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O analista Maicon deve configurar um novo runner, chamado RunM, no GitLab CI/CD do TRF1. Os jobs executados no RunM devem ser capazes de interagir de forma plena com um dispositivo externo conectado fisicamente ao host do runner. O escalonamento do RunM pelo GitLab deve ser fixo, e não automático. Maicon deve escolher o executor de runner do GitLab que exige a menor quantidade de customização necessária para a execução de RunM. O executor de runner que Maicon deve escolher é:

A shell;
B docker;
C parallels;
D instance;
E virtualbox.

O TRF1 iniciou o planejamento da contratação para o desenvolvimento de uma nova solução tecnológica. A equipe de planejamento da contratação registrou, no estudo técnico preliminar, que a solução está aderente aos requisitos técnicos da plataforma digital do Poder Judiciário brasileiro (PDPJ-Br). Considerando a política pública para a governança e gestão do processo judicial eletrônico, a contratação da solução tecnológicas será proibida se:

A atender a peculiaridades regionais do Tribunal;
B causar redução dos custos com ações isoladas;
C causar dependência tecnológica do fornecedor;
D permitir o compartilhamento da solução na PDPJ-Br;
E permitir a coexistência com outras soluções da PDPJ-Br.

A plataforma digital do Poder Judiciário brasileiro (PDPJ-Br) é composta por um conjunto de aplicações e microsserviços que devem funcionar de forma harmônica. O TRF1 coordena um sistema processual público que pretende manter e aprimorar para se adequar à PDPJ-Br. Juntamente com os coordenadores dos projetos vigentes do sistema de tramitação processual eletrônica, o TRF1 deverá:

A promover ações que possibilitem a troca de informações com os demais sistemas e redução dos custos de tecnologia da informação;
B estabelecer planos de trabalho para descontinuar seus sistemas de tramitação processual eletrônica e adotar o sistema padronizado para uso na PDPJ-Br;
C adequar as regras de negócio que atendem às peculiaridades regionais contempladas pelo sistema do tribunal para substituí-lo pelo sistema padronizado da PDPJ-Br;
D hospedar o sistema do tribunal na PDPJ-Br na forma de um módulo ou microsserviço para uso exclusivo do tribunal e uso compartilhado dos recursos de nuvem da PDPJ-Br;
E evoluir o sistema de tramitação processual do tribunal para os requisitos e conceitos da PDPJ-Br, com custos rateados entre os integrantes da rede do Poder Judiciário nacional.