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102 questões encontradas
Texto associado
Julgue os itens de
86 a
90 , relativos aos meios de
transmissão,
à arquitetura de redes de
computadores e às redes LAN
e WAN.

Os cabos coaxiais e os cabos de fibra óptica são
exemplos de meios de transmissão não guiados.

C Certo
E Errado
Texto associado
Julgue os itens de 111
a 115
acerca dos serviços de diretórios.

Uma das vantagens do uso de um serviço de diretórios é
que ele permite a centralização da gestão de recursos da
rede.

C Certo
E Errado

Todos os MAGNÂNIMOS são FELIZES. Alguns BENFEITORES são MAGNÂNIMOS, mas não todos. Há FELIZ que é BENFEITOR. A partir dessas afirmações, é logicamente correto afirmar que

A qualquer BENFEITOR é FELIZ.
B os MAGNÂNIMOS que não são FELIZES, são BENFEITORES.
C os BENFEITORES que são MAGNÂNIMOS, não são FELIZES.
D todos os BENFEITORES que são MAGNÂNIMOS são FELIZES.
E os FELIZES que não são MAGNÂNIMOS são BENFEITORES.

Considere a execução da sequência de comandos a seguir, em um terminal shell do Linux: # cd /root # mkdir -p /root/foo/bar # pwd O resultado impresso na tela após a execução do último comando será:

A /root
B /root/foo/bar
C bar
D /root/foo
E /foo/bar
Texto associado
Por quê? “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs. O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar. Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses. Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado) 1 contrafactual: simulação (sentido aproximado) 2 big data: grande banco de dados

A frase em que a concordância está em conformidade com a norma-padrão da língua é:

A O nascer do sol ocorre todas as manhãs, e não é o canto dos galos que os provocam.
B Em aulas de estatística ou de metodologia científica são comuns ouvir que “Correlação não é causa”.
C O problema é que, durante muito tempo, esse mantra tornaram cegos estatísticos e cientistas.
D Investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela é perfeitamente viável.
E A ciência julgou que talvez não houvessem meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer.

Diversos tipos do EAP (Extensible Authentication Protocol) podem ser encontrados nos padrões 802.1X. O tipo que fornece um método para transportar dados de autenticação com segurança, incluindo protocolos herdados baseados em senha, por meio de redes Wi-Fi 802.11, utilizando o tunelamento entre clientes e um servidor de autenticação, autenticando clientes de redes Wi-Fi, é denominado

A EAP-AKA.
B EAP-MD-5.
C EAP-TLS.
D LEAP.
E PEAP.
Texto associado
Por quê? “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs. O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar. Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses. Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado) 1 contrafactual: simulação (sentido aproximado) 2 big data: grande banco de dados

Considere os trechos: • ... estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer... (3° parágrafo) • ... usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais. (4°parágrafo) • ... mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (6° parágrafo) As expressões destacadas estabelecem, nos contextos em que ocorrem, respectivamente, relação de

A exclusão, finalidade e concessão.
B conformidade, direção e condição.
C oposição, condição e oposição.
D exclusão, condição e conclusão.
E condição, finalidade e conformidade.

Uma empresa deseja criar uma rede para cada um de seus departamentos, sendo que cada rede possuirá uma determinada quantidade de computadores. Um Assistente de Informática da empresa sugeriu criar uma rede com IP Classe C com uma máscara de sub-rede igual a 255.255.255.224. Com essa sugestão, o número de departamentos que poderão ser atendidos e o número de computadores que cada departamento poderá possuir serão, respectivamente:

A 4 e 32.
B 4 e 64.
C 8 e 32.
D 8 e 64.
E 16 e 16.

O COBIT 5 divide seus mais de 30 processos em 5 domínios, sendo que o processo

A Gerenciar a Estratégia está inserido no domínio Avaliar, Dirigir e Monitorar.
B Gerenciar Problemas está inserido no domínio Monitorar, Avaliar e Analisar.
C Gerenciar Riscos está inserido no domínio Alinhar, Planejar e Organizar.
D Gerenciar Recursos Humanos está inserido no domínio Construir, Adquirir e Implementar.
E Gerenciar Ativos está inserido no domínio Construir, Adquirir e Implementar.