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“Fui a la policía para que dejaran de usar la foto de mi hija como un meme” 27 noviembre 2023. Evelyn Orozimbo, una madre brasileña de 26 años, publicó un video en julio para condenar una situación que la enojaba desde el año pasado: las críticas a la imagen de su hija en las redes sociales. “Maldecían su apariencia, le deseaban cosas horribles y leía comentarios como: ‘Si fuera mi hija, la mataría’”, dice Evelyn en un extracto del video. Se grabó a sí misma en un momento de desesperación, luego de comprobar que la imagen de su hija recién nacida se compartía como un chiste en internet. “Me impactó mucho, me sentí muy mal”, le cuenta a BBC Brasil. “Me sentí impotente y culpable porque no podía controlar estas publicaciones con su imagen”. La situación comenzó en septiembre de 2022, cuando Evelyn publicó un video que mostraba la evolución de los primeros meses de su hija, en un perfil de Instagram donde compartía su rutina como madre. Asegura que el video se volvió viral semanas después de su publicación: tuvo 7 millones de visitas y se convirtió en un problema para ella. “El video se viralizó porque estaban hablando de cómo se veía mi hija recién nacida. No hubo elogios en ningún momento, sólo comentarios negativos sobre ella”, afirma. “No sé de dónde salió esto ni quién empezó a compartirlo y lo hizo viral de una forma tan negativa”, añade. Su hija se convirtió en un meme y blanco de comentarios ofensivos. La madre comenzó a recibir críticas por exponer a la niña en internet. En poco tiempo, la imagen de la recién nacida acabó en publicaciones en páginas de humor y videos de influencers digitales. La niña se convirtió en un ejemplo de “bebé feo”. “Seguí pensando que si no hubiera publicado ese video, nada de esto habría sucedido”, lamenta. Evelyn denunció el caso a la policía, pero asegura que no se hizo nada. Ahora recurrirá a los tribunales. La difusión del meme Desde que el video se volvió viral, las capturas de pantalla de la imagen de la recién nacida han ido en aumento. Evelyn encontró la foto de su hija en X (antes Twitter). En algunas publicaciones se alteró la imagen y le agrandaron los ojos, la nariz y la boca. “Creo que estas personas son cobardes, especialmente porque están en internet”, dice Evelyn indignada. “Fue horrible. Sentí mucha ira y odio. Quería insultar a la gente que estaba haciendo esto con la imagen de mi hija”, subraya. En ese momento, la niña estaba cerca de cumplir 1 año y Evelyn dice que el meme le hizo pensar en no celebrar la fecha. “Me sentí muy mal anímicamente y casi desisto de la fiesta que estaba organizando.” Al final decidió seguir adelante con la celebración. Creía que con el paso de los meses dejarían de compartir la imagen de su hija y los comentarios ofensivos. “Pero las cosas sólo empeoraron.” “Me criticaron por compartir la foto de mi hija” Incluso después del informe policial, el meme siguió compartiéndose. La situación empeoró, dice Evelyn, cuando comenzaron a usar la imagen de la niña en videos de “broma” en TikTok e Instagram en los que una persona muestra la foto a un miembro de la familia como un ejemplo de “bebé feo” y registra su reacción. “Cuando me alertaron de que estaban usando así la foto de mi hija no quise verla, pero la indignación era tan grande que terminé viéndola”, relata. Fue durante este período, a finales de julio, que Evelyn se sinceró en un video en el que habló de lo que estaba pasando y pidió que dejaran de usar la imagen de su hija. “Entonces, la madre se equivoca [por haber publicado un video de su hija] y tienen razón los que están maldiciendo o agrediendo”, cuestiona en un momento de su video. “La culpa ya no es suficiente, todavía tengo que lidiar con gente que dice: ‘Ah, es un meme, es gracioso’. Claro, amor, no es tu hijo, no es tu familiar, no es nada tuyo”, afirma. El video del arrebato de Evelyn tuvo 9,7 millones de visitas y más de 640 mil me gusta solo en TikTok. (Disponible en: < https://www.bbc.com. Acceso el: 02 de marzo 2023. Adaptado.)

Es correcto decir que, tras publicar un video en su red social, Evelyn se puso enojada porque criticaron:

A La apariencia de su hija.
B La estructura de su casa.
C La baja calidad de imagen de su video.
D El bajo número de visitas que recibió su video.
Texto associado
“Fui a la policía para que dejaran de usar la foto de mi hija como un meme” 27 noviembre 2023. Evelyn Orozimbo, una madre brasileña de 26 años, publicó un video en julio para condenar una situación que la enojaba desde el año pasado: las críticas a la imagen de su hija en las redes sociales. “Maldecían su apariencia, le deseaban cosas horribles y leía comentarios como: ‘Si fuera mi hija, la mataría’”, dice Evelyn en un extracto del video. Se grabó a sí misma en un momento de desesperación, luego de comprobar que la imagen de su hija recién nacida se compartía como un chiste en internet. “Me impactó mucho, me sentí muy mal”, le cuenta a BBC Brasil. “Me sentí impotente y culpable porque no podía controlar estas publicaciones con su imagen”. La situación comenzó en septiembre de 2022, cuando Evelyn publicó un video que mostraba la evolución de los primeros meses de su hija, en un perfil de Instagram donde compartía su rutina como madre. Asegura que el video se volvió viral semanas después de su publicación: tuvo 7 millones de visitas y se convirtió en un problema para ella. “El video se viralizó porque estaban hablando de cómo se veía mi hija recién nacida. No hubo elogios en ningún momento, sólo comentarios negativos sobre ella”, afirma. “No sé de dónde salió esto ni quién empezó a compartirlo y lo hizo viral de una forma tan negativa”, añade. Su hija se convirtió en un meme y blanco de comentarios ofensivos. La madre comenzó a recibir críticas por exponer a la niña en internet. En poco tiempo, la imagen de la recién nacida acabó en publicaciones en páginas de humor y videos de influencers digitales. La niña se convirtió en un ejemplo de “bebé feo”. “Seguí pensando que si no hubiera publicado ese video, nada de esto habría sucedido”, lamenta. Evelyn denunció el caso a la policía, pero asegura que no se hizo nada. Ahora recurrirá a los tribunales. La difusión del meme Desde que el video se volvió viral, las capturas de pantalla de la imagen de la recién nacida han ido en aumento. Evelyn encontró la foto de su hija en X (antes Twitter). En algunas publicaciones se alteró la imagen y le agrandaron los ojos, la nariz y la boca. “Creo que estas personas son cobardes, especialmente porque están en internet”, dice Evelyn indignada. “Fue horrible. Sentí mucha ira y odio. Quería insultar a la gente que estaba haciendo esto con la imagen de mi hija”, subraya. En ese momento, la niña estaba cerca de cumplir 1 año y Evelyn dice que el meme le hizo pensar en no celebrar la fecha. “Me sentí muy mal anímicamente y casi desisto de la fiesta que estaba organizando.” Al final decidió seguir adelante con la celebración. Creía que con el paso de los meses dejarían de compartir la imagen de su hija y los comentarios ofensivos. “Pero las cosas sólo empeoraron.” “Me criticaron por compartir la foto de mi hija” Incluso después del informe policial, el meme siguió compartiéndose. La situación empeoró, dice Evelyn, cuando comenzaron a usar la imagen de la niña en videos de “broma” en TikTok e Instagram en los que una persona muestra la foto a un miembro de la familia como un ejemplo de “bebé feo” y registra su reacción. “Cuando me alertaron de que estaban usando así la foto de mi hija no quise verla, pero la indignación era tan grande que terminé viéndola”, relata. Fue durante este período, a finales de julio, que Evelyn se sinceró en un video en el que habló de lo que estaba pasando y pidió que dejaran de usar la imagen de su hija. “Entonces, la madre se equivoca [por haber publicado un video de su hija] y tienen razón los que están maldiciendo o agrediendo”, cuestiona en un momento de su video. “La culpa ya no es suficiente, todavía tengo que lidiar con gente que dice: ‘Ah, es un meme, es gracioso’. Claro, amor, no es tu hijo, no es tu familiar, no es nada tuyo”, afirma. El video del arrebato de Evelyn tuvo 9,7 millones de visitas y más de 640 mil me gusta solo en TikTok. (Disponible en: < https://www.bbc.com. Acceso el: 02 de marzo 2023. Adaptado.)

Si se considera la pronunciación mayoritaria en Latinoamérica, es correcto decir que todos los pasajes contienen subrayado un término heterotónico, EXCEPTO:

A “La madre comenzó a recibir críticas por exponer a la niña en internet.” (9º§)
B “Evelyn denunció el caso a la policía , pero asegura que no se hizo nada.” (13º§)
C “Asegura que el video se volvió viral semanas después de su publicación: [...]” (6º§)
D “No hubo elogios en ningún momento, sólo comentarios negativos sobre ella […]” (7º§)
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“Fui a la policía para que dejaran de usar la foto de mi hija como un meme” 27 noviembre 2023. Evelyn Orozimbo, una madre brasileña de 26 años, publicó un video en julio para condenar una situación que la enojaba desde el año pasado: las críticas a la imagen de su hija en las redes sociales. “Maldecían su apariencia, le deseaban cosas horribles y leía comentarios como: ‘Si fuera mi hija, la mataría’”, dice Evelyn en un extracto del video. Se grabó a sí misma en un momento de desesperación, luego de comprobar que la imagen de su hija recién nacida se compartía como un chiste en internet. “Me impactó mucho, me sentí muy mal”, le cuenta a BBC Brasil. “Me sentí impotente y culpable porque no podía controlar estas publicaciones con su imagen”. La situación comenzó en septiembre de 2022, cuando Evelyn publicó un video que mostraba la evolución de los primeros meses de su hija, en un perfil de Instagram donde compartía su rutina como madre. Asegura que el video se volvió viral semanas después de su publicación: tuvo 7 millones de visitas y se convirtió en un problema para ella. “El video se viralizó porque estaban hablando de cómo se veía mi hija recién nacida. No hubo elogios en ningún momento, sólo comentarios negativos sobre ella”, afirma. “No sé de dónde salió esto ni quién empezó a compartirlo y lo hizo viral de una forma tan negativa”, añade. Su hija se convirtió en un meme y blanco de comentarios ofensivos. La madre comenzó a recibir críticas por exponer a la niña en internet. En poco tiempo, la imagen de la recién nacida acabó en publicaciones en páginas de humor y videos de influencers digitales. La niña se convirtió en un ejemplo de “bebé feo”. “Seguí pensando que si no hubiera publicado ese video, nada de esto habría sucedido”, lamenta. Evelyn denunció el caso a la policía, pero asegura que no se hizo nada. Ahora recurrirá a los tribunales. La difusión del meme Desde que el video se volvió viral, las capturas de pantalla de la imagen de la recién nacida han ido en aumento. Evelyn encontró la foto de su hija en X (antes Twitter). En algunas publicaciones se alteró la imagen y le agrandaron los ojos, la nariz y la boca. “Creo que estas personas son cobardes, especialmente porque están en internet”, dice Evelyn indignada. “Fue horrible. Sentí mucha ira y odio. Quería insultar a la gente que estaba haciendo esto con la imagen de mi hija”, subraya. En ese momento, la niña estaba cerca de cumplir 1 año y Evelyn dice que el meme le hizo pensar en no celebrar la fecha. “Me sentí muy mal anímicamente y casi desisto de la fiesta que estaba organizando.” Al final decidió seguir adelante con la celebración. Creía que con el paso de los meses dejarían de compartir la imagen de su hija y los comentarios ofensivos. “Pero las cosas sólo empeoraron.” “Me criticaron por compartir la foto de mi hija” Incluso después del informe policial, el meme siguió compartiéndose. La situación empeoró, dice Evelyn, cuando comenzaron a usar la imagen de la niña en videos de “broma” en TikTok e Instagram en los que una persona muestra la foto a un miembro de la familia como un ejemplo de “bebé feo” y registra su reacción. “Cuando me alertaron de que estaban usando así la foto de mi hija no quise verla, pero la indignación era tan grande que terminé viéndola”, relata. Fue durante este período, a finales de julio, que Evelyn se sinceró en un video en el que habló de lo que estaba pasando y pidió que dejaran de usar la imagen de su hija. “Entonces, la madre se equivoca [por haber publicado un video de su hija] y tienen razón los que están maldiciendo o agrediendo”, cuestiona en un momento de su video. “La culpa ya no es suficiente, todavía tengo que lidiar con gente que dice: ‘Ah, es un meme, es gracioso’. Claro, amor, no es tu hijo, no es tu familiar, no es nada tuyo”, afirma. El video del arrebato de Evelyn tuvo 9,7 millones de visitas y más de 640 mil me gusta solo en TikTok. (Disponible en: < https://www.bbc.com. Acceso el: 02 de marzo 2023. Adaptado.)

Considere el habla de Evelyn: “ Me sentí impotente y culpable porque no podía controlar estas publicaciones con su imagen.” (4º§). Tras el análisis del término subrayado, es correcto decir que Evelyn sintió que:

A No podía hacer nada.
B Tampoco le gustaba su hija.
C Debía borrar el video de su red social.
D Tenía que agradecerles a sus seguidores por hacer viral su video.
Texto associado
“Fui a la policía para que dejaran de usar la foto de mi hija como un meme” 27 noviembre 2023. Evelyn Orozimbo, una madre brasileña de 26 años, publicó un video en julio para condenar una situación que la enojaba desde el año pasado: las críticas a la imagen de su hija en las redes sociales. “Maldecían su apariencia, le deseaban cosas horribles y leía comentarios como: ‘Si fuera mi hija, la mataría’”, dice Evelyn en un extracto del video. Se grabó a sí misma en un momento de desesperación, luego de comprobar que la imagen de su hija recién nacida se compartía como un chiste en internet. “Me impactó mucho, me sentí muy mal”, le cuenta a BBC Brasil. “Me sentí impotente y culpable porque no podía controlar estas publicaciones con su imagen”. La situación comenzó en septiembre de 2022, cuando Evelyn publicó un video que mostraba la evolución de los primeros meses de su hija, en un perfil de Instagram donde compartía su rutina como madre. Asegura que el video se volvió viral semanas después de su publicación: tuvo 7 millones de visitas y se convirtió en un problema para ella. “El video se viralizó porque estaban hablando de cómo se veía mi hija recién nacida. No hubo elogios en ningún momento, sólo comentarios negativos sobre ella”, afirma. “No sé de dónde salió esto ni quién empezó a compartirlo y lo hizo viral de una forma tan negativa”, añade. Su hija se convirtió en un meme y blanco de comentarios ofensivos. La madre comenzó a recibir críticas por exponer a la niña en internet. En poco tiempo, la imagen de la recién nacida acabó en publicaciones en páginas de humor y videos de influencers digitales. La niña se convirtió en un ejemplo de “bebé feo”. “Seguí pensando que si no hubiera publicado ese video, nada de esto habría sucedido”, lamenta. Evelyn denunció el caso a la policía, pero asegura que no se hizo nada. Ahora recurrirá a los tribunales. La difusión del meme Desde que el video se volvió viral, las capturas de pantalla de la imagen de la recién nacida han ido en aumento. Evelyn encontró la foto de su hija en X (antes Twitter). En algunas publicaciones se alteró la imagen y le agrandaron los ojos, la nariz y la boca. “Creo que estas personas son cobardes, especialmente porque están en internet”, dice Evelyn indignada. “Fue horrible. Sentí mucha ira y odio. Quería insultar a la gente que estaba haciendo esto con la imagen de mi hija”, subraya. En ese momento, la niña estaba cerca de cumplir 1 año y Evelyn dice que el meme le hizo pensar en no celebrar la fecha. “Me sentí muy mal anímicamente y casi desisto de la fiesta que estaba organizando.” Al final decidió seguir adelante con la celebración. Creía que con el paso de los meses dejarían de compartir la imagen de su hija y los comentarios ofensivos. “Pero las cosas sólo empeoraron.” “Me criticaron por compartir la foto de mi hija” Incluso después del informe policial, el meme siguió compartiéndose. La situación empeoró, dice Evelyn, cuando comenzaron a usar la imagen de la niña en videos de “broma” en TikTok e Instagram en los que una persona muestra la foto a un miembro de la familia como un ejemplo de “bebé feo” y registra su reacción. “Cuando me alertaron de que estaban usando así la foto de mi hija no quise verla, pero la indignación era tan grande que terminé viéndola”, relata. Fue durante este período, a finales de julio, que Evelyn se sinceró en un video en el que habló de lo que estaba pasando y pidió que dejaran de usar la imagen de su hija. “Entonces, la madre se equivoca [por haber publicado un video de su hija] y tienen razón los que están maldiciendo o agrediendo”, cuestiona en un momento de su video. “La culpa ya no es suficiente, todavía tengo que lidiar con gente que dice: ‘Ah, es un meme, es gracioso’. Claro, amor, no es tu hijo, no es tu familiar, no es nada tuyo”, afirma. El video del arrebato de Evelyn tuvo 9,7 millones de visitas y más de 640 mil me gusta solo en TikTok. (Disponible en: < https://www.bbc.com. Acceso el: 02 de marzo 2023. Adaptado.)

Considere el pasaje: “Su hija se convirtió en un meme y blanco de comentarios ofensivos.” (9º§). Es correcto decir que el término aquí subrayado no se usa para referirse al color blanco, sino para describir la hija de Evelyn como una persona:

A Desapacible, que a la gente no le agrada.
B Que actúa como periodista y se dedica a los reportes.
C Sobre la que se dispara o a la que se dirige una acción determinada.
D Que comenta regularmente noticias en los medios de comunicación.
Texto associado
“Fui a la policía para que dejaran de usar la foto de mi hija como un meme” 27 noviembre 2023. Evelyn Orozimbo, una madre brasileña de 26 años, publicó un video en julio para condenar una situación que la enojaba desde el año pasado: las críticas a la imagen de su hija en las redes sociales. “Maldecían su apariencia, le deseaban cosas horribles y leía comentarios como: ‘Si fuera mi hija, la mataría’”, dice Evelyn en un extracto del video. Se grabó a sí misma en un momento de desesperación, luego de comprobar que la imagen de su hija recién nacida se compartía como un chiste en internet. “Me impactó mucho, me sentí muy mal”, le cuenta a BBC Brasil. “Me sentí impotente y culpable porque no podía controlar estas publicaciones con su imagen”. La situación comenzó en septiembre de 2022, cuando Evelyn publicó un video que mostraba la evolución de los primeros meses de su hija, en un perfil de Instagram donde compartía su rutina como madre. Asegura que el video se volvió viral semanas después de su publicación: tuvo 7 millones de visitas y se convirtió en un problema para ella. “El video se viralizó porque estaban hablando de cómo se veía mi hija recién nacida. No hubo elogios en ningún momento, sólo comentarios negativos sobre ella”, afirma. “No sé de dónde salió esto ni quién empezó a compartirlo y lo hizo viral de una forma tan negativa”, añade. Su hija se convirtió en un meme y blanco de comentarios ofensivos. La madre comenzó a recibir críticas por exponer a la niña en internet. En poco tiempo, la imagen de la recién nacida acabó en publicaciones en páginas de humor y videos de influencers digitales. La niña se convirtió en un ejemplo de “bebé feo”. “Seguí pensando que si no hubiera publicado ese video, nada de esto habría sucedido”, lamenta. Evelyn denunció el caso a la policía, pero asegura que no se hizo nada. Ahora recurrirá a los tribunales. La difusión del meme Desde que el video se volvió viral, las capturas de pantalla de la imagen de la recién nacida han ido en aumento. Evelyn encontró la foto de su hija en X (antes Twitter). En algunas publicaciones se alteró la imagen y le agrandaron los ojos, la nariz y la boca. “Creo que estas personas son cobardes, especialmente porque están en internet”, dice Evelyn indignada. “Fue horrible. Sentí mucha ira y odio. Quería insultar a la gente que estaba haciendo esto con la imagen de mi hija”, subraya. En ese momento, la niña estaba cerca de cumplir 1 año y Evelyn dice que el meme le hizo pensar en no celebrar la fecha. “Me sentí muy mal anímicamente y casi desisto de la fiesta que estaba organizando.” Al final decidió seguir adelante con la celebración. Creía que con el paso de los meses dejarían de compartir la imagen de su hija y los comentarios ofensivos. “Pero las cosas sólo empeoraron.” “Me criticaron por compartir la foto de mi hija” Incluso después del informe policial, el meme siguió compartiéndose. La situación empeoró, dice Evelyn, cuando comenzaron a usar la imagen de la niña en videos de “broma” en TikTok e Instagram en los que una persona muestra la foto a un miembro de la familia como un ejemplo de “bebé feo” y registra su reacción. “Cuando me alertaron de que estaban usando así la foto de mi hija no quise verla, pero la indignación era tan grande que terminé viéndola”, relata. Fue durante este período, a finales de julio, que Evelyn se sinceró en un video en el que habló de lo que estaba pasando y pidió que dejaran de usar la imagen de su hija. “Entonces, la madre se equivoca [por haber publicado un video de su hija] y tienen razón los que están maldiciendo o agrediendo”, cuestiona en un momento de su video. “La culpa ya no es suficiente, todavía tengo que lidiar con gente que dice: ‘Ah, es un meme, es gracioso’. Claro, amor, no es tu hijo, no es tu familiar, no es nada tuyo”, afirma. El video del arrebato de Evelyn tuvo 9,7 millones de visitas y más de 640 mil me gusta solo en TikTok. (Disponible en: < https://www.bbc.com. Acceso el: 02 de marzo 2023. Adaptado.)

La frase que tiene subrayada una conjunción subordinante que introduce una oración en la cual se expresa una condición se da en:

A “‘ Si fuera mi hija, la mataría’”, dice Evelyn en un extracto del video.” (2º§)
B “[...] tuvo 7 millones de visitas y se convirtió en un problema para ella.” (6º§)
C “Evelyn denunció el caso a la policía, pero asegura que no se hizo nada.” (13º§)
D “La situación empeoró, dice Evelyn, cuando comenzaron a usar la imagen de la niña en videos de ‘broma’ en TikTok e Instagram [...]” (23º§)
Texto associado
“Fui a la policía para que dejaran de usar la foto de mi hija como un meme” 27 noviembre 2023. Evelyn Orozimbo, una madre brasileña de 26 años, publicó un video en julio para condenar una situación que la enojaba desde el año pasado: las críticas a la imagen de su hija en las redes sociales. “Maldecían su apariencia, le deseaban cosas horribles y leía comentarios como: ‘Si fuera mi hija, la mataría’”, dice Evelyn en un extracto del video. Se grabó a sí misma en un momento de desesperación, luego de comprobar que la imagen de su hija recién nacida se compartía como un chiste en internet. “Me impactó mucho, me sentí muy mal”, le cuenta a BBC Brasil. “Me sentí impotente y culpable porque no podía controlar estas publicaciones con su imagen”. La situación comenzó en septiembre de 2022, cuando Evelyn publicó un video que mostraba la evolución de los primeros meses de su hija, en un perfil de Instagram donde compartía su rutina como madre. Asegura que el video se volvió viral semanas después de su publicación: tuvo 7 millones de visitas y se convirtió en un problema para ella. “El video se viralizó porque estaban hablando de cómo se veía mi hija recién nacida. No hubo elogios en ningún momento, sólo comentarios negativos sobre ella”, afirma. “No sé de dónde salió esto ni quién empezó a compartirlo y lo hizo viral de una forma tan negativa”, añade. Su hija se convirtió en un meme y blanco de comentarios ofensivos. La madre comenzó a recibir críticas por exponer a la niña en internet. En poco tiempo, la imagen de la recién nacida acabó en publicaciones en páginas de humor y videos de influencers digitales. La niña se convirtió en un ejemplo de “bebé feo”. “Seguí pensando que si no hubiera publicado ese video, nada de esto habría sucedido”, lamenta. Evelyn denunció el caso a la policía, pero asegura que no se hizo nada. Ahora recurrirá a los tribunales. La difusión del meme Desde que el video se volvió viral, las capturas de pantalla de la imagen de la recién nacida han ido en aumento. Evelyn encontró la foto de su hija en X (antes Twitter). En algunas publicaciones se alteró la imagen y le agrandaron los ojos, la nariz y la boca. “Creo que estas personas son cobardes, especialmente porque están en internet”, dice Evelyn indignada. “Fue horrible. Sentí mucha ira y odio. Quería insultar a la gente que estaba haciendo esto con la imagen de mi hija”, subraya. En ese momento, la niña estaba cerca de cumplir 1 año y Evelyn dice que el meme le hizo pensar en no celebrar la fecha. “Me sentí muy mal anímicamente y casi desisto de la fiesta que estaba organizando.” Al final decidió seguir adelante con la celebración. Creía que con el paso de los meses dejarían de compartir la imagen de su hija y los comentarios ofensivos. “Pero las cosas sólo empeoraron.” “Me criticaron por compartir la foto de mi hija” Incluso después del informe policial, el meme siguió compartiéndose. La situación empeoró, dice Evelyn, cuando comenzaron a usar la imagen de la niña en videos de “broma” en TikTok e Instagram en los que una persona muestra la foto a un miembro de la familia como un ejemplo de “bebé feo” y registra su reacción. “Cuando me alertaron de que estaban usando así la foto de mi hija no quise verla, pero la indignación era tan grande que terminé viéndola”, relata. Fue durante este período, a finales de julio, que Evelyn se sinceró en un video en el que habló de lo que estaba pasando y pidió que dejaran de usar la imagen de su hija. “Entonces, la madre se equivoca [por haber publicado un video de su hija] y tienen razón los que están maldiciendo o agrediendo”, cuestiona en un momento de su video. “La culpa ya no es suficiente, todavía tengo que lidiar con gente que dice: ‘Ah, es un meme, es gracioso’. Claro, amor, no es tu hijo, no es tu familiar, no es nada tuyo”, afirma. El video del arrebato de Evelyn tuvo 9,7 millones de visitas y más de 640 mil me gusta solo en TikTok. (Disponible en: < https://www.bbc.com. Acceso el: 02 de marzo 2023. Adaptado.)

Es correcto decir que las frases abajo tienen subrayados adverbios y expresiones de tiempo, EXCEPTO:

A “La culpa ya no es suficiente, [...]” (27º§)
B “ Ahora recurrirá a los tribunales.” (13º§)
C “‘Me sentí muy mal anímicamente [...]’” (19º§)
D “Incluso después del informe policial, el meme siguió compartiéndose.” (22º§)
Texto associado
“Fui a la policía para que dejaran de usar la foto de mi hija como un meme” 27 noviembre 2023. Evelyn Orozimbo, una madre brasileña de 26 años, publicó un video en julio para condenar una situación que la enojaba desde el año pasado: las críticas a la imagen de su hija en las redes sociales. “Maldecían su apariencia, le deseaban cosas horribles y leía comentarios como: ‘Si fuera mi hija, la mataría’”, dice Evelyn en un extracto del video. Se grabó a sí misma en un momento de desesperación, luego de comprobar que la imagen de su hija recién nacida se compartía como un chiste en internet. “Me impactó mucho, me sentí muy mal”, le cuenta a BBC Brasil. “Me sentí impotente y culpable porque no podía controlar estas publicaciones con su imagen”. La situación comenzó en septiembre de 2022, cuando Evelyn publicó un video que mostraba la evolución de los primeros meses de su hija, en un perfil de Instagram donde compartía su rutina como madre. Asegura que el video se volvió viral semanas después de su publicación: tuvo 7 millones de visitas y se convirtió en un problema para ella. “El video se viralizó porque estaban hablando de cómo se veía mi hija recién nacida. No hubo elogios en ningún momento, sólo comentarios negativos sobre ella”, afirma. “No sé de dónde salió esto ni quién empezó a compartirlo y lo hizo viral de una forma tan negativa”, añade. Su hija se convirtió en un meme y blanco de comentarios ofensivos. La madre comenzó a recibir críticas por exponer a la niña en internet. En poco tiempo, la imagen de la recién nacida acabó en publicaciones en páginas de humor y videos de influencers digitales. La niña se convirtió en un ejemplo de “bebé feo”. “Seguí pensando que si no hubiera publicado ese video, nada de esto habría sucedido”, lamenta. Evelyn denunció el caso a la policía, pero asegura que no se hizo nada. Ahora recurrirá a los tribunales. La difusión del meme Desde que el video se volvió viral, las capturas de pantalla de la imagen de la recién nacida han ido en aumento. Evelyn encontró la foto de su hija en X (antes Twitter). En algunas publicaciones se alteró la imagen y le agrandaron los ojos, la nariz y la boca. “Creo que estas personas son cobardes, especialmente porque están en internet”, dice Evelyn indignada. “Fue horrible. Sentí mucha ira y odio. Quería insultar a la gente que estaba haciendo esto con la imagen de mi hija”, subraya. En ese momento, la niña estaba cerca de cumplir 1 año y Evelyn dice que el meme le hizo pensar en no celebrar la fecha. “Me sentí muy mal anímicamente y casi desisto de la fiesta que estaba organizando.” Al final decidió seguir adelante con la celebración. Creía que con el paso de los meses dejarían de compartir la imagen de su hija y los comentarios ofensivos. “Pero las cosas sólo empeoraron.” “Me criticaron por compartir la foto de mi hija” Incluso después del informe policial, el meme siguió compartiéndose. La situación empeoró, dice Evelyn, cuando comenzaron a usar la imagen de la niña en videos de “broma” en TikTok e Instagram en los que una persona muestra la foto a un miembro de la familia como un ejemplo de “bebé feo” y registra su reacción. “Cuando me alertaron de que estaban usando así la foto de mi hija no quise verla, pero la indignación era tan grande que terminé viéndola”, relata. Fue durante este período, a finales de julio, que Evelyn se sinceró en un video en el que habló de lo que estaba pasando y pidió que dejaran de usar la imagen de su hija. “Entonces, la madre se equivoca [por haber publicado un video de su hija] y tienen razón los que están maldiciendo o agrediendo”, cuestiona en un momento de su video. “La culpa ya no es suficiente, todavía tengo que lidiar con gente que dice: ‘Ah, es un meme, es gracioso’. Claro, amor, no es tu hijo, no es tu familiar, no es nada tuyo”, afirma. El video del arrebato de Evelyn tuvo 9,7 millones de visitas y más de 640 mil me gusta solo en TikTok. (Disponible en: < https://www.bbc.com. Acceso el: 02 de marzo 2023. Adaptado.)

Considere el pasaje “ En algunas publicaciones se alteró la imagen y le agrandaron los ojos, la nariz y la boca.” (15º§). En él, hay una palabra heterogenérica. Señale la alternativa que correctamente la dispone:

A Ojos.
B Boca.
C Nariz.
D Imagen.
Texto associado
“Fui a la policía para que dejaran de usar la foto de mi hija como un meme” 27 noviembre 2023. Evelyn Orozimbo, una madre brasileña de 26 años, publicó un video en julio para condenar una situación que la enojaba desde el año pasado: las críticas a la imagen de su hija en las redes sociales. “Maldecían su apariencia, le deseaban cosas horribles y leía comentarios como: ‘Si fuera mi hija, la mataría’”, dice Evelyn en un extracto del video. Se grabó a sí misma en un momento de desesperación, luego de comprobar que la imagen de su hija recién nacida se compartía como un chiste en internet. “Me impactó mucho, me sentí muy mal”, le cuenta a BBC Brasil. “Me sentí impotente y culpable porque no podía controlar estas publicaciones con su imagen”. La situación comenzó en septiembre de 2022, cuando Evelyn publicó un video que mostraba la evolución de los primeros meses de su hija, en un perfil de Instagram donde compartía su rutina como madre. Asegura que el video se volvió viral semanas después de su publicación: tuvo 7 millones de visitas y se convirtió en un problema para ella. “El video se viralizó porque estaban hablando de cómo se veía mi hija recién nacida. No hubo elogios en ningún momento, sólo comentarios negativos sobre ella”, afirma. “No sé de dónde salió esto ni quién empezó a compartirlo y lo hizo viral de una forma tan negativa”, añade. Su hija se convirtió en un meme y blanco de comentarios ofensivos. La madre comenzó a recibir críticas por exponer a la niña en internet. En poco tiempo, la imagen de la recién nacida acabó en publicaciones en páginas de humor y videos de influencers digitales. La niña se convirtió en un ejemplo de “bebé feo”. “Seguí pensando que si no hubiera publicado ese video, nada de esto habría sucedido”, lamenta. Evelyn denunció el caso a la policía, pero asegura que no se hizo nada. Ahora recurrirá a los tribunales. La difusión del meme Desde que el video se volvió viral, las capturas de pantalla de la imagen de la recién nacida han ido en aumento. Evelyn encontró la foto de su hija en X (antes Twitter). En algunas publicaciones se alteró la imagen y le agrandaron los ojos, la nariz y la boca. “Creo que estas personas son cobardes, especialmente porque están en internet”, dice Evelyn indignada. “Fue horrible. Sentí mucha ira y odio. Quería insultar a la gente que estaba haciendo esto con la imagen de mi hija”, subraya. En ese momento, la niña estaba cerca de cumplir 1 año y Evelyn dice que el meme le hizo pensar en no celebrar la fecha. “Me sentí muy mal anímicamente y casi desisto de la fiesta que estaba organizando.” Al final decidió seguir adelante con la celebración. Creía que con el paso de los meses dejarían de compartir la imagen de su hija y los comentarios ofensivos. “Pero las cosas sólo empeoraron.” “Me criticaron por compartir la foto de mi hija” Incluso después del informe policial, el meme siguió compartiéndose. La situación empeoró, dice Evelyn, cuando comenzaron a usar la imagen de la niña en videos de “broma” en TikTok e Instagram en los que una persona muestra la foto a un miembro de la familia como un ejemplo de “bebé feo” y registra su reacción. “Cuando me alertaron de que estaban usando así la foto de mi hija no quise verla, pero la indignación era tan grande que terminé viéndola”, relata. Fue durante este período, a finales de julio, que Evelyn se sinceró en un video en el que habló de lo que estaba pasando y pidió que dejaran de usar la imagen de su hija. “Entonces, la madre se equivoca [por haber publicado un video de su hija] y tienen razón los que están maldiciendo o agrediendo”, cuestiona en un momento de su video. “La culpa ya no es suficiente, todavía tengo que lidiar con gente que dice: ‘Ah, es un meme, es gracioso’. Claro, amor, no es tu hijo, no es tu familiar, no es nada tuyo”, afirma. El video del arrebato de Evelyn tuvo 9,7 millones de visitas y más de 640 mil me gusta solo en TikTok. (Disponible en: < https://www.bbc.com. Acceso el: 02 de marzo 2023. Adaptado.)

Considere los pasajes y sus respectivos términos subrayados. La alternativa que no dispone una apócope subrayada se da en:

A “La niña se convirtió en un ejemplo de ‘bebé feo ’.” (11º§)
B “Se grabó a sí misma en un momento de desesperación, [...]” (3º§)
C “‘Me impactó mucho, me sentí muy mal’, le cuenta a BBC Brasil.” (4º§
D “[...] luego de comprobar que la imagen de su hija recién nacida se compartía como un chiste en internet.” (3º§)
Texto associado
“Fui a la policía para que dejaran de usar la foto de mi hija como un meme” 27 noviembre 2023. Evelyn Orozimbo, una madre brasileña de 26 años, publicó un video en julio para condenar una situación que la enojaba desde el año pasado: las críticas a la imagen de su hija en las redes sociales. “Maldecían su apariencia, le deseaban cosas horribles y leía comentarios como: ‘Si fuera mi hija, la mataría’”, dice Evelyn en un extracto del video. Se grabó a sí misma en un momento de desesperación, luego de comprobar que la imagen de su hija recién nacida se compartía como un chiste en internet. “Me impactó mucho, me sentí muy mal”, le cuenta a BBC Brasil. “Me sentí impotente y culpable porque no podía controlar estas publicaciones con su imagen”. La situación comenzó en septiembre de 2022, cuando Evelyn publicó un video que mostraba la evolución de los primeros meses de su hija, en un perfil de Instagram donde compartía su rutina como madre. Asegura que el video se volvió viral semanas después de su publicación: tuvo 7 millones de visitas y se convirtió en un problema para ella. “El video se viralizó porque estaban hablando de cómo se veía mi hija recién nacida. No hubo elogios en ningún momento, sólo comentarios negativos sobre ella”, afirma. “No sé de dónde salió esto ni quién empezó a compartirlo y lo hizo viral de una forma tan negativa”, añade. Su hija se convirtió en un meme y blanco de comentarios ofensivos. La madre comenzó a recibir críticas por exponer a la niña en internet. En poco tiempo, la imagen de la recién nacida acabó en publicaciones en páginas de humor y videos de influencers digitales. La niña se convirtió en un ejemplo de “bebé feo”. “Seguí pensando que si no hubiera publicado ese video, nada de esto habría sucedido”, lamenta. Evelyn denunció el caso a la policía, pero asegura que no se hizo nada. Ahora recurrirá a los tribunales. La difusión del meme Desde que el video se volvió viral, las capturas de pantalla de la imagen de la recién nacida han ido en aumento. Evelyn encontró la foto de su hija en X (antes Twitter). En algunas publicaciones se alteró la imagen y le agrandaron los ojos, la nariz y la boca. “Creo que estas personas son cobardes, especialmente porque están en internet”, dice Evelyn indignada. “Fue horrible. Sentí mucha ira y odio. Quería insultar a la gente que estaba haciendo esto con la imagen de mi hija”, subraya. En ese momento, la niña estaba cerca de cumplir 1 año y Evelyn dice que el meme le hizo pensar en no celebrar la fecha. “Me sentí muy mal anímicamente y casi desisto de la fiesta que estaba organizando.” Al final decidió seguir adelante con la celebración. Creía que con el paso de los meses dejarían de compartir la imagen de su hija y los comentarios ofensivos. “Pero las cosas sólo empeoraron.” “Me criticaron por compartir la foto de mi hija” Incluso después del informe policial, el meme siguió compartiéndose. La situación empeoró, dice Evelyn, cuando comenzaron a usar la imagen de la niña en videos de “broma” en TikTok e Instagram en los que una persona muestra la foto a un miembro de la familia como un ejemplo de “bebé feo” y registra su reacción. “Cuando me alertaron de que estaban usando así la foto de mi hija no quise verla, pero la indignación era tan grande que terminé viéndola”, relata. Fue durante este período, a finales de julio, que Evelyn se sinceró en un video en el que habló de lo que estaba pasando y pidió que dejaran de usar la imagen de su hija. “Entonces, la madre se equivoca [por haber publicado un video de su hija] y tienen razón los que están maldiciendo o agrediendo”, cuestiona en un momento de su video. “La culpa ya no es suficiente, todavía tengo que lidiar con gente que dice: ‘Ah, es un meme, es gracioso’. Claro, amor, no es tu hijo, no es tu familiar, no es nada tuyo”, afirma. El video del arrebato de Evelyn tuvo 9,7 millones de visitas y más de 640 mil me gusta solo en TikTok. (Disponible en: < https://www.bbc.com. Acceso el: 02 de marzo 2023. Adaptado.)

Considere el término subrayado en el pasaje “ La situación comenzó en septiembre de 2022, cuando Evelyn publicó un video que mostraba la evolución de los primeros meses de su hija, en un perfil de Instagram donde compartía su rutina como madre.” (5º§). Es correcto decir que, por “ rutina ”, el autor se refiere a:

A Los géneros literarios que Evelyn suele leer.
B Los costumbres y hábitos que Evelyn sostiene a diario.
C Las comidas y recetas que Evelyn enseña a sus seguidores.
D Los familiares y parientes de Evelyn que también tienen hijos.
Texto associado
“Fui a la policía para que dejaran de usar la foto de mi hija como un meme” 27 noviembre 2023. Evelyn Orozimbo, una madre brasileña de 26 años, publicó un video en julio para condenar una situación que la enojaba desde el año pasado: las críticas a la imagen de su hija en las redes sociales. “Maldecían su apariencia, le deseaban cosas horribles y leía comentarios como: ‘Si fuera mi hija, la mataría’”, dice Evelyn en un extracto del video. Se grabó a sí misma en un momento de desesperación, luego de comprobar que la imagen de su hija recién nacida se compartía como un chiste en internet. “Me impactó mucho, me sentí muy mal”, le cuenta a BBC Brasil. “Me sentí impotente y culpable porque no podía controlar estas publicaciones con su imagen”. La situación comenzó en septiembre de 2022, cuando Evelyn publicó un video que mostraba la evolución de los primeros meses de su hija, en un perfil de Instagram donde compartía su rutina como madre. Asegura que el video se volvió viral semanas después de su publicación: tuvo 7 millones de visitas y se convirtió en un problema para ella. “El video se viralizó porque estaban hablando de cómo se veía mi hija recién nacida. No hubo elogios en ningún momento, sólo comentarios negativos sobre ella”, afirma. “No sé de dónde salió esto ni quién empezó a compartirlo y lo hizo viral de una forma tan negativa”, añade. Su hija se convirtió en un meme y blanco de comentarios ofensivos. La madre comenzó a recibir críticas por exponer a la niña en internet. En poco tiempo, la imagen de la recién nacida acabó en publicaciones en páginas de humor y videos de influencers digitales. La niña se convirtió en un ejemplo de “bebé feo”. “Seguí pensando que si no hubiera publicado ese video, nada de esto habría sucedido”, lamenta. Evelyn denunció el caso a la policía, pero asegura que no se hizo nada. Ahora recurrirá a los tribunales. La difusión del meme Desde que el video se volvió viral, las capturas de pantalla de la imagen de la recién nacida han ido en aumento. Evelyn encontró la foto de su hija en X (antes Twitter). En algunas publicaciones se alteró la imagen y le agrandaron los ojos, la nariz y la boca. “Creo que estas personas son cobardes, especialmente porque están en internet”, dice Evelyn indignada. “Fue horrible. Sentí mucha ira y odio. Quería insultar a la gente que estaba haciendo esto con la imagen de mi hija”, subraya. En ese momento, la niña estaba cerca de cumplir 1 año y Evelyn dice que el meme le hizo pensar en no celebrar la fecha. “Me sentí muy mal anímicamente y casi desisto de la fiesta que estaba organizando.” Al final decidió seguir adelante con la celebración. Creía que con el paso de los meses dejarían de compartir la imagen de su hija y los comentarios ofensivos. “Pero las cosas sólo empeoraron.” “Me criticaron por compartir la foto de mi hija” Incluso después del informe policial, el meme siguió compartiéndose. La situación empeoró, dice Evelyn, cuando comenzaron a usar la imagen de la niña en videos de “broma” en TikTok e Instagram en los que una persona muestra la foto a un miembro de la familia como un ejemplo de “bebé feo” y registra su reacción. “Cuando me alertaron de que estaban usando así la foto de mi hija no quise verla, pero la indignación era tan grande que terminé viéndola”, relata. Fue durante este período, a finales de julio, que Evelyn se sinceró en un video en el que habló de lo que estaba pasando y pidió que dejaran de usar la imagen de su hija. “Entonces, la madre se equivoca [por haber publicado un video de su hija] y tienen razón los que están maldiciendo o agrediendo”, cuestiona en un momento de su video. “La culpa ya no es suficiente, todavía tengo que lidiar con gente que dice: ‘Ah, es un meme, es gracioso’. Claro, amor, no es tu hijo, no es tu familiar, no es nada tuyo”, afirma. El video del arrebato de Evelyn tuvo 9,7 millones de visitas y más de 640 mil me gusta solo en TikTok. (Disponible en: < https://www.bbc.com. Acceso el: 02 de marzo 2023. Adaptado.)

Al ser entrevistada, Evelyn replica algunos argumentos que escuchó a favor de que hagan de su hija un chiste: “Ah, es un meme, es gracioso .” (27º§). Abajo, se disponen posibles sinónimos para el término subrayado. Señale el que correctamente se refiere al contexto del pasaje:

A Amable.
B Chistoso.
C Gratuito.
D Atractivo.