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Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual está revisando um Acordo de Confidencialidade (NDA) proposto por uma empresa terceirizada que prestará serviços de suporte técnico em bancos de dados contendo informações sigilosas de parlamentares e servidores. O documento apresentado pela empresa contém cinco cláusulas. Considerando as boas práticas de segurança da informação e a legislação aplicável, o analista verificou que apenas uma das cláusulas está totalmente adequada e deve ser mantida em um NDA válido:

A A qualificação das informações como confidenciais dependerá de notificação por escrito da contratante a cada documento específico a ser protegido.
B O signatário fica isento de responsabilidade em caso de vazamento de informações ocorrido por meio de equipamento pessoal não fornecido pela contratante.
C O signatário poderá reter cópias das informações confidenciais após o término do contrato para fins de comprovação de suas atividades profissionais.
D As informações confidenciais poderão ser utilizadas pelo signatário para fins de treinamento de novos funcionários da contratante, desde que os dados sejam anonimizados internamente.
E Ao término do contrato, o signatário deverá devolver ou destruir todas as informações confidenciais, mediante comprovação documental.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

O Analista de Segurança deve estruturar um programa de conscientização em segurança da informação para a Assembleia Legislativa, integrando boas práticas educacionais às diretrizes do PMBOK 7ª edição. A solução técnica adequada prevê que

A o domínio de measurement do PMBOK 7 seja adotado para estruturar indicadores de maturidade dos usuários, integrando os resultados das simulações de phishing ao painel de desempenho do programa e revisando trilhas conforme os dados coletados.
B o programa seja estruturado com base no domínio de stakeholders do PMBOK 7, mapeando perfis de usuários como partes interessadas, definindo planos de engajamento por grupo e usando lessons learned de incidentes para atualizar os conteúdos de conscientização.
C o programa seja gerenciado como projeto com escopo fixo, usando o princípio de stewardship do PMBOK 7 para orientar a entrega de trilhas de treinamento, com métricas de conclusão como principal indicador de valor gerado.
D o programa aplique os princípios de value delivery e stakeholder engagement do PMBOK 7, com trilhas diferenciadas por perfil, simulações de ameaças reais, indicadores de efetividade revisados em ciclos adaptativos e alinhamento às políticas de governança institucional.
E a gestão do programa utilize o domlnio de desempenho de uncertainty do PMBOK 7 para mapear ameaças ao programa de treinamento. com campanhas baseadas em incidentes anteriores e revisão de oonteúdo vinculada ao registro de riscos do ambiente de TI.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual está estudando os principais conceitos relacionados à autenticação. controle de acesso e gerenciamento de identidades para implementar na Assembleia. Sobre esses temas ele concluiu corretamente que

A Federação de identidades é um conceito aplicável a redes sociais, não podendo ser implementado em ambientes corporativos com servidores focais.
B OpenID Connect (OIDC) é uma camada de autenticação que fornece informações sobre a identidade do usuário autenticado através de um token ID.
C IAM tem como função o gerenciamento de senhas de usuários e a autenticação por mecanismos biométricos.
D RBAC é um modelo de controle de acesso onde as permissões são atribuídas diretamente a usuários individuais de cada grupo.
E OAuth 2.0 é um protocolo de autenticação que substitui o uso de senhas, permitindo que o usuário acesse sistemas sem fornecer credenciais que ele conhece.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

A Assembleia Legislativa precisa estabelecer uma política de gestão de ativos para assegurar a proteção de dados parlamentares e administrativos. Para implementar o inventário e a classificação de acordo com a criticidade e o ciclo de vida, a solução correta determina que

A a proteção dos ativos de informação dependa da instalação de agentes de monitoramento no hardware físico, enquanto as garantias associadas sejam imputadas ao provedor de nuvem pública.
B o ciclo de vida da informação seja definido pela gestão de capacidade de armazenamento dos storages , vinculando a proteção do ativo ao provedor de nuvem pública.
C o inventário de ativos seja atualizado via cloud security e as responsabilidades de classificação sejam delegadas aos usuários finais com base no volume de dados armazenados em cada servidor da nuvem.
D a classificação de criticidade dos ativos ocorra via protocolos de criptografia assimétrica na rede de borda ( edge network ), garantindo que o ciclo de vida da informação seja gerido por ferramentas de gestão da informação.
E o inventário identifique a propriedade e a criticidade de cada ativo, permitindo que a classificação oriente os controles de proteção e os procedimentos de descarte seguro ao final do ciclo de vida.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual está projetando a arquitetura de rede para um novo anexo funcional. O analista decidiu implementar uma DMZ em um firewall para hospedar os servidores de aplicações web (10.20.30.41/29) e o servidor de arquivos públicos (10.20.30.42/29), enquanto a rede interna (10.10.0.0/16) está conectada a outra interface do firewall . Considerando as boas práticas de segurança para implementação de DMZ, o analista deve

A permitir seletivamente o tráfego da rede interna para a DMZ e bloquear todo o tráfego da internet para a DMZ, pois os servidores devem ser acessados apenas pelos funcionários internos.
B configurar um túnel VPN entre a DMZ e cada estação de trabalho da rede interna, garantindo que o tráfego entre essas redes seja criptografado, dispensando regras de firewall específicas.
C permitir todo o tráfego da internet para a DMZ sem restrições e bloquear todo o tráfego da DMZ para a rede interna, garantindo que servidores comprometidos não afetem a rede interna.
D permitir apenas o tráfego necessário da internet para a OMZ para o servidor web e servidor de arquivos e permitir apenas o tráfego essencial da OMZ para a rede interna.
E configurar a DMZ em modo bridge com a interface externa, eliminando a necessidade de regras de firewall , pois o isolamento é garantido pelo próprio conceito de DMZ.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

Uma Assembleia Legislativa mantém uma base de dados de cidadãos para participação em consultas públicas digitais, observando requisitos de transparência e controle institucional. Com o objetivo de reduzir riscos aos titulares e limitar o tratamento ao mínimo necessário, adotou técnica de pseudonimização, com segregação da informação adicional de reidentificação em ambiente controlado e seguro. De acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), representa uma prática compatível com a técnica adotada e com o princípio da necessidade, a

A aplicação de mascaramento dos dados em relatórios externos, preservando integralmente os dados identificáveis no ambiente operacional para uso amplo.
B utilização de criptografia com compartilhamento de chaves entre unidades administrativas, permitindo acesso descentralizado aos dados completos conforme demanda institucional.
C substituição dos identificadores por funções criptográficas, eliminando a possibilidade de reidentificação e reduzindo permanentemente o conjunto de dados tratados.
D manutenção dos dados identificáveis em base única, com controle de acesso por perfis institucionais, garantindo que apenas usuários autorizados acessem todos os dados disponíveis.
E separação dos identificadores diretos em ambiente distinto, permitindo reidentificação apenas mediante uso de informação adicional protegida, com acesso restrito aos dados estritamente necessários.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

Um analista de segurança da informação de um órgão governamental está revisando a arquitetura do servidor de e-mail corporativo. O objetivo é mitigar ataques de interceptação ( sniffing ) de credenciais transmitidas em texto claro e do conteúdo das mensagens durante a comunicação entre os clientes de e-mail dos funcionários e o servidor. Para garantir a confidencialidade tanto no envio quanto no recebimento das mensagens, o analista deve configurar as portas e os protocolos adequados. Considerando as boas práticas de segurança para comunicação de serviços de e-mail , a configuração mais adequada que o analista deve implementar consiste em

A utilizar o SMTPS na porta 2525 para o envio de mensagens e o IMAP encapsulado na porta 22, aproveitando a criptografia do protocolo SSH para a sincronização das caixas de entrada.
B exigir o uso de IMAPS na porta 993 ou POP3S na porta 995 para o recebimento de mensagens, e configurar o envio por submissão SMTP na porta 587 com uso obrigatório de STARTTLS.
C utilizar o SMTP na porta 25, o POP3 na porta 110 e o IMAP na porta 143, aplicando as tecnologias SPF e DKIM para garantir a criptografia do tráfego.
D desabilitar os protocolos IMAP e POP3, centralizando o envio e o recebimento de e-mails de forma bidirecional e criptografada na porta 25 do protocolo SMTP.
E manter o IMAP na porta 143 e o POP3 na porta 110, pois esses protocolos possuem criptografia nativa para a autenticação, exigindo o uso de TLS para o SMTP via porta 465.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

Uma Assembleia Legislativa implementa criptografia de dados sensíveis em repouso utilizando AES, sob requisito de confidencialidade e integridade sem aumento significativo de latência. Diante da necessidade de evitar vulnerabilidades como padding oracle e reutilização de IV, o modo de operação correto é

A o uso do modo OFB, que transforma o bloco em fluxo e evita reutilização de estados internos.
B a aplicação do modo CFB com segmentação variável, garantindo proteção contra análise de padrões.
C a aplicação do modo CBC com IV fixo, pois garante encadeamento determinístico entre blocos.
D a utilização do modo CTR com contador reiniciado por chave, permitindo paralelismo e integridade implícita.
E a adoção do modo GCM, que combina criptografia e autenticação com uso de IV único por operação.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

Uma Assembleia Legislativa implementa um SGSI conforme a norma ABNT NBR ISO/IEC 27001:2024, com múltiplas unidades administrativas conduzindo avaliações de riscos. Diante da necessidade de assegurar aplicação uniforme de critérios, rastreabilidade decisória e comparabilidade direta dos resultados entre ciclos, a prática que atende integralmente aos requisitos normativos de definição e aplicação do processo de avaliação de riscos, de acordo oom a seção da norma que trata de riscos e oportunidades, é a

A revisão periódica dos riscos com base em indicadores institucionais e eventos relevantes para os processos de negócio da organização.
B documentação dos riscos avaliados com registro das decisões adotadas pelas unidades responsáveis.
C definição e aplicação uniforme de critérios de risco, incluindo aceitação e avaliação, garantindo comparabilidade direta dos resultados.
D consolidação dos resultados das avaliações com harmonização posterior conduzida por instância de governança institucional.
E condução das avaliações com adaptação de critérios entre unidades, resultando em variações consistentes nos resultados obtidos.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026