QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
2.141 questões encontradas

Considere que uma família de classe média composta por 4 pessoas da zona urbana tem um consumo de água médio de 20.000 litros por mês, e uma família, também de 4 pessoas, da zona rural, residente em região com escassez regular de água, consome, em média, apenas 40% do consumo de água médio da família de classe média citada. Com base nessas informações, qual é o consumo médio de água dessa família da zona rural?

A 6.400 litros.
B 6.800 litros.
C 7.200 litros.
D 7.600 litros.
E 8.000 litros.

Considerando f(q) a função de 1º grau que representa o valor a ser pago após um desconto de 12% sobre o valor q de determinado serviço prestado por uma agência de saneamento, é correto afirmar que essa função pode ser descrita por

A f(q) = 0,88q
B f(q) = 1,12q
C f(q) = 12q
D f(q) = 1,012q
E f(q) = q 12
Texto associado
Texto CB3A1 Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja. A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos. As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio. Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias. O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem. Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).

Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue o item a seguir. “mudar”, “evoluir”, “reformar” e “inventar” (primeiro e segundo períodos), conclui-se que o autor do texto atribui prioridade à criatividade no ambiente universitário.

A Certo
B Errado

Acerca do conceito de estrutura organizacional e de seus tipos, julgue o item a seguir. Em uma estrutura organizacional do tipo matricial, os funcionários reportam-se a somente um gerente funcional, o que simplifica a cadeia de comando e evita conflitos de autoridade.

A Certo
B Errado

No que se refere a relações humanas, desempenho profissional e desenvolvimento de equipes de trabalho, julgue o item subsequente. A avaliação de desempenho é uma ferramenta de gestão de pessoas que só é bem aplicada quando se concentra nos resultados quantitativos do desempenho atingido pelo colaborador, excluindo aspectos comportamentais e de desenvolvimento.

A Certo
B Errado

No que diz respeito ao processo de compras e a estoques nas organizações, julgue o item seguinte. Quando confirmada pelas organizações envolvidas em negociação de fornecimento, a autorização de pedido de compra pode ser cancelada a qualquer tempo e de forma unilateral, sem aplicação de multa.

A Certo
B Errado
Texto associado
Leia o texto a seguir: Antes e depois: imagens de IA mostram efeitos destruidores dos microplásticos no rosto humano Fragmentos presentes no dia a dia podem prejudicar processos hormonais e ressecar a pele Há cada vez mais evidências de que os microplásticos que cercam nossas vidas são capazes de penetrar em estruturas e órgãos do corpo, perturbando uma série de funções biológicas. Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal. Agora, uma empresa de reciclagem do Reino Unido tentou capturar o impacto que essas toxinas podem estar causando à pele. A convite da businesswaste.co.uk, pesquisadores utilizaram imagens geradas por inteligência artificial (IA) de um homem e de uma mulher jovens e saudáveis e simularam a exposição a microplásticos em três níveis diferentes: baixo, médio e alto. No nível baixo, as imagens mostram que os indivíduos foram expostos aos microplásticos através de alimentos, de bebidas e do ambiente cotidiano. O relatório sugere que os fragmentos estavam interferindo nos hormônios, levando a ressecamento da pele, vermelhidão e irritação. No nível médio, as simulações apontam o consumo frequente de alimentos processados embalados em plástico e de frutos do mar contaminados. Os modelos também estariam usando roupas feitas de tecidos sintéticos como náilon e poliéster com mais regularidade. Os pesquisadores alegam que nesse nível a exposição poderia causar mais irritação da pele e desregular hormônios, levando à produção excessiva de oleosidade e envelhecimento precoce. O desequilíbrio da testosterona pode aumentar a produção de óleo na pele. Nas simulações de nível alto, os modelos humanos estariam expostos a microplásticos no ambiente de trabalho, que incluiria áreas de gestão de resíduos, indústrias têxteis sintéticas e setores de fabricação de plásticos. Segundo a equipe, nesse caso as inflmações seriam ainda maiores, com manifestações na pele e sinais de envelhecimento precoce. Elas incluiriam descoloração, aparecimento de caroços e lesões que não cicatrizam adequadamente. Também pode haver descoloração azulada ou arroxeada nos lábios e pontas dos dedos. Flutuações hormonais levariam a afinamento ou queda de cabelo, alterações de peso e ciclos menstruais irregulares. “É evidente que há muitos sinais preocupantes de como essa poluição pode nos afetar. As imagens que geramos são baseadas em descobertas desses estudos e mostram resultados alarmantes, mas esperamos que façam as pessoas prestar atenção ao problema maior”, afirmou Mark Hall, especialista em resíduos plásticos da empresa responsável pelo relatório. Suas recomendações para evitar o excesso de contaminantes incluem abandonar plásticos de uso único, filtrar a água potável, trocar tecidos de náilon e poliéster por materiais naturais como algodão e lã, consumir alimentos orgânicos sempre que possível, reduzir o consumo de frutos do mar e substituir colheres deplástico por colheres de madeira, tábuas de corte por opções naturais e potes de plástico por recipientes de vidro.

Fonte:https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/04/05/antes-e-depois-imagensde-ia-mostram-efeitos-destruidores-dos-microplasticos-no-rosto-humano.ghtml. Acesso em 05/04/2025. Texto adaptado.

A leitura do texto permite concluir que as ações individuais das pessoas em busca de saúde:

A são importantes, mas insuficientes se não houver mudanças estruturais nas cadeias de produção e de consumo
B são irrelevantes, visto que inevitavelmente todos os seres humanos estarão sujeitos a altos níveis de exposição a microplásticos
C são importantes e suficientes, sem necessidade de mudanças estruturais, pois o cuidado pessoal impede que o indivíduo esteja exposto a microplásticos
D são negativas, visto que o mais importante seria impedir o consumo de frutos do mar e motivar o encerramento de todos os trabalhos relacionados às indústrias têxteis
Texto associado
Leia o texto a seguir: Antes e depois: imagens de IA mostram efeitos destruidores dos microplásticos no rosto humano Fragmentos presentes no dia a dia podem prejudicar processos hormonais e ressecar a pele Há cada vez mais evidências de que os microplásticos que cercam nossas vidas são capazes de penetrar em estruturas e órgãos do corpo, perturbando uma série de funções biológicas. Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal. Agora, uma empresa de reciclagem do Reino Unido tentou capturar o impacto que essas toxinas podem estar causando à pele. A convite da businesswaste.co.uk, pesquisadores utilizaram imagens geradas por inteligência artificial (IA) de um homem e de uma mulher jovens e saudáveis e simularam a exposição a microplásticos em três níveis diferentes: baixo, médio e alto. No nível baixo, as imagens mostram que os indivíduos foram expostos aos microplásticos através de alimentos, de bebidas e do ambiente cotidiano. O relatório sugere que os fragmentos estavam interferindo nos hormônios, levando a ressecamento da pele, vermelhidão e irritação. No nível médio, as simulações apontam o consumo frequente de alimentos processados embalados em plástico e de frutos do mar contaminados. Os modelos também estariam usando roupas feitas de tecidos sintéticos como náilon e poliéster com mais regularidade. Os pesquisadores alegam que nesse nível a exposição poderia causar mais irritação da pele e desregular hormônios, levando à produção excessiva de oleosidade e envelhecimento precoce. O desequilíbrio da testosterona pode aumentar a produção de óleo na pele. Nas simulações de nível alto, os modelos humanos estariam expostos a microplásticos no ambiente de trabalho, que incluiria áreas de gestão de resíduos, indústrias têxteis sintéticas e setores de fabricação de plásticos. Segundo a equipe, nesse caso as inflmações seriam ainda maiores, com manifestações na pele e sinais de envelhecimento precoce. Elas incluiriam descoloração, aparecimento de caroços e lesões que não cicatrizam adequadamente. Também pode haver descoloração azulada ou arroxeada nos lábios e pontas dos dedos. Flutuações hormonais levariam a afinamento ou queda de cabelo, alterações de peso e ciclos menstruais irregulares. “É evidente que há muitos sinais preocupantes de como essa poluição pode nos afetar. As imagens que geramos são baseadas em descobertas desses estudos e mostram resultados alarmantes, mas esperamos que façam as pessoas prestar atenção ao problema maior”, afirmou Mark Hall, especialista em resíduos plásticos da empresa responsável pelo relatório. Suas recomendações para evitar o excesso de contaminantes incluem abandonar plásticos de uso único, filtrar a água potável, trocar tecidos de náilon e poliéster por materiais naturais como algodão e lã, consumir alimentos orgânicos sempre que possível, reduzir o consumo de frutos do mar e substituir colheres deplástico por colheres de madeira, tábuas de corte por opções naturais e potes de plástico por recipientes de vidro.

Fonte:https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/04/05/antes-e-depois-imagensde-ia-mostram-efeitos-destruidores-dos-microplasticos-no-rosto-humano.ghtml. Acesso em 05/04/2025. Texto adaptado.

“Há cada vez mais evidências de que os microplásticos que cercam nossas vidas são capazes de penetrar em estruturas e órgãos do corpo, perturbando uma série de funções biológicas” (1º parágrafo). Nesse trecho, as duas palavras em destaque são classificadas, respectivamente, como:

A adjetivo e adjetivo
B adjetivo e substantivo
C substantivo e adjetivo
D substantivo e substantivo
Texto associado
Leia o texto a seguir: Antes e depois: imagens de IA mostram efeitos destruidores dos microplásticos no rosto humano Fragmentos presentes no dia a dia podem prejudicar processos hormonais e ressecar a pele Há cada vez mais evidências de que os microplásticos que cercam nossas vidas são capazes de penetrar em estruturas e órgãos do corpo, perturbando uma série de funções biológicas. Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal. Agora, uma empresa de reciclagem do Reino Unido tentou capturar o impacto que essas toxinas podem estar causando à pele. A convite da businesswaste.co.uk, pesquisadores utilizaram imagens geradas por inteligência artificial (IA) de um homem e de uma mulher jovens e saudáveis e simularam a exposição a microplásticos em três níveis diferentes: baixo, médio e alto. No nível baixo, as imagens mostram que os indivíduos foram expostos aos microplásticos através de alimentos, de bebidas e do ambiente cotidiano. O relatório sugere que os fragmentos estavam interferindo nos hormônios, levando a ressecamento da pele, vermelhidão e irritação. No nível médio, as simulações apontam o consumo frequente de alimentos processados embalados em plástico e de frutos do mar contaminados. Os modelos também estariam usando roupas feitas de tecidos sintéticos como náilon e poliéster com mais regularidade. Os pesquisadores alegam que nesse nível a exposição poderia causar mais irritação da pele e desregular hormônios, levando à produção excessiva de oleosidade e envelhecimento precoce. O desequilíbrio da testosterona pode aumentar a produção de óleo na pele. Nas simulações de nível alto, os modelos humanos estariam expostos a microplásticos no ambiente de trabalho, que incluiria áreas de gestão de resíduos, indústrias têxteis sintéticas e setores de fabricação de plásticos. Segundo a equipe, nesse caso as inflmações seriam ainda maiores, com manifestações na pele e sinais de envelhecimento precoce. Elas incluiriam descoloração, aparecimento de caroços e lesões que não cicatrizam adequadamente. Também pode haver descoloração azulada ou arroxeada nos lábios e pontas dos dedos. Flutuações hormonais levariam a afinamento ou queda de cabelo, alterações de peso e ciclos menstruais irregulares. “É evidente que há muitos sinais preocupantes de como essa poluição pode nos afetar. As imagens que geramos são baseadas em descobertas desses estudos e mostram resultados alarmantes, mas esperamos que façam as pessoas prestar atenção ao problema maior”, afirmou Mark Hall, especialista em resíduos plásticos da empresa responsável pelo relatório. Suas recomendações para evitar o excesso de contaminantes incluem abandonar plásticos de uso único, filtrar a água potável, trocar tecidos de náilon e poliéster por materiais naturais como algodão e lã, consumir alimentos orgânicos sempre que possível, reduzir o consumo de frutos do mar e substituir colheres deplástico por colheres de madeira, tábuas de corte por opções naturais e potes de plástico por recipientes de vidro.

Fonte:https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/04/05/antes-e-depois-imagensde-ia-mostram-efeitos-destruidores-dos-microplasticos-no-rosto-humano.ghtml. Acesso em 05/04/2025. Texto adaptado.

“ Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal” (1º parágrafo). Nesse trecho, o conectivo destacado tem sentido:

A condicional
B conformativo
C consecutivo
D enumerativo