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Suponha que uma Auditora Fiscal da área de TI atue na etapa de testes e avaliação da qualidade de um software em desenvolvimento. Como o software sofria alterações a cada nova funcionalidade a ele incorporada, a Auditora propôs que a equipe de testes adotasse como padrão um tipo de teste que garantisse que as mudanças recentes no código deixassem o resto do código intacto, visando impedir a introdução de erros. A equipe decidiu realizar um tipo de teste para testar a parte modificada e as áreas adjacentes que podem ter sido afetadas, dentro de uma abordagem baseada em risco. Assim, os testadores destacariam as áreas de aplicação que poderiam ser afetadas pelas recentes alterações de código e selecionariam os casos de testes relevantes para o conjunto de testes. Procedendo desta forma, seriam realizados testes

A de Revisão de Funcionalidade.
B Gama.
C de Aceite Operacional.
D de Regressão.
E de Caixa-preta.

Um Auditor Fiscal da área de Tecnologia da Informação está participando da implantação de controles Gerais de TI relacionados ao desenvolvimento de sistemas, alterações de programas e segregação de funções. Percebeu que na organização inexiste processo sistematizado para desenvolvimento e manutenção de sistemas e, como controle, sugeriu, corretamente, que

A as políticas e os procedimentos específicos devem ser padronizados e formalizados para instalar e modificar softwares, bem como documentar e solucionar problemas com esses softwares.
B as alterações no sistema deverão ser aprovadas somente pelo proprietário do sistema, e não pela área de TI.
C as alterações de programas não se sujeitarão ao Processo de Desenvolvimento de Software institucional.
D os softwares alterados não precisarão ser testados e aprovados em ambiente específico de testes/homologação.
E os ambientes de desenvolvimento não deverão ser segregados (produção, homologação, teste e desenvolvimento).

Um Auditor Fiscal da área de Tecnologia da Informação foi incumbido de identificar quais unidades, operações e processos de negócios são essenciais para a sobrevivência da organização e avaliar os impactos financeiros, operacionais e de serviços de uma interrupção nesses processos. Deverá, inicialmente, avaliar as áreas funcionais selecionadas para determinar a resistência da infraestrutura para suportar a disponibilidade de informações. Ao final, deverá construir um relatório detalhando os possíveis incidentes e seus impactos (dinheiro ou tempo) nas funções de negócios. Com base nestes impactos potenciais associados à inatividade, a organização irá priorizar e implementar contramedidas para diminuir os riscos de tais interrupções e detalhar estas contramedidas no Plano de Continuidade de Negócio. O trabalho que o Auditor executou constitui o que é chamado de

A Compliance Analysis - COMA.
B Business Impact Analysis - BIA.
C Vulnerability Analysis - VANA.
D Vulnerability Operacional Analysis - VOA.
E Business Process Management - BPM

Uma Auditora Fiscal da área de TI está trabalhando em um projeto de uma organização com base nas práticas recomendadas pelo Modelo de Referência MPS para Software (MR-MPS-SW) 2016. As atividades por ela desenvolvidas incluem: determinar o escopo e as estratégias da gerência de riscos; identificar, priorizar, classificar e documentar os riscos do projeto; desenvolver os planos para mitigação e monitoramento de riscos; executar ações apropriadas para corrigir ou evitar o impacto dos riscos. Conclui-se, corretamente, que

A já foram implementados todos os processos do nível B- Gerenciado Quantitativamente.
B a Auditora está trabalhando no processo Gerência de Riscos, que encontra-se no nível D- Largamente Definido.
C as atividades da Auditora indicam que a organização está em busca de obter o nível de maturidade CDefinido.
D as atividades da Auditora indicam que a organização encontra-se no nível de maturidade D- Definido.
E a Auditora está trabalhando no processo Avaliação de Riscos, que possui o atributo de processo AP 5.2 “o processo é objeto de implementação de melhorias inovadoras e incrementais”.

Em seu discurso de posse, determinado prefeito afirmou: “Se há incentivos fiscais, então as empresas não deixam essa cidade”. Considerando a afirmação do prefeito como verdadeira, então também é verdadeiro afirmar:

A Se não há incentivos fiscais, então as empresas deixam essa cidade.
B Se as empresas não deixam essa cidade, então há incentivos fiscais.
C Se as empresas deixam essa cidade, então não há incentivos fiscais.
D As empresas deixam essa cidade se há incentivos fiscais.
E As empresas não deixam essa cidade se não há incentivos fiscais.

Um Auditor Fiscal da área de Tecnologia da Informação ao usar o Oracle 11g release 2 está enfrentando alguns problemas de disponibilidade causados por falhas em um servidor que executa uma aplicação personalizada. Para resolver o problema, sugeriu o uso de um recurso Oracle que permite executar essa aplicação em um conjunto de servidores em cluster de forma que se ocorrer uma falha em um deles, o Oracle continue a execução nos servidores restantes, garantindo assim os índices de disponibilidade esperados. O recurso Oracle correto sugerido pelo Auditor é conhecido como Oracle

A RAC.
B BACULA.
C OAC.
D RMAN.
E OLTP.

Considere um cenário composto pelas ações elencadas a seguir.

I. Auditora 1 trava o arquivo para edição.

II. Enquanto Auditora 1 edita o arquivo, Auditora 2 tenta travá-lo e falha.

III. Auditora 2 edita o arquivo sem travá-lo, inclui suas modificações e publica o arquivo.

IV. Auditora 1 publica sua versão e destrava o arquivo.

V. Agora Auditora 2 consegue travar o arquivo e atualizá-lo com suas modificações. VI. Auditora 1 atualiza sua versão, pegando o arquivo apenas para leitura. Nesse caso, a política de gerência de configuração e mudança de software é do tipo

A otimista, que enfatiza o uso de check-out reservado, fazendo bloqueio e inibindo o paralelismo do desenvolvimento sobre o mesmo artefato.
B pessimista, que enfatiza o uso de check-out reservado, fazendo bloqueio e inibindo o paralelismo do desenvolvimento sobre o mesmo artefato.
C otimista, pois permite que o artefato seja alterado simultaneamente por Auditora 1 e Auditora 2, e usa o mecanismo de check-in para unir as modificações efetuadas em paralelo.
D otimista, que evita que conflitos ocorram quando a mesma região ou linha do arquivo é modificada.
E pessimista, pois utiliza o mecanismo de junção automática quando o artefato é modificado simultaneamente

No processo de aprendizagem organizacional, ocorre a institucionalização do conhecimento, o que é estudado sob diferentes óticas e explicado a partir de algumas teorias, entre as quais a espiral do conhecimento, apresentada por Nonaka e Takeuchi, cujo foco é

A o modelo cognitivista, que procura explicar o impacto de aspectos comportamentais na aquisição de conhecimento.
B o processo de conversão do conhecimento, iniciando-se com a socialização mediante o compartilhamento de conhecimento tácito.
C o modelo behavorista, que prioriza o conhecimento formal, normatizado e internalizado na organização.
D a aquisição de conhecimento tácito a partir da utilização de benchmarkings (referenciais de excelência).
E o crescimento individual a partir de um processo do treinamento e capacitação constantes.

Um Administrador de redes Windows Server 2016 digitou, em linha de comando, uma instrução que exibiu informações de todas as conexões de rede disponíveis com nomenclatura padrão e os respectivos index number. Para mudar o nome da conexão de rede Ethernet para Rede SEFAZBA , deve-se usar o comando

A netsh interface set interface name=Ethernet newname="Rede SEFAZBA"
B netconfig interface set name=Ethernet newname="Rede SEFAZBA"
C netsh rename interface Ethernet to "Rede SEFAZBA"
D netconfig rename interface Ethernet to "Rede SEFAZBA"
E net interface set interface name=Ethernet newname="Rede SEFAZBA