QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
17 questões encontradas

De acordo com o plano municipal de saúde do Recife (2018-2021), a Rede Materno-Infantil (Rede Cegonha) é desenvolvida nos diversos níveis de atenção, cabendo, à atenção primária em saúde, EXCETO

A planejamento reprodutivo.
B pré-natal de alto risco.
C consultas puerperais.
D captação precoce das gestantes para o pré-natal.
E acompanhamento das crianças na puericultura.

Uma enfermeira do Centro Cirúrgico, ao posicionar o paciente na mesa de cirurgia em posição litotômica, enfatizou à Equipe de Enfermagem a importância de alguns cuidados, como uso de uma proteção específica, como cobertura adesiva ou coxin de viscoelástico, pois essa posição oferece, principalmente, maior risco de complicações devido

A à hiperextensão de articulações dos punhos.
B ao cisalhamento em região torácica.
C à compressão da placa de dispersão na região da panturrilha.
D ao atrito em região cervical.
E à pressão nas regiões sacra e lombar.

Para um paciente de 25 anos, sexo masculino, em crise convulsiva, foi prescrito Diazepam. Referente aos cuidados na administração desse medicamento, assinale a alternativa correta.

A Sempre diluir em 250ml de solução salina 0,9%
B Utilizar a via intramuscular, que é a mais segura.
C Não administrar se a crise já tiver cessado.
D A velocidade máxima de infusão é 50 mg/minuto.
E Administrar Diazepam 50 mg IV lento em bólus.
Texto associado
Texto
I

Culpa
Mario Prata
Por que a culpa? É o que eu
tenho perguntado
à minha psicanalista.
No princípio era o verbo e
eu achava que só
eu me sentia culpado. Com o passar do tempo
(e da verba), fui descobrindo que todo
criador tem culpa. Não no cartório. Mas na
consciência.
Vou
tentar explicar.
Todo mundo acha que a pessoa
que vive de
criar, ou seja, um criador, não faz nada o
dia inteiro. Fica só pensando. É verdade. O
problema é que ninguém considera o trabalho
de pensar como ofício. Daí a culpa
ensimesmada. Será que só pode ser
considerado trabalhador o sujeito que fica o
dia inteiro numa mesa de escritório, ouvindo
pela janela olha a uva de Atibaia,
melancia
barata, melancia barata ?
Você vê uma frase num out-
door tipo refresca
até pensamento . São três palavrinhas
mágicas. O sujeito que inventou isso deve
ganhar uma fortuna por mês. O que ninguém
entende é que ele trabalha há vinte neste
ofício. Pode ser que a frase tenha saído de
um estalo. Mas um estalo vinte anos depois.
Não precisa ser nenhuma brastemp para se ter
uma ideia dessas. Ou precisa? Mas o povo
pensa: ganhar essa fortuna para escrever uma
bobagem dessas?
Para aliviar meu sofrimento,
penso no
Romário que trabalha umas dez horas por mês
e ganha 100 mil dólares. Será que ele tem
culpa? O Chico Buarque, que fica meses sem
trabalhar , jogando futebol, será que
ele
acorda com culpa? E o Erasmo Carlos? Tem uma
culpa tremendona?
Vou almoçar fora e quase
emendo com o fim do
dia. Bebendo cerveja. Mas pensando. Pensando
nessas besteiras que vocês estão a ler
agora. Juro que eu trabalho, gente. Penso,
invento, crio. E esses funcionários
fantasmas, que trabalham em várias
repartições e nunca comparecem? Será que
eles não têm culpa? Será que só eu me sinto
culpado neste país?
Uma vez perguntei para o
Chico Buarque, que
acabava de acordar às duas da tarde, se ele
não tinha culpa. Já tive. Superei . E
o
Caetano Veloso que nunca acorda antes das
quatro (da tarde)?
Foram anos e anos de culpa
para conseguir
escrever esta crônica. Mas saiu. Mas não
adiantou nada. Continuo com culpa. Acho que
eu nunca deveria ter saído do Banco do
Brasil. Não bater ponto desnorteia a minha
vida.
Adaptado
de: .
Acesso em: 13 Jan. 2020

Assinale a alternativa em que a união das orações “ Já tive. Superei .” é feita com o conectivo adequado, preservando-lhes a relação de sentido.

A Já tive, visto que superei.
B Já tive, portanto superei.
C Já tive, porém superei.
D Já tive, ora superei.
E Já tive, ademais superei.

O Enfermeiro, ao realizar exame físico dos membros inferiores de uma paciente internada em unidade de clínica médica, observa o sinal da Bandeira, que consiste na menor mobilidade da panturrilha empastada ao se comparar um membro inferior com outro, durante a palpação. Diante do quadro, o enfermeiro comunica o médico, pois esse sinal pode estar relacionado à

A trombose venosa profunda.
B condromalácia fibular.
C tendinopatia necrotizante.
D artrose de articulações distais.
E retração da fáscia plantar.
Texto associado
Texto
I

Culpa
Mario Prata
Por que a culpa? É o que eu
tenho perguntado
à minha psicanalista.
No princípio era o verbo e
eu achava que só
eu me sentia culpado. Com o passar do tempo
(e da verba), fui descobrindo que todo
criador tem culpa. Não no cartório. Mas na
consciência.
Vou
tentar explicar.
Todo mundo acha que a pessoa
que vive de
criar, ou seja, um criador, não faz nada o
dia inteiro. Fica só pensando. É verdade. O
problema é que ninguém considera o trabalho
de pensar como ofício. Daí a culpa
ensimesmada. Será que só pode ser
considerado trabalhador o sujeito que fica o
dia inteiro numa mesa de escritório, ouvindo
pela janela olha a uva de Atibaia,
melancia
barata, melancia barata ?
Você vê uma frase num out-
door tipo refresca
até pensamento . São três palavrinhas
mágicas. O sujeito que inventou isso deve
ganhar uma fortuna por mês. O que ninguém
entende é que ele trabalha há vinte neste
ofício. Pode ser que a frase tenha saído de
um estalo. Mas um estalo vinte anos depois.
Não precisa ser nenhuma brastemp para se ter
uma ideia dessas. Ou precisa? Mas o povo
pensa: ganhar essa fortuna para escrever uma
bobagem dessas?
Para aliviar meu sofrimento,
penso no
Romário que trabalha umas dez horas por mês
e ganha 100 mil dólares. Será que ele tem
culpa? O Chico Buarque, que fica meses sem
trabalhar , jogando futebol, será que
ele
acorda com culpa? E o Erasmo Carlos? Tem uma
culpa tremendona?
Vou almoçar fora e quase
emendo com o fim do
dia. Bebendo cerveja. Mas pensando. Pensando
nessas besteiras que vocês estão a ler
agora. Juro que eu trabalho, gente. Penso,
invento, crio. E esses funcionários
fantasmas, que trabalham em várias
repartições e nunca comparecem? Será que
eles não têm culpa? Será que só eu me sinto
culpado neste país?
Uma vez perguntei para o
Chico Buarque, que
acabava de acordar às duas da tarde, se ele
não tinha culpa. Já tive. Superei . E
o
Caetano Veloso que nunca acorda antes das
quatro (da tarde)?
Foram anos e anos de culpa
para conseguir
escrever esta crônica. Mas saiu. Mas não
adiantou nada. Continuo com culpa. Acho que
eu nunca deveria ter saído do Banco do
Brasil. Não bater ponto desnorteia a minha
vida.
Adaptado
de: .
Acesso em: 13 Jan. 2020

Dentre as diferentes funções comunicativas assumidas pelo recorrente uso de perguntas ao longo do texto, assinale a alternativa INCORRETA.

A Fazer com que os leitores respondam a todas as perguntas por meio de cartas.
B Exteriorizar ao leitor as indagações que o narrador faz para si mesmo.
C Conduzir o leitor em sua linha de raciocínio
D Estabelecer proximidade com o leitor.
E Revelar algumas perguntas feitas comumente por outras pessoas.

Em um paciente de 18 anos, com queimaduras de segundo grau em cabeça, pescoço e tronco anterior, a área queimada, de acordo com a Regra dos 9, é

A 18% de Superfície Corporal Queimada.
B 36% de Superfície Corporal Queimada.
C 45% de Superfície Corporal Queimada.
D 27% de Superfície Corporal Queimada.
E 9% de Superfície Corporal Queimada.