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A alienação de bens imóveis da Administração Pública Direta, de regra está subordinada à existência de: 1-interesse público devidamente justificado; 2-avaliação posterior; 3-licitação na modalidade concorrência; 4-autorização legislativa. Dos itens acima enumerados, estão corretos, apenas:

A 1 e 2
B 3 e 4.
C 1, 2 e 3.
D 1, 3 e 4.
E 1, 2, 3 e 4.

Três amigos montaram uma locadora de carros. Altamiro entrou com R$ 24.000,00, Valdir com R$ 35.000,00 e Claudio com R$ 16.000,00. Ao fim de seis meses obtiveram um lucro de R$ 15.000, que foi dividido entre os três em partes diretamente proporcionais ao capital que cada um empregou. O valor que coube a Valdir foi de:

A R$ 3200,00.
B R$ 4800,00.
C R$ 5200,00.
D R$ 6000,00.
E R$ 7000,00.

Suponhamos que em determinado mês uma empresa do Lucro Presumido tenha aferido Receita Bruta total no valor de R$ 200.000,00 sendo que desta, R$ 50.000,00 tenha sofrido retenção na fonte de PIS, COFINS e CSLL. Sabe-se que a alíquota aplicada de imposto são: PIS = 0,65% COFINS = 3,00% CSLL = 1% Todavia há de se lembrar que houve retenção na fonte em uma nota no valor de R$ 50.000,00. Assim haverá a necessidade de se deduzir o valor total dos tributos dos valores já pagos em forma de retenção na fonte. Os valores dos tributos a pagar no mês em questão serão os seguintes:

A PIS R$ 972,00, COFINS R$ 4.450,00 e CSLL R$ 1.500,00.
B PIS R$ 975,00, COFINS R$ 4.450,00 e CSLL R$ 1.400,00.
C PIS R$ 972,00, COFINS R$ 4.500,00 e CSLL R$ 1.400,00.
D PIS R$ 975,00, COFINS R$ 4.500,00 e CSLL R$ 1.500,00.
E PIS R$ 972,00, COFINS R$ 4.450,00 e CSLL R$ 1.400,00

(Ciclo operacional da auditoria interna) 1 - Programa de trabalho 2 - Monitoramento das recomendações 3 - Planejamento e levantamento do processo 4 - Execução 5 - Relatório de conclusão Os itens acima enumerados de 1 a 5 estão em desordem quanto à sequência correta das etapas de auditoria; sendo assim, a alternativa que contém a ordem correta é:

A 3-4-5-2-1.
B 1-3-4-5-2.
C 3-1-4-5-2.
D 2-3-1-4-5.
E 2-1-3-4-5.

De conformidade com as Normas Brasileira de Contabilidade constituem aspectos fundamentais dos papéis de trabalho do auditor:

A objetividade, limpeza e clareza.
B completude, obscuridade e limpeza.
C objetividade, limpeza e parcialidade.
D completude, objetividade e obscuridade.
E concisão, limpeza e suficiência.
Texto associado
TEMPOS MODERNOS Não tendo assistido à inauguração dos bonds elétricos, deixei de falar neles. Nem sequer entrei em algum, mais tarde, para receber as impressões da nova tração e contá-las. Daí o meu silêncio da outra semana. Anteontem, porém, indo pela Praia da Lapa, em um bond comum, encontrei um dos elétricos, que descia. Era o primeiro que estes meus olhos viam andar. (...) De repente ouvi vozes estranhas, pareceu-me que eram burros que conversavam, inclinei-me (ia no banco da frente); eram eles mesmos. Como eu conheço um pouco a língua dos Houyhnhnms, pelo que dela conta o famoso Gulliver, não me foi difícil apanhar o diálogo. Bem sei que cavalo não é burro, mas reconheci que a língua era a mesma. O burro fala menos, decerto, é talvez o trapista daquela grande divisão animal, mas fala. Fiquei inclinado e escutei: - Tens e não tens razão, respondia o da direita ao da esquerda. O da esquerda: - Desde que a tração elétrica se estenda a todos os bonds, estamos livres, parece claro. - Claro parece, mas entre parecer e ser, a diferença é grande. (...) O bond elétrico apenas nos fará mudar de senhor. - De que modo? - Nós somos bens da companhia. Quando tudo andar por arames, não somos já precisos, vendem-nos. Passamos naturalmente às carroças. - Pela burra de Balaão! exclamou o burro da esquerda. Nenhuma aposentadoria? Nenhum prêmio? Nenhum sinal de gratificação? Oh, mas onde está a justiça deste mundo? - Passaremos às carroças – continuou o outro pacificamente – onde a nossa vida será um pouco melhor; não que nos falte pancada, mas o dono de um burro sabe mais o que ele lhe custou. Um dia, a velhice, a lazeira, qualquer cousa que nos torne incapaz restituir-nos-á a liberdade... - Enfim! - Ficaremos soltos na rua, por pouco tempo, arrancando alguma erva que aí deixem crescer para recreio da vista. Mas que valem duas dentadas de erva, que nem sempre é viçosa? Enfraqueceremos, a idade ou a lazeira ir-nos-á matando, até que, para usar esta metáfora humana – esticaremos a canela. Então teremos a liberdade de apodrecer. Ao fim de três dias, a vizinhança começa a notar que o burro cheira mal; conversação e queixumes. No quarto dia, um vizinho, mais atrevido, corre aos jornais, conta o fato e pede uma reclamação. No quinto dia sai a reclamação impressa. No sexto dia, aparece um agente, verifica a exatidão da notícia; no sétimo, chega uma carroça, puxada por outro burro, e leva o cadáver. Seguiu-se uma pausa. - Tu és lúgubre, disse o burro da esquerda, não conheces a língua da esperança. - Pode ser, meu colega; mas a esperança é própria das espécies fracas, como o homem e o gafanhoto; o burro distingue-se pela fortaleza sem par. A nossa raça é essencialmente filosófica. Ao homem que anda sobre dois pés, e provavelmente a águia, que voa alto, cabe a ciência da astronomia. Nós nunca seremos astrônomos. Mas a filosofia é nossa. Todas as tentativas humanas a este respeito são perfeitas quimeras. (Machado de Assis, Crônica de 16 de outubro de 1892) Trapista: relativo à ordem religiosa da Trapa, ramo beneditino dos cistercienses, fundada em 1140.

Dentre os grupos de palavras apresentados abaixo, a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafos é:

A assistido – descia – mesma
B impressões – silêncio – praia
C arrancar – Gulliver – velhice
D burro – trapista – estranhas
E inclinado – companhia – carroça

Dada a seguinte proposição: Eduardo é contador ou Julia é médica. A sua negação é

A Eduardo não é contador ou Julia não é médica.
B Eduardo não é contador, então Julia é médica.
C Julia não é médica, então Eduardo é contador.
D Eduardo não é contador e Julia não é médica.
E Eduardo é contador, se e somente se, Julia não é médica.

Sabendo que no Sistema Orçamentário é demonstrada a despesa fixada e a executada e comparada com a receita prevista e arrecadada, evidenciando assim, o resultado orçamentário ocorrido no exercício financeiro, podendo ser apresentado da seguinte forma:

A Receita Orçamentária ? Despesa Orçamentária = Resultado Nulo
B Receita Orçamentária ? Despesa Orçamentária = Superávit Orçamentário
C Receita Orçamentária ? Despesa Orçamentária = Déficit Orçamentário
D Receita Orçamentária > Despesa Orçamentária = Superávit Orçamentário
E Receita Orçamentária = Despesa Orçamentária ? Resultado Nulo