérica El tema de la integración regional es un asunto ampliamente discutido por muchos investigadores de Relaciones Internacionales, Geografía, Economía y otras ciencias. El proceso de integración regional entre Estados nacionales sucede, básicamente, cuando se mezclan, confunden y fusionan de forma voluntaria con sus vecinos. Al hacerlo, estos Estados pierden ciertos atributos fácticos de la soberanía, ya que adoptan nuevas técnicas para resolver en conjunto sus conflictos. Es destacable que América Latina haya intentado diferentes estrategias de cooperación e integración a lo largo de las últimas décadas. La región tiene diversas organizaciones subregionales de integración como, por ejemplo, la Comunidad Andina de Naciones (CAN), la Asociación Latinoamericana de Integración (ALADI) y el Mercado Común del Sur (MERCOSUR). Sin embargo, estas organizaciones no han logrado mostrarse actores coherentemente unificados, aunque tengan intereses en común. Por lo tanto, esta es la mayor dificultad de estos países latinos, o sea, trabajar juntos en la búsqueda de soluciones no necesariamente enfocadas a nivel nacional, sino de toda la región latinoamericana. Varios investigadores han analizado cuáles son las causas de estos obstáculos para la unificación en Latinoamérica. Además de los problemas de la falta de coordinación de políticas comerciales comunes, los inconvenientes causados por la pobreza, la desigualdad social y la corrupción tienen una presencia negativa responsable de gran parte de las dificultades para alcanzar una Latinoamérica integrada. Otro punto que parece recibir pocas inversiones para ampliar la conexión de Latinoamérica es la cuestión cultural. La región tiene diversos aspectos culturales en común, inclusive la misma lengua hablada en, por lo menos, 18 países de su espacio geográfico. No obstante, se puede inferir que este factor no influye significativamente para la integración de América Latina, es decir, somos parecidos y tenemos intereses en común, pero insistimos en actuar separadamente. Así mismo, la ausencia de más políticas culturales que puedan integrar mejor a los países dificulta el acceso a la cultura entre ellos. (Oliveira Cardoso, Larissa – Revista de Estudios Brasileños – Universidad de Salamanca Adapt.)

Tras el análisis del siguiente fragmento del artículo y el conocimiento sobre tiempos verbales , enseñala la opción que trae la mejor comprensión, en portugués, para la locución verbal destacada: “Es destacable que América Latina haya intentado diferentes estrategias de cooperación […] ” (2º§)

A tem tentado
B se faz tentar
C está tentando
D tenha tentado
Texto associado
O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente. Mulher, 43 anos, com dor articular em punhos, articulações metacarpofalangeanas, joelhos, totalizando onze articulações. Fator reumatoide positivo em baixos títulos, proteína C reativa normal, com duração de oito semanas.

Qual é a medicação de primeira escolha para o início do tratamento?

A Prednisona.
B Leflunomida.
C Tocilizumabe.
D Metotrexato.
E Adalimumabe.
Texto associado
As informações a seguir contextualizam a questão. Leia-as atentamente. É reconhecido que o rastreio universal do câncer de próstata pelo exame digital retal e pela medida do Antígeno Prostático Específico (PSA) no sangue é controverso; a literatura traz dados conflitantes, especialmente com relação aos prejuízos potenciais versus impacto na mortalidade. Dessa forma, USPSTF concluiu que a decisão de se submeter à triagem periódica baseada na medida do PSA deve ser individual e incluir a discussão dos possíveis benefícios e danos da triagem com o seu médico.

Para o rastreamento, atualmente, foi desenvolvido um índice denominado PHI, do inglês Prostate Health Index, que relaciona:

A Isoforma p2PSA; PSA total; e, densidade do PSA.
B Isoforma p2PSA; PSA total; e, fração livre do PSA.
C Densidade do PSA; PSA total; e, fração livre do PSA.
D Velocidade do PSA; PSA total; e, fração livre do PSA.
E Isoforma p2PSA; densidade do PSA; e, fração livre do PSA.
Texto associado
A outra noite Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa de táxi, encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de Lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal. Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim: – O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo luar lá em cima? Confirmei: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra – pura, perfeita e linda. – Mas, que coisa... Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa. – Ora, sim senhor... E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse um “boa noite” e um “muito obrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes, como se eu lhe tivesse feito um presente de rei. (BRAGA, Rubem. In: Para gostar de ler – Volume II. São Paulo: Ática, 1992.)

Considerando o significado contextual e as regras de pontuação, analise as afirmativas a seguir.

I. O travessão usado antes de “pura, perfeita e linda.” (4º§) pode ser substituído por dois-pontos.

II. No segmento, “Depois que o meu amigo desceu do carro, [...]” (2º§), a expressão “o meu amigo” poderia estar entre vírgulas de acordo com a norma padrão da língua.

III. No trecho: “[...] como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.” (8º§), caso fosse acrescentado “ou seja algo maravilhoso”, a expressão “ou seja” deveria estar entre vírgulas. Está correto o que se afirma apenas em

A I.
B III.
C I e III.
D II e III.
Texto associado
Texto para responder a questão 35 anos de ambição democrática A Constituição brasileira está sob ameaça dos gabinetes, dos porões e da hermenêutica. Aniversários da Constituição de 1988 costumam ter, entre juristas, um certo tom triunfalista. Mesmo que reconheçam frustrações, balanços quinquenais raramente deixavam de enfatizar uma linha de progresso no desenvolvimento constitucional do país. Sua longevidade (a terceira maior da nossa história) seria fruto da virtude da resiliência e do compromisso com o Estado de Direito. Essas convicções, se um dia fizeram sentido, estão abaladas neste 5 de outubro de 2023. O senso de retrocesso e de risco de ruptura cresceram na última década. Até entre juristas pollyanna , que olham para o mundo real e só enxergam avanços, o cenário já não está tão cor-de-rosa. Produto da Assembleia Constituinte mais democrática que já tivemos, apesar de um Congresso pouco representativo, o texto final foi impactado pela participação de movimentos sociais. Para o bem. Houve também concessões às corporações. Para o mal. Nessa Constituição heterodoxa e sincrética, um acordo possível acima de partidos, havia mensagem de rechaço ao passado e olhar de mudança para o futuro. A promessa de valorização da vida, da liberdade, da igualdade e da não discriminação não foi só retórica e simbólica. O texto previu motores para implementação de direitos. O SUS e o sistema de educação pública, subfinanciados, foram as maiores conquistas civilizatórias, ao lado da proteção ambiental, de comunidades indígenas e quilombolas. O PIBB (Produto Interno da Brutalidade Brasileira) segue crescendo. A sociedade que se pretendia “fraterna, pluralista e sem preconceitos” mata como nunca. Os números de homicídios giram em torno de 50 mil por ano (quase 80% de pessoas negras). Como em nenhum outro lugar, a polícia continua a matar (quase 7.000 em 2022) e a morrer (161 policiais). Fomos vice- -campeões em assassinatos de ambientalistas no ano passado. Em assassinatos de jornalistas, fomos melhores que Haiti, México e Ucrânia. Estamos entre os cinco que mais matam mulheres e crianças. Matamos pessoas trans como nenhum país. A população carcerária cresceu 20% nos últimos cinco anos. É a terceira do mundo em números absolutos e a 14ª per capita . Prisões têm sido centros de treinamento gratuitos para o crime organizado, que expande seus membros no sistema político. O STF continua a manter ladrão de shampoo na prisão. A Constituição de 1988 ainda busca mais operadores que lhe façam justiça. Afinal, não basta um bom texto, bons valores, boa arquitetura. O constitucionalismo precisa de autoridades que abracem a missão com apuro moral e jurídico. Nossas Casas parlamentares continuam a ser, em índices de exclusão, comparáveis a países fundamentalistas. (Conrado Hübner Mendes, professor de direito constitucional da USP, doutor em direito e ciência política e membro do Observatório Pesquisa, Ciência e Liberdade – SBPC. Folha de São Paulo. Acesso em: 04/10/2023.)

“Essas convicções, se um dia fizeram sentido, estão abaladas neste 5 de outubro de 2023.” (2º§). Considerando os aspectos morfológico e semântico da partícula em destaque, assinale a afirmativa de resposta em que a partícula “se” possui o mesmo sentido.

A Como em nenhum outro lugar, mata-se e morre-se. Os números por homicídio giram em torno de 50.000 por ano (quase 80% de pessoas negras).
B Se promulgada pela Assembleia constituinte mais representativa que já tivemos, a Constituição poderia contemplar a diversidade do povo brasileiro.
C Prisões têm sido centros de treinamento gratuitos para o crime organizado, que se expande para o sistema político. O STF continua a manter ladrão de shampoo na prisão.
D O constitucionalismo precisa de autoridades com apuro moral e jurídico que se abracem. Nossas Casas Parlamentares continuam a ser comparáveis a países fundamentalistas.