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57 questões encontradas

Uma empresa de ônibus deseja um algoritmo em pseudocódigo para contar quantas viagens tiveram mais de 50 passageiros, lendo sucessivos registros de uma mesma linha até que seja digitado 0 no campo passageiros , valor que indica o fim da entrada de dados e não deve ser considerado como viagem. A descrição de algoritmo que atende a esse requisito é a que inicializa contador em

A zero, lê passageiros , enquanto passageiros  = 0 testa > 50 , incrementa contador quando verdadeiro e lê novamente passageiros , ao final exibe contador .
B zero, lê passageiros , enquanto passageiros = 0 testa > 50, incrementa contador e lê novamente passageiros , ao final exibe contador .
C um, lê passageiros , enquanto passageiros  = 0 soma todos os passageiros ao contador e no fim divide por 50.
D zero, lê passageiros , executa o laço exatamente 50 vezes, incrementando contador em cada iteração e depois exibe contador .
E zero, lê passageiros , enquanto passageiros  = 0 testa < 50, incrementa contador quando verdadeiro e lê novamente passageiros , ao final exibe contador .
Órgão: Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte de São Paulo Cargo: Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação - 2026

A equipe de uma agência reguladora, responsável pelo controle do sistema de transporte urbano, utiliza servidores Linux Ubuntu 22.04, instalados e funcionando em condições ideais, para monitorar a rede de sinalização eletrônica.

Um especialista do setor precisa executar duas tarefas:

I. Visualizar, em tempo real, as últimas 100 linhas do arquivo de log do sistema de sinalização, localizado em /var/log/sinalizacao.log
II. Identificar o endereço IP configurado na interface de rede que é utilizada para comunicação com os painéis de informação nas estações.

Com as devidas permissões, devem ser utilizados, respectivamente, os comandos:

A dmesg -w e ifconfig -a | grep inet6
B watch cat /var/log/sinalizacao.log e netstat -rn
C cat /var/log/sinalizacao.log | head -100 e route show
D tail -f -n 100 /var/log/sinalizacao.log e ip addr show
E less +100 /var/log/sinalizacao.log e hostname show
Órgão: Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte de São Paulo Cargo: Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação - 2026

Uma companhia municipal de transporte adotou um modelo de bilhetagem eletrônica baseado em SaaS, acessado por validadores nos ônibus, totens em estações e aplicativo móvel do passageiro. A diretoria de segurança quer avançar na jornada de Zero Trust , com dois objetivos imediatos:

I. descobrir e controlar o uso de serviços em nuvem não autorizados por equipes operacionais, reduzindo o risco de vazamento de dados de passageiros.
II. centralizar e correlacionar eventos de segurança oriundos de identidade, rede, endpoints e aplicações em nuvem para apoiar detecção e resposta a incidentes.

Nesse cenário, a combinação de tecnologias e uso recomendado que atende de forma mais aderente a esses objetivos é:

A Implantar um CASB operando em modo API conectado aos poucos serviços SaaS oficialmente homologados, utilizando-o para gerar relatórios mensais de conformidade, evitando assim o custo da integração com SIEM e inspeção de tráfego em tempo real.
B Expandir o SIEM existente com foco na coleta de logs de firewalls perimetrais e controladores de domínio on-premises, mantendo o acesso direto dos usuários aos serviços SaaS, sem CASB, mas aumentando a retenção de logs para auditoria.
C Posicionar uma plataforma SOAR diretamente no caminho do tráfego entre usuários e nuvem, de forma a inspecionar sessões TLS e bloquear uploads suspeitos em tempo real, utilizando o SIEM focado em armazenar logs históricos.
D Implantar um CASB em modo inline e por API para descobrir e controlar o uso de aplicativos em nuvem, aplicar políticas de DLP e acesso às aplicações SaaS de bilhetagem e colaboração, e integrar todos os logs e alertas do CASE, do IdP, de firewalls e de endpoints em um SIEM corporativo, que fará correlação centralizada de eventos.
E Utilizar túneis VPN entre os ônibus e garagens e o data center, concentrando o tráfego em um firewall de perímetro de próxima geração que fará inspeção profunda, evitando assim o custo da aquisição de CASB ou SIEM, com regras detalhadas de portas, endereços IP e retenção prolongada de logs .
Órgão: Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte de São Paulo Cargo: Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação - 2026

Uma empresa concessionária de transporte público utiliza um sistema orientado a objetos para calcular as tarifas cobradas em suas viagens de ônibus e metrô. Existem hoje quatro tipos de tarifa: Comum, Estudante, Idoso e Integração (metrô + ônibus). A área de negócios exige que seja possivel acrescentar novos tipos de tarifa sem modificar o código já existente e testado, apenas adicionando novas classes. O cálculo da tarifa deve ser escolhido em tempo de execução de acordo com o tipo de cartão do passageiro. Nesse cenário, a forma mais adequada ao uso de polimorfismo para esse requisito é:

A Implementar um método decimal calcularTarifa() na classe Viagem , que recebe uma tabela (mapa/dicionário) de descontos configurável em tempo de execução. O método verifica flags booleanas em Passageiro (isEstudante, isldoso, isIntegracao) e aplica descontos conforme essas flags , sem criar novas classes para os tipos de tarifa.
B Criar um enum TipoTarifa (Comum, Estudante, Idoso, Integracao) e um método decimal calcularTarifa TipoTarifa tipo) na classe Viagem , que usa um grande switch sobre tipo para decidir o valor. E, quando surge um novo tipo de tarifa, é necessário alterar o switch e recompilar o sistema.
C Definir uma classe abstrata Tarifa com o método virtual decimal calcular (Viagem viagem), que contém toda a lógica de cálculo usando condicionais baseadas em propriedades de Viagem (tipo de cartão, horário de pico etc). As classes TarifaComum, TarifaEstudante e outras herdam de Tarifa , mas não sobrescrevem o método; apenas definem constantes de desconto utilizadas pelas condicionais da classe base. Para criar um tipo de tarifa, basta adicionar uma nova classe que implementa Tarifa .
D Implementar um método estático decimal CalcularTarifa (Viagem viagem) na classe utilitária TarifaHelper , que recebe uma string representando o tipo de cartão e usa uma cadeia de if/else para decidir o valor. A classe Viagem apenas delega para esse método passando a string .
E Definir uma interface Tarifa com o método decimal calcular(Viagem viagem). As classes TarifaComum, TarifaEstudante, TarifaIdoso e TarifaIntegracao implementam essa interface, cada uma com sua própria regra de cálculo. A classe Viagem recebe um objeto Tarifa (por injeção de dependência) e chama tarifa. calcular(this) sem conhecer o tipo concreto. Para criar um novo tipo de tarifa, basta adicionar uma nova classe que implementa Tarifa .
Órgão: Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte de São Paulo Cargo: Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação - 2026
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de número 1 a 5, baseie-se no texto a seguir.

O mar, a terra, o homem

O mar não é apenas adversário do homem que o desconhece, mas é também inimigo de suas próprias crias. Como uma tigresa selvagem que abalada na selva esmaga os próprios filhotes, assim também o mar atira contra os rochedos até mesmo as baleias mais poderosas. Nem misericórdia, nem força nenhuma senão a do próprio mar governa.
Considere a sutileza do mar; como as suas criaturas mais temidas deslizam sob as águas, invisíveis na maior parte, traiçoeiramente ocultas sob os matizes mais encantadores do azul. Considere também o brilho e a beleza diabólica de suas hordas sem piedade, como a forma delicadamente adorada de muitas espécies de tubarão. Considere, uma vez mais, também o canibalismo universal do mar, cujas criaturas se devoram umas às outras, continuando a guerra eterna desde o início do mundo.
Considere tudo isso; e então se volte para esta terra tão verde, suave e dócil; ambos considere, o mar e a terra; e você não acha que existe uma analogia estranha com algo dentro de você? Pois, tal como o oceano aterrador cerca a terra verdejante, também há na alma do homem um terreno insular, cheio de paz e alegria, mas rodeado por todos os horrores da metade desconhecida da vida, aquela sobre a qual não temos nenhum controle. Que você não se afaste dessa ilha, pois poderá não mais voltar.

(Adaptado de: MELVILLE, Herman. Moby Dick. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 299)

Na analogia estranha que o texto propõe, entende-se que

A a terra e o mar, quando desenvolvem a fúria que lhes é própria, lembram a ferocidade das turbulências humanas.
B o mar e a terra são igualmente atraentes para o homem que se aventura e triunfa nos espaços desses elementos.
C o homem, assim como o mar e a terra, conserva seus mais afáveis encantos nas regiões que se ocultam ao olhar de fora.
D as ameaças do mar, que cercam a bela terra insulada, lembram os perigos que rondam a interioridade anímica do homem.
E o homem serve-se da terra verdejante e das potências do mar sem se acautelar contra os perigos que ambos representam.
Órgão: Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte de São Paulo Cargo: Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação - 2026

No contexto da teoria econômica, um bem público puro é aquele que

A só pode ser consumido por indivíduos que contribuem financeiramente para sua produção.
B pode ser consumido por várias pessoas simultaneamente, mas seu consumo por um indivíduo reduz a quantidade disponível para os demais.
C é produzido exclusivamente pelo Estado, não podendo ser ofertado pelo setor privado.
D é não rival no consumo e não excludente, dificultando a cobrança individual dos usuários.
E é rival no consumo e excludente, como bens vendidos em mercados competitivos.
Órgão: Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte de São Paulo Cargo: Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação - 2026
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 6 a 9, baseie-se no texto a seguir.

Amigo de verdade
A madrugada ia alta na redação da revista quando o meu colega Jairo, sentado à minha frente, interrompeu a crítica de teatro de que estava se incumbindo, levantou os olhos e me propôs uma grave questão:
— Sabe qual é o maior problema do artista brasileiro?
Preparei-me para ouvir mais uma de suas sábias reflexões sobre as vicissitudes do género humano, mais uma de suas tiradas que costumava proferir a horas mortas, como súmulas conclusivas. Não me decepcionei;
- É não ter um amigo que diga a ele: fulano, não faça isso...
Todos os que estimam o valor inalienável da franqueza incondicional concordarão com ele. Mas, acrescento eu, que a recomendação não precisa se limitar ao caso do artista brasileiro.

(Adaptado de: WERNECK, Humberto. Esse inferno vai acabar. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2011, p. 159)

A frase interrompeu a crítica de teatro de que estava se incumbindo permanecerá gramaticalmente correta caso se substitua o elemento nela sublinhado por

A aonde se dispunha a redigi-la
B da qual se propusera de cuidar
C em cuja forma estava lidando
D pela qual se esmerava em analisar
E com cuja redação se ocupava
Órgão: Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte de São Paulo Cargo: Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação - 2026

Considere a relação entre um Ministério setorial e uma agência reguladora independente. O Ministério define objetivos gerais de política pública e metas para o setor, ao passo que a agência, com maior capacidade técnica, decide detalhes de normas, fiscalizações e penalidades. Sob a ótica da teoria do agente-principal,

A a relação entre órgãos públicos não pode ser conceitualmente enquadrada, pois é necessário o envolvimento de empresa privada.
B o Ministério é o agente, e a agência reguladora é o principal.
C ambos são agentes, pois não existe principal em relações regulatórias.
D o Ministério é o principal, e a agência reguladora atua como agente, devendo prestar contas e ser monitorada.
E a agência é o principal, pois detém o conhecimento técnico superior.
Órgão: Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte de São Paulo Cargo: Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação - 2026

Uma agência reguladora de transporte está implementando um pipeline CI/CD para seu sistema de análise de infrações de trânsito que processa milhares de registros diários. O time técnico precisa configurar a execução de testes automatizados em diferentes estágios do pipeline , garantindo que testes unitários sejam executados rapidamente a cada commit , enquanto testes de integração com banco de dados e APIs externas sejam executados apenas antes do deploy em homologação. Considerando as melhores práticas de CI/CD e otimização de pipelines , a configuração que atende adequadamente esses requisitos em termos de estratégia de execução e organização dos estágios é:

A Criar no Jenkins um pipeline script com etapas sequenciais que utilize expressões condicionais baseadas em parâmetros de build para determinar quais conjuntos de testes devem ser executados, incorporando try-catch blocks para capturar falhas e permitir continuidade seletiva do pipeline através de input manual do administrador.
B Configurar o GitHub Actions com um único workflow contendo job paralelo que execute simultaneamente todos os tipos de testes (unitários, integração e end-to-end ) a cada push na branch , utilizando matriz de estratégias para diferentes ambientes e estabelecendo dependências condicionais entre os steps através de expressões de contexto.
C Estruturar o pipeline do GitLab Cl com múltiplos estágios sequenciais, onde o estágio de build executa testes unitários em todas as branches , e os estágios subsequentes de teste de integração e deploy são acionados condicionalmente apenas para branches especificas através de regras ( rules ) com validação de referências e variáveis de ambiente.
D Implementar no Jenkins um pipeline declarativo com stages paralelos que executem todos os testes simultaneamente independente da branch , utilizando diretivas when com expressões Groovy para condicionar a publicação de artefatos e configurando post actions para garantir execução completa mesmo com falhas em estágios anteriores.
E Definir múltiplos workflows separados no GitHub Actions acionados por eventos distintos ( push, pull_request, schedule ), onde cada workflow executa um tipo específico de teste e utiliza artifacts para compartilhar resultados entre workflows , estabelecendo dependências através de workflow_run triggers encadeados.
Órgão: Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte de São Paulo Cargo: Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação - 2026

Uma agência reguladora de transporte intermunicipal precisa implementar um sistema de notificação que alerte diferentes órgãos fiscalizadores (Polícia Rodoviária, ANTT, Secretarias Municipais) sempre que uma infração grave for registrada. Cada órgão possui seu próprio formato de recebimento de notificações e pode ser adicionado ou removido dinamicamente do sistema conforme convênios estabelecidos. O especialista precisa escolher o padrão de projeto mais adequado para implementar esse mecanismo de notificação. Considerando as caracteristicas do problema apresentado, o padrão que melhor se aplica é:

A Adapter , que converte a interface do sistema de infrações para formatos específicos exigidos por cada órgão fiscalizador, permitindo que componentes incompatíveis colaborem através de camada intermediária de adaptação, facilitando integração com sistemas legados mediante tradução transparente de estruturas de dados heterogêneas.
B Observer , que estabelece relação um-para-muitos entre o objeto emissor de infrações e os órgãos observadores, permitindo que múltiplos fiscalizadores sejam notificados automaticamente quando houver mudança de estado no registro de infrações, mantendo baixo acoplamento entre notificador e destinatários através de interface comum de atualização.
C Strategy , que encapsula diferentes algoritmos de notificação em classes separadas para cada órgão fiscalizador, possibilitando alternar dinamicamente entre estratégias de envio conforme características específicas de cada destinatário, mantendo flexibilidade na escolha do comportamento de notificação através de interface comum de execução.
D Factory Method, que define interface para criação de objetos de notificação, delegando às subclasses concretas a decisão sobre qual tipo de notificação instanciar para cada órgão, promovendo extensibilidade ao adicionar novos fiscalizadores através de implementação de novas fábricas especializadas na geração de alertas personalizados.
E Singleton , que garante a existência de instância única do gerenciador de notificações durante execução do sistema, centralizando controle de envio para todos os órgãos fiscalizadores através de ponto global de acesso, assegurando consistência na distribuição de alertas mediante coordenação centralizada das comunicações regulatórias.
Órgão: Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte de São Paulo Cargo: Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte I - Área Tecnologia da Informação - 2026