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É amplamente utilizada por bibliotecários e profissionais da área de biblioteconomia para garantir a consistência e a precisão na descrição e no acesso aos recursos de informação. Seu principal objetivo é estabelecer diretrizes claras e consistentes para a catalogação de diferentes tipos de materiais, ajudando na organização e na recuperação eficaz de informações. O texto faz referência a:

A CDD e CDU.
B Tabela Cutter.
C MARC 21.
D AACR.
Texto associado
Texto para a questão. O naufrágio Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica. Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas. A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual. O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive. A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução. A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência. Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido. Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”. Vittorio Medioli – Texto Adaptado Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

Considerando os elementos temáticos e estruturais do texto “O naufrágio”, bem como os recursos argumentativos empregados pelo autor, é correto afirmar que a construção do sentido global do texto está sustentada

A na defesa de uma postura ascética, marcada pelo desapego às sensações humanas e pela negação do mundo sensível.
B na oposição entre razão científica e crença religiosa, que evidencia o conflito insolúvel entre conhecimento e fé diante da morte.
C na valorização da experiência imediata, que suprime os vínculos com o passado e o futuro, anulando a noção de identidade contínua.
D na apresentação de uma visão cíclica da existência, em que o corpo é entendido como expressão efêmera de uma essência permanente.
E no predomínio de um olhar niilista, no qual a finitude do ser é enfrentada com resignação cética, desprovida de sentido espiritual.
Texto associado
Texto para a questão. O naufrágio Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica. Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas. A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual. O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive. A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução. A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência. Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido. Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”. Vittorio Medioli – Texto Adaptado Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

No trecho “Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas”, o uso das vírgulas entre “como ensina o xamã do Yucatán” e do travessão contribui diretamente para a construção do sentido do período. Assinale a alternativa que apresenta a análise correta da função desses sinais de pontuação no contexto.

A As vírgulas isolam uma expressão adjetiva de caráter restritivo, e o travessão funciona como elemento disjuntivo entre duas orações independentes.
B As vírgulas isolam uma oração explicativa acessória, e o travessão marca um aposto explicativo de “futuro”, estabelecendo oposição à ideia principal.
C As vírgulas separam uma oração intercalada de valor explicativo, e o travessão introduz uma explicação ampliativa do enunciado anterior, com função de reforço semântico.
D As vírgulas isolam um adjunto adverbial deslocado, e o travessão antecipa uma conclusão do enunciado anterior, funcionando como marcador de consequência.
E As vírgulas delimitam uma oração subordinada adjetiva explicativa, e o travessão introduz um comentário periférico e dispensável, típico da linguagem informal.
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Texto para a questão. O naufrágio Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica. Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas. A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual. O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive. A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução. A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência. Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido. Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”. Vittorio Medioli – Texto Adaptado Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

No trecho “Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: ‘o naufragar é doce neste mar’”, a forma pronominal “me” está corretamente posicionada porque

A é um caso de ênclise justificada pela ausência de fator atrativo imediato, já que o verbo inicia a oração principal.
B trata-se de uma ênclise exigida pela presença de conjunção subordinativa atrativa imediatamente antes do verbo.
C é uma próclise determinada pela presença de partícula de negação explícita que atrai o pronome.
D ocorre por próclise obrigatória, devido ao advérbio inicial “contudo”, que exige colocação atrativa.
E configura um caso de colocação facultativa, pois não há fator que obrigue nem a próclise nem a ênclise.
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Texto para a questão. O naufrágio Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica. Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas. A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual. O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive. A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução. A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência. Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido. Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”. Vittorio Medioli – Texto Adaptado Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

No trecho “O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência”, a escolha do pronome demonstrativo “essa” cumpre uma função referencial específica no texto. Com base na articulação coesiva do enunciado, assinale a alternativa que apresenta a interpretação correta da função desempenhada por esse termo.

A Retoma o termo “nós”, referindo-se à condição humana, e funciona como núcleo de uma estrutura coesiva com valor de oposição.
B Retoma um elemento antecipado pelo enunciado “o divino está em nós”, funcionando como termo exofórico de natureza espiritual.
C Introduz uma ideia que ainda será desenvolvida no texto, funcionando como elemento catafórico que antecipa o conceito de despertar.
D Refere-se a um termo fora do texto (exofórico), cuja compreensão depende de conhecimento enciclopédico sobre o budismo.
E Estabelece referência anafórica ao enunciado anterior, retomando “o divino” com valor explicativo e reforçando a coesão semântica.
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Texto para a questão. O naufrágio Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica. Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas. A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual. O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive. A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução. A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência. Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido. Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”. Vittorio Medioli – Texto Adaptado Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

A oração “que as almas escolhem onde nascer”, no contexto da frase “Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer”, é classificada como

A oração subordinada adverbial causal, que expressa a causa da sugestão atribuída a Platão e ao pensamento oriental.
B oração subordinada substantiva objetiva direta, que completa o sentido do verbo “sugerem”.
C oração subordinada adjetiva explicativa, que modifica o sujeito composto da oração principal.
D oração subordinada substantiva completiva nominal, que complementa o sentido de “pensamento oriental”.
E oração subordinada substantiva subjetiva, que exerce a função de sujeito do verbo “sugerem”.
Texto associado
Texto para a questão. O naufrágio Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica. Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas. A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual. O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive. A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução. A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência. Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido. Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”. Vittorio Medioli – Texto Adaptado Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

Considerando as regras de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, inclusive as classificações quanto à tonicidade e à terminação das palavras, analise a acentuação das palavras que são encontradas no texto e identifique a alternativa cuja justificativa está correta.

A Águas – Acentuam-se as proparoxítonas terminadas em ditongo crescente (Paroxítonas eventuais).
B Mutável – Acentuam-se as paroxítonas terminadas em L.
C Após – Acentuam-se as monossílabas tônicas terminadas em O (seguidas ou não de S).
D Vê – Acentuam-se as oxítonas terminadas em E.
E Essência – Acentuam-se as paroxítonas terminadas em ditongo decrescente (Proparoxítonas aparentes).
Texto associado
Texto para a questão. O naufrágio Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica. Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas. A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual. O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive. A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução. A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência. Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido. Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”. Vittorio Medioli – Texto Adaptado Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

No período “O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive”, o uso da crase em “às reações” está diretamente relacionado à regência

A da forma verbal “deve-se”, que exige preposição “a”, somando-se ao artigo definido feminino plural.
B do substantivo “pavor”, que exige complemento com preposição “a”, combinado com pronome demonstrativo.
C do adjetivo “geral”, que subordina um termo regido por preposição, exigindo a contração com o artigo definido.
D da forma verbal “convive”, que exige complemento indireto introduzido por artigo definido feminino plural.
E do substantivo “desconhecimento”, que impõe preposição “a” como exigência de sentido, com reforço estilístico.
Texto associado
Texto para a questão. O naufrágio Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica. Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas. A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual. O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive. A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução. A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência. Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido. Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”. Vittorio Medioli – Texto Adaptado Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

No trecho “Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez”, a escolha e o contexto das palavras revelam uma construção simbólica da trajetória existencial do autor. Considerando o campo semântico e a progressão temática do texto, indique a alternativa que apresenta a interpretação mais coerente para os termos “congênita”, “ignorância” e “pequenez”, no contexto específico da frase.

A Expressam a constatação da inferioridade humana diante do cosmos, assumida com pessimismo em relação à possibilidade de transcendência.
B Indicam limitações físicas herdadas geneticamente, que o sujeito superou por meio do esforço racional e da educação formal.
C Reforçam a crítica à condição humana como biologicamente determinada e incapaz de alcançar sabedoria plena, mesmo com esforço.
D Representam obstáculos intrínsecos à existência humana, de natureza intelectual e espiritual, cujo enfrentamento conduz à ampliação da consciência.
E Denotam traços de ordem psicológica pessoal, desvinculados da coletividade humana, que comprometem a construção de um projeto de vida elevado.