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44 questões encontradas

O comportamento dos psicopatas apresenta potencial nocividade atingindo diretamente a família, os amigos e a sociedade. Embora conheçam bem as regras, os psicopatas seguem como querem, sentindo-se livres para satisfazer seus desejos/necessidades. Sem se preocupar com as consequências de suas ações, os psicopatas não sentem culpa pelo mal que podem causar. O quadro acima descrito por psicopatia encontra-se incluído no Manual Diagnóstico de Transtornos Mentais – DSM-5 no transtorno de personalidade

A desafiador.
B narcisista.
C disruptivo.
D opositor.
E antissocial.

As organizações tendem a se deparar com forças do ciclo de vida previsíveis à medida que vão crescendo. Embora tenham sido propostos vários modelos do ciclo de vida organizacional, um modelo integrativo destaca melhor as pressões fundamentais pelas quais passam as organizações. Esse modelo propõe quatro estágios: empreendedorismo, coletividade, formalização e controle, e elaboração. No estágio da coletividade,

A gerentes e colaboradores são orientados por processos e regras formais e por uma estrutura organizacional.
B devem ser adotados processos de seleção, treinamento e coordenação de colaboradores.
C é preciso incorporar gerentes profissionais e processos formais, para solucionar ou evitar problemas relacionados à coordenação e controle.
D as organizações enfatizam mais a eficácia do que a inovação e, portanto, áreas como contabilidade e gerência ganham status.
E questões relacionadas à eficiência coexistem com questões voltadas à inovação e renovação.

As organizações orgânicas possuem

A estrutura de controle única.
B autoridade hierárquica.
C especialização de tarefas.
D estrutura de controle em rede.
E baixo investimento em tecnologia.
Órgão: Regime Próprio de Previdência Social de São José do Rio Preto Cargo: Analista Previdenciário - Área Psicologia Prova: FCC - RiopretoPrev - Analista Previdenciário - Área Psicologia - 2019
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 11 a 14, baseie-se no texto abaixo.

Lá vem a “profeitura”

Por alguma razão, quando meninos falávamos (os da minha rua e cercanias) “profeitura”, em vez de prefeitura . Talvez o equívoco tenha sido motivado pelo medo: temíamos a passagem por nossa pracinha de uma caminhonete oficial do município que volta e meia levava nossa bola embora: era proibido jogar futebol ali. Era quando a gente gritava − “olha a profeitura!” − pra ver se ainda dava tempo de sair correndo e salvar nossa bola.
Logo aprendemos a palavra certa, mas daí não jogávamos mais bola na pracinha, nem tínhamos mais medo da chegada da “profeitura” − esta certamente ficara escondida no porão de algum castelo de monstros, pronta para fazer cumprir a lei, sair rápido da caminhonete e confiscar a bola de moleques teimosos.
As palavras não valem sempre pelo que são ou dizem, em seu real significado; valem também pela impressão que causam, e muitas só ganham intensidade na boca dos meninos que não conhecem bem todas elas e por isso inventam as que mais os impressionam.

(Dionísio Alvarenga, inédito)

Considere as seguintes orações:

I. Os meninos jogavam bola na pracinha.
II. Jogar bola na pracinha era proibido.
III. Os meninos temiam que a bola fosse confiscada.

Numa nova redação, essas orações integram-se com coerência e correção neste período único:

A Como era proibido jogar bola na pracinha, os meninos temiam que ela fosse confiscada.
B Os meninos temiam que a bola jogada na pracinha fosse-lhes confiscada por ser proibida.
C Temendo que lhes fossem confiscada, os meninos ainda assim jogavam bola na pracinha.
D Ainda que fosse proibido jogar bola na pracinha, os meninos temiam por seu confisco.
E Mesmo sendo proibido jogar bola na pracinha, os meninos eram temerosos de tal confisco.
Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto Cargo: Analista Previdenciário - Área Psicologia Prova: FCC - Prefeitura de São José do Rio Preto - Analista Previdenciário - Área Psicologia - 2019
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 6, baseie-se no texto abaixo.

[Aprendizes da alegria]

Fico comovido toda vez que ouço o finalzinho da canção que o Chico Buarque escreveu para a filha recém-nascida, dizendo ser este o seu melhor desejo: “e que você seja da alegria sempre uma aprendiz”. Haverá coisa maior que se possa desejar?
A felicidade é voltar a ser criança. As crianças sabem muito bem disto: que o propósito maior da vida é o prazer. Santo Agostinho, de ortodoxia inquestionável, também sabia disso, e dizia que as coisas da vida se dividem em duas classes: coisas para serem usadas e coisas para serem usufruídas. As coisas para serem usadas são aquelas que não são um fim em si mesmas, como uma panela, um violão, um serrote.
Bom mesmo não é a panela, mas a moqueca que se cozinha nela. Moqueca é objeto de fruição; um pouquinho de felicidade. Bom mesmo não é o violão, mas a música que se toca nele. Pois a música é alegria, objeto de fruição. E bom mesmo não é o serrote, mas a casinha de boneca que se faz com ele, e que faz os olhos da menina brilharem. Felicidade são os olhos da menina...
O objetivo do trabalho não é a simples função do que constrói: o objetivo do trabalho é o prazer do jardim que se planta, a casa que se constrói ou o livro que se escreve. Pensamos que a felicidade é coisa grande, barulhenta, talvez inalcançável... Ao contrário: é discreta, silenciosa e frágil, como uma bolha de sabão. Ela se vai muito rápido, mas deixa a lição de que se podem soprar muitas outras.
(Adaptado de: ALVES, Rubem. Tempus fugit. São Paulo: Paulus, 1990, p. 41-43, passim)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:

A dizendo ser este o seu melhor desejo (1 o parágrafo) = invocando assim seu maior trabalho
B de ortodoxia inquestionável (2 o parágrafo) = de preconceitos indubitáveis
C não são um fim em si mesmas (2 o parágrafo) = não se constituem elas mesmas como finalidades
D não é a simples função do que constrói (4 o parágrafo) = não se empenha para funcionar
E talvez inalcançável (4 o parágrafo) = presumivelmente inabalável
Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto Cargo: Analista Previdenciário - Área Psicologia Prova: FCC - Prefeitura de São José do Rio Preto - Analista Previdenciário - Área Psicologia - 2019
Texto associado
Atenção: Para responder às questões de números 11 a 14, baseie-se no texto abaixo.

Lá vem a “profeitura”

Por alguma razão, quando meninos falávamos (os da minha rua e cercanias) “profeitura”, em vez de prefeitura . Talvez o equívoco tenha sido motivado pelo medo: temíamos a passagem por nossa pracinha de uma caminhonete oficial do município que volta e meia levava nossa bola embora: era proibido jogar futebol ali. Era quando a gente gritava − “olha a profeitura!” − pra ver se ainda dava tempo de sair correndo e salvar nossa bola.
Logo aprendemos a palavra certa, mas daí não jogávamos mais bola na pracinha, nem tínhamos mais medo da chegada da “profeitura” − esta certamente ficara escondida no porão de algum castelo de monstros, pronta para fazer cumprir a lei, sair rápido da caminhonete e confiscar a bola de moleques teimosos.
As palavras não valem sempre pelo que são ou dizem, em seu real significado; valem também pela impressão que causam, e muitas só ganham intensidade na boca dos meninos que não conhecem bem todas elas e por isso inventam as que mais os impressionam.

(Dionísio Alvarenga, inédito)

Talvez o equívoco tenha sido motivado pelo medo... (1 o parágrafo)
O equívoco a que se refere o autor do texto

A estaria traduzindo a imaginação prazerosa dos meninos jogando bola.
B seria a causa de um temor que a todos podia subitamente assaltar.
C é a expressão da consciência de culpa que assaltava os menores infratores.
D indica uma distorção verbal associada a um sentimento perturbador.
E traduz a ciência que tinham os meninos de suas invenções verbais.
Órgão: Regime Próprio de Previdência Social de São José do Rio Preto Cargo: Analista Previdenciário - Área Psicologia Prova: FCC - RiopretoPrev - Analista Previdenciário - Área Psicologia - 2019
Texto associado
Atenção: Para responder às questões de números 11 a 14, baseie-se no texto abaixo.

Lá vem a “profeitura”

Por alguma razão, quando meninos falávamos (os da minha rua e cercanias) “profeitura”, em vez de prefeitura . Talvez o equívoco tenha sido motivado pelo medo: temíamos a passagem por nossa pracinha de uma caminhonete oficial do município que volta e meia levava nossa bola embora: era proibido jogar futebol ali. Era quando a gente gritava − “olha a profeitura!” − pra ver se ainda dava tempo de sair correndo e salvar nossa bola.
Logo aprendemos a palavra certa, mas daí não jogávamos mais bola na pracinha, nem tínhamos mais medo da chegada da “profeitura” − esta certamente ficara escondida no porão de algum castelo de monstros, pronta para fazer cumprir a lei, sair rápido da caminhonete e confiscar a bola de moleques teimosos.
As palavras não valem sempre pelo que são ou dizem, em seu real significado; valem também pela impressão que causam, e muitas só ganham intensidade na boca dos meninos que não conhecem bem todas elas e por isso inventam as que mais os impressionam.

(Dionísio Alvarenga, inédito)

O termo sublinhado exerce a função de sujeito na seguinte frase:

A temíamos a passagem por nossa pracinha de uma caminhonete oficial do município
B esta certamente ficara escondida no porão de algum castelo de monstros
C confiscar a bola de moleques teimosos
D valem também pela impressão que causam
E muitas só ganham intensidade na boca dos meninos
Órgão: Regime Próprio de Previdência Social de São José do Rio Preto Cargo: Analista Previdenciário - Área Psicologia Prova: FCC - RiopretoPrev - Analista Previdenciário - Área Psicologia - 2019

Utilizando o Microsoft PowerPoint 2013, em português, um usuário deseja gravar procedimentos realizados na tela do computador e inserir em um slide da apresentação. Para iniciar a gravação terá que acessar

A Página Inicial > Mídia > Gravar Tela > Iniciar
B Inserir > Gravação de Tela > Gravar
C Animações > Vídeos > Gravação de Tela > Iniciar
D Inserir > Objeto > Gravação de Tela > Iniciar
E Página Inicial > Objetos > Gravar Tela > Gravar
Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto Cargo: Analista Previdenciário - Área Psicologia Prova: FCC - Prefeitura de São José do Rio Preto - Analista Previdenciário - Área Psicologia - 2019

Suponha que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) tenha identificado ilegalidades em contratos celebrados pela RioPretoPrev, decorrentes da introdução, nas licitações que os precederam, de condição restritiva de competitividade. A mesma condição encontra-se presente em outras licitações em curso no âmbito da Autarquia. Diante da situação narrada, considerando os limites constitucionalmente estabelecidos para atuação dos Tribunais de Contas como órgão auxiliar do controle exercido pelo Poder Legislativo, o TCE

A possui competência para determinar a suspensão das licitações em curso, até a correção das ilegalidades, porém não pode suspender a execução dos contratos já firmados.
B pode suspender as licitações em curso, desde que ainda não adjudicado o objeto ao vencedor, e determinar a abertura de novas licitações para as contratações eivadas de ilegalidade.
C deve representar ao Poder Legislativo comunicando as ilegalidades, sendo competência privativa deste sustar as licitações e os contratos em curso.
D não está autorizado a suspender as licitações em curso, dada a ausência de materialização da ilegalidade, porém pode sustar a execução e anular os contratos ilegais.
E não possui competência para suspender quaisquer atos praticados ou contratos firmados, podendo apenas declará-los irregulares e responsabilizar os administradores.
Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto Cargo: Analista Previdenciário - Área Psicologia Prova: FCC - Prefeitura de São José do Rio Preto - Analista Previdenciário - Área Psicologia - 2019

Exames periciais, realizados por médico capacitado e conveniado para esta finalidade pelo INSS, atestaram que o segurado Sócrates é portador de deficiência leve e que a segurada Íris possui deficiência considerada grave. Para fazerem jus a benefício de aposentadoria pelo RGPS para portadores de deficiência, Sócrates e Íris devem contar, conforme legislação que rege a matéria, com tempo de contribuição, em anos, respectivamente de:

A 33 e 20
B 25 e 20
C 28 e 24
D 33 e 24
E 30 e 25
Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto Cargo: Analista Previdenciário - Área Psicologia Prova: FCC - Prefeitura de São José do Rio Preto - Analista Previdenciário - Área Psicologia - 2019