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Atenção : Para responder às questões de números 46 a 55 considere o Regulamento do ICMS do Estado do Mato Grosso (RICMS/MT) aprovado pelo Decreto (MT) nº 2.212/2014.

O RICMS/MT prevê que, para efeito de aplicação da legislação do ICMS, em relação à prestação de serviço de transporte, considera-se

A emitente o prestador de serviço contábil que emite o documento fiscal relativo à prestação do serviço de transporte para o transportador.
B obrigatório identificar cada volume transportado, com as seguintes informações: remetente, destinatário, conteúdo, número do conhecimento de transporte e nome da seguradora.
C tomador do serviço a pessoa que, contratualmente, é a responsável pelo pagamento do serviço de transporte, podendo ser o remetente, o destinatário ou um terceiro interveniente.
D subcontratação de serviço de transporte o contrato entre transportador pessoa jurídica e transportador autônomo, em que um prestador de serviço de transporte contrata outro prestador de serviço de transporte, para efetuar a prestação de serviço em área urbana do trajeto, sujeita ao imposto municipal.
E permitido o uso de carta de correção para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas, em virtude de erro devidamente comprovado, e desde que não descaracterize a prestação, mas apenas altere o valor do imposto a pagar.

Em uma Secretaria da Fazenda, a fiscalização eletrônica utiliza dados da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e da Escrituração Fiscal Digital (EFD ICMS/IPI) para cruzamentos automatizados, identificação de inconsistências e apoio à auditoria tributária. Esses documentos possuem estruturas padronizadas que organizam informações cadastrais, fiscais e operacionais em campos e registros específicos. Para tanto, a equipe técnica responsável por essa implementação deve considerar que:

A A estrutura da NF-e não prevê separação entre dados do emitente e do destinatário, pois essas informações são inferidas a partir do certificado digital, na EFD ICMS/IPI, os blocos são organizados por período fiscal, sem distinção entre registros cadastrais, documentos fiscais e apuração de tributos.
B Tanto a NF-e quanto a EFD ICMS/IPI utilizam estruturas livres de padronização rígida de campos e registros, permitindo que cada unidade federativa defina seus próprios grupos XML e blocos de escrituração conforme necessidades locais de fiscalização.
C No XML da NF-e, informações essenciais para a fiscalização, como identificação da operação , emitente , destinatário , produtos , tributos e totais , estão organizadas em grupos como ide , emit , dest , det e total ; já na EFD ICMS/IPI, dados fiscais relevantes são estruturados em blocos, como Bloco C (documentos fiscais de mercadorias), Bloco E (apuração do ICMS) e Bloco 0 (cadastro e abertura do arquivo), permitindo validações e cruzamentos eletrônicos.
D A NF-s concentra os dados fiscais principais no grupo infAdic , enquanto os dados cadastrais do contribuinte são armazenados fora do XML principal; na EFD ICMS/IPI, os registros de apuração do imposto estão restritos ao Bloco C, sendo os demais blocos utilizados para informações acessórias sem impacto fiscal.
E No XML da NF-e, os tributos incidentes sobre as operações são informados no grupo total , sem detalhamento por item; na EFD ICMS/IPI, os dados de documentos fiscais são consolidados diretamente no Bloco E, dispensando a escrituração detalhada de notas fiscais nos registros do Bloco C.

Uma SEFAZ carrega dados fiscais brutos em um data lake para retenção e só realiza transformações sob demanda no ambiente analítico. Nesse caso, o padrão de engenharia de dados adequado é

A ELT, pois a carga ocorre primeiro e a transformação é posterior conforme necessidade.
B ETL, pois o data lake é necessariamente um destino final e não permite transformação posterior.
C ETL, pois a transformação precisa ocorrar antes de qualquer persistência.
D Streaming ETL, pois retenção histórica implica processamento em tempo real.
E ETL paralelo, pois o data lake substitui a etapa de transformação por particionamento.
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Atenção : Para responder às questões de números 76 a 78, baseie-se no texto seguinte.

Challenges in Auditing: Overcoming Barriers to Financial Accuracy and Compliance
By accountancy / December 7, 2024

Auditing is essential for ensuring financial integrity, regulatory compliance, and fraud detection in organizations. However, the audit process faces numerous challenges that can hinder its effectiveness, including evolving regulations, financial complexities, technological disruptions, and fraud risks. These challenges impact the accuracy, efficiency, and reliability of audit outcomes. This article explores some challenges in auditing and how organizations and auditors can address them.
As global economies grow more interconnected and digitalized, auditors are operating in an increasingly complex environment. According to the International Federation of Accountants (IFAC), the top challenges facing modern auditors include adapting to evolving financial technologies, maintaining independence amid client pressures, and addressing regulatory diversity across jurisdictions. Understanding these barriers is crucial for enhancing audit quality and sustaining investor confidence.
1 . Evolving Accounting Standards and Regulations
Audit teams often face difficulties keeping pace with ongoing updates from regulatory bodies like the International Accounting Standards Board (FASB) and the Financial Accounting Standards Board (FASB). These revisions, while aimed at improving transparency, require significant retraining, policy adjustments, and system reconfiguration within firms. Noncompliance can result in audit deficiencies or sanctions from oversight bodies such as the Public Company Accounting Oversight Board (PCAOEB).
2 . Compliance with Multiple Jurisdictions
Multinational corporations present complex challenges due to varying legal Frameworks, tax systems, and currency translations. Auditors must coordinate across borders. often collaborating with local affiliates to ensure consistent audit quality under different reporting systems.
3 . Regulatory Investigations and Legal Risks
- Failure to detect fraud or misstatements can lead to legal actions against auditors.
- Auditors may face reputational damage if their reports are later found inaccurate.
- Example : An audit firm facing legal action for failing to uncover fraudulent revenue reporting.
Recent corporate scandals — such as the collapses of Enron, Wirecard, and Carillion — have heightened scrutiny on auditors. Regulatory agencies now demand greater accountability, transparency, and documentation. This has increased professional liability and insurance costs for audit firms.
4 . Fraud Risks and Ethical Challenges
- Companies may manipulate financial reports to inflate profits or hide losses.
- Auditors must apply forensic techniques to detect fraud effectively.
- Example : An organization overstating revenue to attract investors.
Fraudulent reporting remains a persistent global issue. According to the Association of Certified Fraud Examiners (ACFE), organizations lose an estimated 5% of annual revenue to fraud. This underscores the importance of professional skepticism and data-driven audit analytics in uncovering deceptive practices.
5 . Auditor Independence and Conflict of Interest
- Auditors may face pressure from management to overlook financial irregularities.
- Close relationships with clients can compromise audit independence.
- Example : An auditor receiving incentives to provide an unqualified audit opinion despite financial misstatements. Maintaining independence is a cornerstone of audit ethics. The IFAC Code of Ethics emphasizes that even perceived conflicts of interest can erode trust. Audit rotation policies and separation of consulting services from audit work are key measures to preserve integrity.

(Disponivel em: https:Mauditingaccounting.comichallanges-in-auditing-overcoming-barriers-to-financial-aceuracy-and-compliance. Adaptado)

Segundo o texto, o sucesso de uma auditoria depende

A do conhecimento atualizado do auditor em relação às novas tecnologias de inteligência artificial.
B da capacidade do auditor de conhecer os padrões regulatórios das várias jurisdições em que a empresa atua.
C de o auditor ter certificações profissionais e uma formação acadêmica adequada.
D da forma como o auditor comunica não conformidades contábeis da empresa e de como sugere soluções ao seu cliente.
E de o auditor ser capaz de avaliar, de forma detalhada, todas as atividades e processos da empresa que geraram fraudes.
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Atenção : Para responder às questões de números 46 a 55 considere o Regulamento do ICMS do Estado do Mato Grosso (RICMS/MT) aprovado pelo Decreto (MT) nº 2.212/2014.

O RICMS/MT dispõe sobre o Regime Especial de Fiscalização de Pagamento do Imposto e sobre Medida Administrativa Cautelar.

Neste contexto, quando o contribuinte, reiteradamente, deixar de cumprir suas obrigações fiscais, a Administração Tributária poderá impor-lhe um regime que assegure o cumprimento desses deveres.

A medida cautelar administrativa aplicada, provisoriamente, a estabelecimento especificado no sistema eletrônico de registro e controle cadastrais da Secretaria de Estado de Fazenda, durante a sua vigência, implicará, inclusive,

A o enquadramento do contribuinte como devedor contumaz, sendo aplicados todos os efeitos decorrentes do referido enquadramento aos estabelecimentos localizados no Estado.
B a inclusão em medida cautelar administrativa de todos os estabelecimentos interligados, coligados ou controlados pelo sujeito passivo, sócios, gerentes ou diretores.
C a obrigatoriedade de recolher e anexar GNRE On-Line a cada Nota Fiscal eletrônica que emitir, ou que constar como destinatário, para permitir o trânsito da mercadoria ou a prestação do serviço, e para comprovar o recolhimento do valor do ICMS devido, inclusive o devido a título de substituição tributária ou DIFAL, a cada operação interestadual ou interna.
D a exigência de depósito administrativo, penhora de imóvel ou apresentação de fiança bancária, quantificada com base no valor médio dos débitos dos últimos 12 meses, para o período mínimo de 24 meses, para garantir o fiel cumprimento das obrigações tributárias.
E a suspensão, por 24 meses, dos credenciamentos, reduções e benefícios fiscais, relativos aos tributos estaduais, de caráter geral ou especial, aplicáveis aos estabelecimentos do contribuinte, às empresas de seu sócio ou titular, suas interligadas, controladas, controladoras e quadro diretivo, exceto as imunidades constitucionais.

Durante uma auditoria preventiva nos logs do sistema de arrecadação da Secretaria da Fazenda, a equipe de TI detecta que uma conta de serviço, utilizada para integração com bancos, estã realizando tentativas de acesso a tabelas de sigilo fiscal que não pertencem ao seu escopo. O Fiscal suspeita de um código malicioso explorando uma configuração de permissões excessivas. Para mitigar o risco de exfillração de dados e reestabelecer a governança de segurança, a ação prática mais adequada, baseada em gestão de riscos, é

A implementar imediatamente um processo de classificação de toda a base de dados como “sigilosa” para eliminar a ameaça detectada, porque as vulnerabilidades de sistema são corrigidas automaticamente por essa mudança de rótulo e, então, o risco residual será aceitável após o reinício dos serviços.
B substituir a política de controle de acesso discricionário por uma autenticação multifator para a conta de serviço, focando no bloqueio de ameaças externas, uma vez que vulnerabilidades internas de permissão de acesso não geram impacto financeiro ou legal significativo para o fisco.
C priorizar a atualização das políticas formais de segurança para incluir novas punições disciplinares, partindo do princípio de que ameaças internas são neutralizadas por normas administrativas, e manter os perfis de acesso atuais até que a classificação das informações seja revisada pela diretoria.
D realizar o mapeamento do agente causador da atividade atípica e identificar a falha de configuração ou falta de controle que permitiu o desvio; em seguida, aplicar o princípio do privilégio mínimo para reduzir o risco, ajustando os controles de acesso com base na criticidade da informação atacada.
E isolar o servidor afetado para tratar a vulnerabilidade técnica de hardware , pois o risco é inerente aos sistemas legados e a classificação da informação não deve ser usada para restringir integrações automatizadas entre sistemas fiscais e bancários.

André e Berenice, domiciliados há décadas em Cuiabá/MT, casados pelo regime da comunhão parcial de bens em 2010, divorciaram-se em julho de 2025. O patrimônio total deles, por ocasião da formalização do divórcio, era de R$ 5.280.000,00 e estava composto dos seguintes itens:

I. Bens comuns do casal: R$ 3.840.000,00.
II. Herança recebida por André, em março de 2022: R$ 360.000,00.
III. Bens de André, adquiridos antes de seu casamento com Berenice: R$ 480.000,00.
IV. Bens de Berenice, adquiridos antes de seu casamento com André: R$ 600.000,00.

Com base nessas informações, no disposto na Lei estadual mato-grossense nº 7.850, de 18 de dezembro de 2002, e considerando que o valor da UPF-MT era de R$ 251,48, na data do divórcio, caso André receba bens no valor de R$ 2.680.000,00 e Berenice receba bens no valor de R$ 2.600.000,00, haverá excesso de meação a favor de

A Berenice, e também haverá imposto a ser pago, em razão da inocorrência de isenção.
B André, no montante de R$ 40.000,00, e também haverá imposto a ser pago, em razão da inocorrência de isenção.
C Berenice, mas não haverá imposto a ser pago, em razão da ocorrência de isenção.
D André, e também haverá imposto a ser pago, em razão da inocorrência de isenção.
E André, mas não haverá imposto a ser pago, em razão da ocorrência de não incidência.

Um Fiscal de uma Secretaria da Fazenda está desenvolvendo um modelo para prever o ICMS esperado de empresas do setor varejista. Ele analisa variáveis como faturamento bruto, número de funcionários e volume de notas emitidas. Para garantir que O modelo seja robusto e resista a questionamentos técnicos, ele deve

A utilizar a correlação para medir a força da associação entre as variáveis e aplicar a regressão para modelar como o ICMS reage a variações no faturamento e outras variáveis, respeitando pressupostos como a análise de resíduos e a ausência de multicolinearidade.
B confiar que sistemas de Inteligência Artificial eliminam a necessidade de validação estatística, uma vez que a regressão múltipla automatizada gera coeficientes que ignoram a distribuição original dos dados e a relação entre as variáveis de entrada.
C utilizar o coeficiente de correlação para provar a causalidade direta, ou seja, demonstrar que o aumento no número de funcionários causa o aumento do ICMS, o que permite dispensar modelos de regressão complexos na malha fiscal.
D evitar o uso de regressão linear simples quando houver alta correlação entre variáveis independentes, pois esse fenômeno, chamado multicolinearidade, é restrito à regressão simples e impede a identificação de comportamentos atípicos.
E aplicar a regressão linear múltipla apenas se todas as variáveis explicativas tiverem correlação forte e positiva entre si, garantindo que o modelo de detecção de inconsistências não apresente margem de erro.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 76 a 78, baseie-se no texto seguinte.

Challenges in Auditing: Overcoming Barriers to Financial Accuracy and Compliance
By accountancy / December 7, 2024

Auditing is essential for ensuring financial integrity, regulatory compliance, and fraud detection in organizations. However, the audit process faces numerous challenges that can hinder its effectiveness, including evolving regulations, financial complexities, technological disruptions, and fraud risks. These challenges impact the accuracy, efficiency, and reliability of audit outcomes. This article explores some challenges in auditing and how organizations and auditors can address them.
As global economies grow more interconnected and digitalized, auditors are operating in an increasingly complex environment. According to the International Federation of Accountants (IFAC), the top challenges facing modern auditors include adapting to evolving financial technologies, maintaining independence amid client pressures, and addressing regulatory diversity across jurisdictions. Understanding these barriers is crucial for enhancing audit quality and sustaining investor confidence.
1 . Evolving Accounting Standards and Regulations
Audit teams often face difficulties keeping pace with ongoing updates from regulatory bodies like the International Accounting Standards Board (FASB) and the Financial Accounting Standards Board (FASB). These revisions, while aimed at improving transparency, require significant retraining, policy adjustments, and system reconfiguration within firms. Noncompliance can result in audit deficiencies or sanctions from oversight bodies such as the Public Company Accounting Oversight Board (PCAOEB).
2 . Compliance with Multiple Jurisdictions
Multinational corporations present complex challenges due to varying legal Frameworks, tax systems, and currency translations. Auditors must coordinate across borders. often collaborating with local affiliates to ensure consistent audit quality under different reporting systems.
3 . Regulatory Investigations and Legal Risks
- Failure to detect fraud or misstatements can lead to legal actions against auditors.
- Auditors may face reputational damage if their reports are later found inaccurate.
- Example : An audit firm facing legal action for failing to uncover fraudulent revenue reporting.
Recent corporate scandals — such as the collapses of Enron, Wirecard, and Carillion — have heightened scrutiny on auditors. Regulatory agencies now demand greater accountability, transparency, and documentation. This has increased professional liability and insurance costs for audit firms.
4 . Fraud Risks and Ethical Challenges
- Companies may manipulate financial reports to inflate profits or hide losses.
- Auditors must apply forensic techniques to detect fraud effectively.
- Example : An organization overstating revenue to attract investors.
Fraudulent reporting remains a persistent global issue. According to the Association of Certified Fraud Examiners (ACFE), organizations lose an estimated 5% of annual revenue to fraud. This underscores the importance of professional skepticism and data-driven audit analytics in uncovering deceptive practices.
5 . Auditor Independence and Conflict of Interest
- Auditors may face pressure from management to overlook financial irregularities.
- Close relationships with clients can compromise audit independence.
- Example : An auditor receiving incentives to provide an unqualified audit opinion despite financial misstatements. Maintaining independence is a cornerstone of audit ethics. The IFAC Code of Ethics emphasizes that even perceived conflicts of interest can erode trust. Audit rotation policies and separation of consulting services from audit work are key measures to preserve integrity.

(Disponivel em: https:Mauditingaccounting.comichallanges-in-auditing-overcoming-barriers-to-financial-aceuracy-and-compliance. Adaptado)

De acordo com o texto,

A um dos desafios enfrentados por auditores de empresas multinacionais é a falta de tradução atualizada de novas regulamentações internacionais.
B as novas demandas das agências reguladoras desagradaram às empresas de auditoria, pois exigem maior responsabilidade profissional.
C os auditores da Enron, Wirecard e Carillion foram responsabilizados legalmente por não terem reportado as fraudes contábeis das empresas.
D auditores que recebem incentivos da empresa para relevarem práticas fraudulentas devem ser imediatamente exonerados.
E uma das fraudes comuns é a empresa reportar lucros mais altos do que os reais para atrair investidores.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 46 a 55 considere o Regulamento do ICMS do Estado do Mato Grosso (RICMS/MT) aprovado pelo Decreto (MT) nº 2.212/2014.

O RICMS/MT trata dos regimes de apuração e do pagamento do ICMS no Estado.

Conforme o Regulamento, o imposto será apurado por mercadoria, dentro de determinado período; ou por mercadoria, à vista de cada operação, quando se tratar de contribuinte dispensado de efetuar e manter escrituração fiscal, ou de estabelecimentos pertencentes a pessoa jurídica, sempre que promoverem saídas interestaduais, entre outras, de

A gergelim em grão; grão de bico; café cru, em coco ou em grão, gado em pé, carnes e miudezas comestíveis das espécies bovina, bufalina, suína, ovina e caprina, frescas, refrigeradas ou congeladas.
B folhas, legumes e frutas, sementes, caules e raízes; mamíferos, aves, ovos e peixes, resinas plásticas, borrachas e seus artefatos; bebidas contendo etanol, destiladas ou fermentadas.
C tecido ou malha de algodão, roupas de couro bovino ou bufalino; e répteis vivos ou abatidos, suas carnes e miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas.
D móveis de madeira, óleo vegetal de mamona e girassol; farinha de trigo e massas secas, peixes vivos ou abatidos, suas carnes e miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas.
E feijão em casca e beneficiado, mandioca natural, com casca ou descascada, cozida ou congelada; farinha de milho e derivados, metanol, cacau em bagas; trigo, farinha de trigo, farelo de trigo, pães e massas secas.