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Suponha que determinada empresa pretenda lançar uma nova linha de produtos e, para consecução de tal objetivo, esteja
cogitando utilizar a conhecida ferramenta 5W2H. Considerando as características e finalidades dessa ferramenta, tal utilização

A não se afigura pertinente, eis que se trata de ferramenta comumente utilizada para administração de materiais e gestão de
estoques, não apresentando aplicação para outras finalidades.
B não faz sentido, pois se trata de ferramenta de controle de qualidade para itens já em produção, com normatização das
etapas correspondentes e certificação do processo.
C poderá ser útil, desde que tal objetivo se encontre previsto no planejamento estratégico da empresa, eis que tal ferramenta
é voltada à mensuração de metas, com a utilização de indicadores de resultado.
D auxiliará no planejamento para consecução do objetivo, com a identificação do que será feito; por que será feito; onde, por
quem, quando e como será feito, e quanto vai custar.
E auxiliará a empresa especificamente no processo de benchmarking , com a identificação de cases de sucesso no setor
mercadológico em que pretende se inserir.

Suponha que determinada organização pública pretenda aplicar a conhecida metodologia Balanced Scorecard - BSC, objetivando obter melhorias em sua atuação e alinhar objetivos e estratégias de curto e longo prazo. Para aplicação de tal ferramenta de melhoria, deverá considerar que ela contempla

A um mapa estratégico, que descreve a estratégia da empresa considerando as quatro dimensões (perspectivas) adotadas pelo BSC.
B perspectivas de curto prazo: financeira e dos clientes; e perspectivas de longo prazo: dos processos internos e da visão de futuro da organização.
C prevalência de indicadores financeiros, voltados à ampliação da participação relativa da organização no mercado em que atua ( Market share ).
D prevalência de indicadores não financeiros, com ênfase no crescimento e desenvolvimento pessoal dos colaboradores.
E uma matriz de desafios e oportunidades que se apresentam para a organização, distribuídos entre os cenários de curto, médio e longo prazo em que atua.

O conceito de administração contingencial apresenta como diferenciais em relação à abordagem clássica, entre outros aspectos,
ênfase

A na criação de centro de custos com autonomia financeira, enquanto no modelo clássico os resultados são apurados de
forma unificada.
B na tarefa e em seus desdobramentos, enquanto a clássica prioriza a administração de recursos humanos.
C na departamentalização, com divisão das etapas de produção, diversamente da administração clássica que propõe maior
flexibilização.
D no controle de custos da produção, enquanto o foco do modelo clássico são as relações de trabalho envolvidas na cadeia
produtiva.
E no ambiente em que se insere a organização, diversamente do modelo clássico cujo foco é a estrutura organizacional.

A aplicação dos preceitos de governança corporativa a instituições públicas ou privadas, pressupõe, entre outros princípios e
preceitos, a denominada accountability , que significa que os agentes de governança devem

A zelar pelo tratamento justo e isonômico de todos as partes interessadas ( stakeholders ), levando em consideração seus
interesses e expectativas.
B prestar informações de modo claro, conciso e tempestivo de sua atuação, sendo responsabilizados por suas ações e
omissões.
C procurar a maximização dos resultados financeiros da entidade, atuando com eficiência e reduzindo perdas.
D adotar práticas de sustentabilidade social, voltadas à inserção da entidade em políticas inclusivas e de respeito à diversidade.
E atuar de forma ambientalmente sustentável, privilegiando processos de produção de bens e serviços que não consumam
recurso naturais de forma excessiva.

Suponha que determinada entidade pública pretenda introduzir planejamento estratégico como forma de melhor alinhamento
entre sua atuação e os objetivos públicos que deve perseguir. Nesse contexto, defrontou-se, inicialmente, com a necessidade de
identificar a “visão” da entidade, ou seja,

A identificar as forças e fraquezas existentes na organização, a partir de uma análise interna que responda à pergunta: quais
são as habilidades necessárias para que a entidade atinja seus objetivos?
B definir a razão de ser da entidade, o propósito pelo qual trabalham e se esforçam os seus colaboradores, respondendo à
pergunta básica: para que existimos?
C realizar uma avaliação do cenário externo no qual a organização está inserida, respondendo à indagação: quais as
oportunidades e ameaças que se apresentam no momento atual e futuro?
D responder à pergunta: onde a empresa quer chegar e o que deseja ser no futuro?; devendo a resposta ser construída com
a participação dos colaboradores, buscando expressar um consenso dos membros da entidade.
E conhecer a cultura da organização, respondendo à pergunta: quais são os valores e os ideais individuais e coletivos dos
seus integrantes?

O grau de alavancagem financeira de uma empresa leva em conta

A exclusivamente o endividamento de curto prazo da empresa, e pode ser obtido, apurando-se o saldo resultante da
subtração das despesas financeiras do total das receitas financeiras, em períodos inferiores a 12 meses.
B a presença de capital de terceiros na estrutura de capital da empresa, podendo ser obtido pela divisão do LAJIR (Lucro
Antes dos Juros e Imposto de Renda) pelo LAIR (Lucro Antes do Imposto de Renda).
C o risco de inadimplência ou insolvência da empresa, podendo-se dizer que uma empresa está “alavancada” quando
apresenta patrimônio líquido negativo.
D o percentual de investimentos realizados com fontes externas de capital ( equity ), o qual, quando superior a 50%, indica
grau de alavancagem elevado.
E exclusivamente a dívida de longo prazo da empresa, contabilizada no exigível de longo prazo de seu balanço patrimonial,
vis a vis o montante dos seus ativos imobilizados (tangíveis e intangíveis).

No curso da evolução das teorias organizacionais, surgiram, no mesmo momento histórico, a Escola Clássica, fundada nos
ensinamentos de Henry Fayol, e, sob o prisma sociológico, a Teoria da Burocracia, desenvolvida por Max Weber. Constituem
características de tais escolas, respectivamente,

A processos de trabalho padronizados (sistema mecanicista); patrimonialismo e clientelismo.
B organização como sistema aberto (não departamentalizado); rigidez de normas e estruturas.
C princípio da cadeia escalar e unidade de comando; cargos organizados segundo princípio hierárquico.
D ênfase nos recursos humanos (conceito de homem-econômico); estruturas pouco verticalizadas, priorizando a função de staff.
E ausência de unicidade decisória, privilegiando estruturas autônomas; departamentalização excessiva, com replicação de
funções e atividades.

Os indicadores de desempenho chamados de Key Performance Indicator (KPI) são métricas que quantificam a performance da
entidade de acordo com seus objetivos organizacionais. Entre eles, o denominado indicador de turnover aplica-se a

A área comercial da entidade, indicando a fatia de mercado conquistada por um produto durante um período determinado.
B desempenho logístico, medindo a relação direta entre consumo (ou saída) e saldo médio em estoque.
C processos de recursos humanos, apresentando a diferença numérica entre admissões e demissões.
D desempenho financeiro, medindo os custos na produção de bens e serviços, com a razão entre a receita global e o total de
vendas.
E gerenciamento de processos, medindo o tempo de duração de um determinado processo, com seus inputs e outputs .

A gestão de desempenho possui, como etapa relevante, a avaliação do desempenho dos integrantes das organizações. Entre as
metodologias aplicáveis para tal etapa, a avaliação 360º, também denominada circular, contempla

A a indicação de um mentor permanente para o avaliado, que o acompanhará no processo de crescimento profissional.
B a obrigatoriedade dos avaliados apresentarem um plano de ação para superação das deficiências identificadas.
C um processo de trainee , com o avaliado percorrendo todos os setores da organização, para aprimorar seus conhecimentos
e relacionamentos.
D autoavaliação, bem como a avaliação do integrante por aqueles com os quais se relaciona na organização, e não apenas
por seus superiores.
E a avaliação do integrante por uma equipe composta também por pessoas que não integram a organização, mas que são
referência no setor em que a mesma atua.

A análise das demonstrações financeiras de uma empresa permite que sejam extraídas informações relevantes para o
conhecimento dos sócios, acionistas, fornecedores e outros interessados, a partir do cotejo ou combinação de determinados
dados extraídos do Balanço Patrimonial e das Demonstrações de Resultado do Exercício. Em tal análise, um dos indicadores
comumente utilizados é o de Liquidez Seca, o qual

A indica quanto a empresa consegue pagar das suas dívidas, desconsiderando os seus estoques, em face da pouca liquidez
deste item.
B indica quanto a empresa possui em dinheiro, bens e direitos realizáveis a curto e longo prazos, para pagar todas as suas
dívidas caso fosse parar suas atividades naquele momento.
C indica quanto a empresa possui em dinheiro e bens disponíveis, para pagar suas dívidas vencíveis no curto prazo (próximo
exercício).
D mede quanto de lucro uma empresa gera em relação aos investimentos dos seus acionistas ou proprietários.
E indica quanto do Patrimônio Líquido da empresa está aplicado no Ativo Permanente e no Imobilizado em andamento.