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Conforme a Resolução CNAS nº 33/2012, ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, o CNAS recomenda as seguintes ações referentes à NOB/SUAS, EXCETO:

A Divulgá-la amplamente nos diversos meios de comunicação.
B Publicá-la em meio impresso e distribuí-la, inclusive em braile e em meio digital acessível.
C Inscrever-se em Conselho Municipal ou do Distrito Federal e integrar o sistema de cadastro de entidades.
D Regulamentar os blocos de financiamento em tempo hábil para que os municípios possam elaborar os seus Planos Plurianuais (PPA).

Leia o trecho a seguir. Se, em um primeiro momento, o educador social tem a indignação como motivação para desenvolver um trabalho transformador, logo depois parece não a sustentar, apropriando-se de um discurso de resignação semelhante ao da população atendida. O que nos remete à ideia de que, subjacente ao discurso de responsabilidade, inspirado talvez numa aparente ingenuidade, esse educador esforça-se para acreditar que sua intervenção o diferencia da condição de precariedade vivida pelo outro. SILVA , G. H. “ Educador Social: uma identidade a caminho da profissionalização?” Educação & Pesquisa, São Paulo, v. 40, n. 4, 2014. O trecho acima versa sobre a complexidade da atuação do Educador Social. Assinale a opção que reflete, corretamente, o que é afirmado.

A O Educador Social tem sua atuação marcada pela ambiguidade de poder sofrer o mesmo que os atendidos.
B O Educador Social busca manter um distanciamento saudável em relação às situações de vulnerabilidade que observa.
C O Educador Social se distancia da realidade da população atendida para garantir uma atuação isenta e objetiva.
D A atuação do Educador Social se caracteriza pela busca da transformação, sempre motivado pela responsabilidade.
E A identidade do Educador Social é definida pela constante indignação em relação às dificuldades da população atendida.

Baseando-se na Lei nº 9.394/1996 − Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, é dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos:

A Oito anos de idade.
B Cinco anos de idade.
C Quatro anos de idade.
D Seis anos de idade.

Segundo a Lei nº 8.742/1993 − Lei Orgânica da Assistência Social, fica instituído o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), registro eletrônico com a finalidade de coletar, processar, sistematizar e disseminar informações para a identificação e a caracterização:

A Educacional das famílias de média renda.
B Trabalhista das famílias de alta renda.
C Socioeconômica das famílias de baixa renda.
D Alimentícia das famílias de média renda.
Texto associado
E tinha a cabeça cheia deles Todos os dias, ao primeiro sol da manhã, mãe e filha sentavam-se na soleira da porta. E deitada a cabeça da filha no colo da mãe, começava esta a catar-lhe piolhos. Os dedos ágeis conheciam sua tarefa. Como se vissem, patrulhavam a cabeleira separando mechas, esquadrinhando entre os fios, expondo o claro azulado do couro. E na alternância ritmada de suas pontas macias, procuravam os minúsculos inimigos, levemente arranhando com as unhas, em carícia de cafuné. Com o rosto metido no escuro pano da saia da mãe, vertidos os cabelos sobre a testa, a filha deixava-se ficar enlanguescida, enquanto a massagem tamborilada daqueles dedos parecia penetrar-lhe a cabeça, e o calor crescente da manhã lhe entrefechava os olhos. Foi talvez devido à modorra que a invadia, entrega prazerosa de quem se submete a outros dedos, que nada percebeu naquela manhã – a não ser, talvez, uma leve pontada – quando a mãe, devassando gulosa o secreto reduto da nuca, segurou seu achado entre polegar e indicador e, puxando-o ao longo do fio negro e lustroso em gesto de vitória, extraiu-lhe o primeiro pensamento. (COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986.)

Exibido como um misto de cafuné e cuidado, o trabalho minucioso da mãe em catar piolhos na cabeleira da filha é trazido nesse conto. É possível afirmar que seu principal objetivo é:

A Ensinar ao leitor o procedimento minucioso de “catar” piolhos.
B Estimular o leitor a ter hábitos de higiene e cuidado com os filhos.
C Divulgar um momento íntimo entre mãe e filha ainda que constrangedor.
D Evidenciar que uma atitude vista como desagradável pode ser marcada por carinho.
E Assegurar que muitos leitores se identifiquem com o fato, já que “catar” piolhos é habitual atualmente.
Texto associado
E tinha a cabeça cheia deles Todos os dias, ao primeiro sol da manhã, mãe e filha sentavam-se na soleira da porta. E deitada a cabeça da filha no colo da mãe, começava esta a catar-lhe piolhos. Os dedos ágeis conheciam sua tarefa. Como se vissem, patrulhavam a cabeleira separando mechas, esquadrinhando entre os fios, expondo o claro azulado do couro. E na alternância ritmada de suas pontas macias, procuravam os minúsculos inimigos, levemente arranhando com as unhas, em carícia de cafuné. Com o rosto metido no escuro pano da saia da mãe, vertidos os cabelos sobre a testa, a filha deixava-se ficar enlanguescida, enquanto a massagem tamborilada daqueles dedos parecia penetrar-lhe a cabeça, e o calor crescente da manhã lhe entrefechava os olhos. Foi talvez devido à modorra que a invadia, entrega prazerosa de quem se submete a outros dedos, que nada percebeu naquela manhã – a não ser, talvez, uma leve pontada – quando a mãe, devassando gulosa o secreto reduto da nuca, segurou seu achado entre polegar e indicador e, puxando-o ao longo do fio negro e lustroso em gesto de vitória, extraiu-lhe o primeiro pensamento. (COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986.)

A escritora mostra de maneira poética uma situação corriqueira na maternidade. Tendo em vista o trecho “ E na alternância ritmada de suas pontas macias, procuravam os minúsculos inimigos, levemente arranhando com as unhas, em carícia de cafuné .” (2º§), é possível inferir que o conteúdo define uma ideia de:

A Ironia.
B Ojeriza.
C Contraste.
D Obstinação.
E Irreverência.
Texto associado
E tinha a cabeça cheia deles Todos os dias, ao primeiro sol da manhã, mãe e filha sentavam-se na soleira da porta. E deitada a cabeça da filha no colo da mãe, começava esta a catar-lhe piolhos. Os dedos ágeis conheciam sua tarefa. Como se vissem, patrulhavam a cabeleira separando mechas, esquadrinhando entre os fios, expondo o claro azulado do couro. E na alternância ritmada de suas pontas macias, procuravam os minúsculos inimigos, levemente arranhando com as unhas, em carícia de cafuné. Com o rosto metido no escuro pano da saia da mãe, vertidos os cabelos sobre a testa, a filha deixava-se ficar enlanguescida, enquanto a massagem tamborilada daqueles dedos parecia penetrar-lhe a cabeça, e o calor crescente da manhã lhe entrefechava os olhos. Foi talvez devido à modorra que a invadia, entrega prazerosa de quem se submete a outros dedos, que nada percebeu naquela manhã – a não ser, talvez, uma leve pontada – quando a mãe, devassando gulosa o secreto reduto da nuca, segurou seu achado entre polegar e indicador e, puxando-o ao longo do fio negro e lustroso em gesto de vitória, extraiu-lhe o primeiro pensamento. (COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986.)

Considerando os excertos evidenciados, assinale aquele cuja palavra sublinhada NÃO se trata de uma expressão referencial.

A “[...] sentavam- se na soleira da porta .” (1º§)
B “[...] começava esta a catar-lhe piolhos. ” (1º§)
C “ Foi talvez devido à modorra que a invadia , [...]” (4º§)
D “ E na alternância ritmada de suas pontas macias , [...]” (2º§)
E “[...] e, puxando- o ao longo do fio negro e lustroso em gesto de vitória , [...]” (4º§)
Texto associado
E tinha a cabeça cheia deles Todos os dias, ao primeiro sol da manhã, mãe e filha sentavam-se na soleira da porta. E deitada a cabeça da filha no colo da mãe, começava esta a catar-lhe piolhos. Os dedos ágeis conheciam sua tarefa. Como se vissem, patrulhavam a cabeleira separando mechas, esquadrinhando entre os fios, expondo o claro azulado do couro. E na alternância ritmada de suas pontas macias, procuravam os minúsculos inimigos, levemente arranhando com as unhas, em carícia de cafuné. Com o rosto metido no escuro pano da saia da mãe, vertidos os cabelos sobre a testa, a filha deixava-se ficar enlanguescida, enquanto a massagem tamborilada daqueles dedos parecia penetrar-lhe a cabeça, e o calor crescente da manhã lhe entrefechava os olhos. Foi talvez devido à modorra que a invadia, entrega prazerosa de quem se submete a outros dedos, que nada percebeu naquela manhã – a não ser, talvez, uma leve pontada – quando a mãe, devassando gulosa o secreto reduto da nuca, segurou seu achado entre polegar e indicador e, puxando-o ao longo do fio negro e lustroso em gesto de vitória, extraiu-lhe o primeiro pensamento. (COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986.)

O termo em destaque tem sua relação semântica indevidamente identificada em:

A “ Os dedos ágeis conheciam sua tarefa .” (2º§) – propriedade
B “ Foi talvez devido à modorra que a invadia , [...]” (4º§) – possibilidade
C “[...] mãe e filha sentavam-se na soleira da porta .” (1º§) – acrescentamento
D “[...] levemente arranhando com as unhas, em carícia de cafuné .” (2º§) – finalidade
E “[...] quando a mãe, devassando gulosa o secreto reduto da nuca , [...]” (4º§) – temporalidade
Texto associado
E tinha a cabeça cheia deles Todos os dias, ao primeiro sol da manhã, mãe e filha sentavam-se na soleira da porta. E deitada a cabeça da filha no colo da mãe, começava esta a catar-lhe piolhos. Os dedos ágeis conheciam sua tarefa. Como se vissem, patrulhavam a cabeleira separando mechas, esquadrinhando entre os fios, expondo o claro azulado do couro. E na alternância ritmada de suas pontas macias, procuravam os minúsculos inimigos, levemente arranhando com as unhas, em carícia de cafuné. Com o rosto metido no escuro pano da saia da mãe, vertidos os cabelos sobre a testa, a filha deixava-se ficar enlanguescida, enquanto a massagem tamborilada daqueles dedos parecia penetrar-lhe a cabeça, e o calor crescente da manhã lhe entrefechava os olhos. Foi talvez devido à modorra que a invadia, entrega prazerosa de quem se submete a outros dedos, que nada percebeu naquela manhã – a não ser, talvez, uma leve pontada – quando a mãe, devassando gulosa o secreto reduto da nuca, segurou seu achado entre polegar e indicador e, puxando-o ao longo do fio negro e lustroso em gesto de vitória, extraiu-lhe o primeiro pensamento. (COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986.)

Assinale a alternativa em que o sinônimo ou termo equivalente da palavra sublinhada encontra-se INCORRETO.

A “[...] vertidos os cabelos sobre a testa , [...]” (3º§) – espalhados
B “[...] mãe e filha sentavam-se na soleira da porta .” (1º§) – limiar
C “ Foi talvez devido à modorra que a invadia , [...]” (4º§) – preguiça
D “ Como se vissem, patrulhavam a cabeleira [...]” (2º§) – rondavam
E “[...] a filha deixava-se ficar enlanguescida , [...]” (3º§) – sossegada
Texto associado
E tinha a cabeça cheia deles Todos os dias, ao primeiro sol da manhã, mãe e filha sentavam-se na soleira da porta. E deitada a cabeça da filha no colo da mãe, começava esta a catar-lhe piolhos. Os dedos ágeis conheciam sua tarefa. Como se vissem, patrulhavam a cabeleira separando mechas, esquadrinhando entre os fios, expondo o claro azulado do couro. E na alternância ritmada de suas pontas macias, procuravam os minúsculos inimigos, levemente arranhando com as unhas, em carícia de cafuné. Com o rosto metido no escuro pano da saia da mãe, vertidos os cabelos sobre a testa, a filha deixava-se ficar enlanguescida, enquanto a massagem tamborilada daqueles dedos parecia penetrar-lhe a cabeça, e o calor crescente da manhã lhe entrefechava os olhos. Foi talvez devido à modorra que a invadia, entrega prazerosa de quem se submete a outros dedos, que nada percebeu naquela manhã – a não ser, talvez, uma leve pontada – quando a mãe, devassando gulosa o secreto reduto da nuca, segurou seu achado entre polegar e indicador e, puxando-o ao longo do fio negro e lustroso em gesto de vitória, extraiu-lhe o primeiro pensamento. (COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986.)

A autora utiliza-se das transformações de sentido das palavras para a construção do texto. O emprego deste recurso – a linguagem figurada, pode ser observado em:

A “ E deitada a cabeça da filha no colo da mãe, começava esta a catar-lhe piolhos .” (1º§)
B “[...] vertidos os cabelos sobre a testa, a filha deixava-se ficar enlanguescida , [...]” (3º§)
C “ Todos os dias, ao primeiro sol da manhã, mãe e filha sentavam-se na soleira da porta .” (1º§)
D “ Foi talvez devido à modorra que a invadia, entrega prazerosa de quem se submete a outros dedos, que nada percebeu naquela manhã [...]” (4º§)
E “[...] segurou seu achado entre polegar e indicador e, puxando-o ao longo do fio negro e lustroso em gesto de vitória, extraiu- -lhe o primeiro pensamento .” (4º§)