QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
5 questões encontradas

A partir dos anos 1960, houve uma politização do tema da deficiência ao redor do mundo, o que resultou em maior visibilidade e importância da questão para os agentes políticos e para a sociedade em geral. Esse novo olhar foi dando lugar à ideia de que a exclusão vivida pelas pessoas com deficiência era, na verdade, provocada pela organização social contemporânea, e a deficiência passou a ser entendida não como culpa individual daquele que tem deficiência, mas como produto desta sociedade contemporânea com suas barreiras:

A humanas, educacionais e sociais.
B educacionais, psicossociais e atitudinais.
C físicas, organizacionais e atitudinais.
D orgânicas, psicológicas e sociais.
E físicas, educacionais e psicossociais.

Por meio da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), o intérprete intermedeia uma ação que corresponde à aquisição do conhecimento pelo surdo. A produção interpretativa, muitas vezes, não acontece de maneira simultânea, mas é preciso pensar em escolhas que não comprometam a interpretação. Assinale a alternativa que corresponde a atitude correta em relação ao papel do tradutor/intérprete diante de uma produção interpretativa.

A a parcialidade do intérprete junto ao processo de reprodução do conteúdo, falado ou escrito, do português para a LIBRAS destina-se à facilitar a construção de conceitos pelo surdo sobre o objeto de estudo.
B planejamento prévio só se faz necessário quando se trata de uma interpretação acerca de temas voltados a notificação de leis e decretos públicos.
C como as interpretações acontecem em sua maioria de forma simultânea, muitas vezes sua qualidade fica prejudicada pela falta de interesse do indivíduo surdo pelo conhecimento do objeto do estudo.
D os intérpretes quando se deparam com problemas de compreensão por parte dos surdos, os quais se devem ao fato de a origem dos conteúdos trazer diversidades linguísticas e palavras desconhecidas, podem recorrer a uma explicação posterior.
E a imparcialidade do intérprete junto ao processo de reprodução do conteúdo, falado ou escrito, do português para a LIBRAS destina-se à forma de construção de conceitos pelo surdo sobre o objeto de estudo.

Um surdo estará mais ou menos próximo da cultura surda dependendo da identidade que assume dentro da sociedade. De acordo com Perlin

( 1998 ), a identidade híbrida pode ser definida como:

A na qual o surdo se espelha na representação hegemônica do ouvinte, vivendo e se manifestando de acordo com o mundo ouvinte.
B na qual o surdo não consegue captar a representação da identidade ouvinte, hegemônica, e se sente numa identidade subalterna.
C na qual o contato dos surdos com a comunidade surda é tardio o que os faz passar da comunicação visual-oral (na maioria das vezes truncada) para a comunicação visual sinalizada - o surdo passa por um conflito cultural.
D reconhecida nos surdos que nasceram ouvintes e se ensurdeceram e terão presentes as duas línguas numa dependência dos sinais e do pensamento na língua oral.
E na qual ser surdo é estar no mundo visual e desenvolver sua experiência na Língua de Sinais. Os surdos que assumem a identidade surda são representados por discursos que os vêem capazes como sujeitos culturais, uma formação de identidade que só ocorre entre os espaços culturais surdos.

Reflexões sobre a alfabetização de surdos sugerem que a alfabetização destes deva se realizar, inicialmente, em língua de sinais. E uma proposta de ensino ainda incipiente no Brasil, mas, sem dúvida, um caminho que emerge aos poucos e timidamente, por meio da tecnologia idealizada e desenvolvida por Valérie Sutton do Deaf Action Commitee, da Califórnia, USA, nomeada de:

A Signvisual.
B Writinghands.
C Bilinguismo.
D Signwords.
E Signwriting.

O código de ética é um instrumento que orienta o profissional intérprete na sua atuação. A sua existência se justifica a partir do tipo de relação que o intérprete estabelece com as partes envolvidas na interação. O papel do intérprete é intermediar um processo interativo que envolve determinadas intenções conversacionais e discursivas, em que ele tem a responsabilidade de tratar as informações com:

A assertividade e pontualidade.
B critérios e espontaneidade.
C veracidade e fidelidade.
D assertividade e veracidade.
E pontualidade e fidelidade.