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Texto para as questões de 1 a 19.

1 A geografia da produção global apresenta novas
determinações e novos desafios ao desenvolvimento, em
que diferentes países ou territórios conseguem, por
4 distintos motivos, aderir ao novo padrão da produção global
e apresentam, assim, resultados positivos de crescimento
industrial e econômico e de desenvolvimento
7 socioeducacional, o que leva a uma mudança estrutural.
Inserem‐se nesses grupos a China e os países e
territórios asiáticos de primeira geração — chamados
10 outrora de tigres asiáticos —, que incluem Coreia do Sul,
Cingapura, Hong Kong (região administrativa especial da
República Popular da China) e o território de Taiwan, e os
13 países de segunda geração — denominados de novos tigres
asiáticos, termo cunhado na década de 1990 —, que
incluem Indonésia, Malásia, Tailândia, Filipinas e Vietnã.
16 Embora tenham passado por forte crise econômica e
recessão em 1997, esses países se recuperaram e
apresentam, atualmente, bons desempenhos na área
19 econômica.
A China aparece como um gigante na produção
global e vem atualizando a sua matriz de produção, já sendo
22 líder em vários setores industriais, ranqueada como a
segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos
Estados Unidos da América, e posicionada, como centro
25 dinamizador do crescimento econômico asiático, entre as
mais relevantes em termos de comércio exterior. Esse país
apresenta uma forma de desenvolvimento singular que
28 combina socialismo com economia de mercado e que
permite vislumbrar uma alternativa possível ao modelo
norte‐americano.
31 Outro exemplo de país asiático que apresenta grande
êxito é a Coreia do Sul, onde se observa a emergência de
grandes e famosas empresas dirigidas por famílias,
34 conhecidas por chaebols , entre as quais empresas líderes
dos setores automobilístico, como Hyundai e Kia, e
eletrônico, como Samsung e LG. Essas empresas utilizam‐se
37 de várias estratégias voltadas para a concorrência global,
entre elas a da imitação, e têm papel fundamental no
desenvolvimento tecnológico e na expansão de atividades
40 de pesquisa, além de serem responsáveis pelo crescimento
das indústrias têxteis, madeireiras e de cimento no país.
Entretanto, o desenvolvimento sul‐coreano está
43 ligado às formas de desenvolvimento a convite ou
associado — com acesso privilegiado aos mercados e aos
capitais das grandes potências, obtido em troca da
46 submissão a sua política externa e a sua estratégia militar
global —, que ocorrem em contextos geopolíticos
específicos. Do ponto de vista produtivo, o comando da
49 produção global permanece nos países mais desenvolvidos,
porém vão surgindo novos centros. Nesse sentido, há o
desenvolvimento do centro em um país antes considerado
52 periferia, o que demonstra como uma estratégia de
desenvolvimento com participação ativa do Estado pode
promover uma mudança estrutural.

Daniel Pereira Sampaio . Indústria e desenvolvimento no Brasil:
notas sobre o atraso dos últimos 30 anos (1980/2010). VI
Seminário Internacional sobre desenvolvimento regional.
Tema: Crises do Capitalismo, Estado e Desenvolvimento
Regional. Programa de Pós‐Graduação em Desenvolvimento
Regional, Santa Cruz do Sul, RS, Brasil, 4 a 6 de setembro de
2013, p. 6. Internet: (com adaptações).

A mudança estrutural de que trata o texto advém

A da transformação de uma economia de subsistência em uma economia industrializada.
B da transformação de uma economia mista regulada em uma economia liberalizada.
C da melhoria conjuntural na produção e no emprego.
D de alterações permanentes nos recursos disponíveis, na população e na sociedade.
E de resultados positivos de desenvolvimento industrial, econômico, social e educacional.
Texto associado
Nas questões que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração‐padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar , clique simples e clique duplo refiram‐se a cliques com o botão esquerdo do mouse ; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá‐la, acionando‐a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.

No programa de navegação Mozilla Firefox, em sua versão mais recente, o recurso que apaga automaticamente, após o fechamento do navegador, as informações on‐line do usuário, como senhas, cookies e histórico do computador, é conhecido como

A Rastreador oculto.
B Firefox Sync.
C Extensão.
D Bloqueador de pop‐up.
E Navegação privativa.

De acordo com a ENAP, o servidor público é o trabalhador do Estado brasileiro, seja no Poder Executivo, Legislativo ou Judiciário, ou na esfera federal, estadual ou municipal. Por sua vez, o funcionamento da Administração Pública é operado pelos servidores públicos. São essas pessoas que, atuando na prestação direta de serviços ao cidadão brasileiro, terminam por ser a imagem ou representação do Estado. Com base nessas informações, assinale a alternativa correta quanto ao papel do servidor público no âmbito do trabalho em equipe.

A O servidor público precisa olhar o seu bem maior, em detrimento da sociedade.
B O servidor público é aquele que visa apenas a suas recompensas financeiras, ou seja, faz apenas o que é solicitado.
C O servidor público sabe que não se pode trabalhar em conjunto no serviço público e não valoriza o auxílio de seus pares ou superiores.
D O servidor público e sua equipe de trabalho não necessitam de ser mais ativos que os outros cidadãos.
E O servidor público é aquele que, juntamente com sua equipe de trabalho, escolhe o serviço público porque deseja ser útil à sociedade.
Texto associado
Texto para as questões de 1 a 19.

1 A geografia da produção global apresenta novas
determinações e novos desafios ao desenvolvimento, em
que diferentes países ou territórios conseguem, por
4 distintos motivos, aderir ao novo padrão da produção global
e apresentam, assim, resultados positivos de crescimento
industrial e econômico e de desenvolvimento
7 socioeducacional, o que leva a uma mudança estrutural.
Inserem‐se nesses grupos a China e os países e
territórios asiáticos de primeira geração — chamados
10 outrora de tigres asiáticos —, que incluem Coreia do Sul,
Cingapura, Hong Kong (região administrativa especial da
República Popular da China) e o território de Taiwan, e os
13 países de segunda geração — denominados de novos tigres
asiáticos, termo cunhado na década de 1990 —, que
incluem Indonésia, Malásia, Tailândia, Filipinas e Vietnã.
16 Embora tenham passado por forte crise econômica e
recessão em 1997, esses países se recuperaram e
apresentam, atualmente, bons desempenhos na área
19 econômica.
A China aparece como um gigante na produção
global e vem atualizando a sua matriz de produção, já sendo
22 líder em vários setores industriais, ranqueada como a
segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos
Estados Unidos da América, e posicionada, como centro
25 dinamizador do crescimento econômico asiático, entre as
mais relevantes em termos de comércio exterior. Esse país
apresenta uma forma de desenvolvimento singular que
28 combina socialismo com economia de mercado e que
permite vislumbrar uma alternativa possível ao modelo
norte‐americano.
31 Outro exemplo de país asiático que apresenta grande
êxito é a Coreia do Sul, onde se observa a emergência de
grandes e famosas empresas dirigidas por famílias,
34 conhecidas por chaebols , entre as quais empresas líderes
dos setores automobilístico, como Hyundai e Kia, e
eletrônico, como Samsung e LG. Essas empresas utilizam‐se
37 de várias estratégias voltadas para a concorrência global,
entre elas a da imitação, e têm papel fundamental no
desenvolvimento tecnológico e na expansão de atividades
40 de pesquisa, além de serem responsáveis pelo crescimento
das indústrias têxteis, madeireiras e de cimento no país.
Entretanto, o desenvolvimento sul‐coreano está
43 ligado às formas de desenvolvimento a convite ou
associado — com acesso privilegiado aos mercados e aos
capitais das grandes potências, obtido em troca da
46 submissão a sua política externa e a sua estratégia militar
global —, que ocorrem em contextos geopolíticos
específicos. Do ponto de vista produtivo, o comando da
49 produção global permanece nos países mais desenvolvidos,
porém vão surgindo novos centros. Nesse sentido, há o
desenvolvimento do centro em um país antes considerado
52 periferia, o que demonstra como uma estratégia de
desenvolvimento com participação ativa do Estado pode
promover uma mudança estrutural.

Daniel Pereira Sampaio . Indústria e desenvolvimento no Brasil:
notas sobre o atraso dos últimos 30 anos (1980/2010). VI
Seminário Internacional sobre desenvolvimento regional.
Tema: Crises do Capitalismo, Estado e Desenvolvimento
Regional. Programa de Pós‐Graduação em Desenvolvimento
Regional, Santa Cruz do Sul, RS, Brasil, 4 a 6 de setembro de
2013, p. 6. Internet: (com adaptações).

Segundo o texto, a China

A influencia o crescimento econômico na Ásia.
B ocupa o posto de maior economia mundial.
C passa por uma crise de liquidez no momento atual.
D apresenta economia com controle estatal absoluto.
E apresenta economia autossuficiente e primariamente estatal.

Nas relações de trabalho, um mesmo ato ou gesto pode adquirir um sentido de cooperação ou de competição. Sendo assim, o que determina o sentido da comunicação dentro de uma organização é

A apenas o que o comunicante quis dizer.
B o que foi enviado por escrito em um memorando.
C a formalidade da comunicação.
D a circunstância da comunicação: de quem partiu; a quem foi endereçada; e contextos organizacionais.
E o valor do indivíduo receptor da mensagem.
Texto associado
Texto para as questões de 1 a 19.

1 A geografia da produção global apresenta novas
determinações e novos desafios ao desenvolvimento, em
que diferentes países ou territórios conseguem, por
4 distintos motivos, aderir ao novo padrão da produção global
e apresentam, assim, resultados positivos de crescimento
industrial e econômico e de desenvolvimento
7 socioeducacional, o que leva a uma mudança estrutural.
Inserem‐se nesses grupos a China e os países e
territórios asiáticos de primeira geração — chamados
10 outrora de tigres asiáticos —, que incluem Coreia do Sul,
Cingapura, Hong Kong (região administrativa especial da
República Popular da China) e o território de Taiwan, e os
13 países de segunda geração — denominados de novos tigres
asiáticos, termo cunhado na década de 1990 —, que
incluem Indonésia, Malásia, Tailândia, Filipinas e Vietnã.
16 Embora tenham passado por forte crise econômica e
recessão em 1997, esses países se recuperaram e
apresentam, atualmente, bons desempenhos na área
19 econômica.
A China aparece como um gigante na produção
global e vem atualizando a sua matriz de produção, já sendo
22 líder em vários setores industriais, ranqueada como a
segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos
Estados Unidos da América, e posicionada, como centro
25 dinamizador do crescimento econômico asiático, entre as
mais relevantes em termos de comércio exterior. Esse país
apresenta uma forma de desenvolvimento singular que
28 combina socialismo com economia de mercado e que
permite vislumbrar uma alternativa possível ao modelo
norte‐americano.
31 Outro exemplo de país asiático que apresenta grande
êxito é a Coreia do Sul, onde se observa a emergência de
grandes e famosas empresas dirigidas por famílias,
34 conhecidas por chaebols , entre as quais empresas líderes
dos setores automobilístico, como Hyundai e Kia, e
eletrônico, como Samsung e LG. Essas empresas utilizam‐se
37 de várias estratégias voltadas para a concorrência global,
entre elas a da imitação, e têm papel fundamental no
desenvolvimento tecnológico e na expansão de atividades
40 de pesquisa, além de serem responsáveis pelo crescimento
das indústrias têxteis, madeireiras e de cimento no país.
Entretanto, o desenvolvimento sul‐coreano está
43 ligado às formas de desenvolvimento a convite ou
associado — com acesso privilegiado aos mercados e aos
capitais das grandes potências, obtido em troca da
46 submissão a sua política externa e a sua estratégia militar
global —, que ocorrem em contextos geopolíticos
específicos. Do ponto de vista produtivo, o comando da
49 produção global permanece nos países mais desenvolvidos,
porém vão surgindo novos centros. Nesse sentido, há o
desenvolvimento do centro em um país antes considerado
52 periferia, o que demonstra como uma estratégia de
desenvolvimento com participação ativa do Estado pode
promover uma mudança estrutural.

Daniel Pereira Sampaio . Indústria e desenvolvimento no Brasil:
notas sobre o atraso dos últimos 30 anos (1980/2010). VI
Seminário Internacional sobre desenvolvimento regional.
Tema: Crises do Capitalismo, Estado e Desenvolvimento
Regional. Programa de Pós‐Graduação em Desenvolvimento
Regional, Santa Cruz do Sul, RS, Brasil, 4 a 6 de setembro de
2013, p. 6. Internet: (com adaptações).

No texto, os termos “ranqueada” (linha 22) e “posicionada” (linha 24) são empregados em concordância direta com

A “A China” (linha 20).
B “gigante” (linha 20).
C “matriz de produção” (linha 21).
D “líder” (linha 22).
E “segunda maior economia do mundo” (linha 23).