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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
1.755 questões encontradas
Texto associado
Um paciente do sexo masculino, 65 anos de idade, brasiliense, compareceu ao atendimento médico com queixa principal de que estava “fazendo muito xixi”. História da doença atual: Paciente relata que nos últimos meses tem apresentado poliúria, noctúria e uma perda de acuidade visual, que atribui ao fato de estar ficando velho. Antecedentes pessoais: hipertenso, ateromatose carotídea e coronariana e dislipidemia, ex-fumante, que fumou por 15 anos cerca de 1 maço/dia. Medicações: valsartana + hidrocloratiazida e rosuvastatina. Ao exame: bom estado geral, acianótico, anictérico, hidratado, orientado em tempo e espaço. IMC 28 kg/m 2 . • ACV: RCR 2T BNF, sem sopro. FC 100 bpm, PA 142/87 mmHg. • AR: sons respiratórios presentes bilaterais, sem RA. FR 19 ipm, SpO2 94% a.a. • Abdome: em avental, ausculta e percussão sem alterações, flácido e indolor à palpação, descompressão brusca negativa. Circunferência abdominal 115 cm. • Extremidades: sem edema, panturrilhas livres, TEC < 3 s. Exame laboratorial: Hb 14 g/dL, leucócitos 8000/mm 3 , plaquetas 292000/mm 3 , creatinina 1,20 mg/dL, ureia 54 mg/dL. HGT realizado na consulta: 213 mg/dL. A1C – hemoglobina glicada.
Com base no caso clínico apresentado, julgue o item a seguir. O diagnóstico de diabetes ainda não pode ser fechado, sendo necessário solicitar uma hemoglobina glicada ou uma glicemia de jejum; caso os valores sejam respectivamente > 6,5% ou > 126 mg/dL, o diagnóstico poderá ser confirmado.
Texto associado
Um paciente do sexo masculino, 65 anos de idade, brasiliense, compareceu ao atendimento médico com queixa principal de que estava “fazendo muito xixi”. História da doença atual: Paciente relata que nos últimos meses tem apresentado poliúria, noctúria e uma perda de acuidade visual, que atribui ao fato de estar ficando velho. Antecedentes pessoais: hipertenso, ateromatose carotídea e coronariana e dislipidemia, ex-fumante, que fumou por 15 anos cerca de 1 maço/dia. Medicações: valsartana + hidrocloratiazida e rosuvastatina. Ao exame: bom estado geral, acianótico, anictérico, hidratado, orientado em tempo e espaço. IMC 28 kg/m 2 . • ACV: RCR 2T BNF, sem sopro. FC 100 bpm, PA 142/87 mmHg. • AR: sons respiratórios presentes bilaterais, sem RA. FR 19 ipm, SpO2 94% a.a. • Abdome: em avental, ausculta e percussão sem alterações, flácido e indolor à palpação, descompressão brusca negativa. Circunferência abdominal 115 cm. • Extremidades: sem edema, panturrilhas livres, TEC < 3 s. Exame laboratorial: Hb 14 g/dL, leucócitos 8000/mm 3 , plaquetas 292000/mm 3 , creatinina 1,20 mg/dL, ureia 54 mg/dL. HGT realizado na consulta: 213 mg/dL. A1C – hemoglobina glicada.
Com base no caso clínico apresentado, julgue o item a seguir. O diagnóstico principal é o de diabetes tipo 2, que tem como principais características: idade do diagnóstico > 25 anos, não insulino-dependente, história familiar para diabetes geralmente negativa, presença de autoanticorpos, risco para cetoacidose baixo e comumente sobrepeso.
Texto associado
Um paciente do sexo masculino, 65 anos de idade, brasiliense, compareceu ao atendimento médico com queixa principal de que estava “fazendo muito xixi”. História da doença atual: Paciente relata que nos últimos meses tem apresentado poliúria, noctúria e uma perda de acuidade visual, que atribui ao fato de estar ficando velho. Antecedentes pessoais: hipertenso, ateromatose carotídea e coronariana e dislipidemia, ex-fumante, que fumou por 15 anos cerca de 1 maço/dia. Medicações: valsartana + hidrocloratiazida e rosuvastatina. Ao exame: bom estado geral, acianótico, anictérico, hidratado, orientado em tempo e espaço. IMC 28 kg/m 2 . • ACV: RCR 2T BNF, sem sopro. FC 100 bpm, PA 142/87 mmHg. • AR: sons respiratórios presentes bilaterais, sem RA. FR 19 ipm, SpO2 94% a.a. • Abdome: em avental, ausculta e percussão sem alterações, flácido e indolor à palpação, descompressão brusca negativa. Circunferência abdominal 115 cm. • Extremidades: sem edema, panturrilhas livres, TEC < 3 s. Exame laboratorial: Hb 14 g/dL, leucócitos 8000/mm 3 , plaquetas 292000/mm 3 , creatinina 1,20 mg/dL, ureia 54 mg/dL. HGT realizado na consulta: 213 mg/dL. A1C – hemoglobina glicada.
Com base no caso clínico apresentado, julgue o item a seguir. O diagnóstico mais provável é diabetes tipo 2, o tipo mais comum de diabetes, quando comparado ao diabetes tipo 1 e ao diabetes monogenético.
Texto associado
Paciente de 55 anos de idade, sexo feminino, compareceu ao atendimento médico com astenia e fadiga, além de rigidez articular matinal que dura mais de uma hora para passar. Ao exame físico apresenta dor e edema de todas as metacarpofangianas, punhos e duas metatarsofalangeanas, além de nódulo subcutâneo. Radiografia de mãos prévia mostra redução do espaço articular e erosão óssea.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue o item subsecutivo. Uma manifestação não tão comum, mas possível, é a artrite cricoaritenoide, que pode ter desde poucos sintomas até apresentar-se com rouquidão, disfagia, dor para tossir ou falar e que pode resultar na necessidade de intubação orotraqueal ou traqueostomia.
Texto associado
Paciente de 55 anos de idade, sexo feminino, compareceu ao atendimento médico com astenia e fadiga, além de rigidez articular matinal que dura mais de uma hora para passar. Ao exame físico apresenta dor e edema de todas as metacarpofangianas, punhos e duas metatarsofalangeanas, além de nódulo subcutâneo. Radiografia de mãos prévia mostra redução do espaço articular e erosão óssea.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue o item subsecutivo. O diagnóstico mais provável nesse caso é artrite reumatoide, devendo-se solicitar fator reumatoide, anti-CCP e provas inflamatórias (PCR e VHS), para a confirmação e, caso apenas as provas inflamatórias venham aumentadas, sem autoanticorpos positivos, o diagnóstico está descartado.
Texto associado
Paciente de 55 anos de idade, sexo feminino, compareceu ao atendimento médico com astenia e fadiga, além de rigidez articular matinal que dura mais de uma hora para passar. Ao exame físico apresenta dor e edema de todas as metacarpofangianas, punhos e duas metatarsofalangeanas, além de nódulo subcutâneo. Radiografia de mãos prévia mostra redução do espaço articular e erosão óssea.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue o item subsecutivo. O tratamento de primeira linha a ser realizado inicialmente consiste na administração de anti-inflamatórios não esteroidais associados à corticoterapia.
Texto associado
Paciente de 55 anos de idade, sexo feminino, compareceu ao atendimento médico com astenia e fadiga, além de rigidez articular matinal que dura mais de uma hora para passar. Ao exame físico apresenta dor e edema de todas as metacarpofangianas, punhos e duas metatarsofalangeanas, além de nódulo subcutâneo. Radiografia de mãos prévia mostra redução do espaço articular e erosão óssea.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue o item subsecutivo. O diagnóstico mais provável é lúpus, uma vez que a paciente apresenta rigidez matinal em articulações, comum nas artrites inflamatórias, nódulo subcutâneo e poliartralgia simétrica, que frequentemente acarretam erosão óssea e deformidade.
Texto associado
Paciente de 55 anos de idade, sexo feminino, compareceu ao atendimento médico com astenia e fadiga, além de rigidez articular matinal que dura mais de uma hora para passar. Ao exame físico apresenta dor e edema de todas as metacarpofangianas, punhos e duas metatarsofalangeanas, além de nódulo subcutâneo. Radiografia de mãos prévia mostra redução do espaço articular e erosão óssea.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue o item subsecutivo. O uso de prednisona em dose maior que 5 mg/dia ou equivalente em associação a drogas antireumáticas modificadoras da doença (DMARDs) como requisito para que haja remissão ou atividade baixa de doença após 3-6 meses de tratamento configura resistência à terapia sintética convencional.
Texto associado
Paciente com 45 anos de idade, sexo masculino, compareceu ao atendimento com quadro de intolerância ao calor, episódios de palpitação, cefaleia, hiper-hidrose e macroglossia. No exame físico não apresentava proptose ou edema periorbital. Exames laboratoriais e de imagem apresentaram os seguintes resultados: TSH normal, T4 livre e T3 aumentados, ultrassonografia de tireoide evidenciando aumento difuso e homogêneo da tireoide com aumento de fluxo no Doppler colorido.