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Em Administração, centralização “significa que a autoridade para tomar decisões está concentrada no topo da organização, enfatizando assim a cadeia de comando” (Sobral e Peci, 2013, p. 265). Embora a centralização das decisões possa ser questionada frente à maior complexidade do processo decisório gerada pelo ambiente externo mais turbulento e incerto que as organizações contemporâneas enfrentam, a centralização apresenta vantagens em relação à descentralização, tais como:

A eliminar esforços duplicados de vários tomadores de decisão;
B decisões mais próximas dos fatos e das circunstâncias locais;
C favorecer a formação de gerentes mais motivados e autônomos;
D maior rapidez e flexibilidade na tomada de decisões;
E maior interesse e motivação por parte dos subordinados.

Uma empresa do ramo de higiene pessoal está modificando todas as suas embalagens, com vistas a reduzir à metade a quantidade de plástico utilizado em seus produtos, com investimentos significativos e meta para conclusão do projeto em 2022. Segundo a diretora de relações com o mercado, “embora a lei não exija que mudemos as embalagens, estamos respondendo a uma tendência atual e futura, que é a preocupação com a sustentabilidade ambiental”. A iniciativa revela que a empresa está sendo influenciada, em suas estratégias, por um fator do ambiente:

A estrutural;
B contextual;
C de tarefa;
D operacional;
E sustentável.

Barreiras à comunicação são um problema comum em grandes organizações, com muitos níveis hierárquicos. À medida que vão sendo passadas dos níveis hierárquicos inferiores para os níveis hierárquicos mais altos, é preciso que as informações sejam sintetizadas e condensadas. Nesse processo, é comum ocorrer a manipulação deliberada de informações, para que elas sejam vistas de forma mais favorável pelos receptores da informação. Essa barreira à comunicação é conhecida como:

A percepção seletiva;
B desvio de feedback;
C filtragem;
D sobrecarga de informações;
E efeito disponibilidade.

Em uma equipe de trabalho de quatro pessoas, o funcionário A é objetivo e prático - como A afirmou, “quem organiza a equipe, estabelece os objetivos e faz tudo acontecer, sou eu”. O funcionário B prefere verificar todos os fatos e números para evitar erros e inconsistências com as políticas organizacionais. O funcionário C tende a não impor seus pontos de vista, buscando obter o máximo de informações antes de tomar suas decisões – influenciando a equipe a buscar mais informações antes de as decisões importantes serem tomadas. O funcionário D, o mais experiente do grupo, abraça as novas ideias e busca recursos para implementá-las. Os papéis que A, B, C e D desempenham na equipe são, respectivamente, de:

A criador/inovador; impulsor/organizador; assessor/desenvolvedor; conclusor/produtor;
B assessor/desenvolvedor; defensor/mantenedor; controlador/inspetor; impulsor/organizador;
C impulsor/organizador; controlador/inspetor; relator/conselheiro; explorador/promotor;
D explorador/promotor; relator/conselheiro; assessor/desenvolvedor; impulsor/organizador;
E controlador/inspetor; assessor/desenvolvedor; conector; conclusor/produtor.

Uma organização pública realizou uma pesquisa de satisfação junto aos funcionários. Os resultados indicaram que os funcionários não estão satisfeitos no trabalho. A área de recursos humanos não compreende o porquê dessa situação, pois os funcionários têm estabilidade no emprego e boas condições de trabalho (ambiente seguro e confortável, e carga de trabalho adequada, sem excessos). Pela teoria de motivação dos dois fatores, de Herzberg, uma explicação para essa situação seria:

A estabilidade e boas condições de trabalho não são fatores atrativos para os funcionários;
B estabilidade e boas condições de trabalho são fatores motivacionais que não estão sendo atendidos a contento;
C estabilidade é um fator motivacional que não garante satisfação; boas condições de trabalho constituem um fator higiênico que não está sendo atendido a contento;
D estabilidade é uma exigência legal, e não um fator motivacional; boas condições de trabalho constituem um fator higiênico que não garante satisfação;
E estabilidade e boas condições de trabalho são fatores higiênicos que não garantem satisfação.

Em uma organização, o mapeamento de competências apontou a necessidade de desenvolver na força de trabalho a competência “trabalho em equipe” – envolvendo as capacidades “cooperação”, “iniciativa” e “domínio das normas organizacionais“. Essas capacidades são, respectivamente, do tipo:

A habilidade; atitude; entrega;
B atitude; atitude; conhecimento;
C habilidade; psicológica; conhecimento;
D atitude; habilidade; habilidade;
E psicológica; entrega; entrega.

Pedro, funcionário de uma organização pública, não se mostra satisfeito com o trabalho. No entanto, seu chefe reconhece que ele desempenha suas atribuições com responsabilidade e com a qualidade exigida. Quando perguntado por que continua a trabalhar na organização, em vez de buscar outras oportunidades, Pedro respondeu: “Não procuro outro emprego porque ganho bem e não há boas oportunidades no mercado, no momento”. O comprometimento de Pedro em relação à organização é do tipo:

A normativo;
B utilitário;
C objetivo;
D instrumental;
E coercitivo.

Um funcionário que ocupava um cargo de supervisor declarou que a maior parte do seu tempo era dedicada a interagir com os membros de sua equipe, orientando-os nas suas tarefas e levando-os à realização dos seus objetivos. Posteriormente, o funcionário foi promovido a gerente, e seu tempo passou a ser dedicado a elaborar orçamentos e programar o trabalho dos subordinados. O funcionário desempenhou essencialmente, nos cargos de supervisor e de gerente, os seguintes papéis, respectivamente:

A interpessoal, de elemento de ligação; decisório, de negociador;
B interpessoal, de líder; decisório, de administrador de recursos;
C informacional, de monitor; interpessoal, de líder;
D decisório, de solucionador de conflitos; decisório, de administrador de recursos;
E decisório, de negociador; informacional, de monitor.

A Administração Científica constituiu uma escola pioneira do pensamento administrativo, cujo principal expoente é Frederick Taylor. Um dos principais focos de atenção de Taylor foi a organização racional do trabalho, com vistas à eliminação do desperdício, da ociosidade e à redução dos custos de produção. Dentre as principais contribuições da Administração Científica, encontra-se:

A proposição das funções administrativas: planejamento, organização, direção e controle;
B formulação dos princípios gerais de organização;
C introdução dos estudos sobre liderança, associada à supervisão;
D introdução das primeiras normas de segurança do trabalho;
E introdução da remuneração associada à produtividade do trabalhador frente a padrão de desempenho.

O processo decisório organizacional é influenciado pelas características individuais dos decisores, que têm diferentes estilos de decisão. Administradores que privilegiam decisões técnicas e racionais, com base em dados objetivos e muitas informações, considerando múltiplas alternativas e buscando soluções complexas para os problemas, são decisores de estilo:

A conceitual;
B diretivo;
C estratégico;
D analítico;
E comportamental.