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O cartaz tem como principal objetivo

A ressaltar que o dano mais frequente provocado pelo tabagismo costuma ser na região cardíaca.
B lembrar que alguns problemas pulmonares são causados, raramente, pelo uso do cigarro.
C causar impacto nos indivíduos fumantes, mostrando- -lhes as consequências nocivas do tabagismo.
D assegurar aos fumantes que é viável se libertar, a curto prazo, da dependência do cigarro.

Considere o seguinte caso hipotético: Uma viatura composta pela guarnição do Cb PM “X” e do Sd PM “Y”, ao sair da sede da Cia, por volta das 23h e ligar a sirene para fins de teste, percebem que um determinado indivíduo, que estava nas proximidades, se assusta e corre em direção a uma residência, adentrando-a rapidamente. O Cb PM “X” desembarca da viatura e se dirige à mesma residência, adentrando logo atrás do indivíduo e constatando, no interior da residência, grande quantidade de drogas ilícitas. Diante dessa situação e nos termos da Ordem de Serviço PM3-2/02/18-CIRCULAR - Busca Domiciliar e da Ordem de Serviço PM3-11/02/18-CIRCULAR – Uso de dispositivos luminosos (faróis/giroflex) e/ou sonoros (sirenes/buzinas) pelas viaturas, assinale a alternativa correta.

A É proibido, no período compreendido entre 22h00 e 06h00, o acionamento da sirene e/ou da buzina das viaturas para fins de testes, assim como a busca domiciliar, sem mandado judicial, no período noturno, mesmo que alicerçada em fundadas razões.
B É facultativo o acionamento para fins de teste da sirene e/ou da buzina das viaturas, no período compreendido entre 22h00 e 06h00, sendo terminantemente vedada a busca domiciliar, sem mandado judicial, no período noturno, mesmo alicerçada em fundadas razões e com a presença de Oficial ou Subten/Sgt.
C É proibido, no período compreendido entre 22h00 e 06h00, o acionamento da sirene e/ou da buzina das viaturas para fins de testes, sendo a busca domiciliar, sem mandado judicial, autorizada, quando amparada em fundadas razões, devidamente justificada a posteriori, em caráter extraordinário, preferencialmente com a presença de um Oficial ou Subten/Sgt.
D É facultativo o acionamento para fins de teste da sirene e/ou da buzina das viaturas, no período compreendido entre 22h00 e 06h00, sendo a busca domiciliar, sem mandado judicial, autorizada, quando amparada em fundadas razões, devidamente justificada a posteriori, em caráter extraordinário.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. Quem vai viajar e passar dias fora de casa, deve ficar atento ao que vai postar nas redes sociais: elas podem virar uma arma para os assaltantes de plantão. O alerta é da Polícia Militar e do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp). “Se a pessoa posta que está saindo de férias ou pelo menos deixa subentendido, dá um prato cheio para o bandido, que saberá que a casa está vazia. Mesmo que se publique apenas para os amigos, a informação vai passando, circulando. A pessoa acaba preparando uma armadilha para si mesma”, afirma o capitão Cleodato Moisés, porta-voz da PM. O vice-presidente da Sesvesp, João Palhuca, concorda: “O bandido sempre vai procurar o caminho mais fácil e as redes sociais estão funcionando como uma ferramenta facilitadora. Não dá mais para se preocupar apenas com um vizinho mal-intencionado”. Segundo Palhuca, “as pessoas entram nas redes sociais com um espírito de compartilhamento, mas não se dão conta de que também há ladrões lá, querendo levantar informações. O ideal é jamais fornecer dados como o número de posses e propriedades. A recomendação é nunca mostrar ostentação”, diz. O uso adequado da internet, no entanto, é apenas um dos cuidados que precisam ser tomados por quem planeja “abandonar” o lar para aproveitar as férias ou a merecida pausa no trabalho. (http://www.g1.globo/sao-paulo. – Acesso em: 08.12.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa que contém palavra ou expressão empregada com sentido figurado.

A O alerta é da Polícia Militar e do Sindicato das Empresas de Segurança Privada...
B “Se a pessoa posta que está saindo de férias ou pelo menos deixa isso subentendido, dá um prato cheio para o bandido…”.
C “... Não dá mais para se preocupar apenas com o vizinho mal-intencionado”.
D O ideal é jamais fornecer dados como o número de posses e propriedades.
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder à questão. A disciplina do amor Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Ficava na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta para casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam- -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo o caminho, animado atrás dos mais íntimos. Mas logo voltava, atento ao seu posto, para ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva do soldado com um primo, os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem soldado partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando? Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção. (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor . Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 9 a ed. 1998.Adaptado)

Ao afirmar que – as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. –, o narrador sugere que

A a morte de milhares de seres humanos em uma guerra é algo inadmissível.
B o jovem soldado não era respeitado pelos amigos e familiares.
C as pessoas acabam aceitando a ausência de quem faleceu.
D muitas famílias não queriam enviar os filhos para lutar na Segunda Guerra.
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder à questão. A disciplina do amor Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Ficava na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta para casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam- -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo o caminho, animado atrás dos mais íntimos. Mas logo voltava, atento ao seu posto, para ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva do soldado com um primo, os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem soldado partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando? Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção. (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor . Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 9 a ed. 1998.Adaptado)

De acordo com o primeiro parágrafo, é correto afirmar que

A o cachorro era conhecido e querido pelos vizinhos.
B a história do cachorro e do soldado ocorreu numa batalha que durou poucos meses.
C o cão chegava à esquina exatamente às seis horas e ali esperava o rapaz.
D a história se passa durante a guerra civil ocorrida na França.
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder à questão. A disciplina do amor Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Ficava na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta para casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam- -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo o caminho, animado atrás dos mais íntimos. Mas logo voltava, atento ao seu posto, para ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva do soldado com um primo, os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem soldado partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando? Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção. (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor . Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 9 a ed. 1998.Adaptado)

Conforme o narrador relata no segundo parágrafo,

A o cão já era muito velho quando seu dono morreu no bombardeio.
B o cão, aos poucos, foi se esquecendo do jovem soldado.
C ninguém conseguiu demover o cão de ir diariamente ao encontro de seu dono.
D os amigos quiseram adotar o cão que havia perdido seu dono durante a guerra.
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder à questão. A disciplina do amor Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Ficava na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta para casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam- -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo o caminho, animado atrás dos mais íntimos. Mas logo voltava, atento ao seu posto, para ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva do soldado com um primo, os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem soldado partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando? Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção. (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor . Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 9 a ed. 1998.Adaptado)

No trecho em que o narrador faz uma advertência – Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. –, o termo destacado pode ser substituído, preservando-se o sentido do texto, por

A Entretanto
B Enquanto
C Porque
D Quando

Assinale a alternativa correta quanto à acentuação das palavras estabelecida pela norma-padrão.

A Quando a veterinaria se pôs a brincar com o cachorro, ele se mostrou muito receptivo.
B Existem profissionais que aconselham as pessoas a adotarem animais, pois a convivência é terapêutica.
C Na palestra, o treinador fez referências a cães que têm multiplas habilidades.
D O rapaz levou o cão a uma chacara, onde o animal pôde brincar na areia, na água e na terra.

Considere verdadeiras as seguintes afirmações:

I. Todos os tutores são professores.

II. Alguns coordenadores são professores. A partir dessas afirmações, é correto afirmar que

A há coordenadores que são tutores.
B há tutores que não são professores.
C há professores que são tutores.
D todos os coordenadores são professores.