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Uma Assembleia Legislativa implementa criptografia de dados sensíveis em repouso utilizando AES, sob requisito de confiden-
cialidade e integridade sem aumento significativo de latência. Diante da necessidade de evitar vulnerabilidades como padding
oracle e reutilização de IV, o modo de operação correto é

A o uso do modo OFB, que transforma o bloco em fluxo e evita reutilização de estados internos.
B a aplicação do modo CFB com segmentação variável, garantindo proteção contra análise de padrões.
C a aplicação do modo CBC com IV fixo, pois garante encadeamento determinístico entre blocos.
D a utilização do modo CTR com contador reiniciado por chave, permitindo paralelismo e integridade implícita.
E a adoção do modo GCM, que combina criptografia e autenticação com uso de IV único por operação.

Uma instituição pública está sujeita a auditorias que exigem verificação de assinaturas digitais anos após sua emissão, inclusive
em cenários onde certificados possam estar expirados ou revogados, assumindo o uso de infraestrutura de chaves públicas com
mecanismos de validação e preservação de evidências ao longo do ciclo de vida das assinaturas. Nesse cenário, o recurso
técnico que a instituição deverá utilizar é

A a aplicação de carimbo do tempo emitido por autoridade confiável, associando o resumo criptográfico do documento a um
instante verificável.
B a utilização de certificado digital válido no momento da geração da assinatura, considerando sua cadeia de certificação e
período de vigência.
C a verificação do estado do certificado por meio de consulta a serviço OCSP quando a assinatura é analisada pelo sistema.
D a validação da cadeia de certificação com base em listas de certificados revogados disponíveis durante o processo de
conferência da assinatura digital.
E o armazenamento do documento assinado juntamente com seu resumo criptográfico e metadados estruturados de identifi-
cação do signatário e do contexto da transação realizada.

Uma Assembleia Legislativa mantém uma base de dados de cidadãos para participação em consultas públicas digitais, obser-
vando requisitos de transparência e controle institucional. Com o objetivo de reduzir riscos aos titulares e limitar o tratamento ao
mínimo necessário, adotou técnica de pseudonimização, com segregação da informação adicional de reidentificação em am-
biente controlado e seguro. De acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), representa uma prática compatível com a
técnica adotada e com o princípio da necessidade, a

A aplicação de mascaramento dos dados em relatórios externos, preservando integralmente os dados identificáveis no am-
biente operacional para uso amplo.
B utilização de criptografia com compartilhamento de chaves entre unidades administrativas, permitindo acesso descen-
tralizado aos dados completos conforme demanda institucional.
C substituição dos identificadores por funções criptográficas, eliminando a possibilidade de reidentificação e reduzindo per-
manentemente o conjunto de dados tratados.
D manutenção dos dados identificáveis em base única, com controle de acesso por perfis institucionais, garantindo que ape-
nas usuários autorizados acessem todos os dados disponíveis.
E separação dos identificadores diretos em ambiente distinto, permitindo reidentificação apenas mediante uso de informação
adicional protegida, com acesso restrito aos dados estritamente necessários.

Considere a infraestrutura de Tl de uma Assembleia Legislativa que possui sistema de processo legislativo eletrônico, portal
institucional exposto à internet, integração com órgãos externos (como tribunais e portais de transparência) e estações de traba-
lho de gabinetes e áreas administrativas na mesma infraestrutura IP. Após um incidente de segurança com movimentação lateral
entre sistemas internos, a arquitetura que melhor atende ao requisito de reduzir a exposição do perímetro e conter a propagação
entre ambientes é a

A disponibilização dos serviços de integração com órgãos externos diretamente na rede corporativa, com uso de listas de
controle de acesso (ACLs) no roteamento central e monitoramento contínuo das conexões estabelecidas.
B replicação dos sistemas críticos da assembleia em sub-redes distintas, com conectividade operacional entre elas e priori-
dade para continuidade de serviço em caso de falhas localizadas.
C publicação do portal institucional em uma DMZ, com segmentação interna da rede por função e sensibilidade, definição de
políticas explícitas de comunicação entre zonas e bloqueio por padrão de todo tráfego não autorizado entre os segmentos.
D concentração dos sistemas legislativos, administrativos e de apoio parlamentar em uma mesma VLAN lógica, com inspe-
ção reforçada no tráfego de entrada e aplicação de controles adicionais nos dispositivos internos.
E concentração dos controles de segurança no firewall de borda, mantendo os sistemas legislativos, administrativos e de
gabinets no mesmo segmento interno, desde que o NAT oculte os endereços privados.

Em uma Assembleia Legislativa, um sistema eletrônico de votação é utilizado para registrar votos de parlamentares em sessões
deliberativas, exigindo que cada voto registrado seja posteriormente auditável e não possa ser negado pelo parlamentar que o
proferiu, mesmo em processos administrativos ou judiciais. Considerando esse cenário, com requisitos de integridade, autentici-
dade e impossibilidade de retratação da autoria do voto, o mecanismo criptográfico que deve ser utilizado é

A o armazenamento dos votos em banco de dados redundante e criptografado com replicação síncrona entre servidores.
B a utilização de assinatura digital baseada em criptografia assimétrica vinculada à identidade do parlamentar.
C o uso de funções de hash criptográfico para garantir que o conteúdo do voto não seja alterado após o registro.
D a aplicação de criptografia simétrica com chave compartilhada entre os parlamentares e o sistema de votação.
E o estabelecimento de canal seguro utilizando protocolo de transporte criptografado para envio dos votos.

Uma Assembleia Legislativa realiza estudos estatísticos para subsidiar políticas públicas com base em dados coletados em
audiências públicas, operando sob necessidade de proteção de direitos fundamentais e governança institucional, e pretende di-
vulgar resultados agregados. Nesse caso, de acordo com a LGPD, a condição que caracteriza a conformidade com a base legal
e com as técnicas de proteção de dados é

A a realização de estudos com dados pessoais, com aplicação de anonimização quando tecnicamente viável e uso de am-
biente controlado.
B a pseudonimização dos dados com circulação entre unidades administrativas para análise descentralizada conforme de-
manda institucional.
C o tratamento fundamentado em consentimento formal dos titulares, com aplicação de anonimização na etapa de divulga-
ção dos resultados.
D a utilização de dados sensíveis com aplicação de anonimização antes da disponibilização para análise estatística interna.
E o tratamento voltado à execução de políticas públicas, com adoção de controles administrativos e registro das operações.

Em uma Assembleia Legislativa, a auditoria interna identificou inconsistências na classificação de informações relacionadas a pro-
jetos de lei, pareceres técnicos e documentos preparatórios, resultando simultaneamente em compartilhamento indevido de con-
teúdos sensíveis e restrições excessivas a documentos de caráter público. Considerando explicitamente as diretrizes de Clas-
sificação da Informação da norma ABNT NBR ISO/IEC 27002:2022, e a necessidade de alinhar proteção, valor, sensibilidade e
criticidade ao longo do ciclo de vida da informação, a prática correta que deve ser adotada, nesse cenário, é

A transferir a responsabilidade pela classificação das informações para a área de tecnologia da informação, considerando
critérios de armazenamento, processamento e segurança da infraestrutura, que são críticos para o negócio.
B definir níveis de classificação com base no impacto do comprometimento da informação, atribuir a responsabilidade aos
proprietários da informação e estabelecer revisões periódicas conforme alterações de valor, sensibilidade e criticidade.
C estabelecer níveis de classificação no momento da criação da informação, mantendo-os constantes ao longo do tempo
para assegurar consistência organizacional e rastreabilidade documental para processos de auditoria.
D padronizar um nível de classificação institucional fundamentado em requisitos legais amplos, com o objetivo de reduzir
variações operacionais e simplificar a gestão de acesso às informações para favorecer os processos de negócio.
E derivar os níveis de classificação a partir das permissões previamente configuradas nos mecanismos de controle de acesso
existentes no ambiente tecnológico institucional para manter consistência com sistemas de autenticação e autorização.

Uma Assembleia Legislativa implementa um SGSI conforme a norma ABNT NBR ISO/IEC 27001:2024, com múltiplas unidades
administrativas conduzindo avaliações de riscos. Diante da necessidade de assegurar aplicação uniforme de critérios, rastreabilidade
decisória e comparabilidade direta dos resultados entre ciclos, a prática que atende integralmente aos requisitos normativos de
definição e aplicação do processo de avaliação de riscos, de acordo com a seção da norma que trata de riscos e oportunidades, é a

A revisão periódica dos riscos com base em indicadores institucionais e eventos relevantes para os processos de negócio da
organização.
B documentação dos riscos avaliados com registro das decisões adotadas pelas unidades responsáveis.
C definição e aplicação uniforme de critérios de risco, incluindo aceitação e avaliação, garantindo comparabilidade direta dos
resultados.
D consolidação dos resultados das avaliações com harmonização posterior conduzida por instância de governança institucional.
E condução das avaliações com adaptação de critérios entre unidades, resultando em variações consistentes nos resultados
obtidos.

Uma Assembleia Legislativa mantém sistemas críticos de tramitação de projetos em ambiente híbrido (on-premises e cloud).
Diante da necessidade de prevenir a execução de softwares não autorizados, identificados em estações de trabalho administra-
tivas, de acordo com os CIS Controls v8, a abordagem que atende corretamente ao requisito de controle de software é a

A configuração de logs de auditoria para registrar execução de aplicações nos endpoints registrados.
B segregação de ambientes de desenvolvimento e produção para os sistemas legislativos usando práticas DEVSECOPS.
C utilização de ferramentas automatizadas para inventariar softwares instalados nos ativos corporativos.
D adoção de criptografia de dados sensíveis armazenados em bancos de dados institucionais e manipulados por software.
E implementação de mecanismos de allowlisting para garantir que apenas softwares autorizados sejam executados.

Uma Assembleia Legislativa conduz um processo formal de gestão de riscos conforme a norma ABNT NBR ISO/IEC 27005:2023,
na qual foram identificados riscos relacionados à indisponibilidade de sistemas legislativos críticos onde existem controles previa-
mente implementados sem avaliação recente de efetividade. Diante da necessidade de determinar quais controles devem com-
por o plano de tratamento de riscos, o critério técnico que fundamenta corretamente essa determinação é a

A definição de controles com base na categorização dos riscos, com menor ênfase nas condições operacionais e organizacionais.
B manutenção de controles alinhados a práticas consolidadas, ainda que não estejam diretamente associados aos riscos prio-
rizados.
C inclusão de controles previamente existentes focando em sua formalização documental e viabilidade de implementação.
D seleção de controles cuja aplicação produza impacto relevante na probabilidade ou nas consequências dos riscos identificados.
E priorização de controles classificados como preventivos, com o objetivo de reduzir a necessidade de monitoramento e res-
posta operacional.