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O Analista de Segurança deve estruturar um programa de conscientização em segurança da informação para a Assembleia
Legislativa, integrando boas práticas educacionais às diretrizes do PMBOK 7ª edição. A solução técnica adequada prevê que

A o domínio de measurement do PMBOK 7 seja adotado para estruturar indicadores de maturidade dos usuários, integrando os
resultados das simulações de phishing ao painel de desempenho do programa e revisando trilhas conforme os dados
coletados.
B o programa seja estruturado com base no domínio de stakeholders do PMBOK 7, mapeando perfis de usuários como par-
tes interessadas, definindo planos de engajamento por grupo e usando lessons learned de incidentes para atualizar os
conteúdos de conscientização.
C o programa seja gerenciado como projeto com escopo fixo, usando o princípio de stewardship do PMBOK 7 para orientar a
entrega de trilhas de treinamento, com métricas de conclusão como principal indicador de valor gerado.
D o programa aplique os princípios de value delivery e stakeholder engagement do PMBOK 7, com trilhas diferenciadas por
perfil, simulações de ameaças reais, indicadores de efetividade revisados em ciclos adaptativos e alinhamento às políticas
de governança institucional.
E a gestão do programa utilize o domínio de uncertainty do PMBOK 7 para mapear ameaças ao programa
de treinamento, com campanhas baseadas em incidentes anteriores e revisão de conteúdo vinculada ao registro de riscos
do ambiente de TI.

A Assembleia Legislativa promoveu um ciclo de conscientização em segurança da informação para equipes técnicas e usuários
finais. O Analista de Segurança deve estruturar esse programa alinhando boas práticas operacionais às diretrizes do ITIL v4, ga-
rantindo que os processos de educação continuada integrem a gestão de serviços de TI. A solução técnica correta prevê que

A o programa integre continual improvement e knowledge management do ITIL v4, com trilhas diferenciadas por perfil, simu-
lações práticas de ameaças reais, indicadores de efetividade revisados periodicamente e alinhamento às políticas de
governança institucional.
B a conscientização seja incorporada à prática de service desk do ITIL v4, com o registro de chamados de segurança alimen-
tando os conteúdos de treinamento, métricas de reincidência orientando as campanhas e revisão anual do programa
vinculada ao ciclo de release management.
C o programa de conscientização seja conduzido como projeto especial, com trilhas distintas para usuários e equipes
técnicas, avaliado por métricas de conclusão de módulos e integrado ao processo de change management do ITIL v4 para
registro das atualizações de conteúdo.
D a educação em segurança seja tratada como prática de continual improvement no ITIL v4, com campanhas periódicas
baseadas em incidentes recorrentes, simulações de phishing e indicadores de efetividade revisados em ciclos de melhoria
documentados.
E o programa seja estruturado com base no catálogo de serviços do ITIL v4, vinculando cada módulo de treinamento a um
serviço crítico da instituição, usando knowledge management para manter a base de conteúdos atualizada conforme
mudanças no ambiente.

O Analista de Segurança deve implementar o ciclo de gestão de vulnerabilidades nos servidores que hospedam os sistemas de
votação da Assembleia. Para assegurar a integridade do ambiente e a continuidade dos serviços, a solução técnica que equilibra
proteção proativa e remediação exige que

A a gestão de vulnerabilidades dependa da substituição integral do hardware afetado, enquanto a gestão de patches ocorra
via atualização de tabelas de roteamento na base de segurança do provedor de nuvem.
B a priorização das falhas seja baseada no volume de logs gerados pelos sistemas, enquanto o contexto do hardening foque
na instalação de agentes de monitoramento de tráfego em redes locais e virtuais.
C o escaneamento identifique falhas e as priorize via CVSS (Common Vulnerability Scoring System), aplicando o hardening
para reduzir a superfície de ataque e automatizando a gestão de patches em ambiente de homologação.
D a análise de vulnerabilidades ocorra via varredura de portas na rede de borda, responsabilizando, para a correção de
falhas, o suporte do fabricante e aplicando o hardening para evitar latência nos serviços.
E o ciclo de correção priorize a instalação imediata de patches em servidores de produção, enquanto o hardening foque na
alteração de chaves de criptografia assimétrica em dispositivos de rede.

A Assembleia Legislativa precisa estabelecer uma política de gestão de ativos para assegurar a proteção de dados parlamen-
tares e administrativos. Para implementar o inventário e a classificação de acordo com a criticidade e o ciclo de vida, a solução
correta determina que

A a proteção dos ativos de informação dependa da instalação de agentes de monitoramento no hardware fisico, enquanto as
garantias associadas sejam imputadas ao provedor de nuvem pública.
B o ciclo de vida da informação seja definido pela gestão de capacidade de armazenamento dos storages, vinculando a pro-
teção do ativo ao provedor de nuvem pública.
C o inventário de ativos seja atualizado via cloud security e as responsabilidades de classificação sejam delegadas aos
usuários finais com base no volume de dados armazenados em cada servidor da nuvem.
D a classificação de criticidade dos ativos ocorra via protocolos de criptografia assimétrica na rede de borda (edge network),
garantindo que o ciclo de vida da informação seja gerido por ferramentas de gestão da informação.
E o inventário identifique a propriedade e a criticidade de cada ativo, permitindo que a classificação oriente os controles de
proteção e os procedimentos de descarte seguro ao final do ciclo de vida.

A Assembleia Legislativa detectou ataques de spear phishing direcionados ao setor financeiro, utilizando e-mail spoofing para si-
mular ordens de pagamento da presidência. Para mitigar esses ataques e proteger os usuários, a solução técnica correta deve
prever que

A o servidor de correio desabilite o tráfego de saída para domínios externos não mapeados e o sistema de proteção de
usuários utilize criptografia de disco para evitar o redirecionamento de DNS.
B a política de segurança implemente o bloqueio de scripts em navegadores, fazendo com que a proteção contra spoofing
ocorra via inspeção de pacotes em redes locais para identificar o endereço MAC do remetente.
C o filtro de Anti-Spam bloqueie mensagens com base em palavras-chave de engenharia social, enquanto o treinamento de
conscientização substitua o uso de chaves de segurança física em dispositivos móveis.
D a solução de e-mail gateway valide o alinhamento de protocolos de autenticação de domínio, enquanto a proteção de
endpoint monitore comportamentos de phishing em URLs e anexos suspeitos.
E o mecanismo de spoofing protection realize o bloqueio de domínios similares (typosquatting) via firewall de aplicação, com
base nos certificados de segurança do site.

A Assembleia Legislativa identificou o uso indevido de seu domínio para campanhas de spoofing e alta incidência de mensagens
maliciosas. Para implementar uma solução técnica que proteja a reputação institucional e a integridade das comunicações, o
Analista de Segurança deve garantir que

A o SPF liste os servidores autorizados, o DKIM garanta a integridade via assinatura criptográfica e o DMARC oriente a
política de descarte ou quarentena para falhas de autenticação.
B a política de DMARC substitua a necessidade de filtros de antivírus e Anti-Spam, sendo que o DKIM gerencie o limite de
conexões simultâneas via protocolo SMTP nos servidores de correio da nuvem.
C o registro SPF autentique o conteúdo da mensagem via criptografia e o DKIM limite o envio de anexos por servidores ex-
ternos, permitindo que o firewall filtre o tráfego de entrada.
D o mecanismo de Anti-Spam valide o cabeçalho das mensagens via chaves públicas, enquanto o registro DMARC auto-
matize a exclusão de e-mails que não contenham assinaturas digitais do tipo S/MIME.
E o registro SPF identifique os endereços IP autorizados a enviar mensagens, e o DMARC realize a verificação de integri-
dade do corpo do e-mail através de certificados de infraestrutura de rede.

Em uma Assembleia Legislativa, o sistema de acesso interno permite autenticação de servidores via endpoint POST /graphql,
com limitação de 3 requisições por minuto por IP. Durante uma auditoria, verificou-se que um agente malicioso utilizou batching
de queries GraphQL para submeter múltiplas combinações de credenciais em uma única requisição, contornando o controle
existente. Considerando esse cenário e a necessidade de mitigar ataques de força bruta e credential stuffing, o controle que
deve ser utilizado é

A adotar assinatura criptográfica robusta nos JSON Web Tokens e ampliar seu tempo de expiração para o tempo de duração
da sessão, reduzindo assim a frequência de autenticação.
B registrar eventos de autenticação malsucedida, implementar mecanismo de cache para respostas de autenticação inválida
e acionar alertas automáticos para o SOC após volume elevado de tentativas oriundas de um mesmo endereço IP.
C aplicar limitação de tentativas de autenticação no nível lógico da operação de login, contabilizando individualmente cada
par usuário-senha processado dentro de requisições compostas.
D reduzir o tamanho máximo permitido das requisições GraphQL para menos de 256 bytes, limitando a quantidade de opera-
ções incluídas em um único payload para menos de 3 requisições.
E exigir uso obrigatório de canal criptografado TLS para todas as requisições de autenticação realizadas pelos sistemas
internos e usar criptografia AES para as transações internas.

Uma Assembleia Legislativa disponibiliza uma API REST para consulta e gestão de documentos legislativos. Um endpoint per-
mite acessar documentos por meio da seguinte requisição:

GET /api/documentos/ {document.Id}
Authorization: Bearer

Durante testes de segurança, foi identificado que usuários autenticados conseguem acessar documentos de outros gabinetes
simplesmente alterando o valor de {document.Id} na URL, sem qualquer validação adicional no backend.
Considerando o cenário descrito e as boas práticas de segurança da OWASP API Security Top 10 (2023), é possível concluir
que se trata de uma vulnerabilidade

A que poderia ser completamente mitigada somente substituindo os identificadores sequenciais por UUIDs aleatórios.
B que poderia ser prevenida por meio da comparação entre o ID do usuário presente no JWT e o {document.Id) na requi-
sição.
C de autenticação, pois o uso de JWT não impede que usuários acessem recursos de outros usuários.
D de Broken Object Level Authorization (BOLA), pois o sistema não valida se o usuário autenticado tem permissão para
acessar o objeto identificado por {documentId}.
E de Broken Function Level Authorization (BFLA), pois o endpoint não restringe quais funções podem ser executadas.

Considere uma Assembleia Legislativa responsável por sistemas eletrônicos de tramitação de projetos de lei e registros de
votação, submetida a auditorias institucionais e a requisitos de conformidade baseados na norma ABNT NBR ISO/IEC
27001:2024 e na LGPD, operando em ambiente distribuído e sujeita à necessidade de apresentar registros de eventos como
evidência técnica verificável sob contestação administrativa ou judicial, inclusive diante de possíveis tentativas de adulteração
interna. Nesse cenário, o mecanismo que assegura a detectabilidade inequívoca de modificações na sequência histórica dos
logs é

A encadeamento criptográfico sequencial dos registros de log, no qual cada entrada incorpora o hash da entrada anterior.
B replicação síncrona dos logs em múltiplos domínios administrativos com verificação de consistência entre cópias.
C aplicação de função de hash criptográfico individual sobre cada registro de log, armazenado juntamente com seu res-
pectivo valor de verificação.
D assinatura digital periódica de lotes de logs utilizando chaves assimétricas sob controle da organização.
E armazenamento de logs em repositório imutável com controle de versão e restrição de sobrescrita.

Uma Assembleia Legislativa opera um sistema de tramitação eletrônica com backup completo diário à Oh e backups incremen-
tais realizados em intervalos regulares de 4 horas. O ambiente possui replicação assíncrona para um site de contingência, na
qual as atualizações são propagadas periodicamente, admitindo defasagem limitada ao ciclo de replicação configurado. Em caso
de falha do ambiente principal, a restauração por backups exige 100 minutos, enquanto a ativação do ambiente contingente
depende da execução sequencial de cinco procedimentos operacionais de 5 minutos cada. Considerando um incidente ocorrido
às 13h10 e a alternativa de recuperação que reduz simultaneamente a perda de dados e o tempo de indisponibilidade do servi-
ço, o valor do RTO, em minutos, é

A 70.
B 100.
C 15.
D 25.
E 40.