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Albertina, Bruna e Clarisse são irmãs e os seguintes fatos a respeito delas são verdadeiros: - Bruna é a mais velha das três. - Clarisse não é a mais jovem delas. A ordem correta da mais velha para a mais nova é:

A Albertina, Bruna e Clarisse.
B Albertina, Clarisse e Bruna.
C Bruna, Albertina e Clarisse.
D Bruna, Clarisse e Albertina.
E Clarisse, Albertina e Bruna.

Seis pessoas A, B, C, D, E e F vão fazer um passeio de uma trilha em 3 motos com duas pessoas em cada moto. Distribuindo ao acaso as pessoas nas motos e sabendo que todas as pessoas possuem habilitação para esse veículo, qual a probabilidade de fiquem juntas A com B, C com D, E com F?

A 1/15
B 1/20
C 1/25
D 1/5
E 1/10

No Windows 8, além das diversas funções e recursos existentes para facilitar o seu dia a dia, é possível utilizar teclas de atalhos no teclado para ajudar você a fazer o que quiser mais rápido. Qual a combinação de teclas de atalho para minimizar todas as janelas abertas e ir direto para sua área de trabalho?

A Tecla do logotipo do Windows + L
B Tecla do logotipo do Windows + F
C Tecla do logotipo do Windows + M
D Tecla do logotipo do Windows + E
E Tecla do logotipo do Windows + F1

São várias as explicações e ou conceitos, dadas por diversos autores/pesquisadores sobre as Correrias, ocorridas no Acre. A “Correrias” era uma forma fácil de acabar com uma tribo que incomodava; uma matança de índios; represálias contra as formas de resistência. Não são apenas fatos históricos do passado, mas continuam acontecendo no Acre. As correrias eram organizadas por quem?

A Garimpeiros
B Holandeses
C Canavieiros
D Americanos
E Seringalistas

Leia o texto a seguir: “Bactrocera carambolae (mosca-da-carambola) é uma espécie de grande relevância à fruticultura devido ao ataque a diversas plantas de importância agrícola (carambola, manga, tomate, laranja, limão, acerola, caju, goiaba, jambo, pimenta, entre outras). Sua origem é asiática e em 1975 foi introduzida no continente americano através do Suriname. No Brasil, sua primeira detecção ocorreu em 1996 no município de Oiapoque (Amapá). Atualmente há confirmação de sua presença em três estados – Amapá (AP), Pará (PA) e Roraima (RR). Por ser considerada uma das maiores ameaças fitossanitárias à fruticultura brasileira (mesmo sob controle constitui risco à economia agrícola), ter distribuição restrita e estar sob controle oficial, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) categoriza essa espécie como praga quarentenária presente (PQP) para o país. [...] O maior risco de introdução da praga é através de partes vegetais contaminados, principalmente frutos. A presença da praga afeta diretamente na economia, pois os produtores da região que tenha registrado foco da praga são impedidos de comercializar para que a praga não seja levada de uma região para a outra. Anteriormente, foram definidos pelo MAPA os procedimentos oficiais de vigilância que devem ser adotados em todo o país para as ações de prevenção, contenção, supressão e erradicação da B. carambolae. Nesta legislação consta o detalhamento das medidas a serem aplicadas no caso de constatação da praga, assim como a orientação sobre o trânsito de frutos de espécies hospedeiras da praga provenientes de áreas sob quarentena, protegidas ou onde a praga já se encontra erradicada, além do trânsito interestadual. ” Revista Brasileira de Fruticultura. Atualização sobre a situação de Bactrocera carambolae em Roraima, 2019. Disponível em: . Acesso em 03 jan. 2020. Acerca da emissão de receituário agronômico feita por um profissional habilitado, que valida e controla a comercialização de agrotóxicos no Estado do Acre, é correto afirmar que:

A a receita deverá ser emitida em, no mínimo, três vias, uma do cliente, uma do comerciante e uma que deverá ser enviada para o IDAF/AC.
B a receita pode conter ou não a modalidade de aplicação e o tipo de equipamento de pulverização a ser utilizado.
C a receita deve conter orientação sobre o uso de EPI, primeiros socorros, antídotos e tratamentos.
D é obrigatória a informação de cultura e área onde serão aplicados, bem como a coordenada geográfica do local a ser aplicado.
E na receita agronômica pode conter mais de uma indicação de produto, para mais de um problema diferente, porém, que ocorram na mesma cultura.

Afirmar que: ´Antônio não é engenheiro ou João é pernambucano’, logicamente, é o mesmo que dizer que:

A se Antônio é engenheiro, então João é pernambucano.
B se Antônio não é engenheiro, então João não é pernambucano.
C se João é pernambucano, então Antônio é engenheiro.
D se Antônio é engenheiro, então João não é pernambucano.
E se Antônio não é engenheiro, então João é pernambucano.

Considerando o Decreto Federal 4.074 que regulamenta a Lei 7.802, em relação ao uso de EPI e ao intervalo de segurança, é correto afirmar que:

A o uso e os tipos dos EPIs variam de acordo com a classe toxicológica.
B o intervalo de aplicação é o período de 24 horas entre a aplicação e a colheita, após esse período os produtos são degradados e não apresentam mais resíduos.
C o EPI é obrigatório apenas para produtos das classes toxicológicas I e II.
D o intervalo de segurança é o período entre a aplicação e a colheita, indicado na bula do produto.
E intervalo de segurança é o intervalo de tempo entre a aplicação e a reentrada de pessoas na área sem o uso de EPI.
Texto associado
Texto 1 Antes que elas cresçam Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente. Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura. Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal? Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração. Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros. Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela. Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, pôsteres e agendas coloridas de Pilot. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas. Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto. No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes. O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam. Affonso Romano de Sant´ Anna

(Fonte: http://www.releituras. com/arsant _antes.asp, acesso em janeiro de 2020.) Texto 2 POEMA ENJOADINHO Filhos... Filhos? Melhor não tê-los! Mas se não os temos Como sabê-lo? Se não os temos Que de consulta Quanto silêncio Como o queremos! Banho de mar Diz que é um porrete... Cônjuge voa Transpõe o espaço Engole água Fica salgada Se iodifica Depois, que boa Que morenaço Que a esposa fica! Resultado: filho, E então começa A aporrinhação: Cocô está branco Cocô está preto Bebe amoníaco Comeu botão. F ilhos? Filhos. Melhor não tê-los Noite de insônia Cãs prematuros Prantos convulsos Meu Deus, salvai-o! Filhos são o demo Melhor não tê-los... Mas se não os temos Como sabê-los? Como saber Que macieza Nos seus cabelos Que cheiro morno Na sua carne Que gosto doce Na sua boca! Chupam gilete Bebem xampu Ateiam fogo No quarteirão Porém, que coisa Que coisa louca Que coisa linda Que os filhos são!

(Fonte: Vinícius de Moraes. Poesia completa & prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1987. p. 261-2.)

Após leitura atenta do trecho: “Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados.”, assinale a alternativa que justifica o devido emprego de vírgula no fragmento destacado:

A utiliza-se facultativamente a vírgula antes da conjunção ‘pois’ por ter valor explicativo.
B utiliza-se facultativamente a vírgula antes da conjunção ‘pois’ por ter valor conclusivo.
C utiliza-se a vírgula antes da conjunção ‘pois’ por ter valor explicativo, mas falta empregar uma outra vírgula após a conjunção.
D utiliza-se a vírgula facultativamente antes ou depois da conjunção ‘pois’ por ter valor conclusivo.
E utiliza-se vírgula obrigatoriamente antes da conjunção ‘pois’ por ter valor explicativo.

Um tema muito em alta, não só na comunidade agronômica, como também em toda sociedade é o uso dos agrotóxicos e seus impactos no meio ambiente e na saúde dos trabalhadores e consumidores finais. Todas as atividades desta cadeia no Estado do Acre estão embasadas na Lei Estadual n° 2.843 de 09 de janeiro de 2014 e no Decreto n° 8.170 de 05 de agosto de 2014, que a regulamenta. Com base nos conhecimentos acerca desta legislação, julgue as alternativas a seguir: I – as pulverizações com agrotóxicos devem manter distância de áreas habitadas, unidades de conservação e mananciais de água pelo menos 300 metros; II – a mistura de dois ou mais agrotóxicos na mesma calda de pulverização é proibida, exceto se um profissional habilitado atestar compatibilidade dos ativos, observando as recomendações das bulas dos produtos; III – é passível de sanção administrativa deixar de indicar no verso da receita o local de devolução das embalagens vazias; IV – os agrotóxicos devem ser liberados para o usuário somente mediante a apresentação de receita agronômica, exceto em situações previamente autorizadas pelo IDAF/AC; V – culturas de menor valor comercial que não tem registros para o agrotóxico de interesse, se enquadram como Culturas de Suporte Fitossanitário Insuficiente (CSFI), e são alocadas em seus respectivos grupos de famílias vegetais, para a emissão do receituário agronômico. Assinale a alternativa correta:

A As opções I e V estão corretas.
B As opções II e V estão corretas.
C Apenas a opção II está correta.
D Apenas a opção V está correta.
E As opções I e II estão corretas.