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188 questões encontradas

Para os seis primeiros meses de um investimento, a evolução, em milhares de reais, de um certo investimento de R$ 3.000,00 é expressa pela fórmula M(x) = - 4 1 ​ (x-4)² + 7, onde M(x) indica quantos milhares de reais a pessoa poderá retirar após x meses desse investimento. Um cliente pretende deixar esse investimento por seis meses.

Nesse caso, de quanto será a sua perda, em reais, em relação ao máximo que ele poderia ter retirado?

A 1.000
B 3.000
C 4.000
D 5.000
E 6.000

Estações de trabalho que utilizam o sistema operacional Windows 7, 8.1 ou 10 instalado contam com o Windows Media Player.

Esse programa é capaz de reproduzir

A arquivos de áudio e CDs, mas não é capaz de reproduzir arquivos de vídeo.
B arquivos de vídeo e DVDs, mas não é capaz de reproduzir arquivos de áudio.
C CDs e DVDs, mas não é capaz de reproduzir arquivos de áudio e de vídeo.
D arquivos de áudio e de vídeo, mas não é capaz de gravar DVDs de vídeo.
E arquivos de áudio e de vídeo, mas não é capaz de gravar CDs de áudio.
Texto associado
O que é o QA e por que ele pode ser mais
importante que o QI no mercado de trabalho

1 Há algum tempo, se você quisesse avaliar as perspectivas de alguém crescer na carreira, poderia considerar pedir um teste de QI, o quociente de inteligência, que mede indicadores como memória e habilidade matemática.
2 Mais recentemente, passaram a ser avaliadas outras letrinhas: o quociente de inteligência emocional (QE), uma combinação de habilidades interpessoais, autocontrole e comunicação. Não só no mundo do trabalho, o QE é visto como um kit de habilidades que pode nos ajudar a ter sucesso em vários aspectos da vida.
3 Tanto o QI quanto o QE são considerados importantes para o sucesso na carreira. Hoje, porém, à medida que a tecnologia redefine como trabalhamos, as habilidades necessárias para prosperar no mercado de trabalho também estão mudando. Entra em cena então um novo quociente, o de adaptabilidade (QA), que considera a capacidade de se posicionar e prosperar em um ambiente de mudanças rápidas e frequentes.
4 O QA não é apenas a capacidade de absorver novas informações, mas de descobrir o que é relevante, deixar para trás noções obsoletas, superar desafios e fazer um esforço consciente para mudar. Esse quociente envolve também características como flexibilidade, curiosidade, coragem e resiliência.
5 Amy Edmondson, professora de Administração da Harvard Business School, diz que é a velocidade vertiginosa das mudanças no mercado de trabalho que fará o QA vencer o QI. Automatiza-se facilmente qualquer função que envolva detectar padrões nos dados (advogados revisando documentos legais ou médicos buscando o histórico de um paciente, por exemplo), diz Dave Coplin, diretor da The Envisioners, consultoria de tecnologia sediada no Reino Unido. A tecnologia mudou bastante a forma como alguns trabalhos são feitos, e a tendência continuará. Isso ocorre porque um algoritmo pode executar essas tarefas com mais rapidez e precisão do que um humano.
6 Para evitar a obsolescência, os trabalhadores que cumprem essas funções precisam desenvolver novas habilidades, como a criatividade para resolver novos problemas, empatia para se comunicar melhor e responsabilidade.
7 Edmondson diz que toda profissão vai exigir adaptabilidade e flexibilidade, do setor bancário às artes. Digamos que você é um contador. Seu QI o ajuda nas provas pelas quais precisa passar para se qualificar; seu QE contribui na conexão com um recrutador e depois no relacionamento com colegas e clientes no emprego. Então, quando os sistemas mudam ou os aspectos do trabalho são automatizados, você precisa do QA para se acomodar a novos cenários.
8 Ter QI, mas nenhum QA, pode ser um bloqueio para as habilidades existentes diante de novas maneiras de trabalhar. No mundo corporativo, o QA está sendo cada vez mais buscado na hora da contratação. Uma coisa boa do QA é que, mesmo que seja difícil mensurá-lo, especialistas dizem que ele pode ser desenvolvido.
9 Como diz Edmondson: “Aprender a aprender é uma missão crítica. A capacidade de aprender, mudar, crescer, experimentar se tornará muito mais importante do que o domínio de um assunto.”

Disponível em: .
Acesso em: 9 jul. 2021. (Adaptado)

Ao abordar perspectivas de evolução na carreira, o texto destaca que a(s)

A mudança no mercado se dará pela valorização do QE.
B capacidade para a detecção de padrões será valorizada.
C habilidades relacionadas ao QA poderão ser aprimoradas.
D atividades relativas às artes serão excluídas das mudanças.
E competências teóricas relacionadas ao QI serão evidenciadas.
Texto associado
Privacidade digital: quais são os limites

1 ____ Atualmente, somos mais de 126,4 milhões de
brasileiros usuários de internet, representando cerca
de 69,8% da população com 10 anos ou mais. Ao redor
do mundo, cerca de 4 bilhões de pessoas usam a
rede mundial, sendo que 2,9 bilhões delas fazem isso
pelo smartphone .
2 ____ Nesse cenário, pensar em privacidade digital é
(quase) utópico. Uma vez na rede, a informação está
registrada para sempre: deixamos rastros que podem
ser descobertos a qualquer momento.
3 ____ Ainda assim, mesmo diante de tamanha expo-
sição, essa é uma discussão que precisa ser feita.
Ela é importante, inclusive, para trazer mais clareza
e consciência para os usuários. Vale lembrar, por
exemplo, que não são apenas as redes sociais que
expõem as pessoas. Infelizmente, basta ter um en-
dereço de e-mail para ser rastreado por diferentes
empresas e provedores.
4 ____ A questão central não se resume somente à política
de privacidade das plataformas X ou Y, mas, sim,
ao modo como cada sociedade vem paulatinamente
estruturando a sua política de proteção de dados.
5 ____ A segurança da informação já se transformou
em uma área estratégica para qualquer tipo de em-
presa. Independentemente da demanda de armaze-
namento de dados de clientes, as organizações têm
um universo de dados institucionais que precisam ser
salvaguardados.
6 ____ Estamos diante de uma realidade já configurada:
a coleta de informações da internet não para, e esse
é um caminho sem volta. Agora, a questão é: nós,
clientes, estamos prontos e dispostos a definir o limi-
te da privacidade digital? O interesse maior é nosso!
Esse limite poderia ser dado pelo próprio consumi-
dor, se ele assim quiser? O conteúdo é realmente
do usuário?
7 ____ Se considerarmos a atmosfera das redes so-
ciais, muito possivelmente não. Isso porque, em-
bora muitas pessoas não saibam, a maioria das redes
sociais prevê que, a partir do momento em que um
conteúdo é postado, ele faz parte da rede e não é
mais do usuário.
8 ____ Daí a importância da conscientização. É preciso
que tanto clientes como empresas busquem mais in-
formação e conteúdo técnico sobre o tema. Às organizações,
cabe o desafio de orientar seus clientes, já
que, na maioria das vezes, eles não sabem quais são
os limites da privacidade digital.
9 ____ Vivemos em uma época em que todo mundo
pode falar permanentemente o que quer. Nesse
contexto, a informação deixou de ser algo confiável
e cabe a cada um de nós aprender a ler isso e se
proteger. Precisamos de consciência, senso crítico,
responsabilidade e cuidado para levar a internet a um
outro nível. É fato que ela não é segura, a questão,
então, é como usá-la de maneira mais inteligente e
contribuir para fortalecer a privacidade digital? Essa é
uma causa comum a todos os usuários da rede.

Disponível em: . 7/04/2019. Acesso em: 3 fev. 2021.Adaptado.

Depois de questionar se o conteúdo que circula nas redes é realmente propriedade do usuário (parágrafo 6), o texto desenvolve a ideia de que

A a maior parte dos usuários no mundo acessa a internet por meio de um smartphone .
B a segurança da informação já se transformou em uma área estratégica para as empresas.
C as empresas e os provedores conseguem rastrear os usuários por meio de endereço de e-mail .
D as organizações devem conscientizar os clientes em relação aos limites da privacidade digital.
E as pessoas deixam rastros na rede que podem ser descobertos a qualquer momento.
Texto associado
Privacidade digital: quais são os limites

1 ____ Atualmente, somos mais de 126,4 milhões de
brasileiros usuários de internet, representando cerca
de 69,8% da população com 10 anos ou mais. Ao redor
do mundo, cerca de 4 bilhões de pessoas usam a
rede mundial, sendo que 2,9 bilhões delas fazem isso
pelo smartphone .
2 ____ Nesse cenário, pensar em privacidade digital é
(quase) utópico. Uma vez na rede, a informação está
registrada para sempre: deixamos rastros que podem
ser descobertos a qualquer momento.
3 ____ Ainda assim, mesmo diante de tamanha expo-
sição, essa é uma discussão que precisa ser feita.
Ela é importante, inclusive, para trazer mais clareza
e consciência para os usuários. Vale lembrar, por
exemplo, que não são apenas as redes sociais que
expõem as pessoas. Infelizmente, basta ter um en-
dereço de e-mail para ser rastreado por diferentes
empresas e provedores.
4 ____ A questão central não se resume somente à política
de privacidade das plataformas X ou Y, mas, sim,
ao modo como cada sociedade vem paulatinamente
estruturando a sua política de proteção de dados.
5 ____ A segurança da informação já se transformou
em uma área estratégica para qualquer tipo de em-
presa. Independentemente da demanda de armaze-
namento de dados de clientes, as organizações têm
um universo de dados institucionais que precisam ser
salvaguardados.
6 ____ Estamos diante de uma realidade já configurada:
a coleta de informações da internet não para, e esse
é um caminho sem volta. Agora, a questão é: nós,
clientes, estamos prontos e dispostos a definir o limi-
te da privacidade digital? O interesse maior é nosso!
Esse limite poderia ser dado pelo próprio consumi-
dor, se ele assim quiser? O conteúdo é realmente
do usuário?
7 ____ Se considerarmos a atmosfera das redes so-
ciais, muito possivelmente não. Isso porque, em-
bora muitas pessoas não saibam, a maioria das redes
sociais prevê que, a partir do momento em que um
conteúdo é postado, ele faz parte da rede e não é
mais do usuário.
8 ____ Daí a importância da conscientização. É preciso
que tanto clientes como empresas busquem mais in-
formação e conteúdo técnico sobre o tema. Às organizações,
cabe o desafio de orientar seus clientes, já
que, na maioria das vezes, eles não sabem quais são
os limites da privacidade digital.
9 ____ Vivemos em uma época em que todo mundo
pode falar permanentemente o que quer. Nesse
contexto, a informação deixou de ser algo confiável
e cabe a cada um de nós aprender a ler isso e se
proteger. Precisamos de consciência, senso crítico,
responsabilidade e cuidado para levar a internet a um
outro nível. É fato que ela não é segura, a questão,
então, é como usá-la de maneira mais inteligente e
contribuir para fortalecer a privacidade digital? Essa é
uma causa comum a todos os usuários da rede.

Disponível em: . 7/04/2019. Acesso em: 3 fev. 2021.Adaptado.

Um argumento que justifica a tese de que “pensar em privacidade digital é (quase) utópico” (parágrafo 2) aparece em

A “A questão central não se resume somente à política de privacidade das plataformas X ou Y” (parágrafo 4)
B “A segurança da informação já se transformou em uma área estratégica para qualquer tipo de empresa” (parágrafo 5)
C “a partir do momento em que um conteúdo é postado, ele faz parte da rede e não é mais do usuário” (parágrafo 7)
D “É preciso que tanto clientes como empresas busquem mais informação e conteúdo técnico sobre o tema” (parágrafo 8)
E “Precisamos de consciência, senso crítico, responsabilidade e cuidado para levar a internet a um outro nível.” (parágrafo 9)
Texto associado
Revolution Accelerated

How Digital Transformation is Shaping the Future of Banking

1 Like all businesses, banks have had to act fast to respond to the unprecedented human and economic impact of Covid-19.
2 First, they needed to keep the lights on and ensure business continuity. Second, they had to meet the changing ways customers wanted to engage. Finally, they sought to balance their business priorities with a responsibility to support society. Previous crises cast the banks as part of the problem — this time they are part of the solution.
3 Banks who have embraced modern banking technology have fared better in meeting these challenges. They’ve moved seamlessly to remote working, kept up service for their customers, coped with huge increases in demand and quickly adapted their products. In contrast, banks using legacy ‘spaghetti’ software have struggled.
4 Covid-19 has accelerated the need for modern banking technology, but it didn’t create it. Before coronavirus, the 2020s were already being framed as the decade for digital in the banking industry. Banks’ return on equity were too low and their cost-income ratios were too high. Meanwhile, regulation like open banking was disrupting the industry and increasing competition from new entrants like the GAAFAs (Google, Amazon, Alibaba, Facebook, Apple).
5 Providing seamless digital customer experiences was therefore already a ‘must’. Every year, Temenos partners with the Economist Intelligence Unit (EIU) for a global study on the future of banking. More than 300 banking leaders are interviewed from retail, commercial and private banks. Over half of these are at C-suite level.
6 In 2020, the study took place amid the Covid-19 crisis. The results give a fascinating insight into banking leaders’ approach during these unprecedented times. But they also show how they see their industry in the years to come.
7 And the findings suggest three trends which will shape the future of banking:
New technologies will be the key driver of banking transformation over the next 5 years. 77% of respondents strongly believed that Artificial Intelligence (AI) will be the most game-changing of these technologies. They see a diverse range of uses for AI — from personalised customer experience to fraud detection.
Banks will overhaul their business models to create digital ecosystems. 80% of respondents believe that banking will become part of a platform of services. 45% are committed to transforming their business models into digital ecosystems.
The sun will set on branch banking. World Bank data shows that visits to branches have been steadily declining globally over the last decade. As a result of coronavirus, customers are now more concerned about visiting their branch, and so even more people are willing to try digital applications. This combination of pandemic and increasingly transformative advanced technology has led a majority of respondents (59%) to our survey with the EIU to state that traditional branch-based banking model will be dead in just five years. That’s a 34% increase from last year.
8 The current environment is undoubtedly challenging for banks. But they have the capital, customer relationships and customer data. They are regulated. And most importantly: they still enjoy their customers’ trust.
9 In short, banks are best-placed to succeed if they commit to end-to-end digital transformation. That means a fully digital front office which creates hyper-personalized experiences and ecosystems. And a back office driving efficient operations and rapid innovation. By embracing modern banking technology, banks can support their customers today, create new value for the future and drive new levels of future growth.

Available at: . Retrieved on: July 13th, 2021. Adapted.

The overall purpose of the text is

A to explain how the banking industry works.
B to discuss the impact of the coronavirus pandemic on the health system.
C to launch new investment opportunities in the banking industry.
D to state that digital transformation in banking has been accelerated by the coronavirus pandemic.
E to promote new AI technology that will change the future of banking.

No boleto bancário da sua prestação, uma pessoa leu que é cobrada uma multa de 1,2% por dia de atraso sobre o valor da prestação, condicionada a atrasos não maiores que 30 dias. Em certo mês, essa pessoa pagou uma prestação com atraso, tendo de desembolsar R$ 233,20 em vez dos R$ 220,00 normalmente pagos nos meses em que não houve atraso no pagamento.

Por quantos dias ela atrasou a prestação nesse mês?

A 5
B 10
C 15
D 20
E 25
Texto associado
Robots, the next generation of soccer players

1 ____ If you think a robot will steal your job, you are not
alone. Soccer players should be worried too. The next
Messi probably won’t be of flesh and blood but plastic
and metal.
2 ____ The concept emerged during the conference
“Workshop on grand challenges in artificial
intelligence,” held in Tokyo in 1992, and independently,
in 1993, when Professor Alan Mackworth from
the University of Bristol in Canada described an
experiment with small soccer players in a scientific
article.
3 ____ Over 40 teams already participated in the first
RoboCup tournament in 1997, and the competition is
held every year. The RoboCup Federation wants to
play and win a game against a real-world cup humans’
team by 2050.
4 ____ The idea behind artificially intelligent players
is to investigate how robots perceive motion and
communicate with each other. Physical abilities like
walking, running, and kicking the ball while maintaining
balance are crucial to improving robots for other tasks
like rescue, home, industry, and education.
5 ____ Designing robots for sports requires much more
than experts in state-of-the-art technology. Humans
and machines do not share the same skills. Engineers
need to impose limitations on soccer robots to imitate
soccer players as much as possible and ensure
following the game’s rules.
6 ____ RoboCup Soccer Federation, the “FIFA” of robots,
which supports five leagues, imposes restrictions
on players’ design and rules of the game. Each has
its own robot design and game rules to give room
for different scientific goals. The number of players,
their size, the ball type, and the field dimensions are
different for each league.
7 ____ In the humanoid league the players are human-
like robots with human-like senses. However, they are
rather slow. Many of the skills needed to fully recreate
actual soccer player movements are still in the early
stages of research.
8 ____ The game becomes exciting for middle and small
size leagues. The models are much simpler; they
are just boxes with a cyclopean eye. Their design
focuses on team behavior: recognizing an opponent,
cooperating with team members, receiving and giving
a standard FIFA size ball.
9 ____ Today, soccer robots are entirely autonomous.
They wireless “talk” to each other, make decisions
regarding strategy in real-time, replace an “injured”
player, and shoot goals. The only person in a
RoboCup game is the referee. The team coaches
are engineers in charge of training the RoboCups’
artificial intelligence for fair play: the robots don’t
smash against each other or pull their shirts.
10 ____ The next RoboCup competition will soon be
played, virtually, with rules that will allow teams to
participate without establishing physical contact.

Available at: . Retrieved on: July 4th, 2021. Adapted.

In the sentence fragment of the fifth paragraph “ Designing robots for sports requires much more than experts in state-of-the-art technology”, the words in bold can be replaced, without any change in meaning, by the following words:

A drawing / scholars
B creating / amateurs
C planning / specialists
D finishing / professionals
E manufacturing / engineers
Texto associado
Robots, the next generation of soccer players

1 ____ If you think a robot will steal your job, you are not
alone. Soccer players should be worried too. The next
Messi probably won’t be of flesh and blood but plastic
and metal.
2 ____ The concept emerged during the conference
“Workshop on grand challenges in artificial
intelligence,” held in Tokyo in 1992, and independently,
in 1993, when Professor Alan Mackworth from
the University of Bristol in Canada described an
experiment with small soccer players in a scientific
article.
3 ____ Over 40 teams already participated in the first
RoboCup tournament in 1997, and the competition is
held every year. The RoboCup Federation wants to
play and win a game against a real-world cup humans’
team by 2050.
4 ____ The idea behind artificially intelligent players
is to investigate how robots perceive motion and
communicate with each other. Physical abilities like
walking, running, and kicking the ball while maintaining
balance are crucial to improving robots for other tasks
like rescue, home, industry, and education.
5 ____ Designing robots for sports requires much more
than experts in state-of-the-art technology. Humans
and machines do not share the same skills. Engineers
need to impose limitations on soccer robots to imitate
soccer players as much as possible and ensure
following the game’s rules.
6 ____ RoboCup Soccer Federation, the “FIFA” of robots,
which supports five leagues, imposes restrictions
on players’ design and rules of the game. Each has
its own robot design and game rules to give room
for different scientific goals. The number of players,
their size, the ball type, and the field dimensions are
different for each league.
7 ____ In the humanoid league the players are human-
like robots with human-like senses. However, they are
rather slow. Many of the skills needed to fully recreate
actual soccer player movements are still in the early
stages of research.
8 ____ The game becomes exciting for middle and small
size leagues. The models are much simpler; they
are just boxes with a cyclopean eye. Their design
focuses on team behavior: recognizing an opponent,
cooperating with team members, receiving and giving
a standard FIFA size ball.
9 ____ Today, soccer robots are entirely autonomous.
They wireless “talk” to each other, make decisions
regarding strategy in real-time, replace an “injured”
player, and shoot goals. The only person in a
RoboCup game is the referee. The team coaches
are engineers in charge of training the RoboCups’
artificial intelligence for fair play: the robots don’t
smash against each other or pull their shirts.
10 ____ The next RoboCup competition will soon be
played, virtually, with rules that will allow teams to
participate without establishing physical contact.

Available at: . Retrieved on: July 4th, 2021. Adapted.

According to the second paragraph, the concept of robotic soccer players emerged

A in 1997
B in the 1990s
C before the 1990s
D in the beginning of the 20 th century
E in the beginning of the 21 st century

Um garçom ganha um salário fixo por mês mais gorjetas diárias. Como regra, ele se propôs a cada dia do mês guardar um pouco do que ganha de gorjetas para fazer uma reserva financeira, que é depositada no banco ao fim do dia 30, exceto em fevereiro. No dia 1, ele guarda R$ 1,00; no dia 2, guarda R$ 2,00; no dia 3, R$ 3,00, e assim, sucessivamente, até que no dia 30, ele junta R$ 30,00 ao que vinha guardando e faz o depósito. Em um determinado mês de 30 dias, ele precisou gastar tudo que havia juntado até o fim do dia 15, mas quis repor esse gasto. Para isso, guardou do dia 16 até o dia 30 um valor fixo de x reais por dia, de modo que, no fim do mês, depositou a mesma quantia que vinha depositando todos os meses, exceto em fevereiro.

Qual é o valor de x?

A 20
B 23
C 25
D 27
E 31