QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
54 questões encontradas

A Microsoft traz em uma de suas páginas da internet as funções do Microsoft Excel 2007, em português, mais utilizadas. Dentre estas funções estão as listadas abaixo.

I. É usada para retornar um valor caso uma condição seja verdadeira e outro valor caso seja falsa.
II. É útil para localizar informações em linhas de uma tabela ou de um intervalo. Por exemplo, procurar pelo sobrenome de uma funcionária, por seu número de identificação ou encontrar seu telefone pesquisando seu sobrenome (como um catálogo de telefone).
III. É utilizada para selecionar um valor entre 254 valores que se baseie no número de índice. Por exemplo, se de valor1 até valor7 corresponder aos números da semana, a função retorna um dos dias quando um número entre 1 e 7 for usado como núm_índice.

Os nomes das funções listadas em I, II e III são, correta e respectivamente,

A COND – PROC – ÍNDICE
B CASO – PROCURAR – CORRESP
C SE – PROCV – ESCOLHER
D SE – PROCURAR – ESCOLHER
E CASO – PROC – CORRESP
Texto associado
Atenção: As questões de números 1 a 4 referem-se ao texto abaixo.

Houve um tempo em que eu comia um monte de coisas e não precisava contar nada para ninguém. Na civilização contemporânea, on-line, conectada o tempo todo, se não for registrado e postado, não aconteceu. Comeu, jantou, bebeu? Então, prove. Não está na rede? Então, não vale.
Não estou aqui desfiando lamúrias de dinossauro tecnológico. Pelo contrário: interajo com muita gente e publico ativamente fotos de minhas fornadas. A vida, hoje, é digital. Contudo, presumo que algumas coisas não precisam deixar de pertencer à esfera privada. Sendo tudo tão novo nessa área, ainda engatinhamos a respeito de uma etiqueta que equilibre a convivência entre câmeras, pratos, extroversão, intimidade.
Em meados da década passada, quando a cozinha espanhola de vanguarda ainda povoava os debates e as fantasias de muitos gourmets, fotografar pratos envolvia um dilema: devorar ou clicar? A criação saía da cozinha, muitas vezes verticalizada, comumente finalizada com esferas delicadas, espumas fugazes... O que fazer, capturá-la em seu melhor instante cenográfico, considerando luzes e sombras, e comê-la depois, já desfigurada, derretida, escorrida? Ou prová-la imediatamente, abrindo mão da imagem? Nunca tive dúvidas desse tipo (o que talvez faça de mim um bom comensal, mas um mau divulgador).
Fotos e quitutes tornaram-se indissociáveis, e acho que já estamos nos acostumando. Mas será que precisa acontecer durante todo o repasto? Não dá para fazer só na chegada do prato e depois comer sossegado, à maneira analógica? Provavelmente não: há o tratamento da imagem, a publicação, os comentários, as discussões, a contabilidade das curtidas. Reconheço que, talvez antiquadamente, ainda sinto desconforto em ver casais e famílias à mesa, nos salões, cada qual com seu smartphone, sem diálogos presenciais ou interações reais. A pizza esfria e perde o viço; mas a foto chega tinindo aos amigos de rede.

(Adaptado de: CAMARGO, Luiz Américo. Comeu e não postou? Então, não valeu. Disponível em: http://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/09/opinion/1483977251_216185.htm l)

Percebe-se uma relação de causa e efeito, nessa ordem, entre as orações na seguinte passagem do texto:

A Na civilização contemporânea, on-line, conectada o tempo todo, se não for registrado e postado, não aconteceu. (1 o parágrafo)
B Sendo tudo tão novo nessa área, ainda engatinhamos a respeito de uma etiqueta que equilibre a convivência entre câmeras, pratos, extroversão, intimidade . (2 o parágrafo)
C Houve um tempo em que eu comia um monte de coisas e não precisava contar nada para ninguém . (1 o parágrafo)
D Reconheço que, talvez antiquadamente, ainda sinto desconforto em ver casais e famílias à mesa, nos salões, cada qual com seu smartphone, sem diálogos presenciais ou interações reais. (4 o parágrafo)
E Contudo, presumo que algumas coisas não precisam deixar de pertencer à esfera privada. (2 o parágrafo)

Considere o excerto de um registro MARC abaixo.

100 | 1 | # | $a Souza, João de Deus Gomes de, $c Desembargador
110 | 2 | # | $a Mato Grosso do Sul. $b Tribunal Regional do Trabalho, 24ª Região.
245 | 1 | 0 | $a Regimento interno : $b regulamentação das atribuições do TRT-24 e de seus membros / $c outorgado pelo Desembargador João
de Deus Gomes de Souza.
260 | # | # | $a Campo Grande : $b Editora Jurídica, $c 2016.
300 | # | # | $a 196 p. ; $c 25 cm.
530 | # | # | $a Disponível em CD-Rom.
740 | 0 | # | $a Regulamentação das atribuições do TRT-24 e de seus membros.

É correto afirmar que

A o campo 530 informa que o recurso é eletrônico, portanto, falta indicar o subcampo para DGM.
B a indicação do subcampo b do campo 245 é dispensável, uma vez que esse dado aparece no campo 740.
C o subcampo c do campo 245 indica responsabilidade, portanto, deveria aparecer no campo 246.
D os campos 1XX aparecem repetidos, o que não é permitido ocorrer no mesmo registro.
E o campo 740, que indica entrada secundária para título uniforme, está incorretamente preenchido.

Em 11 de dezembro de 1997, o governo federal promulgou a Medida Provisória número 1.569-9. Essa Medida foi publicada no Diário Oficial, de Brasília, no caderno do Poder Executivo, em 14 de dezembro de 1997. Ela constava da página 29514, da Seção 1. A referência correta dessa publicação é:

A BRASIL. Medida provisória no 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil , Poder Executivo, Brasília, DF, Seção 1, p. 29514, 14 dez. 1997.
B MEDIDA provisória no 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514.
C DIÁRIO Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514. Medida provisória no 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997.
D BRASIL. Governo Federal. Medida provisória no 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514.
E BRASIL. Medida provisória no 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil , Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514.

A diretoria da biblioteca do Tribunal Regional do Trabalho da 24 a Região decidiu elaborar o guia da biblioteca, para orientação dos usuários. Nesse guia, além de dados sobre a biblioteca, também incluiu uma lista contendo, de forma abreviada, os títulos publicados pelas principais instituições jurídicas do país, e, para melhor utilização, também incluiu um índice dos temas tratados no guia. Para realizar as tarefas citadas de acordo com as normas de documentação vigentes, ela utilizou as NBR

A 5892, 6028 e 14724.
B 6029, 6033 e 10520.
C 6032, 6034 e 10518.
D 6022, 6024 e 10719.
E 6021, 6025 e 12225.

Analise as afirmativas abaixo, que se referem aos indicadores qualitativos de desempenho em bibliotecas.

I. Indicadores diretos representam a medida de notoriedade do serviço.
II. Indicadores indiretos estão ligados aos três componentes da pesquisa de informação: a qualidade e o número de fontes de informação; o valor agregado pelo trabalho do profissional da informação e a satisfação do usuário.

Ocorre que

A II está correto; a medida de notoriedade é um indicador quantitativo.
B I e II estão corretos.
C I está correto; II apresenta uma descrição equivocada dos componentes da pesquisa de informação.
D II está correto; a medida de notoriedade é também um indicador direto.
E I e II estão incorretos.

A utilização de resenhas como instrumento auxiliar à seleção deve ser prevista na política para essa atividade. Sob esse aspecto, é importante lembrar de que

A na grande mídia, é muito mais frequente a presença de resenhas negativas do que de positivas.
B as resenhas publicadas em periódicos especializados são menos confiáveis que aquelas publicadas em revistas populares.
C os autores de resenhas publicadas em jornais são especialistas nas temáticas dos livros resenhados.
D as resenhas em publicações direcionadas para o grande público necessitam ser analisadas com discernimento pelo bibliotecário.
E no Brasil existem vários periódicos especializados em resenhas que podem ser utilizados para a seleção de materiais de informação.

O ato administrativo discricionário

A apresenta discricionariedade em todos os seus requisitos, exceto quanto à competência para a prática do ato.
B apresenta discricionariedade em um de seus requisitos, qual seja, a finalidade.
C não comporta anulação.
D é passível de revogação.
E não está sujeito a controle judicial.

Considere os dois agrupamentos abaixo, que se referem a características de órgãos de linha-staff em uma organização funcional-linear.

I. Linha
II. Staff

a. Decide.
b. Cuida da execução.
c. É responsável pelo planejamento e pelas sugestões.
d. Assessora.
e. Dá consultoria e assistência técnica.
f. É responsável pela execução e pelos resultados.

A correta correlação entre os agrupamentos é

A I-a, I-b, I-f, II-c, II-d, II-e.
B I-b, I-c, I-f, II-a, II-d, II-e.
C I-a, I-b, I-c, II-d, II-e, II-f.
D I-d, I-e, I-f, II-a, II-b, II-c.
E I-a, I-c, I-f, II-b, II-d, II-e.

Considere os dois agrupamentos abaixo.

I. AACR2
II. RDA

a. Baseado em dois modelos conceituais da IFLA.
b. Estruturado de acordo com as áreas do ISBD.
c. Adequado aos recursos digitais e analógicos.
d. Termos: ponto de acesso, criador, título adotado.
e. Termos: entrada secundária, autor, título uniforme.
f. Catalogador pode incluir qualquer elemento adicional necessário para diferenciar um recurso do outro.
g. Uso intenso de abreviaturas.

A correta correlação entre os agrupamentos é

A I-a; I-c; I-e; I-f; II-b; II-d; II-g.
B I-b; I-e; I-g; II-a; II-c; II-d; II-f.
C I-a; I-b; I-d; II-c; II-e; II-f; II-g.
D I-c; I-d; I-g; II-a; II-b; II-e; II-f.
E I-b; I-c; I-e; I-g; II-a; II-d; II-f.