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A origem da filosofia remonta à Grécia Antiga. De maneira mais precisa, o momento de surgimento do conhecimento filosófico encontra-se na transição entre dois períodos que, tradicionalmente, constam da classificação historiográfica grega. Esses períodos são:

A Período Arcaico e Período Helenístico.
B Período Clássico e Período Helenístico.
C Período Arcaico e Período Homérico.
D Período Homérico e Período Clássico.
E Período Arcaico e Período Clássico.

Não é possível desconsiderar, na passagem de uma consciência mítica a um pensamento racional, a importância de elementos religiosos na reflexão dos primeiros filósofos. De acordo com Gerd A. Bornheim

( 2000 ), “[...] o surto da filosofia só pode ser compreendido através de certas características muito peculiares à religião grega”. Nesse sentido, uma característica fundamental à religiosidade grega seria a de que:

A Os gregos não compreendem os deuses como pertencentes a um mundo natural, o que inspira os pré-socráticos a realizarem, em termos platônicos, uma segunda navegação .
B Os gregos não compreendem os deuses como pertencentes a um mundo sobrenatural, de modo que a religião grega busca seus fundamentos na própria ordem natural.
C Os poemas de Hesíodo e Homero formam o caráter religioso da sociedade grega antiga, de modo que a filosofia surge, primeiramente, como um esforço poético transcendente.
D Não é possível dissociar a religião da filosofia até o período da Filosofia Moderna, uma vez que, com o fim do período pagão e a ascensão do cristianismo, a filosofia permaneceu influenciada por temas religiosos até o fim da Idade Média europeia.
E Na filosofia de Parmênides, a presença de uma deusa que promete a revelação da verdade é exemplo de que a consciência mítica, ainda presente no pensamento dos pré-socráticos, torna esses pensadores pré-filosóficos.

Os socráticos menores são definidos assim por oposição à Platão, indiscutivelmente o maior e mais brilhante discípulo de Sócrates. Foram três as mais importantes escolas socráticas menores, quais sejam:

A Megárica, cínica e estoica.
B Cínica, epicurista e megárica.
C Estoica, epicurista e cirenaica.
D Cirenaica, cínica e megárica.
E Epicurista, estoica e cirenaica.

René Descartes reserva a Deus uma importante função em suas Meditações . Para o pensador francês:

A Deus é o criador de todas as coisas, portanto, é o primeiro ente a ser conhecido para que todas as demais causas sejam conhecidas.
B A existência de Deus não pode ser atestada tendo como ponto de partida a consciência humana.
C Deus é o ser primeiro na ordem do ser, mas não o primeiro na ordem do conhecer, pois a primeira demonstração do ser é a coisa que pensa, isto é, a res cogitans .
D Seguindo o pensamento de São Tomás de Aquino, Descartes entende que Deus é o primeiro motor imóvel.
E Deus somente pode ser conhecido por meio de uma revelação que transcende a própria racionalidade.

Retomando pensadores medievais, René Descartes lança mão de um argumento para provar a existência de Deus na quinta de suas Meditações . O argumento e o primeiro filósofo a forjá-lo são, respectivamente:

A O argumento ontológico – Santo Anselmo.
B O argumento de que Deus é o primeiro motor imóvel – São Tomás de Aquino.
C O argumento da causalidade – Boécio.
D O argumento da impossibilidade de um Deus mau ( malin génie ) – São Boaventura.
E O argumento ontológico – Santo Agostinho.

“Apenas no século XVII o método das ciências experimentais, iniciado por Galileu Galilei, possibilitou a ruptura entre a filosofia e a ciência. Lentamente constituíram-se as chamadas ‘ciências particulares’ (física, astronomia, química, biologia) e, há menos tempo, as ‘ciências humanas’ (psicologia, sociologia, economia), entre outras”. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando . São Paulo: Moderna, 2016, p. 14. Levando em consideração o trecho apresentado, qual das opções abaixo NÃO é característica do pensamento moderno?

A Antropocentrismo.
B Racionalismo.
C Saber ativo.
D Física qualitativa.
E Heliocentrismo.

“O gosto é a faculdade de julgar um objeto ou um modo de representação por uma satisfação ou insatisfação inteiramente independentes do interesse. O objeto dessa satisfação chama-se belo”. O trecho acima sintetiza o conceito de beleza para um grande autor da história da filosofia. O filósofo responsável por essas linhas é:

A Alexander Baumgarten.
B Immanuel Kant.
C G. W. F. Hegel.
D Friedrich Nietzsche.
E Martin Heidegger.

Entre os textos políticos de Immanuel Kant, merece destaque a obra À paz perpétua . Na obra, o autor apresenta uma proposta jurídico-política para que a paz entre os povos seja alcançada. Esta proposta é:

A A organização das nações em blocos regionais, de modo a equilibrar a balança de poder internacional.
B A implementação de uma cultura de paz na formação das elites políticas nacionais.
C A implementação imediata de um “Estado dos Estados” e a queima dos arsenais nacionais.
D A organização dos povos em uma federação de Estados.
E A afirmação do princípio si vis pacem, para bellum , uma vez que o autor acredita que, havendo uma nação mais poderosa, todas as demais respeitarão o regramento por ela imposto.

O conceito de capital é complexo, mas a compreensão marxiana do termo pode partir de uma definição bastante simples. Nesse sentido, Karl Marx e Friedrich Engels, no Manifesto comunista , afirmam que o capital é:

A Um poder social.
B Um poder pessoal.
C Uma consequência do multiplicador monetário.
D Uma consequência da lei da oferta e da procura.
E Aquilo que o comunismo deve extinguir.