Atenção : O texto abaixo refere-se às questões de números 41 e 42.
A professora de Educação Física do 6 o ano relatou parte de seu percurso para definir o programa que desenvolveria com os estudantes: ao fazer um diagnóstico inicial, constatou que o conhecimento de dança dos alunos abrangia o funk e o hip hop; no entanto, ao sondar os demais membros da escola, percebeu que tais culturas pareciam estar sendo bastante rotuladas e de certo modo discriminadas pela comunidade escolar, como cultura corporal de desocupados e vândalos, havendo queixas sobre alunos que depredavam a escola e o entorno. Em conversa com os estudantes, alguns relataram que gostavam de ocupar o espaço livre em torno da escola para andar de skate, dançar break e ouvir funk e hip hop, e que iam ali porque na região não havia locais apropriados para tais práticas.
(Adaptado de: SANTOS, F. R. Cultura corporal : o hip hop como forma de expressão na escola. Disponível em: www.gpef.fe.usp.br )
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A Resolução CNE/CP nº 2, de 22 de dezembro de 2017, estabelecida pelo CNE para Educação Infantil e Ensino Fundamental, determina que os currículos das redes devem ser (re)elaborados de forma alinhada à BNCC até 2019, passando a valer a partir de 2020.
De acordo com a LDBEN n o 9.394/1996 e suas atualizações, os currículos da educação básica devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da economia, da cultura e dos educandos. Sendo assim, a base nacional comum se aplica aos currículos
A intersetorialidade pode ser vista como nova forma de organização diante da maioria das estruturas que se apresentam em formato piramidal, arranjadas por vários escalões hierárquicos e departamentos, que dificultam a participação popular no exercício dos seus direitos sociais. A intersetorialidade é a articulação entre sujeitos de setores diversos, com diferentes saberes e poderes com vistas a enfrentar problemas complexos.
(Adaptado de: https://www.scielosp.org . Acessado em: 10/03/2020)
No campo da educação, a intersetorialidade pode ser entendida como
O planejamento norteia nossas ações, definindo o que desejamos fazer, como desejamos fazer e com qual finalidade almejamos fazer. Além disso, o planejamento nos leva a prever situações, organizar atividades, dividir tarefas, avaliar o que não deu certo, bem como elaborar novas estratégias de trabalho, visando melhorias.
(Disponível em: https://siteantigo.portaleducacao.com.br . Acessado em: 10/03/2020)
Para um bom planejamento, é desejável que o docente
Para mim seria impossível engajar-me num trabalho de memorização mecânica dos ba − be − bi − bo − bu. Ensino em cujo processo o alfabetizador fosse “enchendo” com suas palavras as cabeças supostamente “vazias” dos alfabetizandos. Pelo contrário, enquanto ato de conhecimento e ato criador, o processo da alfabetização tem, no alfabetizando, o seu sujeito. O fato de ele necessitar da ajuda do educador, como ocorre em qualquer relação pedagógica, não significa dever a ajuda do educador anular a sua criatividade e a sua responsabilidade na construção de sua linguagem escrita e na leitura desta linguagem.
(Adaptado de: FREIRE, P. A importância do ato de ler . Rio de Janeiro: Cortez, p. 11)
O texto de Paulo Freire deixa entrever uma visão sobre o aprendiz, sintetizada como
A lei ordinária n o 10.639/2003 alterou a LDB n o 9.394/1996 de um modo relevante para as comunidades remanescentes de quilombos no Brasil, por incluir
Texto associado
As ações da professora, presentes em seu relato, permitem identificar que sua prática está fundamentada no conteúdo específico da BNCC para o 6 o ano, qual seja:
Texto associado
Atenção : O texto abaixo refere-se às questões de números 41 e 42.
A professora de Educação Física do 6 o ano relatou parte de seu percurso para definir o programa que desenvolveria com os estudantes: ao fazer um diagnóstico inicial, constatou que o conhecimento de dança dos alunos abrangia o funk e o hip hop; no entanto, ao sondar os demais membros da escola, percebeu que tais culturas pareciam estar sendo bastante rotuladas e de certo modo discriminadas pela comunidade escolar, como cultura corporal de desocupados e vândalos, havendo queixas sobre alunos que depredavam a escola e o entorno. Em conversa com os estudantes, alguns relataram que gostavam de ocupar o espaço livre em torno da escola para andar de skate, dançar break e ouvir funk e hip hop, e que iam ali porque na região não havia locais apropriados para tais práticas.
(Adaptado de: SANTOS, F. R. Cultura corporal : o hip hop como forma de expressão na escola. Disponível em: www.gpef.fe.usp.br )
A professora de Educação Física do 6 o ano relatou parte de seu percurso para definir o programa que desenvolveria com os estudantes: ao fazer um diagnóstico inicial, constatou que o conhecimento de dança dos alunos abrangia o funk e o hip hop; no entanto, ao sondar os demais membros da escola, percebeu que tais culturas pareciam estar sendo bastante rotuladas e de certo modo discriminadas pela comunidade escolar, como cultura corporal de desocupados e vândalos, havendo queixas sobre alunos que depredavam a escola e o entorno. Em conversa com os estudantes, alguns relataram que gostavam de ocupar o espaço livre em torno da escola para andar de skate, dançar break e ouvir funk e hip hop, e que iam ali porque na região não havia locais apropriados para tais práticas.
(Adaptado de: SANTOS, F. R. Cultura corporal : o hip hop como forma de expressão na escola. Disponível em: www.gpef.fe.usp.br )