QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
4 questões encontradas

A avaliação psicológica é uma das funções desempenhadas pelo psicólogo no contexto forense, sendo que

A não há diferença entre a avaliação psicológica realizada nos contextos clínico e forense, pois o objeto e o objetivo são os mesmos.
B o objeto será dado pela demanda que é feita ao psicólogo; e o objetivo é a questão-problema pertinente que a avaliação investigará
C objetiva-se conseguir uma descrição e compreensão completa e profunda da personalidade total do indivíduo avaliado, para subsidiar a decisão do juiz.
D a avaliação psicológica forense deverá ser composta necessariamente por entrevistas e uso de testes.
E as informações fornecidas pelos entrevistados serão encaminhadas, em sua totalidade, ao destinatário do laudo, não havendo desta forma nenhum sigilo entre perito e periciando.
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área: Psicólogo Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Psicólogo - 2018

Uma pessoa procura a psicóloga após insistência de seus familiares. Ela disse que sempre foi uma pessoa com uma visão mais realista sobre o mundo, mas que no geral as pessoas a consideram pessimista. Ela relata que seus níveis de entusiasmo nunca foram altos e que há mais de três anos tem se sentido triste, porém sem apresentar mudanças de comportamentos significativas. A hipótese diagnóstica que pode ser levantada é de

A transtorno depressivo maior, devido à presença da visão pessimista de mundo.
B estresse ocupacional, por não haver mudança de comportamento significativa.
C transtorno depressivo persistente, pois se sente triste há mais de três anos.
D transtorno depressivo maior cíclico, devido a constantes alterações de humor.
E Burnout ou exaustão emocional, devido à sua visão de mundo e relacionamento com os familiares
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área: Psicólogo Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Psicólogo - 2018
Texto associado
Atenção : Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 9.

1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.
2. Ivan Lessa diz que a crônica no Brasil tem uma tradição rica porque “somos bons no pinguepongue”. Você concorda? E por que somos bons no pinguepongue? Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros.. . – Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado.
3. Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. Por quê? – De certa maneira, o cronista é sempre seu assunto. A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre.
4. Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos, como se você estivesse interessado nas ideias, na reflexão sobre o comportamento humano, e ao mesmo tempo desconfiasse profundamente de generalizações e filosofices. Você é um pensador que “croniqueia” ou um cronista que filosofa? – Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. O negócio é pensar sobre as coisas, e tentar pensar bem, mas nunca esquecer que nada vai ficar gravado em pedra, ou fazer muita diferença.
5. V ocê diz que o século XX foi o das “boas intenções derrotadas”. Também foi o século de Frank Sinatra, de Pelé... E o século das listas de melhores do século. Você faria uma lista das dez boas intenções vencedoras? – Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. Eu só livraria a escada rolante e o controle remoto.

(Adaptado de: PIZA, Daniel. Entrevista com Luís Fernando Verissimo. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2004, ed. digital.)

O verbo em destaque deve sua flexão ao termo sublinhado em:

A Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros.
B Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo.
C Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos...
D ... ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada...
E Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas...
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área: Psicólogo Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Psicólogo - 2018

A partir da Constituição Federal de 1988 e da Lei nº 8.742/1993, intitulada Lei Orgânica da Assistência Social, novos modelos e concepções da assistência social passaram a vigorar no Brasil. São diretrizes desta lei:

A A centralização político-administrativa, cabendo a coordenação e as normas gerais à esfera federal.
B A participação municipal, por meio dos vereadores eleitos, na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis.
C A primazia da responsabilidade das organizações não governamentais na condução da Política de Assistência Social regional.
D A centralidade nas organizações não governamentais para concepção e implementação dos benefícios, serviços, programas e projetos.
E Todos terão direito à assistência social, independentemente de contribuição à seguridade social.
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área: Psicólogo Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Psicólogo - 2018