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É entendida como uma perda dos futuros benefícios econômicos ou do potencial de serviços de um ativo, além da depreciação. Ou seja, é um instrumento utilizado para adequar o valor contábil dos ativos à sua real capacidade de retorno econômico, que reflete o declínio na utilidade de um ativo para a entidade que o controla. O conceito apresentado refere-se ao(à)

A depreciação acelerada.
B exaustão.
C ajuste a valor presente.
D teste de imparidade.
E redução ao valor recuperável.
Órgão: Ministério Público do Rio Grande do Sul Cargo: Analista do Ministério Público - Área Contabilidade Prova: Instituto AOCP - MPE RS - Analista do Ministério Público - Área Contabilidade - 2025
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões 15 a 24.

DeepSeek, OpenAI, Microsoft, Alibaba, a água, a Amazônia e a COP30

'Busca profunda' que devemos almejar é ampliar a consciência hídrica dos povos; avanço da inteligência artificial depende de recurso escasso

Adriano Stringhini Professor da Fundação Dom Cabral, é membro do Imagine Brasil, do Centro de Estudos de Infraestrutura e Soluções Ambientais da FGV e do “Todos pela COP30”; ex-diretor da Sabesp

Muito se tem falado sobre inteligência artificial após as versões 4.0 de DeepSeek e Alibaba surgirem. A ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, diz que “iremos beber da fonte”. É nesse contexto que ouso emitir parcas reflexões sobre o impacto ambiental do avanço da IA no consumo de água e energia.
Horas na Netflix, redes sociais, e-mails, transacionar criptomoedas. Tudo isso pede uma colossal infraestrutura global, “cidades data centers” e cabos que dariam mais de 80 voltas na Terra. Alimentar as plataformas online exige mais potência das máquinas, o que implica maior consumo de água e energia.
A Agência Internacional de Energia (AIE) estimou que, em 2022, os data centers consumiram 460 terawatt-hora (TWh) de energia no planeta. Com o crescimento da IA, esse consumo aumentará para 1.050 TWh até 2026. O valor é o dobro do consumo anual de energia elétrica no Brasil, de aproximadamente 500 TWh. [...]
Esses sistemas, a pleno vapor, precisam de ventilação para evitar o superaquecimento. Esse resfriamento, para ser eficiente (leia-se menor custo), utiliza muita água, um recurso escasso. Além disso, sabemos que os chips usados no treinamento de IA consomem muito mais água do que os de servidores comuns (acelerado pelo forte investimento em IA generativa em 2022). [...]
Diante desse cenário, é preciso “beber da fonte”, mas devemos lembrar que nós somos a fonte. Brasil e a Amazônia são a fonte principal de água do mundo, que, ao final, é essencial para sistemas de IA. Água é energia — e, como bem lembrou o filme Matrix (1999), não há inteligência artificial sem energia.
A Amazônia é um oceano subterrâneo, com volume total de 162 mil quilômetros cúbicos, o que é chamado pelos cientistas de Sistema Aquífero Grande Amazônia (Saga). Essa água nutre toda a vida da Amazônia, do planeta. O Saga seria capaz de abastecer o planeta inteiro durante 250 anos. São mais de 150 quatrilhões de litros de água doce, o nosso verdadeiro petróleo.
Frise-se: não estou sugerindo que se use água da Amazônia para resfriar data centers. O que proponho aqui é que a sociedade gaste tempo no Google pesquisando mais sobre como economizar água e levar saneamento para todos em vez de gastá-la pesquisando no Google, ChatGPT e DeepSeek qual dos três é melhor ou pior, ou mais ou menos seguro. Afinal, sem água no mundo, nenhum dos três irá funcionar.
Na COP30, que ocorrerá em Belém, em novembro, teremos a oportunidade de falar sobre a importância de ampliar o reúso da água para a refrigeração dos data centers, mas, principalmente, alertar o mundo sobre a necessidade de preservar a “Amazônia hídrica”, os rios voadores e os rios/oceanos subterrâneos. [...]
Sem verde não há água; sem água não há verde; sem verde e sem água não há vida — nem natural nem artificial. Essa é a verdadeira “busca profunda” (“deep seek”) que devemos almejar: ampliar a resiliência e a consciência hídrica dos povos.

Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/02/deepseek-openai-microsoft-alibaba-a-agua-a-amazonia-e-a-cop30.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025.

Assinale a alternativa em que o termo destacado pode ser substituído pelo que está entre parênteses sem que isso altere o sentido geral do excerto.

A “[...] a sociedade gaste tempo no Google pesquisando mais sobre como economizar água e levar saneamento para todos [...]” (esgoto).
B “[...] emitir parcas reflexões sobre o impacto ambiental do avanço da IA no consumo de água e energia.” (profusas).
C “[...] ampliar a resiliência e a consciência hídrica dos povos.” (debilidade).
D “Tudo isso pede uma colossal infraestrutura global [...]” (descomunal).
E “[...] o que implica maior consumo de água e energia.” (aturde).
Órgão: Ministério Público do Rio Grande do Sul Cargo: Analista do Ministério Público - Área Contabilidade Prova: Instituto AOCP - MPE RS - Analista do Ministério Público - Área Contabilidade - 2025
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DeepSeek, OpenAI, Microsoft, Alibaba, a água, a Amazônia e a COP30

'Busca profunda' que devemos almejar é ampliar a consciência hídrica dos povos; avanço da inteligência artificial depende de recurso escasso

Adriano Stringhini Professor da Fundação Dom Cabral, é membro do Imagine Brasil, do Centro de Estudos de Infraestrutura e Soluções Ambientais da FGV e do “Todos pela COP30”; ex-diretor da Sabesp

Muito se tem falado sobre inteligência artificial após as versões 4.0 de DeepSeek e Alibaba surgirem. A ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, diz que “iremos beber da fonte”. É nesse contexto que ouso emitir parcas reflexões sobre o impacto ambiental do avanço da IA no consumo de água e energia.
Horas na Netflix, redes sociais, e-mails, transacionar criptomoedas. Tudo isso pede uma colossal infraestrutura global, “cidades data centers” e cabos que dariam mais de 80 voltas na Terra. Alimentar as plataformas online exige mais potência das máquinas, o que implica maior consumo de água e energia.
A Agência Internacional de Energia (AIE) estimou que, em 2022, os data centers consumiram 460 terawatt-hora (TWh) de energia no planeta. Com o crescimento da IA, esse consumo aumentará para 1.050 TWh até 2026. O valor é o dobro do consumo anual de energia elétrica no Brasil, de aproximadamente 500 TWh. [...]
Esses sistemas, a pleno vapor, precisam de ventilação para evitar o superaquecimento. Esse resfriamento, para ser eficiente (leia-se menor custo), utiliza muita água, um recurso escasso. Além disso, sabemos que os chips usados no treinamento de IA consomem muito mais água do que os de servidores comuns (acelerado pelo forte investimento em IA generativa em 2022). [...]
Diante desse cenário, é preciso “beber da fonte”, mas devemos lembrar que nós somos a fonte. Brasil e a Amazônia são a fonte principal de água do mundo, que, ao final, é essencial para sistemas de IA. Água é energia — e, como bem lembrou o filme Matrix (1999), não há inteligência artificial sem energia.
A Amazônia é um oceano subterrâneo, com volume total de 162 mil quilômetros cúbicos, o que é chamado pelos cientistas de Sistema Aquífero Grande Amazônia (Saga). Essa água nutre toda a vida da Amazônia, do planeta. O Saga seria capaz de abastecer o planeta inteiro durante 250 anos. São mais de 150 quatrilhões de litros de água doce, o nosso verdadeiro petróleo.
Frise-se: não estou sugerindo que se use água da Amazônia para resfriar data centers. O que proponho aqui é que a sociedade gaste tempo no Google pesquisando mais sobre como economizar água e levar saneamento para todos em vez de gastá-la pesquisando no Google, ChatGPT e DeepSeek qual dos três é melhor ou pior, ou mais ou menos seguro. Afinal, sem água no mundo, nenhum dos três irá funcionar.
Na COP30, que ocorrerá em Belém, em novembro, teremos a oportunidade de falar sobre a importância de ampliar o reúso da água para a refrigeração dos data centers, mas, principalmente, alertar o mundo sobre a necessidade de preservar a “Amazônia hídrica”, os rios voadores e os rios/oceanos subterrâneos. [...]
Sem verde não há água; sem água não há verde; sem verde e sem água não há vida — nem natural nem artificial. Essa é a verdadeira “busca profunda” (“deep seek”) que devemos almejar: ampliar a resiliência e a consciência hídrica dos povos.

Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/02/deepseek-openai-microsoft-alibaba-a-agua-a-amazonia-e-a-cop30.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025.

Assinale a alternativa em que a reescrita apresentada entre parênteses está correta em relação à concordância verbal.

A “Afinal, sem água no mundo, nenhum dos três irá funcionar.” (Afinal, sem água no mundo, nenhum dos três irão funcionar.).
B “[...] não há inteligência artificial sem energia.” (Não existe inteligências artificiais sem energia.).
C “Esse resfriamento, para ser eficiente (leia-se menor custo) [...]”. (Esse resfriamento, para ser eficiente (leiam-se menor custo).).
D “[...] é preciso ‘beber da fonte’, mas devemos lembrar que nós somos a fonte.” (São precisos ‘beber da fonte’ e lembrar que nós somos a fonte.).
E “Brasil e a Amazônia são a fonte principal de água do mundo [...]”. (A fonte principal de água do mundo são o Brasil e a Amazônia.).
Órgão: Ministério Público do Rio Grande do Sul Cargo: Analista do Ministério Público - Área Contabilidade Prova: Instituto AOCP - MPE RS - Analista do Ministério Público - Área Contabilidade - 2025
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DeepSeek, OpenAI, Microsoft, Alibaba, a água, a Amazônia e a COP30

'Busca profunda' que devemos almejar é ampliar a consciência hídrica dos povos; avanço da inteligência artificial depende de recurso escasso

Adriano Stringhini Professor da Fundação Dom Cabral, é membro do Imagine Brasil, do Centro de Estudos de Infraestrutura e Soluções Ambientais da FGV e do “Todos pela COP30”; ex-diretor da Sabesp

Muito se tem falado sobre inteligência artificial após as versões 4.0 de DeepSeek e Alibaba surgirem. A ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, diz que “iremos beber da fonte”. É nesse contexto que ouso emitir parcas reflexões sobre o impacto ambiental do avanço da IA no consumo de água e energia.
Horas na Netflix, redes sociais, e-mails, transacionar criptomoedas. Tudo isso pede uma colossal infraestrutura global, “cidades data centers” e cabos que dariam mais de 80 voltas na Terra. Alimentar as plataformas online exige mais potência das máquinas, o que implica maior consumo de água e energia.
A Agência Internacional de Energia (AIE) estimou que, em 2022, os data centers consumiram 460 terawatt-hora (TWh) de energia no planeta. Com o crescimento da IA, esse consumo aumentará para 1.050 TWh até 2026. O valor é o dobro do consumo anual de energia elétrica no Brasil, de aproximadamente 500 TWh. [...]
Esses sistemas, a pleno vapor, precisam de ventilação para evitar o superaquecimento. Esse resfriamento, para ser eficiente (leia-se menor custo), utiliza muita água, um recurso escasso. Além disso, sabemos que os chips usados no treinamento de IA consomem muito mais água do que os de servidores comuns (acelerado pelo forte investimento em IA generativa em 2022). [...]
Diante desse cenário, é preciso “beber da fonte”, mas devemos lembrar que nós somos a fonte. Brasil e a Amazônia são a fonte principal de água do mundo, que, ao final, é essencial para sistemas de IA. Água é energia — e, como bem lembrou o filme Matrix (1999), não há inteligência artificial sem energia.
A Amazônia é um oceano subterrâneo, com volume total de 162 mil quilômetros cúbicos, o que é chamado pelos cientistas de Sistema Aquífero Grande Amazônia (Saga). Essa água nutre toda a vida da Amazônia, do planeta. O Saga seria capaz de abastecer o planeta inteiro durante 250 anos. São mais de 150 quatrilhões de litros de água doce, o nosso verdadeiro petróleo.
Frise-se: não estou sugerindo que se use água da Amazônia para resfriar data centers. O que proponho aqui é que a sociedade gaste tempo no Google pesquisando mais sobre como economizar água e levar saneamento para todos em vez de gastá-la pesquisando no Google, ChatGPT e DeepSeek qual dos três é melhor ou pior, ou mais ou menos seguro. Afinal, sem água no mundo, nenhum dos três irá funcionar.
Na COP30, que ocorrerá em Belém, em novembro, teremos a oportunidade de falar sobre a importância de ampliar o reúso da água para a refrigeração dos data centers, mas, principalmente, alertar o mundo sobre a necessidade de preservar a “Amazônia hídrica”, os rios voadores e os rios/oceanos subterrâneos. [...]
Sem verde não há água; sem água não há verde; sem verde e sem água não há vida — nem natural nem artificial. Essa é a verdadeira “busca profunda” (“deep seek”) que devemos almejar: ampliar a resiliência e a consciência hídrica dos povos.

Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/02/deepseek-openai-microsoft-alibaba-a-agua-a-amazonia-e-a-cop30.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025.

Em relação ao emprego dos verbos em destaque nos seguintes excertos, assinale a alternativa correta.

A Em “‘Busca profunda’ que devemos almejar é ampliar a consciência hídrica dos povos [...]”, o verbo em destaque integra uma locução verbal com a função de imprimir à ação de “almejar” um sentido de futuridade.
B Em “A ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, diz que ‘ iremos beber da fonte’.”, a opção pelo emprego do verbo “iremos” ao invés de “vamos” reforça a informalidade da fala da ministra.
C Em “Diante desse cenário, é preciso ‘beber da fonte’ [...]”, o verbo destacado integra uma locução verbal, a qual modaliza o discurso atribuindo a ele um sentido de obrigação.
D Em “[...] não estou sugerindo que se use água da Amazônia para resfriar data centers.”, a locução verbal pode ser substituída por “sugiro” sem que isso gere prejuízo sintático ao excerto.
E Em “[...] mas devemos lembrar que nós somos a fonte.”, a substituição do verbo em destaque por “temos que” eliminaria do excerto a ideia de obrigação.
Órgão: Ministério Público do Rio Grande do Sul Cargo: Analista do Ministério Público - Área Contabilidade Prova: Instituto AOCP - MPE RS - Analista do Ministério Público - Área Contabilidade - 2025

A Lei nº 13.655/2018 alterou a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB), visando reforçar a segurança jurídica e a responsabilidade na aplicação do Direito Público. Considerando esse contexto normativo, assinale a alternativa correta.

A Na aplicação de sanções, serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida, independentemente dos danos que dela provierem para a administração pública, sendo vedada qualquer aplicação de circunstâncias atenuantes.
B Em decisão sobre regularidade de conduta ou validade de ato, contrato, ajuste, processo ou norma administrativa, não serão consideradas as circunstâncias práticas que tenham imposto, limitado ou condicionado a ação do agente.
C Nas esferas administrativa, controladora e judicial, não se decidirá com base em valores jurídicos abstratos sem que sejam consideradas as consequências práticas da decisão.
D Na interpretação de normas sobre gestão pública, não deverão ser levados em consideração os obstáculos e as dificuldades reais do gestor e as exigências das políticas públicas a seu cargo, preservando-se, assim, os direitos dos administrados.
E O agente público responderá pessoalmente por suas decisões ou opiniões técnicas em caso de dolo, culpa, erro grosseiro ou se causar qualquer prejuízo ao erário.
Órgão: Ministério Público do Rio Grande do Sul Cargo: Analista do Ministério Público - Área Contabilidade Prova: Instituto AOCP - MPE RS - Analista do Ministério Público - Área Contabilidade - 2025

Quanto à Escrituração Contábil Digital (ECD), assinale a alternativa correta.

A A ECD deve ser transmitida ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) até o primeiro dia útil do mês de agosto do ano subsequente ao ano-calendário a que se refere a escrituração.
B As pessoas jurídicas domiciliadas no País, que mantiverem no exterior recursos em moeda estrangeira relativos ao recebimento de exportação, deverão apresentar a ECD em livro próprio.
C As pessoas jurídicas imunes e isentas que auferiram, no ano-calendário, receitas, doações, incentivos, subvenções, contribuições, auxílios, convênios e ingressos assemelhados, cuja soma seja inferior a R$ 4.800.000 (quatro milhões e oitocentos mil reais), estão obrigadas a entregar a ECD.
D As pessoas jurídicas inativas, assim consideradas aquelas que não tenham efetuado qualquer atividade operacional, não operacional, patrimonial ou financeira, estão obrigadas a entregar a ECD.
E Nos casos de cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, a ECD deve ser entregue pela pessoa jurídica que irá continuar as operações empresariais.
Órgão: Ministério Público do Rio Grande do Sul Cargo: Analista do Ministério Público - Área Contabilidade Prova: Instituto AOCP - MPE RS - Analista do Ministério Público - Área Contabilidade - 2025

Quanto à Demonstração do Valor Adicionado (DVA), analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. Serão incluídas, na primeira parte da DVA, as formas com que a riqueza obtida pela entidade foi distribuída detalhadamente.
II. Na segunda parte da DVA, um dos componentes é a remuneração de capitais de terceiros, que são valores pagos ou creditados aos financiadores externos de capital, como juros, royalties, franquia e direitos autorais.
III. O custo dos produtos, das mercadorias e dos serviços vendidos inclui os valores das matérias-primas adquiridas junto a terceiros e contidas no custo do produto vendido, das mercadorias e dos serviços vendidos adquiridos de terceiros. Desse modo, essas contas irão compor a primeira parte da DVA.

A I, II e III.
B Apenas I e III.
C Apenas II.
D Apenas II e III.
E Apenas I.
Órgão: Ministério Público do Rio Grande do Sul Cargo: Analista do Ministério Público - Área Contabilidade Prova: Instituto AOCP - MPE RS - Analista do Ministério Público - Área Contabilidade - 2025

Observe o seguinte balanço patrimonial:

Ativo
2024
Passivo e Patrimônio Líquido
2024
Circulante
110.000
Circulante
70.000
Disponibilidades
80.000
Impostos a recolher
50.000
Estoque de mercadorias
30.000
Empréstimos - Curto Prazo
20.000
Não Circulante
200.000
Não Circulante
130.000
Ativo realizável a longo prazo
150.000
Empréstimos - Longo Prazo
130.000
Imobilizado
15.000
Patrimônio Líquido
110.000
Intangível
35.000
Capital Social
100.000
Total do Ativo
310.000
Total do Passivo e Patrimônio Líquido
310.000

Considerando unicamente os dados apresentados, é correto afirmar que

A o índice de liquidez geral é de 1,30.
B o índice de liquidez seca é igual a 1,05.
C o índice de liquidez corrente é igual a 1,40.
D o índice de liquidez imediata é igual a 1,50.
E o índice de liquidez seca é igual a 1,50.
Órgão: Ministério Público do Rio Grande do Sul Cargo: Analista do Ministério Público - Área Contabilidade Prova: Instituto AOCP - MPE RS - Analista do Ministério Público - Área Contabilidade - 2025

A companhia Sol Quente Ltda. realizou determinado investimento cujas informações estão descritas no quadro a seguir:

Considerando unicamente as informações apresentadas, ao final do contrato de investimento, a Companhia Sol Quente Ltda., irá resgatar um montante de

A R$ 35.700,65.
B R$ 37.885,13.
C R$ 36.500,45.
D R$ 35.850,00.
E R$ 37.142,28.
Órgão: Ministério Público do Rio Grande do Sul Cargo: Analista do Ministério Público - Área Contabilidade Prova: Instituto AOCP - MPE RS - Analista do Ministério Público - Área Contabilidade - 2025

Uma jovem precisa adquirir um secador de cabelo, todavia não tem os recursos necessários para adquirir o aparelho que deseja, o qual tem um valor de R$ 700. Assim, ela decide adquirir o secador de cabelo a prazo, conforme as informações de parcelamento a seguir:

Considerando unicamente os dados apresentados, qual é o valor da parcela que a jovem irá pagar pela aquisição do seu secador de cabelo?

A R$ 255,50.
B R$ 249,90.
C R$ 247,47.
D R$ 250,00.
E R$ 246,36.
Órgão: Ministério Público do Rio Grande do Sul Cargo: Analista do Ministério Público - Área Contabilidade Prova: Instituto AOCP - MPE RS - Analista do Ministério Público - Área Contabilidade - 2025