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Com o objetivo de identificar e orientar os funcionários sobre o glaucoma, uma instituição promove, anualmente, a “Campanha de prevenção do glaucoma”. Ao que diz respeito a essa doença, com o propósito de esclarecer e orientar adequadamente os interessados, os enfermeiros que atuam na instituição devem saber que:

A o glaucoma pode se desenvolver em um ou em ambos os olhos e é resultante da opacificação do cristalino.
B o manejo cirúrgico do glaucoma cura a doença em 95% dos casos.
C a história familiar de glaucoma, o uso prolongado de corticosteroides tópicos ou sistêmicos, a diabete e o traumatismo ocular constituem-se em alguns dos fatores de risco para o glaucoma.
D os sinais e sintomas do glaucoma, tais como: diplopia, ausência de lágrimas e dor orbital surgem precocemente, propiciando o rápido início do tratamento para a doença.
E devido a sua ação antioxidante, a ingestão diária de 200000 UI de vitamina A constitui importante medida de prevenção para a ocorrência do glaucoma.
Texto associado
M.T., 63 anos, sexo masculino, assistente jurídico, hipertenso, portador de diabete tipo 2 há cinco anos, tabagista, compareceu ao ambulatório para consulta de enfermagem de acompanhamento. Informou que vinha fazendo uso regular da medicação para hipertensão e diabete, seguindo corretamente as orientações sobre a alimentação e conseguindo fazer cerca de 20 minutos de caminhada, aos domingos. Queixou-se que, nas últimas semanas, apresentou episódios de tonturas ao se levantar bruscamente, que cessavam rapidamente. Ao exame físico, o enfermeiro obteve temperatura axilar = 36,7 ºC, pulso = 72 batimentos por minuto, pressão arterial = 138 x 88 mm Hg, peso = 84200 g, altura = 175 cm, circunferência abdominal = 93 cm. Ao analisar os resultados de exames recentes apresentados pelo funcionário, contatou glicemia de jejum = 105 mg/dL, hemoglobina glicada = 5,8%.

Ao aferir a pressão arterial de M.T., o enfermeiro deve, entre outros cuidados:

A deixar M.T. em repouso de 3 a 5 minutos em ambiente calmo e medir sua pressão arterial na posiça?o de pe?, apo?s 3 minutos.
B certificar-se de que o paciente não fumou nos últimos 15 minutos.
C determinar a pressão arterial diastólica pela ausculta do primeiro som (fase I de Korotkoff).
D determinar a pressão arterial sistólica no desaparecimento dos sons (fase V de Korotkoff).
E medir a pressa?o em ambos os braços na primeira consulta e usar o valor do braço em que foi obtida a menor pressa?o como refere?ncia.
Texto associado
M.T., 63 anos, sexo masculino, assistente jurídico, hipertenso, portador de diabete tipo 2 há cinco anos, tabagista, compareceu ao ambulatório para consulta de enfermagem de acompanhamento. Informou que vinha fazendo uso regular da medicação para hipertensão e diabete, seguindo corretamente as orientações sobre a alimentação e conseguindo fazer cerca de 20 minutos de caminhada, aos domingos. Queixou-se que, nas últimas semanas, apresentou episódios de tonturas ao se levantar bruscamente, que cessavam rapidamente. Ao exame físico, o enfermeiro obteve temperatura axilar = 36,7 ºC, pulso = 72 batimentos por minuto, pressão arterial = 138 x 88 mm Hg, peso = 84200 g, altura = 175 cm, circunferência abdominal = 93 cm. Ao analisar os resultados de exames recentes apresentados pelo funcionário, contatou glicemia de jejum = 105 mg/dL, hemoglobina glicada = 5,8%.

A análise dos resultados obtidos para a glicemia de jejum e a hemoglobina glicada sugerem que:

A a diabete não está controlada e M.T. deve ser encaminhado ao endocrinologista para avaliação e controle.
B o tratamento medicamentoso está sendo efetivo e M.T., no que diz respeito à diabete, vem fazendo uso regular da medicação e seguindo adequadamente as orientações sobre a dieta.
C a dosagem da medicação hipoglicemiante é excessiva e deve ser ajustada de acordo com as necessidades de M.T.
D embora a glicemia de jejum se apresente adequada, os valores obtidos para a hemoglobina glicada demonstram que M.T. vem ingerindo alimentos com alto valor glicêmico.
E pode ter ocorrido erro laboratorial, pois os valores da glicemia de jejum e da hemoglobina glicada não são compatíveis.

Ao orientar um indivíduo com histórico de eliminação urinária de cálculos de oxalato, o enfermeiro deve enfatizar que para prevenir sua formação, torna-se importante:

A consumir uma dieta rica em proteínas.
B a ingestão de oito a dez copos de água por dia para manter a urina diluída.
C dar preferência à ingestão de chás para hidratação devido a seu efeito diurético.
D introduzir na dieta o consumo de alimentos como o espinafre, morango, amendoim e farelo de trigo, entre outros, porque eles facilitam a excreção de oxalatos na urina.
E evitar consumir alimentos ricos em cálcio, tais como leite e queijos brancos.

Portadores de veias varicosas devem ser alertados sobre a importância em usar de modo correto as meias de compressão graduada prescritas pelo médico, porque, além do alívio que proporcionam, constituem uma das medidas de prevenção para:

A a doença oclusiva arterial periférica.
B o fenômeno de Raynaud.
C o aneurisma aórtico-abdominal.
D a arterioesclerose.
E o tromboembolismo venoso.
Texto associado
Para responder a questão, considere o relato a seguir. C.H., 54 anos, sexo feminino, obesa, hipertensa, chegou ao ambulatório relatando dor precordial irradiada para o braço e desconforto gástrico. Durante o atendimento inicial, rapidamente evoluiu apresentando confusão mental e parada cardiorrespiratória. Após solicitar o desfibrilador automático externo (DEA), o enfermeiro iniciou os procedimentos de reanimação cardiopulmonar, aplicando compressões torácicas.

A frequência (F) e profundidade (P) das compressões torácicas aplicadas em C.H. devem ser, respectivamente, de

A F = 70 a 100 compressões por minuto; P = 8 a 10 cm.
B F = 80 a 100 compressões por minuto; P = 5 a 6 cm.
C F = 60 a 80 compressões por minuto; P = cerca de um terço do diâmetro anteroposterior do tórax.
D F = 80 a 120 compressões por minuto; P = cerca de um terço do diâmetro anteroposterior do tórax.
E F = 100 a 120 compressões por minuto; P = 5 a 6 cm.
Texto associado
Para responder a questão, leia atentamente o relato a seguir. E.O., 33 anos, sexo masculino, com história de asma, compareceu ao ambulatório da empresa queixando-se de dificuldade para respirar. O enfermeiro observou que, para se comunicar, o funcionário demonstrava incapacidade de falar mais de algumas palavras antes de parar para respirar. Ao exame físico, o enfermeiro constatou que E.O. apresentava, entre outros sinais, dispneia e retração subcostal moderadas, frequência respiratória aumentada, frequência cardíaca = 112 batimentos por minuto. Considerando tratar-se de uma crise de asma, o enfermeiro solicitou a presença do médico, para avaliação clínica e tratamento, enquanto prestava os cuidados de enfermagem iniciais adequados para o caso.

Nesse caso, ao realizar a ausculta pulmonar de E.O., o enfermeiro deve constatar a presença de

A roncos.
B sibilos.
C maciez, em base.
D submaciez, em ápice.
E murmúrio vesicular aumentado.

Recentemente C.

V. , 58 anos, sexo masculino, passou a utilizar a insulina como tratamento para diabete tipo 2. Com dúvidas sobre o transporte e conservação da insulina, procurou o enfermeiro para orientações. Frente a essa situação, o enfermeiro deve esclarecer que, para que a potência e estabilidade da insulina sejam mantidas, deve:

A em deslocamentos, independentemente da forma e do tempo, transportar o medicamento na bagagem de mão, tomando precauções para que a insulina não entre em contato direto com gelo ou similar, quando utilizado.
B para transporte, colocar a insulina sobre gelo comum, em saco plástico e acondicioná-la em embalagem térmica ou isopor até 30 minutos antes de seu uso.
C quando se tratar do frasco lacrado, manter a insulina em sua embalagem original, no congelador doméstico, em temperatura de –4 ºC a 0 ºC, transferindo-a para a geladeira 24 horas antes de iniciar seu uso.
D manter o medicamento em temperatura ambiente, desde a compra até o momento da aplicação.
E em geladeira doméstica, conservar a insulina na primeira prateleira da porta da geladeira, até o momento de sua aplicação.

Sobre a Lei nº 13.146/2015 - Estatuto da Pessoa com Deficiência, analisar os itens abaixo:

I. Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação.

II. A deficiência não afeta a plena capacidade civil da pessoa.

III. É dever de todos comunicar à autoridade competente qualquer forma de ameaça ou de violação aos direitos da pessoa com deficiência.

IV. Compete ao poder público garantir a dignidade da pessoa com deficiência ao longo da vida. Está(ão) CORRETO(S):

A Somente os itens I e II.
B Somente os itens I e III.
C Somente os itens II, III e IV.
D Todos os itens.
E Nenhum dos itens.

A tuberculose (TB), doença causada pelo Mycobacterium tuberculosis, pode acometer uma série de órgãos e/ou sistemas. A apresentação da TB na forma pulmonar, além de ser mais frequente é, também, a mais relevante para a saúde pública, pois é a forma pulmonar, especialmente a bacilífera, a responsável pela manutenção da cadeia de transmissão da doença. Na coleta de escarro espontâneo no domicílio, o profissional de enfermagem deve passar ao paciente informações quanto a sua coleta, de forma clara e simples, orientando-o a:

A no dia anterior a coleta, manter-se em jejum por cerca de 12 horas.
B inspirar superficialmente e, imediatamente, tossir e escarrar a saliva diretamente no pote de 3 a 5ml.
C manter a amostra em um frasco de vidro em temperatura ambiente por um período máximo de 72 horas.
D lavar bem a boca, inspirar profundamente, prender a respiração por um instante e escarrar após forçar a tosse no período da noite.
E lavar bem a boca, inspirar profundamente, prender a respiração por um instante e escarrar após forçar a tosse no período da manhã.