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O Tribunal Regional Federal da 1ª Região está modernizando sua infraestrutura. Após vários estudos, a equipe de planejamento da solução identificou que a solução adotada deverá ser provisionada exclusivamente para o TRF1. Além disso, a gerência e operação serão feitas por uma combinação entre o TRF1 e a empresa dona da solução. Por fim, a solução deverá permanecer fisicamente fora das instalações do TRF1. Pode-se concluir que a equipe de planejamento fará uso do modelo de implantação chamado:

A private cloud;
B platform as a service (paas);
C community cloud;
D public cloud;
E hybrid cloud.

A empresa Y foi contratada para efetuar uma divisão por zonas DNS dentro do servidor DNS (Domain name system) do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Uma zona DNS é a parte específica de um namespace DNS que é hospedada em um servidor DNS. Essa zona contém registros de recursos, e o servidor DNS responde a consultas de registros nesse namespace. Como característica dessa zona, o servidor DNS armazenará os dados em um arquivo local. Essa zona pode ser usada na criação, edição ou exclusão de registros de recursos. O tipo de zona configurado pela empresa Y foi a zona:

A autoritária;
B primária;
C secundária;
D stub;
E de pesquisa inversa.

Um médico faz uso de um conjunto de aplicativos de atendimento em nuvem (portanto, não instalados em seu computador). Como ele atende em vários locais diferentes, precisa acessar esses sistemas através da Internet, usando o navegador de seu computador. Além de acessar os aplicativos, ele também guarda as receitas geradas pelo sistema e emitidas a seus pacientes para controle. Para garantir o funcionamento correto em seu trabalho, o médico contratou o modelo de serviço de nuvem:

A infraestrutura como serviço;
B plataforma como serviço;
C comunicação como serviço;
D software como serviço;
E desenvolvimento como serviço.

A equipe de desenvolvimento do Tribunal Regional Federal da 1ª Região está fazendo a configuração de um arquivo web.xml de um servidor Tomcat. O parâmetro modificationTestInterval foi definido para 10. Com base nessa nova configuração, a equipe de desenvolvimento definiu:

A que, se uma compilação JSP falhar, o parâmetro omodificationTestInterval deve ser ignorado por 10 segundos, e o próximo acesso acionará uma tentativa de recompilação;
B o número máximo de JSPs que serão carregados para um aplicativo da web. Se uma quantidade de JSPs maior que esse número for carregada, os JSPs usados menos recentemente serão descarregados;
C que a quantidade de tempo em segundos que um JSP pode ficar inativo antes de ser descarregado. Um valor zero ou menor indica que ele nunca descarregará;
D um JSP não seja verificado quanto a modificações durante o intervalo de tempo especificado (em segundos) desde a última vez em que o JSP foi verificado;
E o tempo em segundos entre verificações para ver se uma página JSP (e seus arquivos dependentes) precisa ser recompilada.

A equipe de TI de um órgão está operando, 24 horas por dia nos 7 dias da semana, com um storage obsoleto que tem apresentado várias falhas, causando indisponibilidade nos serviços oferecidos. Em um período de 10 dias, o equipamento falhou 3 vezes. A primeira falha demorou 2 horas para ser reparada, a segunda falha demorou 1 hora para ser reparada e terceira falha levou 3 horas para ser reparada. O MTBF (Mean Time Between Failures) e o MTTR (Mean Time to Repair) do storage no período de 10 dias são, respectivamente:

A 70 horas e 6 horas;
B 78 horas e 2 horas;
C 88 horas e 3 horas;
D 66 horas e 3 horas;
E 80 horas e 2 horas.

A utilização de redes SAN para trafegar dados em um ambiente corporativo permite segregar os dados trafegados na SAN e na rede ethernet utilizada. Uma desvantagem da rede SAN baseada em Fiber Channel é seu alto custo de investimento e manutenção, além da complexidade de administração. Para reduzir os custos, é possível realizar uma implementação sobre a rede ethernet, utilizando, para transportar blocos de dados, o protocolo:

A iSCSI;
B SMB;
C CIFS;
D NFS;
E Fibre Channel.

Joana, uma white hat (ou "hacker do bem"), identificou algumas vulnerabilidades de segurança na rede local do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Ela encaminhou um email detalhado com todas as informações referentes às brechas de segurança existentes. Joana recomendou no e-mail que o TRF1 tivesse um processo para detectar, impedir ou recuperar-se de um ataque à segurança. Caso a recomendação seja acatada, o mecanismo de segurança difuso a ser utilizado pelo Tribunal será o(a):

A assinatura digital;
B controle de acesso;
C trilha de auditoria de segurança;
D controle de roteamento;
E preenchimento de tráfego.

De acordo com a ISO/IEC 27001, a Alta Direção de um órgão tem como atribuição a análise crítica contínua do Sistema de Gestão da Segurança da Informação (SGSI) do órgão para garantir que os requisitos estabelecidos estejam alinhados e em conformidade com as suas necessidades, permitindo implementação de melhorias após as avaliações realizadas. Durante a análise crítica do SGSI, a Alta Direção deve considerar:

A mudança nas questões internas e externas que sejam relevantes para o SGSI;
B realização de auditorias internas, definindo os seus critérios e escopos;
C métodos para monitoramento, medição, análise e avaliação para assegurar resultados válidos;
D o planejamento, implementação e controle dos processos necessários para atender aos requisitos do SGSI;
E o armazenamento e preservação da informação documentada, incluindo a preservação da legibilidade.

O servidor web corporativo do órgão ABC sofreu um ataque DDOS ( Distributed Denial of Service ), no qual o atacante realizou consultas DNS oriundas de diversos computadores. Os pacotes enviados pelos computadores atacantes tiveram seus endereços IP de origem alterados, por meio da técnica de IP Spoofing , para o endereço IP do servidor web do órgão. As solicitações para o servidor DNS foram realizadas com argumentos “ANY”, resultando em respostas bem grandes, congestionando a rede e levando o servidor Web a negar seus serviços. O servidor web sofreu um ataque DDOS do tipo:

A flood TCP SYN;
B amplificação de DNS;
C inundação de DNS;
D HTTP flood;
E fragmentação de IP.

Após a implantação de um novo sistema de gerenciamento de projetos no TRF1, problemas de integração surgiram, afetando a capacidade dos usuários de acessar dados essenciais para os projetos. João, técnico que atua no suporte de TI no Tribunal, trabalhou incansavelmente junto a sua equipe para resolver esses problemas, garantindo que os serviços de TI fossem entregues em conformidade com as expectativas dos usuários e alinhados com as especificações acordadas. A atividade na cadeia de valor ITIL 4 que tem como objetivo garantir que os serviços sejam entregues e apoiados de acordo com as especificações acordadas e as expectativas das partes interessadas é a de:

A planejamento e gerenciamento de portfólio;
B gerenciamento de incidentes;
C entrega e suporte;
D gerenciamento de mudanças;
E monitoramento e melhoria contínua.