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Atenção : Para responder às questões de números 6 a 10, baseie-se no texto abaixo.

Sobre a tranquilidade da alma

Há desejos nossos que não devem ser levados para muito longe de nós; permitamos-lhes, então, que saiam apenas para as proximidades, de vez que não podem ser totalmente domesticados. Abandonando aquilo que não pode acontecer, ou que só muito dificilmente poderia estar ao nosso alcance, sigamos as coisas próximas que favorecem nossa esperança. Saibamos, no entanto, que essas coisas mais junto de nós podem ser levianas, e embora tenham por fora diversas faces, por dentro são igualmente vãs.
E não invejemos as criaturas que estão mais alto: o que parece altura é também precipício. Aqueles, pelo contrário, aos quais uma sorte iníqua conduziu a uma encruzilhada, mais seguros estarão diminuindo sua soberba nas coisas que naturalmente levam à altivez orgulhosa de si.
Muitos, na verdade, existem imperiosamente atados às alturas, e de lá não podem descer a não ser caindo. Nada, todavia, nos livrará das flutuações da alma como o saber fixar sempre um limite às ambições, sem deixá-las ao arbítrio da fortuna, assim como deter-nos a nós mesmos diante das promessas vertiginosas. Ainda que venham a excitar a alma, ou por isso mesmo, alguns dos nossos desejos, uma vez limitados, não avançarão temerariamente às regiões do que é imenso e incerto.
Vejam: é aos imperfeitos, medíocres e insensatos que se dirigem esses meus preceitos, não ao sábio. O sábio não precisa caminhar com timidez, pé ante pé: ele tem tanta confiança em si mesmo e em seus recursos que não hesita em sair ao encontro do seu destino. Não tem, por isso, que temê-lo; aprendeu a viver sabendo o que pertence ao rol das coisas precárias e o que, estando ao seu alcance, cumpre-lhe guardar como seu.
(Adaptado de SÊNECA Sobre a tranquilidade da alma. Trad. José Rodrigues Seabra Filho. São Paulo: Nova Alexandria, 1994, p. 51)

Ao valorizar positivamente o senso que cada um de nós deve ter de seus próprios limites, Sêneca não deixa de relativizar essa virtude, ao nos advertir:

A Muitos, na verdade, existem imperiosamente atados às alturas (3º parágrafo).
B desejos nossos que não devem ser levados para muito longe de nós . (1º parágrafo).
C essas coisas mais junto de nós podem ser levianas (1º parágrafo).
D não invejemos as criaturas que estão mais alto (2º parágrafo).
E mais seguros estarão diminuindo sua soberba (2º parágrafo).
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025

Uma analista de um tribunal está criando um documento interno com as diretrizes para implantar os controles de acordo com o Controle 18 do CIS Controls v8 sobre Teste de Invasão. Considerando as medidas de segurança abaixo:

I. Corrigir as descobertas do teste de invasão.
II. Validar as Medidas de Segurança.
III. Realizar testes de invasão internos periódicos.

Para essas medidas (I, II e III) a função de segurança a ser aplicada, respectivamente, é:

A Responder, Identificar e Proteger.
B Identificar, Responder e Identificar.
C Proteger, Identificar e Proteger.
D Proteger, Proteger e Identificar.
E Recuperar, Responder e Responder.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025
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Atenção : Para responder às questões de números 6 a 10, baseie-se no texto abaixo.

Sobre a tranquilidade da alma

Há desejos nossos que não devem ser levados para muito longe de nós; permitamos-lhes, então, que saiam apenas para as proximidades, de vez que não podem ser totalmente domesticados. Abandonando aquilo que não pode acontecer, ou que só muito dificilmente poderia estar ao nosso alcance, sigamos as coisas próximas que favorecem nossa esperança. Saibamos, no entanto, que essas coisas mais junto de nós podem ser levianas, e embora tenham por fora diversas faces, por dentro são igualmente vãs.
E não invejemos as criaturas que estão mais alto: o que parece altura é também precipício. Aqueles, pelo contrário, aos quais uma sorte iníqua conduziu a uma encruzilhada, mais seguros estarão diminuindo sua soberba nas coisas que naturalmente levam à altivez orgulhosa de si.
Muitos, na verdade, existem imperiosamente atados às alturas, e de lá não podem descer a não ser caindo. Nada, todavia, nos livrará das flutuações da alma como o saber fixar sempre um limite às ambições, sem deixá-las ao arbítrio da fortuna, assim como deter-nos a nós mesmos diante das promessas vertiginosas. Ainda que venham a excitar a alma, ou por isso mesmo, alguns dos nossos desejos, uma vez limitados, não avançarão temerariamente às regiões do que é imenso e incerto.
Vejam: é aos imperfeitos, medíocres e insensatos que se dirigem esses meus preceitos, não ao sábio. O sábio não precisa caminhar com timidez, pé ante pé: ele tem tanta confiança em si mesmo e em seus recursos que não hesita em sair ao encontro do seu destino. Não tem, por isso, que temê-lo; aprendeu a viver sabendo o que pertence ao rol das coisas precárias e o que, estando ao seu alcance, cumpre-lhe guardar como seu.
(Adaptado de SÊNECA Sobre a tranquilidade da alma. Trad. José Rodrigues Seabra Filho. São Paulo: Nova Alexandria, 1994, p. 51)

É plenamente regular a pontuação da frase:

A É imperioso nesse texto, considerar que o destino impõe-se a nós, com a severidade de quem é forte, diante do fraco.
B Estarão mais seguros aqueles que, com sensatez, avaliarem a força de seus limites, uma vez desafiados pelo destino.
C Coube a Séneca transmitir, aos seus contemporâneos, lições de virtudes que surpreendentemente, atravessaram os séculos.
D Talvez Séneca se inclua, entre os sábios confiantes nos preceitos que nos desviam da tentação do inalcançável.
E Entendendo nossa alma, como uma região de flutuações íntimas, deveríamos atentar sempre, para evitar tais dissipações.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025

Considere o seguinte diagrama parcial BPMN:

No diagrama, os elementos E1 e E2 representam, correta e respectivamente, Gateway

A Inclusivo e Evento Link .
B Paralelo Complexo e Evento Intermediário de Compensação.
C Inclusivo Baseado em Evento e Evento Intermediário Condicional.
D Exclusivo e Evento Vários paralelos.
E Baseado em Evento e Evento Intermediário de Escalonamento.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025

Em um projeto de modernização da infraestrutura tecnológica de um tribunal, a equipe de analistas foi encarregada de implantar práticas de DevSecOps, integrando mecanismos de monitoramento contínuo e coleta estruturada de logs de aplicações em produção. Para isso, definiu-se a utilização do conjunto de ferramentas conhecido como ELK Stack (Elasticsearch, Logstash e Kibana). Com base nessa arquitetura e nos princípios de segurança no pipeline de desenvolvimento, a equipe deverá adotar práticas que

A mantenham o Elasticsearch configurado com permissões amplas para facilitar a consulta aos dados operacionais por equipes diversas, priorizando a visibilidade sobre a segmentação por perfis.
B configurem o Logstash para aplicar transformações nos dados coletados e realizar pré-processamento antes de encaminhá-los ao destino configurado, priorizando regras de filtragem voltadas à observabilidade.
C utilizem o Logstash como parte do fluxo de ingestão de dados, mas concentrem o controle de acesso aos logs ao nível de dashboard , assumindo que as fontes são sempre confiáveis.
D empregam o Elasticsearch para indexação e busca eficiente de logs , utilizando o Kibana para visualização e análise gráfica dos dados.
E integrem o Kibana ao pipeline de CI/CD como ferramenta de apoio à auditoria de eventos, evitando correlações automáticas entre logs de diferentes fontes.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025

Uma Analista está desenvolvendo uma aplicação para uso na rede interna que envia e recebe dados por TCP. Para tanto, ele criou na aplicação o endereço do soquete TCP/IP que

A combina os endereços lógicos das camadas de aplicação e transporte com o endereço físico da placa de rede.
B concatena o endereço IP da interface do host local com o número da porta TCP local.
C combina o endereço da camada de enlace do host local com o endereço da camada de rede do host de destino.
D concatena o endereço TCP da interface do host local com o endereço lógico da camada de transporte.
E concatena o id da aplicação com o endereço TCP da camada de internet.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025
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Atenção : Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.

Escolha ética do sujeito

Afirma o psiquiatra e terapeuta suiço Carl Gustav Jung, em seu livro Memórias, sonhos e reflexões : “Quando se toca no mal, corre-se o risco iminente de se sucumbir a ele. O homem, de um modo geral, não deve sucumbir nem mesmo ao bem. Um pretenso bem ao qual se sucumbe perde seu caráter moral, não porque tenha se tomado um mal em si, mas porque simplesmente se sucumbiu a ele.”
Nessa passagem Jung faz compreender a condicionante decisiva desse especial e mais grave “sucumbir” que nos vitima: nossa submissão sem volta a um campo de julgamento em que os valores já estão firmados e cristalizados em polarizações mecânicas.
Para Jung, o bem e o mal “constituem, juntamente, um todo paradoxal”. E continua: “o indivíduo [...] procura ansiosamente as regras e as leis exteriores às quais possa ater-se cegamente nos momentos de perplexidade”. E lembra ele que é comum atribuir a essas regras e leis exteriores a qualificação definitiva de “fatos”, antes mesmo de qualquer busca de comprovação.
Pode parecer-nos oportuno abandonar, por exemplo, a complexidade dos desafios do nosso tempo para nos submetermos à ideologia mais confortável e simplificadora, à qual passamos a nos agarrar sem sombra de reflexão mais séria. Escolhemos aquilo que nos parece mais natural, mais fácil. No entanto, antes de julgar o valor da específica escolha adotada no cardápio vicioso de valores já assentados, Jung considera, assim, o malefício fundamental do nosso acatamento irrefletido de uma escolha que, a rigor, sequer chegamos a escolher.
(Silvério Tárrega, a editar)

A complexa e contraditória moral do homem pode ser deduzida da seguinte passagem do texto:

A nosso acatamento irrefletido de uma escolha.
B Quando se toca no mal, corre-se o risco iminente de se sucumbir a ele.
C nossa submissão sem volta a um campo de julgamento em que os valores já estão firmados.
D o bem e o mal "constituem, juntamente, um todo paradoxal".
E nos submetermos à ideologia mais confortável e simplificadora.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.

Escolha ética do sujeito

Afirma o psiquiatra e terapeuta suiço Carl Gustav Jung, em seu livro Memórias, sonhos e reflexões : “Quando se toca no mal, corre-se o risco iminente de se sucumbir a ele. O homem, de um modo geral, não deve sucumbir nem mesmo ao bem. Um pretenso bem ao qual se sucumbe perde seu caráter moral, não porque tenha se tomado um mal em si, mas porque simplesmente se sucumbiu a ele.”
Nessa passagem Jung faz compreender a condicionante decisiva desse especial e mais grave “sucumbir” que nos vitima: nossa submissão sem volta a um campo de julgamento em que os valores já estão firmados e cristalizados em polarizações mecânicas.
Para Jung, o bem e o mal “constituem, juntamente, um todo paradoxal”. E continua: “o indivíduo [...] procura ansiosamente as regras e as leis exteriores às quais possa ater-se cegamente nos momentos de perplexidade”. E lembra ele que é comum atribuir a essas regras e leis exteriores a qualificação definitiva de “fatos”, antes mesmo de qualquer busca de comprovação.
Pode parecer-nos oportuno abandonar, por exemplo, a complexidade dos desafios do nosso tempo para nos submetermos à ideologia mais confortável e simplificadora, à qual passamos a nos agarrar sem sombra de reflexão mais séria. Escolhemos aquilo que nos parece mais natural, mais fácil. No entanto, antes de julgar o valor da específica escolha adotada no cardápio vicioso de valores já assentados, Jung considera, assim, o malefício fundamental do nosso acatamento irrefletido de uma escolha que, a rigor, sequer chegamos a escolher.
(Silvério Tárrega, a editar)

Ao considerar os valores a que podemos sucumbir, Jung considera que

A nos momentos de perplexidade devemos avaliar a possibilidade de se escolher com ligeireza entre o bem e o mal.
B só os parâmetros marcadamente benévolos podem ser aceitos por nós sem qualquer restrição.
C a submissão ao mal é uma característica de quem não avaliou as vantagens inequívocas do bem.
D para virmos a adotar qualquer atitude ética precisamos confiar na nossa capacidade intuitiva.
E a mais grave das submissões está em nos resignarmos a acatar irreftetidamente normas externas de conduta.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025

Considere a seguinte situação hipotética: Xisto é Prefeito de determinado Município do Estado do Rio Grande do Sul e está sendo processado pela prática de ato de improbidade administrativa causador de prejuízo ao erário. Na petição inicial, o Ministério Público, autor da ação, enquadrou a conduta de Xisto em um dos incisos do artigo 10, da Lei nº 8.429/1992. Nos termos da Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992), caso Xisto seja condenado, uma das sanções passíveis de lhe ser aplicada, dentre outras, é o pagamento de multa civil

A equivalente ao valor do dano, podendo ser aumentada até o dobro, se o juiz considerar que, em virtude da situação econômica do réu, o valor for ineficaz para reprovação e prevenção do ato de improbidade.
B de até 12 vezes o valor da remuneração percebida pelo agente, podendo ser aumentada até o triplo, se o juiz considerar que, em virtude da situação econômica do réu, o valor for ineficaz para reprovação e prevenção do ato de improbidade.
C de até 24 vezes o valor da remuneração percebida pelo agente, podendo ser aumentada até o dobro, em virtude da gravidade do ato praticado, independentemente da situação econômica do réu.
D equivalente ao valor do dano, não podendo ser aumentada em nenhuma circunstância, haja vista expressa disposição legal nesse sentido.
E equivalente a 2 vezes o valor do dano, podendo ser aumentada até o triplo, em virtude da gravidade do ato praticado, independentemente da situação econômica do réu.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025

Um desenvolvedor está estudando as diferenças e semelhanças entre linguagens de programação para aprimorar a interoperabilidade entre sistemas. Durante esse estudo, ele concluiu corretamente que o tipo de dado primitivo com nome e propósito semelhante nas linguagens Java e JavaScript é o

A float .
B int .
C double .
D char.
E boolean.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025