Atenção : Para responder às questões de números 23 e 24, utilize as informações abaixo.
O valor do Patrimônio Líquido da empresa Em Evolução S.A ., no Balanço Patrimonial de 01/01/2022, era R$ 48.000.000, e o valor justo líquido dos seus ativos e passivos identificáveis era, na mesma data, R$ 120.000.000. A empresa Totalmente Evoluida S.A. adquiriu, nesta data, 80% das ações da empresa Em Evolução S.A. , pagando R$ 80.000.000 à vista e passando a deter o seu controle. A diferença entre o valor contábil e o valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis era decorrente de um terreno adquirido em 2019 e de um ativo intangível sem vida útil definida identificado na data de aquisição.
No período de 01/01/2022 a 31/12/2022, a empresa Em Evolução S.A. reconheceu as seguintes mutações em seu Patrimônio Líquido, com os valores expressos em reais:
Lucro liquido de 2022 ....................................................................... 8.000.000
Proposta e pagamento de dividendos ............................................. 2.000.000
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Uma entidade pública recebeu materiais de escritório em doação que foram registrados no estoque da entidade para uso em suas atividades. De acordo com a NBC TSP 04, para o reconhecimento inicial dos materiais como estoques a entidade deve ter utilizado como base de mensuração
Sobre o planejamento, execução, documentação e responsabilidades inerentes à atividade de Auditoria interna:
Texto associado
Nas demonstrações contábeis individuais da empresa Totalmente Evoluída S.A., o impacto total evidenciado na Demonstração do Resultado do ano de 2022, referente exclusivamente às ações adquiridas da empresa Em Evolução S.A. foi, em reais,
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.
Escolha ética do sujeito
Afirma o psiquiatra e terapeuta suiço Carl Gustav Jung. em seu livro Memórias, sonhos e reflexões: “Quando se toca no mal, corre-se o risco iminente de se sucumbir a ele. O homem, de um modo geral, não deve sucumbir nem mesmo ao bem. Um pretenso bem ao qual se sucumbe perde seu caráter moral, não porque tenha se tomado um mal em si, mas porque simplesmente se sucumbiu a ele.”
Nessa passagem Jung faz compreender a condicionante decisiva desse especial e mais grave “sucumbir” que nos vitima: nossa submissão sem volta a um campo de julgamento em que os valores já estão firmados e cristalizados em polarizações mecânicas.
Para Jung. o bem e o mal “constituem, juntamente, um todo paradoxal”. E continua: “o indivíduo [...) procura ansiosamente as regras e as leis exteriores às quais possa ater-se cegamente nos momentos de perplexidade”. E lembra ele que é comum atribuir a essas regras e leis exteriores a qualificação definitiva de “fatos”, antes mesmo de qualquer busca de comprovação.
Pode parecer-nos oportuno abandonar, por exemplo, a complexidade dos desafios do nosso tempo para nos submetermos à ideologia mais confortável e simplificadora, à qual passamos a nos agarrar sem sombra de reflexão mais séria. Escolhemos aquilo que nos parece mais natural, mais fácil. No entanto, antes de julgar o valor da específica escolha adotada no cardápio vicioso de valores já assentados, Jung considera, assim, o malefício fundamental do nosso acatamento irrefletido de uma escolha que, a rigor, sequer chegamos a escolher.
(Silvério Tárrega, a editar)
Escolha ética do sujeito
Afirma o psiquiatra e terapeuta suiço Carl Gustav Jung. em seu livro Memórias, sonhos e reflexões: “Quando se toca no mal, corre-se o risco iminente de se sucumbir a ele. O homem, de um modo geral, não deve sucumbir nem mesmo ao bem. Um pretenso bem ao qual se sucumbe perde seu caráter moral, não porque tenha se tomado um mal em si, mas porque simplesmente se sucumbiu a ele.”
Nessa passagem Jung faz compreender a condicionante decisiva desse especial e mais grave “sucumbir” que nos vitima: nossa submissão sem volta a um campo de julgamento em que os valores já estão firmados e cristalizados em polarizações mecânicas.
Para Jung. o bem e o mal “constituem, juntamente, um todo paradoxal”. E continua: “o indivíduo [...) procura ansiosamente as regras e as leis exteriores às quais possa ater-se cegamente nos momentos de perplexidade”. E lembra ele que é comum atribuir a essas regras e leis exteriores a qualificação definitiva de “fatos”, antes mesmo de qualquer busca de comprovação.
Pode parecer-nos oportuno abandonar, por exemplo, a complexidade dos desafios do nosso tempo para nos submetermos à ideologia mais confortável e simplificadora, à qual passamos a nos agarrar sem sombra de reflexão mais séria. Escolhemos aquilo que nos parece mais natural, mais fácil. No entanto, antes de julgar o valor da específica escolha adotada no cardápio vicioso de valores já assentados, Jung considera, assim, o malefício fundamental do nosso acatamento irrefletido de uma escolha que, a rigor, sequer chegamos a escolher.
(Silvério Tárrega, a editar)
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
Durante a elaboração de uma nova solução para triagem de processos no Poder Judiciário, a equipe de inovação propõe o uso de um modelo de linguagem de larga escala, capaz de interpretar textos jurídicos extensos, gerar resumos automáticos e classificar informações para facilitar a decisão humana. Com base nos conceitos de inteligência artificial (IA) e considerando o papel de diferentes sistemas, essa proposta caracteriza o uso de
Considere a seguinte situação hipotética: Atena, servidora pública do Tribunal Regional Federal da 42 Região, foi eleita Deputada Federal. Nesse caso, está afastada de seu cargo público, exercendo o referido mandato eletivo. Nos termos preconizados pela Constituição Federal, apesar do afastamento, o tempo em que Atena está exercendo o mandato eletivo
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 6 a 10, baseie-se no texto abaixo.
Sobre a tranquilidade da alma
Há desejos nossos que não devem ser levados para muito longe de nós; permitamos-lhes, então, que saiam apenas para as proximidades, de vez que não podem ser totalmente domesticados. Abandonando aquilo que não pode acontecer, ou que só muito dificilmente poderia estar ao nosso alcance, sigamos as coisas próximas que favorecem nossa esperança. Saibamos, no entanto, que essas coisas mais junto de nós podem ser levianas, e embora tenham por fora diversas faces, por dentro são igualmente väs.
E não invejemos as criaturas que estão mais alto: o que parece altura é também precipício. Aqueles, pelo contrário, aos quais uma sorte iníqua conduziu a uma encruzilhada, mais seguros estarão diminuindo sua soberba nas coisas que naturalmente levam à altivez orgulhosa de si.
Muitos, na verdade, existem imperiosamente atados às alturas, e de lá não podem descer a não ser caindo. Nada, todavia, nos livrará das flutuações da alma como o saber fixar sempre um limite às ambições, sem deixá-las ao arbítrio da fortuna, assim como deter-nos a nós mesmos diante das promessas vertiginosas. Ainda que venham a excitar a alma, ou por isso mesmo, alguns dos nossos desejos, uma vez limitados, não avançarão temerariamente às regiões do que é imenso e incerto.
Vejam: é aos imperfeitos, medíocres e insensatos que se dirigem esses meus preceitos, não ao sábio. O sábio não precisa caminhar com timidez, pé ante pé: ele tem tanta confiança em si mesmo e em seus recursos que não hesita em sair ao encontro do seu destino. Não tem, por isso, que temê-lo; aprendeu a viver sabendo o que pertence ao rol das coisas precárias e o que, estando ao seu alcance, cumpre-lhe guardar como seu.
(Adaptado de SÊNECA Sobre a tranquilidade da alma . Trad. José Rodrigues Seabra Filho. São Paulo: Nova Alexandria, 1994, p. 51)
Sobre a tranquilidade da alma
Há desejos nossos que não devem ser levados para muito longe de nós; permitamos-lhes, então, que saiam apenas para as proximidades, de vez que não podem ser totalmente domesticados. Abandonando aquilo que não pode acontecer, ou que só muito dificilmente poderia estar ao nosso alcance, sigamos as coisas próximas que favorecem nossa esperança. Saibamos, no entanto, que essas coisas mais junto de nós podem ser levianas, e embora tenham por fora diversas faces, por dentro são igualmente väs.
E não invejemos as criaturas que estão mais alto: o que parece altura é também precipício. Aqueles, pelo contrário, aos quais uma sorte iníqua conduziu a uma encruzilhada, mais seguros estarão diminuindo sua soberba nas coisas que naturalmente levam à altivez orgulhosa de si.
Muitos, na verdade, existem imperiosamente atados às alturas, e de lá não podem descer a não ser caindo. Nada, todavia, nos livrará das flutuações da alma como o saber fixar sempre um limite às ambições, sem deixá-las ao arbítrio da fortuna, assim como deter-nos a nós mesmos diante das promessas vertiginosas. Ainda que venham a excitar a alma, ou por isso mesmo, alguns dos nossos desejos, uma vez limitados, não avançarão temerariamente às regiões do que é imenso e incerto.
Vejam: é aos imperfeitos, medíocres e insensatos que se dirigem esses meus preceitos, não ao sábio. O sábio não precisa caminhar com timidez, pé ante pé: ele tem tanta confiança em si mesmo e em seus recursos que não hesita em sair ao encontro do seu destino. Não tem, por isso, que temê-lo; aprendeu a viver sabendo o que pertence ao rol das coisas precárias e o que, estando ao seu alcance, cumpre-lhe guardar como seu.
(Adaptado de SÊNECA Sobre a tranquilidade da alma . Trad. José Rodrigues Seabra Filho. São Paulo: Nova Alexandria, 1994, p. 51)