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Considerando a natureza das contas contábeis, assinale a alternativa correta.

A As contas patrimoniais refletem a posição dinâmica do patrimônio da entidade.
B As contas contábeis classificam-se em contas patrimoniais e contas de caixa.
C As contas patrimoniais contêm as contas de receita, valor adicionado e de ganhos.
D As contas patrimoniais relacionam-se aos elementos do ativo, passivo e resultado.
E As contas patrimoniais são apresentadas pelo seu grau de liquidez ou de exigibilidade.

Um órgão adquiriu móveis e equipamentos por R$ 345.500,00 em 02.01.2018. Para que estes bens estivessem disponíveis para uso, a entidade incorreu em gastos adicionais de R$ 25.500,00 com instalação. Sabe-se que o valor residual destes bens móveis é de R$ 50.000,00 e que a sua vida útil é de 15 anos. Considerando os dados apresentados, pode-se afirmar que, nas demonstrações contábeis referentes a 31.12.2018, se reconheceu

A imobilizado no valor de R$ 345.500,00.
B imobilizado no valor de R$ 371.000,00.
C perda com ajuste a valor recuperável anual de R$ 21.400,00.
D uma despesa no período de R$ 25.500,00.
E depreciação acumulada no valor de R$ 321.000,00

Assinale a alternativa correta sobre as Demonstrações Aplicadas ao setor público.

A A demonstração do valor adicionado evidencia as variações quantitativas decorrentes das transações do setor público que aumentam e diminuem o patrimônio líquido.
B A demonstração das variações adicionadas evidencia as informações sobre os agentes interessados na entidade pública, tais como servidores, organismos internacionais e tribunais de contas.
C O balanço orçamentário evidencia a situação patrimonial da entidade pública em ordem decrescente de grau de conversibilidade.
D A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as movimentações no caixa e seus equivalentes nos fluxos das operações, investimentos e financiamentos.
E O balanço financeiro evidencia as receitas e despesas, confrontando o orçamento inicial e suas alterações com a execução, demonstrando o resultado orçamentário.

Considere uma empresa contratada para prestar serviços que não possui empregados, cujo serviço é prestado pessoalmente pelo seu titular ou sócio. Seu faturamento do mês anterior foi igual ou inferior a 2 (duas) vezes o limite máximo do salário-de-contribuição, cumulativamente. No caso, será

A retida 2,5% de contribuição previdenciária.
B dispensada a retenção da contribuição previdenciária.
C retida 1,5% de contribuição previdenciária.
D retida 5% de contribuição previdenciária.
E retida 11% de contribuição previdenciária.

No que tange ao ISS, assinale a alternativa correta sobre a prestação de serviços em relação de emprego, dos trabalhadores avulsos, dos diretores e membros de conselho consultivo ou de conselho fiscal de sociedades e fundações, bem como dos sócios-gerentes e dos gerentes-delegados, segundo a Lei Complementar n° 116/03.

A Não haverá incidência do imposto.
B A alíquota do imposto é de 1,5%.
C A alíquota do imposto é de 3%.
D A alíquota do imposto é de 5%.
E A alíquota do imposto é de 2%.

A Conta Única do Tesouro Nacional, mantida no Banco Central do Brasil,

A acolhe todas as disponibilidades financeiras da União, inclusive fundos, de suas autarquias e fundações e constitui importante instrumento de controle das finanças públicas, uma vez que permite a racionalização da administração dos recursos financeiros.
B administra, por meio do Banco do Brasil S.A. ou pela Caixa Econômica Federal, os débitos em conta dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, tendo em vista a apuração e a classificação da despesa dotada.
C distribui recursos às entidades da Administração estadual e municipal direta e mistas, uma vez que não poderão utilizar recursos provenientes de dotações orçamentarias da União, inclusive transferências, nem eventuais saldos da mesma origem apurados no encerramento de cada ano civil, em suas aplicações no mercado financeiro.
D tem sua funcionalidade por câmara de compensação do Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal de forma centralizada, para facilitar a distribuição dos recursos arrecadados.
E controla os recursos correspondentes às parcelas de despesa do salário-educação, que serão entregues às entidades devedoras mediante créditos previstos na programação financeira.

Conforme a Constituição do Estado de São Paulo, a elaboração da proposta orçamentária do Poder Judiciário Estadual e o seu devido encaminhamento ao Poder Executivo são da competência, respectivamente,

A da Assessoria da Presidência e do Corregedor-Geral do Tribunal.
B do órgão especial e do Presidente do Tribunal.
C do Departamento de Contabilidade e do Conselho-Geral da Magistratura.
D do Tribunal Pleno e do 1° Vice-Presidente do Tribunal.
E do Conselho-Geral da Magistratura e do Presidente do Tribunal.
Texto associado
O próximo governo não encontrará um ambiente econômico internacional sereno. Dúvidas sobre a continuidade do crescimento do Produto Interno Bruto global, juros em alta nos EUA, riscos de conflitos comerciais e de queda do fluxo de capitais para países emergentes são apenas alguns dos itens de um cardápio de problemas potenciais. Tudo indica, assim, que o governo brasileiro terá de lidar de pronto com as fragilidades domésticas, em especial o rombo das contas públicas. Não tardará até que investidores hoje aparentemente otimistas comecem a cobrar resultados concretos. As projeções para o avanço do PIB mundial têm sido reduzidas nos últimos meses. O Fundo Monetário Internacional cortou sua previsão para 2018 e 2019 em 0,2 ponto percentual – 3,7% em ambos os anos – e apontou um cenário de menor sincronia entre os principais motores regionais. Se até o início deste ano EUA, Europa e China davam sinais de vigor, agora acumulam-se decepções nos dois últimos casos. Mesmo com juros ainda perto de zero, a zona do euro não deverá crescer mais que 1,5% neste ano. Há crescente insegurança no âmbito político, neste momento centrada na Itália e seu governo de direita populista, que propõe expansão do déficit de um setor público já endividado em excesso. Não é animador que a Comissão Europeia tenha tomado a decisão inédita de rejeitar a proposta orçamentária da administração italiana. Embora o país ainda conserve o selo de bom pagador, os juros cobrados no mercado para financiar sua dívida dispararam. Quanto à China, sua economia mostra menos vigor, e as autoridades precisam tomar decisões difíceis entre conter as dívidas já exageradas e estimular o crescimento. O risco de escalada nos conflitos comerciais também é concreto, dado que o governo americano ameaça impor uma terceira rodada de tarifas, desta vez sobre os US$ 270 bilhões em vendas anuais chinesas que ainda não foram taxadas. Nos EUA, a alta dos juros, num contexto de emprego elevado e inflação perto da meta, já leva parte do mercado a temer uma desaceleração abrupta do PIB em 2019. A vantagem do Brasil, hoje, é que há ampla ociosidade nas empresas, baixa inflação e, portanto, espaço para uma retomada mais forte. (Editorial. Folha de S.Paulo, 01.11.2018. Adaptado)

O editorial aponta como elementos que fragilizam a economia dos países:

A aumento da dívida interna e avanço do PIB mundial.
B rombo das contas públicas e insegurança no âmbito político.
C selo de bom pagador e elevação do índice de inflação.
D contenção de dívidas exageradas e baixa inflação.
E juros em alta e retração do déficit do setor público.

A respeito das espécies de auditoria, é correto afirmar que

A a atividade da auditoria interna tem por finalidade agregar valor ao resultado da organização, apresentando subsídios para o aperfeiçoamento dos processos, da gestão e dos controles internos.
B a auditoria interna trata de procedimentos aplicáveis apenas às empresas privadas, não se aplicando no âmbito do controle interno de entidades públicas.
C a auditoria interna e a auditoria externa cumprem a mesma função, respondendo ambas à administração da entidade contratante.
D a auditoria externa poderá ser representada pelos órgãos de administração tributária, sendo exercida pelo profissional auditor fiscal.
E a auditoria independente não se confunde com a auditoria externa, podendo ser exercida por órgão interno vinculado ao setor financeiro da entidade auditada.
Texto associado
O próximo governo não encontrará um ambiente econômico internacional sereno. Dúvidas sobre a continuidade do crescimento do Produto Interno Bruto global, juros em alta nos EUA, riscos de conflitos comerciais e de queda do fluxo de capitais para países emergentes são apenas alguns dos itens de um cardápio de problemas potenciais. Tudo indica, assim, que o governo brasileiro terá de lidar de pronto com as fragilidades domésticas, em especial o rombo das contas públicas. Não tardará até que investidores hoje aparentemente otimistas comecem a cobrar resultados concretos. As projeções para o avanço do PIB mundial têm sido reduzidas nos últimos meses. O Fundo Monetário Internacional cortou sua previsão para 2018 e 2019 em 0,2 ponto percentual – 3,7% em ambos os anos – e apontou um cenário de menor sincronia entre os principais motores regionais. Se até o início deste ano EUA, Europa e China davam sinais de vigor, agora acumulam-se decepções nos dois últimos casos. Mesmo com juros ainda perto de zero, a zona do euro não deverá crescer mais que 1,5% neste ano. Há crescente insegurança no âmbito político, neste momento centrada na Itália e seu governo de direita populista, que propõe expansão do déficit de um setor público já endividado em excesso. Não é animador que a Comissão Europeia tenha tomado a decisão inédita de rejeitar a proposta orçamentária da administração italiana. Embora o país ainda conserve o selo de bom pagador, os juros cobrados no mercado para financiar sua dívida dispararam. Quanto à China, sua economia mostra menos vigor, e as autoridades precisam tomar decisões difíceis entre conter as dívidas já exageradas e estimular o crescimento. O risco de escalada nos conflitos comerciais também é concreto, dado que o governo americano ameaça impor uma terceira rodada de tarifas, desta vez sobre os US$ 270 bilhões em vendas anuais chinesas que ainda não foram taxadas. Nos EUA, a alta dos juros, num contexto de emprego elevado e inflação perto da meta, já leva parte do mercado a temer uma desaceleração abrupta do PIB em 2019. A vantagem do Brasil, hoje, é que há ampla ociosidade nas empresas, baixa inflação e, portanto, espaço para uma retomada mais forte. (Editorial. Folha de S.Paulo, 01.11.2018. Adaptado)

A exemplo de “sincronia” (sem acento, 3° parágrafo), “decepções” (grafado com “ç”, 4° parágrafo) e “excesso” (grafado com “ex”, 5° parágrafo), estão corretamente escritos, em conformidade com a ortografia oficial, os termos:

A insonia; invenções; extemporâneo.
B saxonia; erupções; exdrúxulo.
C agonia; exceções; extraditar.
D eufonia; obceções; exponencial.
E amonia; perverções; expetacular.