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Analise o caso abaixo para responder à questão. Homem de 28 anos, vítima de acidente automobilístico carro x carro, é trazido ao pronto socorro com colar cervical em prancha rígida. O atendimento é realizado segundo as recomendações do ATLS: A – via aérea pérvia com colar cervical; B – Murmúrios vesiculares fisiologicamente distribuídos, sem ruídos adventícios, FR 18 irpm, SpO2 = 98% em ar ambiente; C – FC 98 bpm, PA 130 x 80mmHg, perfusão periférica < 3s, FAST positivo; D – ECG 14, pupilas isocóricas e fotorreagentes; E – Presença de marca do cinto de segurança em abdome inferior, sem outras lesões.

Considerando que paciente apresenta FAST positivo associado a marca de cinto de segurança em abdome, assinale a alternativa que apresenta qual deve ser a conduta.

A Tomografia computadorizada de abdome
B RX de abdome agudo (em pé, deitado e tórax com cúpulas diafragmáticas)
C Lavado peritoneal diagnóstico
D Laparotomia exploradora
E Observação
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Analise o caso abaixo para responder à questão. Homem de 28 anos, vítima de acidente automobilístico carro x carro, é trazido ao pronto socorro com colar cervical em prancha rígida. O atendimento é realizado segundo as recomendações do ATLS: A – via aérea pérvia com colar cervical; B – Murmúrios vesiculares fisiologicamente distribuídos, sem ruídos adventícios, FR 18 irpm, SpO2 = 98% em ar ambiente; C – FC 98 bpm, PA 130 x 80mmHg, perfusão periférica < 3s, FAST positivo; D – ECG 14, pupilas isocóricas e fotorreagentes; E – Presença de marca do cinto de segurança em abdome inferior, sem outras lesões.

Quanto à retirada do colar cervical e/ou da prancha rígida, assinale a alternativa correta.

A A retirada do colar cervical está autorizada se o paciente negar dor a palpação ou a movimentação cervical
B A retirada do colar cervical não está autorizada, mesmo que o paciente negue dor a palpação cervical
C A retirada da prancha rígida deve ser realizada apenas após a realização de todos os exames complementares, como tomografias e/ou radiografias
D Após a retirada da prancha rígida, não há necessidade de movimentação em bloco
E Colar cervical e prancha rígida devem ser retirados em até 2 horas após o trauma, devido ao risco de escaras

A colelitíase apresenta importante correlação com os pacientes candidatos à cirurgia bariátrica. Tanto a obesidade quanto a perda de peso rápida predispõem à formação de cálculos biliares. A rápida perda de peso proporcionada pela cirurgia bariátrica associada a múltiplos fatores fisiológicos, como hipersaturação da bile com colesterol, aumento da produção de mucina e hipomotilidade da vesícula, assim como a divisão do ramo hepático do nervo vago afetam a ocorrência de colelitíase. Considerando o exposto e, ainda, as recomendações das diretrizes sobre a colelitíase associada à cirurgia bariátrica, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), assinale a afirmativa correta.

A Recomenda-se o uso de ácido ursodesoxicólico por via oral após a cirurgia bariátrica.
B No período pós-operatório, a ultrassonografia abdominal deve ser solicitada de rotina, antes da alta hospitalar.
C Recomenda-se a realização de uma ultrassonografia de abdômen total como triagem de rotina no pré-operatório de cirurgia bariátrica.
D Recomenda-se a colecistectomia profilática de forma rotineira em pacientes assintomáticos, principalmente os submetidos à gastrectomia vertical.
E A colecistectomia realizada simultaneamente com a cirurgia bariátrica eleva o risco de complicações cirúrgicas graves; mortalidade em trinta dias; tempo de hospitalização; e, taxa de reoperações.

A possibilidade de drenagem biliar foi fundamental para a redução da taxa de mortalidade na colangite aguda, em casos cujo manejo conservador não era suficiente. Os Critérios de Tóquio de 2018 buscaram apresentar os principais métodos de drenagem biliar e o momento adequado para realizá-lo. A drenagem biliar endoscópica deve ser considerada como o procedimento de drenagem de primeira linha devido à sua menor invasividade e menor risco de eventos adversos, apesar do risco de pancreatite pós-Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica (CPRE). Considerando tal contexto, analise as afirmativas a seguir.

I. A realização da esfincterotomia é obrigatória em casos de drenagem biliar transpapilar endoscópica por quadros de colangite aguda.

II. Recomenda-se uma CPRE assistida por enteroscopia com balão para pacientes com colangite aguda e anatomia alterada cirurgicamente,se endoscopistas qualificados estiverem disponíveis na instituição.

III. Nos pacientes com colangite aguda e coagulopatia, recomenda-se que o tratamento inclua o implante de stent na via biliar. De acordo com as orientações dos Guidelines de Tokyo

( 2018 ) sobre as indicações e técnicas de drenagem biliar na colangite aguda, está correto o que se afirma em

A I, II e III.
B III, apenas.
C I e II, apenas.
D I e III, apenas.
E II e III, apenas.

A colecistite aguda é uma das principais complicações da colecistopatia calculosa, acometendo até 20% dos pacientes sintomáticos portadores dessa patologia. A correta avaliação do quadro clínico e a adequada interpretação de exames laboratoriais e de imagem são fundamentais para um diagnóstico precoce, bem como um tratamento preciso. De acordo com os Guidelines de Tokyo

( 2018 ),são considerados critérios diagnósticos de colecistite aguda, EXCETO:

A Febre.
B Icterícia.
C Leucocitose.
D Presença do Sinal de Murphy .
E Elevação da proteína C reativa.
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As informações a seguir contextualizam a questão. Leia-as atentamente. A maior atenção à Pressão Intra-Abdominal (PIA) juntamente com mudanças no manejo clínico de pacientes gravemente enfermos ou feridos levaram a um crescimento exponencial nas pesquisas relacionadas à Hipertensão Intra-Abdominal (HIA) e à Síndrome Compartimental Abdominal (SCA) nos últimos anos. Neste contexto, foram estabelecidas as Diretrizes de Prática Clínica da Sociedade Mundial da Síndrome do Compartimento Abdominal ( World Society of the Abdominal Compartment Syndrome ).

Considerando tal contexto, analise as afirmativas a seguir.

I. A PIA deve ser expressa em cmH2O ou mmHg, medida no final da inspiração, na posição supina e com o transdutor zerado no nível da linha axilar média.

II. Em crianças, a SCA é definida como uma elevação sustentada da PIA superior a 10 mmHg associada à disfunção orgânica nova ou piora que pode ser atribuída à PIA elevada.

III. Sugere-se a realização de breves cursos de bloqueio neuromuscular como medida temporária no tratamento da HIA/SCA. De acordo com as recomendações do Guideline citado, está correto o que se afirma em

A I, II e III.
B III, apenas.
C I e II, apenas.
D I e III, apenas.
E II e III, apenas.
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As informações a seguir contextualizam a questão. Leia-as atentamente. A maior atenção à Pressão Intra-Abdominal (PIA) juntamente com mudanças no manejo clínico de pacientes gravemente enfermos ou feridos levaram a um crescimento exponencial nas pesquisas relacionadas à Hipertensão Intra-Abdominal (HIA) e à Síndrome Compartimental Abdominal (SCA) nos últimos anos. Neste contexto, foram estabelecidas as Diretrizes de Prática Clínica da Sociedade Mundial da Síndrome do Compartimento Abdominal ( World Society of the Abdominal Compartment Syndrome ).

As complicações críticas que devem ser consideradas no manejo do abdômen aberto incluem a fixação do conteúdo abdominal e o desenvolvimento de fístulas. Para facilitar a comparação de grupos de pacientes com determinantes semelhantes de resultados e complicações, uma classificação da complexidade do abdômen aberto foi apresentada nas diretrizes da Sociedade Mundial da Síndrome do Compartimento Abdominal. Segundo tal classificação, um paciente com quadro estabelecido de abdômen congelado associado à fístula enteroatmosférica deverá ser categorizado como grau:

A 1.
B 2.
C 3.
D 4.
E 5.

Paciente, 18 anos, vítima de acidente automobilístico com Traumatismo Cranioencefálico (TCE), apresenta abertura ocular após ordem verbal; reatividade pupilar preservada bilateralmente; consegue localizar o estímulo doloroso; e, profere sons incompreensíveis. Considerando as recomendações do suporte avançado de vida no trauma ( Advanced Trauma Life Support – ATLS), assinale a classificação de gravidade do TCE e a pontuação do paciente de acordo com a Escala de Coma de Glasgow , respectivamente.

A Grave – 9 pontos.
B Grave – 10 pontos.
C Moderado – 9 pontos.
D Moderado – 10 pontos.
E Moderado – 11 pontos.
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As informações a seguir contextualizam a questão. Leia-as atentamente. Em 2019, a Sociedade Brasileira de Hérnia (SBH)reuniu um grupo de experts nacionais em cirurgia de hérnia, a fim de unificar as informações mais importantes para o adequado tratamento de hérnias inguinocrurais em adultos e agregar experiência clínica para produzir orientações sobre seu tratamento.

De acordo com as orientações da SBH sobre o manejo das hérnias inguinocrurais em adultos, assinale a afirmativa correta.

A A hérnia mais frequente em mulheres é a inguinal direta.
B As mulheres têm maior risco de recorrência do que homens após reparos abertos.
C A melhor anestesia para se operar o paciente com hérnia inguinal por inguinotomia é a anestesia geral.
D O tipo de tela não apresenta impacto sobre o resultado final das cirurgias de correção da hérnia inguinal.
E A incidência de dor crônica pós-operatória com uso de tela é, significativamente, maior do que sem o seu uso.