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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
34 questões encontradas
Considere o seguinte caso hipotético: Uma viatura composta pela guarnição do Cb PM “X” e do Sd PM “Y”, ao sair da sede da Cia, por volta das 23h e ligar a sirene para fins de teste, percebem que um determinado indivíduo, que estava nas proximidades, se assusta e corre em direção a uma residência, adentrando-a rapidamente. O Cb PM “X” desembarca da viatura e se dirige à mesma residência, adentrando logo atrás do indivíduo e constatando, no interior da residência, grande quantidade de drogas ilícitas. Diante dessa situação e nos termos da Ordem de Serviço PM3-2/02/18-CIRCULAR - Busca Domiciliar e da Ordem de Serviço PM3-11/02/18-CIRCULAR – Uso de dispositivos luminosos (faróis/giroflex) e/ou sonoros (sirenes/buzinas) pelas viaturas, assinale a alternativa correta.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. Quem vai viajar e passar dias fora de casa, deve ficar atento ao que vai postar nas redes sociais: elas podem virar uma arma para os assaltantes de plantão. O alerta é da Polícia Militar e do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp). “Se a pessoa posta que está saindo de férias ou pelo menos deixa subentendido, dá um prato cheio para o bandido, que saberá que a casa está vazia. Mesmo que se publique apenas para os amigos, a informação vai passando, circulando. A pessoa acaba preparando uma armadilha para si mesma”, afirma o capitão Cleodato Moisés, porta-voz da PM. O vice-presidente da Sesvesp, João Palhuca, concorda: “O bandido sempre vai procurar o caminho mais fácil e as redes sociais estão funcionando como uma ferramenta facilitadora. Não dá mais para se preocupar apenas com um vizinho mal-intencionado”. Segundo Palhuca, “as pessoas entram nas redes sociais com um espírito de compartilhamento, mas não se dão conta de que também há ladrões lá, querendo levantar informações. O ideal é jamais fornecer dados como o número de posses e propriedades. A recomendação é nunca mostrar ostentação”, diz. O uso adequado da internet, no entanto, é apenas um dos cuidados que precisam ser tomados por quem planeja “abandonar” o lar para aproveitar as férias ou a merecida pausa no trabalho. (http://www.g1.globo/sao-paulo. – Acesso em: 08.12.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa que contém palavra ou expressão empregada com sentido figurado.
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder à questão. A disciplina do amor Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Ficava na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta para casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam- -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo o caminho, animado atrás dos mais íntimos. Mas logo voltava, atento ao seu posto, para ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva do soldado com um primo, os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem soldado partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando? Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção. (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor . Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 9 a ed. 1998.Adaptado)
Ao afirmar que – as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. –, o narrador sugere que
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder à questão. A disciplina do amor Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Ficava na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta para casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam- -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo o caminho, animado atrás dos mais íntimos. Mas logo voltava, atento ao seu posto, para ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva do soldado com um primo, os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem soldado partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando? Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção. (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor . Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 9 a ed. 1998.Adaptado)
De acordo com o primeiro parágrafo, é correto afirmar que
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder à questão. A disciplina do amor Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Ficava na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta para casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam- -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo o caminho, animado atrás dos mais íntimos. Mas logo voltava, atento ao seu posto, para ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva do soldado com um primo, os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem soldado partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando? Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção. (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor . Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 9 a ed. 1998.Adaptado)
Conforme o narrador relata no segundo parágrafo,
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder à questão. A disciplina do amor Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Ficava na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta para casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam- -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo o caminho, animado atrás dos mais íntimos. Mas logo voltava, atento ao seu posto, para ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva do soldado com um primo, os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem soldado partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando? Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção. (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor . Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 9 a ed. 1998.Adaptado)