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Um Caso de Uso é uma especificação de uma sequência de interações entre um sistema e os agentes externos que utilizam o sistema. Há vários formatos de descrição de Caso de Uso propostos na literatura, assim como vários graus de abstração utilizados.
Considere a descrição de Caso de Uso abaixo.
O Cliente chega ao caixa eletrônico e insere seu cartão. O Sistema requisita a senha do Cliente. Após o Cliente fornecer a senha e esta ser validada o Sistema exibe as opções de operações possíveis. O Cliente opta por realizar um saque. Então o Sistema requisita o total a ser sacado. O Sistema fornece a quantia desejada e imprime o recibo para o Cliente .

Trata-se de uma descrição

A de Caso de Uso inválida, pois contém comportamento interno do sistema.
B contínua de Caso de Uso com formato essencial.
C contínua de Caso de Uso com formato real.
D de Caso de Uso de Negócio com descrição contínua.
E contínua de Caso de Uso hipotético com cenário de 1° instância.

No método main da classe principal de uma aplicação Java SE foi realizada a chamada abaixo ao método aumentarSalario, da mesma classe, que aumenta o salário em 10%:
double salarioNovo, salarioAtual= 10678.67;
salarioNovo = aumentarSalario(salarioAtual);

O método aumentarSalario pode ser escrito corretamente utilizando

A protected static float aumentarSalario(double salarioAtual) { return salarioAtual * 1.1; }
B public static void aumentarSalario(double salarioAtual) { return salarioAtual * 1.1; }
C public static double aumentarSalario(double[ ] salarioAtual) { return salarioAtual * 1.1; }
D private static double aumentarSalario(double sAtual) { return sAtual * 1.1; }
E private static double aumentarSalario(salarioAtual) { return salarioAtual * 0.1;}

Os documentos WSDL devem conter, principalmente, os elementos:

1. definição dos tipos de dados usados pelo web Service (XML Schema).

2. definição dos elementos de dados para cada operação.

3. descrição das operações que podem ser feitas e mensagens envolvidas.

4. definição do protocolo e formato de dados para cada tipo de porta.

Esses elementos são, respectivamente,

A type - portType - biding e message.
B types - message - portType e binding.
C wsdl - type - message e portType.
D message - biding - portType e wsdl.
E portType - type - message e biding.

Atenção : A questão corresponde à Gestão Pública.

Entre os objetivos e as finalidades que se pretende assegurar por meio da adoção do procedimento licitatório, inserem-se não apenas a isonomia e a seleção da melhor proposta para a Administração, mas também a promoção do desenvolvimento nacional sustentável. Nesse contexto, à luz das disposições da Lei n° 8.666/1993 e do Decreto n° 7.746/2012, a Administração pública federal direta, autárquica, fundacional e as empresas estatais federais dependentes

A somente poderão adotar critérios de sustentabilidade como especificação técnica do objeto, vedada a sua previsão como obrigação da contratada, dado o potencial de restrição do caráter competitivo do certame.
B deverão adotar, na aquisição de bens e na contratação de obras e serviços, critérios e práticas de sustentabilidade, justificando a adequação do objeto da contratação e das obrigações da contratada e tais práticas, resguardado o caráter competitivo do certame.
C deverão adotar os critérios de sustentabilidade previstos na referida normatização como fator de julgamento, exclusivamente nas licitações do tipo melhor técnica ou técnica e preço.
D estão obrigadas a adotar os critérios de sustentabilidade previstos na referida normatização como fator de equalização das propostas, conferindo vantagem de até 10% para os licitantes que cumprirem os requisitos fixados com base em tais critérios.
E deverão adotar, como critério de desempate nas licitações na modalidade pregão, o cumprimento de requisitos de sustentabilidade fixados no edital, aderentes às premissas fixadas na normatização citada.

Considere o modelo de ciclo de vida de software constituído por rotinas de trabalho com a participação de todos os membros da equipe, onde falhas não são toleráveis e por isso, entre as atividades, duas têm grande importância no processo: uma delas dedicada ao planejamento da etapa e outra à de análise de riscos. As atividades são apoiadas pela geração de protótipos. Suporta o desenvolvimento de sistemas complexos e de grande porte. Trata-se do modelo

A Interativo e Incremental.
B RAD - Rapid Application Development.
C Espiral.
D Cascata.
E Evolutivo.
Texto associado
1 Nosso cérebro é uma complexa estrutura forjada pela evolução. Por outro lado, é também primitivo. É curioso pensar que o mais erudito dos moradores deste planeta tenha o mesmo hardware que um caçador-coletor que passou a vida errando em uma pequena érea em busca da sobrevivência. 2 Estou sendo injusto em minha descrição. Nosso ancestral era capaz de tecer, realizar pequenas cirurgias, fazer ferramentas de pedra. Tente criar algo assim em casa e você verá que somos menos autônomos do que um coletor do Paleolítico. Mas estou sendo preciso quando comparo nossos cérebros. 3 Desenvolvida para uma chave amigo-inimigo, nossa mente tende a rotular o que vê, julgando a novidade de acordo com seu conhecimento prévio. Isso garantiu nossa vida por muitas gerações: se eu comer algo que me faz mal, toda vez que olhar para algo semelhante, sentirei repulsa. Isso pode ser bom para evitar perigos, porém cria problemas para nossa atualidade. 4 Se eu tivesse que arriscar um esboço do que seria o pensamento médio das pessoas, hoje, ele seria similar ao dos antepassados paleolíticos. Formamos bandos com facilidade. Yuval Harari chama a atenção para como a detração é uma poderosa cola social. Fofocando, crio laços, forjo alianças. Desde sempre, nossa espécie classifica o que vê antes de compreender o que tem na sua frente. O pavor instintivo da novidade me faz rejeitá-la. Classificar, para o cérebro primitivo que se contenta em viver na caverna, é mais importante do que entender. 5 É claro que também somos uma espécie que foge da natureza animal e que cria culturas. Portanto, há um instinto inquisitivo, que gosta de descobrir coisas novas, explorá-las. No entanto, a sensação é que ele anda em baixa em nossos tempos. Encerrar em caixas herméticas dá segurança. 6 Alguns associam a rotulação imediata a um traço humano. A sociedade ficou mais complexa, mas, em nossa essência, somos os mesmos. Por outro lado, há quem afirme que o tempo curto da internet, o imediatismo atual, produz superficialidade, impede o raciocínio profundo, pois este requer o questionamento de bolhas epistêmicas e, mercadoria cada vez mais rara, tempo de ponderação. Não seria uma essência, necessariamente, todavia um feitiço, uma tentação oferecida por algoritmos do universo digital. 7 Resistir à tentação é um desafio. Pensar em aprofundar, dar uma segunda olhada, fugir do rótulo: parecem atitudes que exigem o desafio da vontade férrea. Deixar que sentidos mais amplos invadam sua percepção sem julgar de imediato é um ato de resistência . (Adaptado de: KARNAL, Leandro. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br )

Estou sendo injusto em minha descrição . (2° parágrafo) Transposto para o discurso indireto, o trecho transcrito acima assume a seguinte redação: Leandro Karnal afirmou

A que vai estar sendo injusto em sua descrição.
B estar sendo injusto em minha descrição.
C que estava sendo injusto em sua descrição.
D ter sido injustiçado em sua descrição.
E que fora injusto em minha descrição.

Atenção : A questão corresponde à Gestão Pública. A adoção de um sistema de compliance no âmbito de uma determinada entidade pública significa

A uma alternativa para reparar prejuízos causados por corrupção praticada por seus agentes, assumido em acordo de leniência como sucedâneo de condenação pecuniária.
B a utilização de indicadores para mensurar o atingimento de metas com o objetivo de conferir previsibilidade e confiabilidade à sua atuação, agregando valor à entidade.
C a imposição de medidas restritivas, de ordem sancionatória, decorrentes de condenação por práticas de corrupção identificadas no âmbito da organização.
D a adoção de um conjunto de disciplinas a fim de cumprir e se fazer cumprir as normas legais e regulamentares, bem como evitar, detectar e tratar quaisquer desvios ou inconformidades que possam ocorrer.
E o compromisso de uma atuação socialmente responsável, cumprindo o papel de agente de governança corporativa em conjunto com os demais agentes estratégicos inseridos nesse sistema ( stakeholders ).

Um Analista em TI foi designado para gerenciar um projeto de software e, como gerente, ele deve iniciar pela comunicação à equipe e aos clientes de como o trabalho será feito, buscar antecipar eventuais problemas que possam surgir no decorrer do projeto e estabelecer soluções alternativas a eles. De modo geral, a formalização desses quesitos é registrada

A no plano de comunicação.
B na especificação de requisitos funcionais.
C na definição do escopo do projeto.
D no plano de projeto.
E na especificação de requisitos não funcionais.

Em Análise de Pontos de Função, uma Consulta Externa - CE constitui-se de dados extraídos de

A Arquivos Lógicos Externos (ALEs) para, após os cálculos necessários, efetuar a atualização dos Arquivos Lógicos Internos (ALIs).
B Arquivos Lógicos Internos (ALIs), de Arquivos de Interface Externa (AlEs) e/ou de Informações de Controle, após realizar cálculos e atualizar os arquivos que são enviados para fora da fronteira do sistema.
C Arquivos Lógicos Externos (ALEs), de Arquivos de Interface Interna (Alls) e de Informações de Controle, podendo realizar cálculos e manutenção nos arquivos que cruzam a fronteira para dentro do sistema.
D Arquivos Lógicos Externos (ALEs), de Arquivos de Interface Externa (AlEs) e de Informações de Controle, podendo realizar cálculos e manutenção nos arquivos que cruzam a fronteira para dentro do sistema.
E Arquivos Lógicos Internos (ALIs), de Arquivos de Interface Externa (AlEs) e/ou de Informações de Controle sem realizar cálculos ou manutenção nos arquivos que cruzam a fronteira do sistema e sem alterar seu comportamento.

Um Analista em TI necessita desenvolver um projeto otimizando o reuso das classes. Para tanto, ele está analisando uma solução que possibilita a existência de várias interfaces com o usuário que podem ser modificadas sem que haja a necessidade da alteração das regras de negócio, proporcionando assim muito mais flexibilidade e oportunidades de reuso das classes. O modelo de arquitetura padrão que atende essa necessidade porque contempla a divisão do projeto em camadas muito bem definidas é o

A MVC.
B SOAP.
C SPRINT.
D XML.
E ASP.