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Nos termos do Regimento Interno da Câmara Municipal, a fase destinada à manifestação dos Vereadores sobre atitudes pessoais, ou fatos, assuntos, ocorridos durante a sessão, ou no exercício do mandato, denomina-se

A Explicação Pessoal e terá a duração máxima e improrrogável de 15 minutos.
B Aparte e terá a duração máxima e improrrogável de 15 minutos.
C Explicação Pessoal e terá a duração máxima e improrrogável de 20 minutos.
D Aparte e terá a duração máxima e improrrogável de 30 minutos.
E Explicação Pessoal e terá a duração máxima e improrrogável de 30 minutos.

A respeito das sessões extraordinárias, o Regimento Interno da Câmara Municipal de Monte Alto estabelece que

A serão convocadas, no período normal de funcionamento da Câmara, pelo Presidente da Câmara, pela Mesa Diretora ou pelo Prefeito.
B poderão realizar-se em qualquer hora e dia, exceto aos domingos e feriados.
C serão remuneradas em dobro, exceto se realizadas no mesmo dia da sessão ordinária.
D só poderão nela ser discutidas e votadas as proposições que tenham sido objeto da convocação.
E terão o seu tempo destinado à Ordem do Dia, admitindo-se apenas Explicação Pessoal e Aparte.
Texto associado
Os benefícios da imigração para um país Muitos daqueles que se opõem à imigração ignoram uma verdade inconveniente: os imigrantes costumam ser os melhores cidadãos. Historicamente, imigrantes mexicanos e seus filhos resgataram cidades menores com população em declínio nos Estados Unidos, informou Alfredo Corchado ao The New York Times. Cerca de metade das 6 mil pessoas de Kennett Square, perto da Filadélfia, por exemplo, são de ascendência hispânica, e é provável que a cidade teria se extinguido sem elas. Kennett Square alega ser a capital mundial dos cogumelos, o centro de uma indústria de US$ 2,7 bilhões no sudeste da Pensilvânia que emprega 10 milhões de trabalhadores. Mas, nos últimos dez anos, o número de imigrantes mexicanos nos EUA diminuiu em mais de um milhão. Alguns foram deportados, e outros foram embora espontaneamente por receio das autoridades. “Os mexicanos estão indo embora, e isso é má notícia para todos”, disse Chris Alonzo, presidente da Pietro Industries, uma das maiores empresas de cogumelos. “Toda essa negatividade e estímulo ao medo geraram um sentimento anti-imigração que está prejudicando nossa cidadezinha. Temos escassez de mão de obra, o que ameaça a vibração da nossa comunidade”. Os recém-chegados também ajudaram a dar novo ânimo à vida cultural da região. “Os mexicanos tiveram um impacto positivo na comunidade ao trazer mais cor e sabor para uma vida sem graça”, explicou Loretta Perna, coordenadora de programas da Escola Kennett High. (Tom Brady, The New York Times. Publicado em O Estado de S.Paulo. 23.09.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em que, na reescrita da frase do primeiro parágrafo, o emprego do acento indicativo da crase está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

A Muitos daqueles que refutam à imigração ignoram uma verdade ...
B Muitos daqueles que desaprovam à imigração ignoram uma verdade ...
C Muitos daqueles que repudiam à imigração ignoram uma verdade ...
D Muitos daqueles que condenam à imigração ignoram uma verdade ...
E Muitos daqueles que resistem à imigração ignoram uma verdade...
Texto associado
Meu amigo Daniel Chomski, dono do sebo Berinjela, no Rio de Janeiro, surpreendeu-se outro dia usando uma expressão que, em anos de trato com livros, nunca lhe ocorrera pronunciar: “livro físico”. E caiu em si no ato: por que livro “físico” se, até então, todos os livros que haviam passado por suas mãos eram apenas livros - objetos físicos - e não havia motivo para aquele apêndice boboca? É claro que Daniel sabe a resposta e eu também. De algum tempo para cá, as pessoas têm falado de “livro físico” para diferenciá-lo do livro que, a poder de dois ou três cliques, sai de um lugar não sabido do ciberespaço e desembarca numa tabuleta eletrônica chamada, em português castiço, “tablet” - o e-book, ou livro eletrônico, que se lê mais com os dedos do que com os olhos. Considerando-se que o livro “físico”, de papel, existe há cerca de 1500 anos, deveria ter o direito de continuar sendo apenas e somente livro, não? Mas não é o que acontece. O mesmo está acontecendo com o CD, o “disco físico” - que, ironicamente, passou a se chamar assim em pleno processo de extinção física -, em contraposição à música que também sai de qualquer lugar e nos entra pelas orelhas quase sem depender de intermediário. E, idem, com o “filme físico”, o DVD, prestes a se tornar um objeto tão pré-histórico quanto uma mandíbula de pterodáctilo. Há pouco, vi pela primeira vez alguém pagando as compras com o celular num supermercado sem caixas. É quase certo que, em breve, as últimas moças que ainda conservarem seus empregos serão chamadas de “caixas físicas”. E o “dinheiro físico” também ameaça deixar de ser impresso, tal o número de pessoas que hoje pagam até uma bala Juquinha com o cartão. Imagino que, um dia, as pessoas “físicas”, tipo você e eu, também deixaremos de existir. Mas isso é problema de vocês. (Ruy Castro. Folha de S.Paulo , 28.12.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a circunstância expressa pelo termo em destaque está corretamente identificada nos parênteses.

A ... em anos de trato com livros, nunca lhe ocorrera pronunciar: “livro físico”. (dúvida)
B ... todos os livros que haviam passado por suas mãos eram apenas livros... (negação)
C É claro que Daniel sabe a resposta e eu também . (intensidade)
D ... ironicamente , passou a se chamar assim em pleno processo de extinção física... (modo)
E ... as últimas moças que ainda conservarem seus empregos serão chamadas de “caixas físicas”. (afirmação)

Durante um atendimento a um cidadão, um auxiliar técnico legislativo utiliza um aplicativo de acessibilidade do MS-Windows 7, em sua configuração padrão, para ampliar textos e outros itens da tela de seu computador, facilitando ao cidadão a leitura de sua tela. Assinale a alternativa que apresenta o aplicativo a que se refere o enunciado.

A Paint.
B Painel de Controle.
C Teclado Virtual.
D Lupa.
E Ferramenta de Captura.

A 94ª edição da tradicional corrida de São Silvestre, realizada em 31.12.2018, teve como vencedor o etíope Belay Bezabh, que terminou o trajeto de 15 km com o tempo de 45 minutos e 5 segundos. ( O Estado de S.Paulo - 01.01.2019. Adaptado) Diante disso, é correto concluir que, a cada 100 m percorridos, esse atleta gastou, em média, aproximadamente,

A 22 segundos.
B 21 segundos.
C 20 segundos.
D 18 segundos.
E 16 segundos.

Foi solicitado a um usuário do MS-PowerPoint 2010, em sua configuração padrão, que fizesse a verificação ortográfica de uma apresentação. Assinale a alternativa que apresenta respectivamente, a guia e o grupo em que se localiza o ícone Verificar Ortografia.

A Revisão; Revisão de Texto
B Revisão; Ortografia e Gramática.
C Página Inicial; Revisão de Texto.
D Página Inicial; Ortografia e Gramática.
E Design; Revisão.

Meu amigo Daniel Chomski, dono do sebo Berinjela, no Rio de Janeiro, surpreendeu-se outro dia usando uma expressão que, em anos de trato com livros, nunca lhe ocorrera pronunciar: “livro físico”. E caiu em si no ato: por que livro “físico” se, até então, todos os livros que haviam passado por suas mãos eram apenas livros - objetos físicos - e não havia motivo para aquele apêndice boboca? É claro que Daniel sabe a resposta e eu também. De algum tempo para cá, as pessoas têm falado de “livro físico” para diferenciá-lo do livro que, a poder de dois ou três cliques, sai de um lugar não sabido do ciberespaço e desembarca numa tabuleta eletrônica chamada, em português castiço, “tablet” - o e-book, ou livro eletrônico, que se lê mais com os dedos do que com os olhos. Considerando-se que o livro “físico”, de papel, existe há cerca de 1500 anos, deveria ter o direito de continuar sendo apenas e somente livro, não? Mas não é o que acontece. O mesmo está acontecendo com o CD, o “disco físico” - que, ironicamente, passou a se chamar assim em pleno processo de extinção física -, em contraposição à música que também sai de qualquer lugar e nos entra pelas orelhas quase sem depender de intermediário. E, idem, com o “filme físico”, o DVD, prestes a se tornar um objeto tão pré-histórico quanto uma mandíbula de pterodáctilo. Há pouco, vi pela primeira vez alguém pagando as compras com o celular num supermercado sem caixas. É quase certo que, em breve, as últimas moças que ainda conservarem seus empregos serão chamadas de “caixas físicas”. E o “dinheiro físico” também ameaça deixar de ser impresso, tal o número de pessoas que hoje pagam até uma bala Juquinha com o cartão. Imagino que, um dia, as pessoas “físicas”, tipo você e eu, também deixaremos de existir. Mas isso é problema de vocês. (Ruy Castro. Folha de S.Paulo , 28.12.2018. Adaptado) O autor do texto apresenta uma reflexão sobre

A a iminência do fim dos livros físicos devido à preferência dos mais jovens pela leitura em dispositivos eletrônicos.
B a dificuldade dos comerciantes mais antigos em se adaptar ao surgimento constante de novas tecnologias eletrônicas.
C a sua boa adaptação ao livro eletrônico e o consequente desprezo pelos livros físicos, levando-o a considerá-los objetos antiquados.
D as consequências do alcance cada vez maior da substituição de objetos físicos pelos seus equivalentes em versão eletrônica.
E os benefícios para operadores de caixas em supermercados com a substituição do dinheiro físico pelo uso de cartões eletrônicos.

Uma dívida, de valor igual a n reais, foi totalmente paga, sem acréscimo de juros, em três parcelas, A, B e C, de valores diretamente proporcionais aos números 2, 3 e 4, respectivamente. Se o valor da parcela A foi de R$ 7.000,00, então o valor de n é igual a

A R$ 24.500,00.
B R$ 31.500,00.
C R$ 36.000,00.
D R$ 42.500,00.
E R$ 49.000,00.
Texto associado
Meu amigo Daniel Chomski, dono do sebo Berinjela, no Rio de Janeiro, surpreendeu-se outro dia usando uma expressão que, em anos de trato com livros, nunca lhe ocorrera pronunciar: “livro físico”. E caiu em si no ato: por que livro “físico” se, até então, todos os livros que haviam passado por suas mãos eram apenas livros - objetos físicos - e não havia motivo para aquele apêndice boboca? É claro que Daniel sabe a resposta e eu também. De algum tempo para cá, as pessoas têm falado de “livro físico” para diferenciá-lo do livro que, a poder de dois ou três cliques, sai de um lugar não sabido do ciberespaço e desembarca numa tabuleta eletrônica chamada, em português castiço, “tablet” - o e-book, ou livro eletrônico, que se lê mais com os dedos do que com os olhos. Considerando-se que o livro “físico”, de papel, existe há cerca de 1500 anos, deveria ter o direito de continuar sendo apenas e somente livro, não? Mas não é o que acontece. O mesmo está acontecendo com o CD, o “disco físico” - que, ironicamente, passou a se chamar assim em pleno processo de extinção física -, em contraposição à música que também sai de qualquer lugar e nos entra pelas orelhas quase sem depender de intermediário. E, idem, com o “filme físico”, o DVD, prestes a se tornar um objeto tão pré-histórico quanto uma mandíbula de pterodáctilo. Há pouco, vi pela primeira vez alguém pagando as compras com o celular num supermercado sem caixas. É quase certo que, em breve, as últimas moças que ainda conservarem seus empregos serão chamadas de “caixas físicas”. E o “dinheiro físico” também ameaça deixar de ser impresso, tal o número de pessoas que hoje pagam até uma bala Juquinha com o cartão. Imagino que, um dia, as pessoas “físicas”, tipo você e eu, também deixaremos de existir. Mas isso é problema de vocês. (Ruy Castro. Folha de S.Paulo , 28.12.2018. Adaptado)

A previsão do autor sobre o surgimento constante de novas tecnologias eletrônicas aponta como uma das consequências desse processo

A o aumento da busca pela leitura, devido à facilidade de acesso propiciada pelos livros eletrônicos.
B o tempo cada vez menor para essas tecnologias se tornarem obsoletas, como no caso da fita VHS, substituída pelo DVD.
C a revalorização de antigas profissões, como a de livreiro, em face da imposição de uma nova cultura de consumo.
D o paradoxo existente entre o aumento da oferta e a dificuldade da população para manusear essas tecnologias.
E a utilização desses recursos também para gradualmente substituir pessoas no desempenho de atividades laborais.